perversões2

CADELINHA , CADELINHA, MINHA CADELINHA.
Eu murmurava nos seus ouvidos, enquanto ela contorcia seu corpo tremula e ofegante, tinha os olhos semi cerrados e manuseava sua própria buceta com ênfase , mantive meu polegar dentro da sua boca , pois ela continuava sugando. Com a mão esquerda fui desabotoando sua blusa revelando os seus seios alvos com os biquinhos rosados pontudos .
Nas minhas andanças eu já encontrara todos os tipos de mulheres , e minha norinha tinha com certeza o sangue das putas em suas veias.
Molhei dois dedos com minha saliva e toquei suavemente aquele biquinho róseo comprimindo ate arrancar um gemido choroso dela . que insana arrancou seu short junto com sua calcinha , deitou sobre a mesa escancarou as pernas revelando uma vulva avermelhada com suaves pentelhos cor de cobre,com a voz embargada implorava.
ME FODE ME FODE.
Meu pau pulsava entre minhas vestes , mas eu sabia que não era o momento ainda de copular com ela, eu iria fuder sua mente primeiro depois desfrutaria seu corpo.
Com uma corda eu amarrei seus pulsos aos pés da mesa , passei um sarrafo de madeira de uns setenta centímetros entre seus joelhos e atei fortemente a deixando com as pernas abertas , então amarrei seus tornozelos ate os outros pés da mesa.

Coloquei dois almofadões por baixo dela elevando seu pélvis . Ela estava assustada , mas o grau de excitação era ainda maior , então ela fechou os olhos , seu peito arfava seu coração estava acelerado seu corpo estava arcado numa posição que a deixava a minha mercê.
Eu enfiei meu rosto entre suas pernas sem a tocar fiquei admirando sua gruta .que espumava piscando involuntária .
Soprei meu hálito quente sobre sua vulva , ela contraia o corpo sentindo o hálito morno entre suas coxas , ela gemia igual uma cadelinha sentindo o calor que aflorava em sua buceta desfrutando algo nunca antes sentido , um veio de mel escorria abundante de suas entranhas , enquanto ela chorosa implorava por ser penetrada .

ENTRA EM MIM , ME RASGA , ME RASGA , VAI VEM ME FODE ,
POR FAVOR ME COME ME COME.
Ela implorava , ela queria gozar mas o sarrafo de madeira mantinha suas pernas abertas então ela não conseguia esfregar suas pernas era impossível um contato , e somente a sensação do prazer invadia seu corpo.
O desejo de chegar a um orgasmo a deixava ensandecida , seu corpo estava tremulo totalmente molhado pelo suor que escorria dos seus poros .
Cuspi sobre seu grelo que fervilhou como se estivesse em brasa. Então eu murmurei
GOZA , GOZA.
E comecei a mamar naquele grelo pontudo , apertando os bicos dos seus seios . ela deu um grito animalesco , teve convulsões como se estivesse tendo um ataque epilético. Sua seiva esguichou como se ela estivesse ejaculando .gemeu insana .tremula como se estivesse febril ate desfalecer perdendo os sentidos.

Powered by WPeMatico

perversões

Quando aos quarenta anos eu cheguei por aqui , apaguei todas as lembranças do meu passado . enterrei a vida que tive no meu pais.

Sou nascido numa pequena cidade ao norte de Estambul, e com quinze anos fui transformado em escravo sexual , vivendo uma vida cheia de luxuria completamente insana onde o sadismo e o masoquismo eram constantes , ate que consegui imigrar e jurei nunca mais exercer as técnicas que aprendi nos vinte longos anos de dominação e persuasão que fomentaram minha mente por tanto tempo.

Aqui me casei constitui uma família , agora estou viúvo tenho um único filho completei setenta anos e mesmo lutando contra , os demônios do passado voltaram a povoar minha mente .

Sinto que estou insano , mas a cada dia aflora cada vez mais o desejo de transformar ela , luto contra meus demônios ,porem em minha mente cada vez sinto que Carolina é o meu desafio.
Ela tem vinte e três anos mas , tem um jeito de menina ,alva como uma nuvem branca , pequenina com pouco mais de um metro e cinqüenta suas pernas são finas seios pequenos cabelos castanhos olhos amendoados por trás de óculos de lente que lhe da um ar altivo , esta e Carolina minha nora casada a cinco anos com meu único filho.
Quando fiquei viúvo meu filho e nora vieram morar comigo aqui na chácara, pois ele e caminhoneiro e fica muitos dias fora de casa , então ela não ficaria sozinha e eu também.
Tudo começou numa madrugada , em que me levantei para urinar , ouvi gemidos abafados no quarto dela e pela porta entre aberta percebi ela se masturbando, meus instintos de predador foram despertos naquele momento e pude sentir o cheiro da buceta molhada dela que encharcada pelos seus sucos fazia ruídos nos dedos que chafurdavam na vulva umedecida.

Meu pau pulsou naquele instante ficando ereto e duro mas num lampejo de sanidade me afastei ,pois sabia que qualquer ato meu não seria correto. Porem não pude conter meu grau de excitação e me masturbei freneticamente no escuro do meu quarto.

Pela manha quando me levantei já olhava Carol com outros olhos, sentia o cheiro que emanava do seu corpo juvenil, meu instinto me assegurava que bem trabalhada Carol seria fácil de manipular, e induzida aos prazeres carnais, teria em minhas mãos uma ninfo insaciável.

Juro eu lutei contra estes demônios que assolaram minha mente , mas eles zombavam de mim e me desafiavam , suas vozes povoavam minha mente e seus risos sarcásticos me desafiavam .
VOCE NÃO CONSEGUE , VOCE NÃO CONSEGUE MAIS.
Eles me desafiavam , e ferido no meu próprio ego, eu senti que transformá-la com certeza me faria renascer , e Aslan o dominador estaria de volta.
No começo tudo foi sutil , e aos poucos fui jogando minha teia sobre ela , que timidamente ia aos poucos cada vês mais se soltando , a ausência do meu filho e os meus lamentos por ele estar distante iam levando ela a uma nostalgia tremenda e ela ficava cada vez mais carente, eu sabia que um vazio já tomava conta dela e logo ela iria querer preencher este vazio. Eu a deixava cada vez mais confiante e aos poucos ela ia se abrindo .
Sentada numa cadeira eu massageava seus ombros , numa suave massagem relaxante, eu envolvia meus dedos no seu pescoço a deixando toda arrepiada .eu estava nas suas costas mas sentia que seus olhos estavam semi cerrados sua respiração estava acelerada suas mãos estavam contraídas sobre as pernas, senti que era o momento desci minhas mãos pelo seu pescoço ate envolver seu queixo , massageei o contorno da sua boca passando o polegar por sobre seus lábios senti ela toda ofegante comprimi com suavidade ela entreabriu a boca permitindo a invasão deu um gemido choroso envolvendo com os lábios o dedo como uma bezerra faminta ela mamava com sofredigao , eu acariciava o céu da sua boca movimentando lentamente meu dedo sabendo que ela sentia um delírio profundo seu corpo escorregara para baixo ela apoiava a nuca no encosto da cadeira eu dava suaves tapas no seu rosto , lagrimas escorriam dos seus olhos , sua Mao estava dentro do short alizando sua própria vulva , ela tinha espasmos seguidos de gozo ficando alucinada enquanto eu murmurava em seus ouvidos.
CADELINHA, CADELINHA, MINHA CADELINHA.

Powered by WPeMatico

Feriadão na praia

Aqui em casa formamos uma família muito normal na maior parte do tempo. A gente trabalha, estuda, faz bagunça e sente preguiça como todo mundo. De vez em quando discutimos e pode até esquentar o tempo, como em qualquer família. Nos reunimos para churrasco, saímos para passear e visitamos os parentes, igual ao que acontece na família de todo mundo. Porém, quando o assunto é sexo e intimidade, nem sempre somos muito convencionais. De fato, já ouvi falar de bem poucas famílias que tivessem relacionamentos como os nossos. Minha esposa é uma mãe e esposa maravilhosa, mas é também uma mulher fogosa, amante insaciável e sabe ser puta na cama como poucas. Ela mantém relacionamento com um outro homem a quem chama de namorado e isso já tem algum tempo. Ela também acabou por se tornar amante do nosso filho. Isso é tratado com naturalidade entre a gente, pois é uma relação de amor e respeito, mas com muito e bom sexo. Algumas vezes ela fode mais com ele do que comigo, mas nunca deixa de dar atenção suficiente a mim, ao namorado ou à nossa filha, que ainda é criança. Meu filho é um jovem que já chegou aos 20 anos e começou a namorar uma moça da universidade. Ele nos apresentou a moça aqui em casa e devo dizer que ele tem muito bom gosto. A mãe ficou enciumada, é claro, afinal, não bastasse ser seu filho com uma namorada, ainda é seu amante com outra mulher, mas esse ciúme não durou muito. Na primeira oportunidade, segundo ele me contou, ela lhe preparou um encontro que ele chamou de “ela por acaso faz isso?”. Sua mãe lhe deu um show de chupadas e metidas que enlouqueceriam qualquer homem. E a todo momento insinuava se a namorada dele fazia daquela forma. No último feriadão convidei todos a irmos numa praia não muito longe. Aluguei uma casa pequena muito junto da praia. Como o clima não está quente ainda, pois é primavera, a praia estava praticamente vazia, mas fazia dias de sol bem agradáveis. Logo no primeiro dia foi uma tentação ver as meninas de biquíni, cheias de filtro solar, despejando sua sensualidade na toalha estendida na areia. As bundinhas pra cima, a pele pegando uma cor e eu e meu filho apenas apreciando a linda vista. De noite arranjamos para nossa filha dormir na sala e os dois casais dividiram o único quarto. Discretamente, meu filho e a namorada e pegavam em sua cama coberta pela escuridão do quarto que era quebrada apenas por alguma luz que vinha da sala, onde um abajur fraquinho ficava ligado. Percebemos como eles se beijavam até que ela virou de costas para ele e começaram aquele movimento com os quadris. Eu fiquei de pau duro e minha esposa começou a acariciá-lo. Que tesão aquilo me dava. Ela ficou me masturbando por alguns minutos e logo também virou para ser penetrada. Imitamos o casal jovem e metemos por um tempo, devagar, em silêncio, mas de forma muito gostosa. Depois que gozei vi que meu filho ainda estava metendo e eles ficaram assim ainda por um bom tempo. Não sei como, mas conseguiam ser discretos. Sem muito estardalhaço peguei minha esposa pela mão e muito silenciosamente saímos do quarto e da casa. Levei ela até a praia e comecei a fazer-lhe carinhos num grande amasso. Logo eu estava chupando seus peitos e depois sua boceta. Adoro chupar essa boceta e devo ter ficado ali uma meia hora. Eu sempre gosto de lamber o cuzinho também e ela adora. Não sei exatamente, mas lembro que ela gozou algumas vezes. Depois ela sentou no meu pau e cavalgou gostoso até que gozei. Ficamos na praia mais um pouco, mas logo começamos e sentir frio e voltamos. Eles também já haviam terminado e dormiam. De manhã saímos da cama cedo, como é nosso costume e deixamos o jovem casal dormir mais um pouco e ter um pouco mais de intimidade. Certamente eles foderam mais um pouco antes de levantarem. Todos acordaram com fome e tivemos um dia divertido, familiar, passeando na praia, aproveitando o sol e comendo muito. Não sei porque na praia dá tanta fome. Depois do almoço, meu filho e a namorada levaram nossa filha para tomar sorvete. Aproveitamos que ficamos a sós e fomos para a cama. Logo estávamos nus e eu ganhei uma chupada deliciosa. Gozei em usa garganta e ela adorou. Sem precisar anunciar ela colocou sua boceta em minha boca e eu me dediquei a dar-lhe prazer. Não podia demorar muito, afinal, não sabia quanto eles demorariam na sorveteria, mas chupei muito e percebi que ela gozou pelo menos duas vezes. Depois, ficamos do lado de fora da casa, numa sombra tranquila, olhando o mar e conversando. Minha esposa disse que achava a namorada de nosso filho uma moça muito bonita e também muito gostosa. Não posso negar que ele tem um gosto apurado e escolheu uma garota muito sexy e que, ao que parece, deve ser muito boa na cama. Também reparei que ela tem uma bunda muito bonita e uma bela tatuagem na nádega esquerda. De noite, ela e meu filho saíram para passear. Parece que era a vez de eles foderem na praia. Já na cama, eu aproveitei e, depois de meter um pouco na boceta, deslizei o pau e enfiei devagar no cuzinho da minha esposa. Ela gemeu baixo e ajudou empurrando sua bunda para trás. Estávamos deitados de conchinha e eu apertava seus peitos enquanto metia no cu. É incrível como isso pode ser gostoso. Ela gozou antes de mim e acabamos dormindo ainda colados daquele jeito. Nem vimos quando o outro casal veio se deitar. Até o final do feriado aproveitamos tanto quanto possível e depois voltamos para casa tranquilamente. O típico final de semana que a gente sempre deseja. Dei muita sorte, porque tudo correu muito bem. Espero possamos voltar naquela casa no verão. Pode não estar tão tranquilo, devido aos turistas, mas ainda será muito bom.

Powered by WPeMatico

COMPREI FARINHA E TRANSEI COM A VENDEDORA

A FARINHA TINHA ACABADO EM CASA E FUI COMPRAR CHEGANDO NA MERCEARIA A VENDEDORA PEEGUNTOU SE EU QUERIA FARINHA GROSSA OU FINA,DEI UMA RISADA E FALEI QUERO DA REDONDA,ELA FALOU POXA ACABOU A NAO SER QUE VC ME AJUDE A DESPEJAR UM SACO DELA AQUI,EU PRONTAMENTE ME PRONTIFIQUEI, SÓ TINHA EU E ELA FUI NA HORA DE PEGAR O SACO DE FARINHA ELA FICOU NA MINHA FRENTE EU DEI UMA ENCOCHADA NELA QUE FICOU QUIETA ENQUANTO MEU DIAMANTE NEGRO CRESCIA ATRAS DA BUNDA DELA E ELA GOSTANDO,FOI QDO EU SEGUREI NA CINTURA DELA E EMPURREI,ELA ME OLHOU E FALOU NAO FAÇA ISSO ESTOU CARENTE,JA PEGOU NO MEU DIAMANTE NEGRO E ME LEVOU PARA UM QUARTINHO TIROU O SHORT ELA ESTAVA DE SAIA SUSPENDEU E DISSE META SEM PENA,ASSIM FIZ QDO METI JA ESTAVA TODA MOLHADA FOI UMA FODA RAPIDA MAS FOI GOSTOSA ELA FALAVA META VAGABUNDO FODE FODE FODE FODE GOZA DENTRO ARROMBA ESSA PUTINHA COM ESSE PAUZAO GROSSO GOSTOSO AI DELICIA DE PICA GOSTOSA ELA ACABOU GOZANDO VARIAS VEZES E EU DISSE VOU GOZAR PUTINHA SAFADA CADELA VADIA E GOZEI DENTRO ENCHENDO ATE DERRAMAR ,ELA REBOLAVA GEMENDO DEPOIS SE ABAIXOU E LIMPOU MEU DIAMANTE NEGRO COM A LINGUA ,,,SE VESTIMOS ELA ME DEU A FARINHA CHEGOU GENTE PARA COMPRAR EU FUI EMBORA ,,,,,MEU WHATS É 73 99103 9940 se alguma mulher quiser tc gostoso estou a disposição adoro casadas amo,só mulheres,sem frescura,,,,bjos sou baiano

Powered by WPeMatico

em nome do pai e da filha final

Não temo passar por fantasioso nem exagerado nesta narrativa, mas os ricos detalhes destes fatos hoje. treze anos depois ainda estão muito nítidos na minha mente. Carol tinha a candura de uma menina inocente apesar dos seus dezessete anos . mas dentro daquele corpinho habitava um demônio fugaz e luxurioso impensado por mim ate então .e ver ela entregue aos prazeres da carne com tão voluptuoso ênfase era algo profano e sagrado algo demoníaco que me levava a um prazer ate então desconhecido para mim mas que se tornava a mais perversa e prazerosa tara. O velho Chimada com um alto controle invejável , mantinha a cabeça do cassete entre os lábios vaginais dela, sua bucetinha sugava ruidosa a pica extática do velho tarado, a seiva que escorria de suas entranhas escorriam pelo pau dele deixando-o reluzente duro como um ferro. Era algo divino e notável Carol tinha respiração entrecortada por soluços se portando como a mais vulgar de todas as putas sua língua serpenteava entre seus lábios vermelhos.dando suaves gemidos de prazer me deixando extasiado ao assistir tais cenas. Era como se alguma entidade se apossara do seu corpo pois ali não estava uma garotinha de dezessete anos ali estava uma puta havida de prazer. O seu rosto estampava um prazer indescritível seus olhos castanhos brilhavam reluzentes. Sua voz suave como uma canção angelical implorava ENFIA , ENFIA . ENTRA, ENTRA EM MIM. Quase toda a glande estava desaparecendo na entrada da sua buceta era como ela aos poucos estava a engolindo. Tive a nítida certeza que não era ele que forçava a penetração e sim ela que absorvia gulosa o cassete. Chimada tinha uma das mãos massageando os peitinhos dela a outra arqueada no seu próprio dorso num leve movimento empurrando suavemente aquele monstro dentro da minha menina. Ela com as pernas abertas gemia desavergonhada não de dor mas de prazer ela tentava jogar seu pélvis de encontro a vara mas ele recuava a deixando luxuriosamente ensandecida. Com certeza ele tinha tocado o hímen dela porque ela contraiu o corpo num misto de dor e prazer , seu rosto ficou tenso quando ela sentiu ele forçando um pouco mais bruto dentro dela . foi com um gemido choroso , luxurioso que ele rompeu seu lacre .a dor e prazer se misturaram Carol estava tesa um filete de sangue escorreu misturado com seu néctar quando ele retirou o pau manchado com o sangue da virgindade dela. Como se estivesse endemoniada Carol procurou o pau com suas mãos o colocou de volta em sua gruta ele então carcou de uma so vez atolando-o todo friccionando seus pentelhos de encontro a vulva dela então ele estocou primeiro lentamente entrando e saindo devagar aos poucos foi acelerando com metidas fortes seguidas rápidas entrando e saindo metendo ate o talo nela .foram incontáveis os orgasmos dela que seguidamente urrava gozando copiosamente como uma loba no cio uivando possessa . ganindo igual uma cadela ferida. Nem em sonhos um vil mortal poderia imaginar a lascívia de tal cena .aquela era minha putinha ali estava a mais puta de todas as fêmeas. Gemendo impropérios nunca imaginados que tão tenra menina proferisse. ISTO VAI FODE ,COME RASGA ME ARROMBA, EU QUERO MAIS VAI ME DA PICA, ME DA PAU, ROLA ,CARALHO METE EM MIM METE. Aquilo era irreal so estando presente para sentir o tezao de tão linda cena eu não conseguia mais ejacular nem mesmo ter uma ereção mas eu ainda sentia prazeres insanos percorrerem meu corpo exausto eu ainda gozava de pau mole.enlouquecido pela luxuria que me esta sendo proporcionada. Ver minha filha sendo arrombada me levava a um delírio alucinante. Chimada impressionante mantinha uma ereção enorme oferecendo prazeres insanos a Carol .quando ele a colocou de quatro igual uma cadelinha eu não pude me conter pois chorando insano eu implorava a Carol LATE , LATE CADELA. Ela deu um leve ganido como uma cachorra no cio e rebolava a bunda engolindo todo o pau de Chimada que batia forte em sua bundinha a levando ao prazer extremo onde os gozos dela eram constantes. Incapaz de resistir mais ele acelerou as bombadas anunciando seu gozo que foi farto abundante chorosa Carol gemia gozando junto sentindo os jatos seguidos de porra inundar suas entranhas . porra e sangue escorriam fartamente da bucetinha dela que banhada de suor com a respiração entrecortada adormeceu numa posição fetal encolhida sobre seu próprio corpo. A madrugada ia alta ele ergueu uma de suas pernas admirando o estrago em sua bucetinha que ainda transbordava porra sangue e seiva , com um gesto indicou para eu se aproximar fez com que eu dobrasse meu corpo deixando meu rosto bem perto para que eu pudesse ver com riquezas de detalhes o estrago. Tocou com sua mao a minha nuca e ordenou lambe , lambe. O cheiro do sexo me embriagava sorvi aquele néctar como se fosse um manjar dos deuses percorri toda a extensão da sua fenda sentindo um sabor indescritível chorei copiosamente entre soluços. Gozando sem me tocar ao sentir os movimentos rotatórios que Carol executava. sua mao tocava minha cabeça indicando onde eu deveria colocar minha língua , com os olhos fechados Carol murmurava chupa , chupa papai querido. Em delírio eu tocava pela primeira vez minha filha.mesmo que somente com minha língua Chimada sentado ao lado com a minha saliva misturada aos sucos que escorriam da bucetinha dela com o dedo indicador ia lentamente penetrando o cuzinho dela com movimentos suaves entrando lentamente e saindo arrancando gemidos prazerosos dela as vezes ele retirava o dedo que estava dentro do cuzinho dela introduzindo em minha boca para que eu provasse o sabor acre da sua bundinha , eu não ousava tocar ela com minhas mãos deixando somente minha língua deslizar pelas suas entranhas . era espantosa a habilidade dele que já tinha dois dedos penetrando o orifício anal dela , sendo que não havia nenhum protesto por parte dela que se esvaia em orgasmos nitidamente sentidos pela minha língua.que absorvia um rio de seivas lubrificantes que escorriam da bucetinha dela. Comprovando que Carol era uma destas sortudas mulheres que entram em êxtase profundo na verdade uma luxuriosa histérica. Fiquei atônito admirando a invasão dele em seu reto. Carol apoiava os pés elevando seu pélvis permitindo e ajudando em sua violação , para sua comodidade ele a colocou de quatro novamente .com os dois indicadores esticava seu esfíncter ,aquele cuzinho róseo estava todo aberto , em contraste com o vermelhão de suas vísceras . cuspiu dentro dela duas ou três vezes mirou o pau tentou forçar a entrada mas se conteve. pois temerária ela contraiu o anus impedindo a entrada , com toda a calma do mundo ele novamente começou a estimular sua bundinha. A buceta dela teimava em escorrer seus sucos demonstrando o grau de excitação que Carol sentia, desta vez ele introduziu um plug no anus dela e ficou estimulando o teso grelinho dela fazendo ela mamar em sua verga. Ela chupava de olhos fechados as vezes lançava olhares para mim como se dissesse continue me vendo continue . Que tezao mais embriagante eu sentia. incapaz de ter outra reação eu admirava o ato e la no fundo do meu peito minha voz embargada de emoção proferia cadela cadelinha. Isto parecia que a deixava muito mais excitada seus liquidos escorriam ainda mais e ela rebolava gemendo chorosa dando gritos de prazer. Eu me sentia insano, naquele momento Carol já não era mais minha filha , o que eu via na minha frente era uma puta fogosa exibicionista que tinha prazer em ser observada. na minha demência eu adorava observar , pois aquilo fugia da realidade era algo que raríssimos mortais poderiam desfrutar . e naqueles momentos de delírios o que mais eu desejava era ver ela com uma pica no cu ,não me importando com mais nada a não ser desfrutar deste prazer alucinante. Chimada se preparava para inaugurar o cu daquela vadia. Que idêntica a uma puta vulgar implorava para ser arrombada no seu orifício anal. O enorme e grosso caralho ia aos poucos penetrando o lubrificado cuzinho dela que disposta a suportar aquela verga contraia o rosto mas seus quadris como se tivessem vida própria rebolavam sobre os ásperos pentelhos dele se esfregavam na alva bundinha dela que delirava gemendo chorosa sentindo os espasmos de seus gozos percorrerem seu corpo. A humilhação a desonra , pouco importava, o prazer de sentir que estávamos gozando juntos era o que me encantava. Noburo com seu jeito delicado tirou suas vestes ficando totalmente nu com pau fino e comprido em riste deitou-se de costas . Chimada retirou o caralho do cu dela e fez ela sentar de cócoras sobre o comprido pau de seu auxiliar , era excitante ver aquela pica deslizar pelo reto dela ate que se visualizava somente as bolas de fora, ele estapeava a bundinha branca dela que aos poucos ia ficando avermelhada devido suas palmadas que levava , em transe Carol cavalgava no caralho .uivando como um animal no cio . ele então a segurou pelas costas a mantendo totalmente penetrada o velho Chimada se ajoelhou sobre uma das pernas abriu as pernas dela ergueu uma delas que foi segura por noburo e penetrou pela frente. de uma vez a arrombada bucetinha dela , que deu um grito alucinado se estrebuchou sentindo dor e prazer ao mesmo tempo sentindo os dois paus dentro dela . e numa sincronia quase perfeita eles a penetravam ao mesmo tempo. Eu gozava alucinado , com os olhos esbugalhados para não perder um único detalhe daquela cena. Carol estava enlouquecida , igual uma pessoa demente ela gargalhava chorava ao mesmo tempo seus labios proferiam obcenidades , seu corpo tinha espasmos idênticos ao de quem sofria um ataque epilético . Seus orgasmos eram seguidos seus gozos eram alucinantes ela gozava sem saber de qual de seus buracos vinham o prazer eu so percebia o ir e vir dentro dela somente visualizava suas pernas brancas entre os dois machos que vorazes entravam e saiam dentro dela , Carol sobre as minhas vistas rompeu todas as amarras de uma vida dentro dos padrões e princípios morais e éticos graças a argilosa ajuda do velho Chimada que com seus olhos de linche observou todo potencial de devastidao que aquela meiga e frágil menina tinha dentro de si bastava so um estimulo para que despertasse nela o surgimento do seu verdadeiro eu . e seus demônios adormecidos surgissem , a levando para um mundo de prazeres onde a satisfação de ser dominada ante o olhar complacente do pai, provocava um grau de excitação enorme em ambos . para deleite de um mestre na arte de persuadir e manipular , o mestre chimada que através da arte milenar de seus antepassados punha em pratica a apurada técnica de convencimento induzindo pai e filha a se degradar . deixando o pai numa posição de submissão total alucinando ele a ter um prazer bestial doentio muito próximo da loucura. Carol estava arrombada seus órgãos sexuais estavam inchados doidos mas em seu rosto notava-se uma sensação de satisfação total e plena pois ali já não existia uma frágil menina mas sim uma puta completa e realizada pronta para ter os prazeres carnais mais hediondos e sujos como deve ser o sexo na plenitude do prazer. Onde o tezao impera e fala mais alto que todos os paradigmas. Onde a busca e o prazer em toda plenitude. Desde que chimada entrou na vida do pai e da filha o desejo iminente de sentir prazer ceifou a moral a honra e virtude fazendo deles devassos e libertinos escravos do prazer

Powered by WPeMatico

em nome do pai e da filha2

Não temo passar por fantasioso nem exagerado nesta narrativa, mas os ricos detalhes destes fatos hoje. treze anos depois ainda estão muito nítidos na minha mente. Carol tinha a candura de uma menina inocente mas dentro daquele corpinho habitava um demônio fugaz e luxurioso impensado por mim ate então .e ver ela entregue aos prazeres da carne com tão voluptuoso ênfase era algo profano e sagrado algo demoníaco que me levava a um prazer ate então desconhecido para mim mas que se tornava a mais perversa e prazerosa tara. O velho Chimada com um alto controle invejável , mantinha a cabeça do cassete entre os lábios vaginais dela, sua bucetinha sugava ruidosa a pica extática do velho tarado, a seiva que escorria de suas entranhas escorriam pelo pau dele deixando-o reluzente duro como um ferro. Era algo divino e notável Carol tinha respiração entrecortada por soluços se portando como a mais vulgar de todas as putas sua língua serpenteava entre seus lábios vermelhos.dando suaves gemidos de prazer me deixando extasiado ao assistir tais cenas. Era como se alguma entidade se apossara do seu corpo pois ali não estava uma garotinha de dezessete anos ali estava uma puta havida de prazer. O seu rosto estampava um prazer indescritível seus olhos castanhos brilhavam reluzentes. Sua voz suave como uma canção angelical implorava ENFIA , ENFIA . ENTRA, ENTRA EM MIM. Quase toda a glande estava desaparecendo na entrada da sua buceta era como ela aos poucos estava a engolindo. Tive a nítida certeza que não era ele que forçava a penetração e sim ela que absorvia gulosa o cassete. Chimada tinha uma das mãos massageando os peitinhos dela a outra arqueada no seu próprio dorso num leve movimento empurrando suavemente aquele monstro dentro da minha menina. Ela com as pernas abertas gemia desavergonhada não de dor mas de prazer ela tentava jogar seu pélvis de encontro a vara mas ele recuava a deixando luxuriosamente ensandecida. Com certeza ele tinha tocado o hímen dela porque ela contraiu o corpo num misto de dor e prazer , seu rosto ficou tenso quando ela sentiu ele forçando um pouco mais bruto dentro dela . foi com um gemido choroso , luxurioso que ele rompeu seu lacre .a dor e prazer se misturaram Carol estava tesa um filete de sangue escorreu misturado com seu néctar quando ele retirou o pau manchado com o sangue da virgindade dela. Como se estivesse endemoniada Carol procurou o pau com suas mãos o colocou de volta em sua gruta ele então carcou de uma so vez atolando-o todo friccionando seus pentelhos de encontro a vulva dela então ele estocou primeiro lentamente entrando e saindo devagar aos poucos foi acelerando com metidas fortes seguidas rápidas entrando e saindo metendo ate o talo nela .foram incontáveis os orgasmos dela que seguidamente urrava gozando copiosamente como uma loba no cio uivando possessa . ganindo igual uma cadela ferida. Nem em sonhos um vil mortal poderia imaginar a lascívia de tal cena .aquela era minha putinha ali estava a mais puta de todas as fêmeas. Gemendo impropérios nunca imaginados que tão tenra menina proferisse. ISTO VAI FODE ,COME RASGA ME ARROMBA, EU QUERO MAIS VAI ME DA PICA, ME DA PAU, ROLA ,CARALHO METE EM MIM METE. Aquilo era irreal so estando presente para sentir o tezao de tão linda cena eu não conseguia mais ejacular nem mesmo ter uma ereção mas eu ainda sentia prazeres insanos percorrerem meu corpo exausto eu ainda gozava de pau mole.enlouquecido pela luxuria que me esta sendo proporcionada. Ver minha filha sendo arrombada me levava a um delírio alucinante. Chimada impressionante mantinha uma ereção enorme oferecendo prazeres insanos a Carol .quando ele a colocou de quatro igual uma cadelinha eu não pude me conter pois chorando insano eu implorava a Carol LATE , LATE CADELA. Ela deu um leve ganido como uma cachorra no cio e rebolava a bunda engolindo todo o pau de Chimada que batia forte em sua bundinha a levando ao prazer extremo onde os gozos dela eram constantes. Incapaz de resistir mais ele acelerou as bombadas anunciando seu gozo que foi farto abundante chorosa Carol gemia gozando junto sentindo os jatos seguidos de porra inundar suas entranhas . porra e sangue escorriam fartamente da bucetinha dela que banhada de suor com a respiração entrecortada adormeceu numa posição fetal encolhida sobre seu próprio corpo. A madrugada ia alta ele ergueu uma de suas pernas admirando o estrago em sua bucetinha que ainda transbordava porra sangue e seiva , com um gesto indicou para eu se aproximar fez com que eu dobrasse meu corpo deixando meu rosto bem perto para que eu pudesse ver com riquezas de detalhes o estrago. Tocou com sua mao a minha nuca e ordenou lambe , lambe. O cheiro do sexo me embriagava sorvi aquele néctar como se fosse um manjar dos deuses percorri toda a extensão da sua fenda sentindo um sabor indescritível chorei copiosamente entre soluços. Gozando sem me tocar ao sentir os movimentos rotatórios que Carol executava. sua mao tocava minha cabeça indicando onde eu deveria colocar minha língua , com os olhos fechados Carol murmurava chupa , chupa papai querido. Em delírio eu tocava pela primeira vez minha filha.mesmo que somente com minha língua Chimada sentado ao lado com a minha saliva misturada aos sucos que escorriam da bucetinha dela com o dedo indicador ia lentamente penetrando o cuzinho dela com movimentos suaves entrando lentamente e saindo arrancando gemidos prazerosos dela as vezes ele retirava o dedo que estava dentro do cuzinho dela introduzindo em minha boca para que eu provasse o sabor acre da sua bundinha , eu não ousava tocar ela com minhas mãos deixando somente minha língua deslizar pelas suas entranhas . era espantosa a habilidade dele que já tinha dois dedos penetrando o orifício anal dela , sendo que não havia nenhum protesto por parte dela que se esvaia em orgasmos nitidamente sentidos pela minha língua.que absorvia um rio de seivas lubrificantes que escorriam da bucetinha dela. Comprovando que Carol era uma destas sortudas mulheres que entram em êxtase profundo na verdade uma luxuriosa histérica. Fiquei atônito admirando a invasão dele em seu reto. Carol apoiava os pés elevando seu pélvis permitindo e ajudando em sua violação , para sua comodidade ele a colocou de quatro novamente .com os dois indicadores esticava seu esfíncter ,aquele cuzinho róseo estava todo aberto , em contraste com o vermelhão de suas vísceras . cuspiu dentro dela duas ou três vezes mirou o pau tentou forçar a entrada mas se conteve. pois temerária ela contraiu o anus impedindo a entrada , com toda a calma do mundo ele novamente começou a estimular sua bundinha. A buceta dela teimava em escorrer seus sucos demonstrando o grau de excitação que Carol sentia, desta vez ele introduziu um plug no anus dela e ficou estimulando o teso grelinho dela fazendo ela mamar em sua verga. Ela chupava de olhos fechados as vezes lançava olhares para mim como se dissesse continue me vendo continue . Que tezao mais embriagante eu sentia. incapaz de ter outra reação eu admirava o ato e la no fundo do meu peito minha voz embargada de emoção proferia cadela cadelinha. Isto parecia que a deixava muito mais excitada seus liquidos escorriam ainda mais e ela rebolava gemendo chorosa dando gritos de prazer. Eu me sentia insano, naquele momento Carol já não era mais minha filha , o que eu via na minha frente era uma puta fogosa exibicionista que tinha prazer em ser observada. na minha demência eu adorava observar , pois aquilo fugia da realidade era algo que raríssimos mortais poderiam desfrutar . e naqueles momentos de delírios o que mais eu desejava era ver ela com uma pica no cu ,não me importando com mais nada a não ser desfrutar deste prazer alucinante. Chimada se preparava para inaugurar o cu daquela vadia. Que idêntica a uma puta vulgar implorava para ser arrombada no seu orifício anal. O enorme e grosso caralho ia aos poucos penetrando o lubrificado cuzinho dela que disposta a suportar aquela verga contraia o rosto mas seus quadris como se tivessem vida própria rebolavam sobre os ásperos pentelhos dele se esfregavam na alva bundinha dela que delirava gemendo chorosa sentindo os espasmos de seus gozos percorrerem seu corpo. A humilhação a desonra , pouco importava, o prazer de sentir que estávamos gozando juntos era o que me encantava. Noburo com seu jeito delicado tirou suas vestes ficando totalmente nu com pau fino e comprido em riste deitou-se de costas . Chimada retirou o caralho do cu dela e fez ela sentar de cócoras sobre o comprido pau de seu auxiliar , era excitante ver aquela pica deslizar pelo reto dela ate que se visualizava somente as bolas de fora, ele estapeava a bundinha branca dela que aos poucos ia ficando avermelhada devido suas palmadas que levava , em transe Carol cavalgava no caralho .uivando como um animal no cio . ele então a segurou pelas costas a mantendo totalmente penetrada o velho Chimada se ajoelhou sobre uma das pernas abriu as pernas dela ergueu uma delas que foi segura por noburo e penetrou pela frente. de uma vez a arrombada bucetinha dela , que deu um grito alucinado se estrebuchou sentindo dor e prazer ao mesmo tempo sentindo os dois paus dentro dela . e numa sincronia quase perfeita eles a penetravam ao mesmo tempo. Eu gozava alucinado , com os olhos esbugalhados para não perder um único detalhe daquela cena. Carol estava enlouquecida , igual uma pessoa demente ela gargalhava chorava ao mesmo tempo seus labios proferiam obcenidades , seu corpo tinha espasmos idênticos ao de quem sofria um ataque epilético . Seus orgasmos eram seguidos seus gozos eram alucinantes ela gozava sem saber de qual de seus buracos vinham o prazer eu so percebia o ir e vir dentro dela somente visualizava suas pernas brancas entre os dois machos que vorazes entravam e saiam dentro dela , Carol sobre as minhas vistas rompeu todas as amarras de uma vida dentro dos padrões e princípios morais e éticos graças a argilosa ajuda do velho Chimada que com seus olhos de linche observou todo potencial de devastidao que aquela meiga e frágil menina tinha dentro de si bastava so um estimulo para que despertasse nela o surgimento do seu verdadeiro eu . e seus demônios adormecidos surgissem , a levando para um mundo de prazeres onde a satisfação de ser dominada ante o olhar complacente do pai, provocava um grau de excitação enorme em ambos . para deleite de um mestre na arte de persuadir e manipular , o mestre chimada que através da arte milenar de seus antepassados punha em pratica a apurada técnica de convencimento induzindo pai e filha a se degradar . deixando o pai numa posição de submissão total alucinando ele a ter um prazer bestial doentio muito próximo da loucura. Carol estava arrombada seus órgãos sexuais estavam inchados doidos mas em seu rosto notava-se uma sensação de satisfação total e plena pois ali já não existia uma frágil menina mas sim uma puta completa e realizada pronta para ter os prazeres carnais mais hediondos e sujos como deve ser o sexo na plenitude do prazer. Onde o tezao impera e fala mais alto que todos os paradigmas. Onde a busca e o prazer em toda plenitude. Desde que chimada entrou na vida do pai e da filha o desejo iminente de sentir prazer ceifou a moral a honra e virtude fazendo deles devassos e libertinos escravos do prazer

Powered by WPeMatico

em nome do pai e da filha

As dificuldades eram muitas eu desempregado , minha esposa trabalhando em dois períodos cuidando de idosos. E nossa filha Carol com apenas dezessete anos de idade , mas cheia de sonhos e ambições seu sonho era ser modelo. Quanta ingenuidade da minha garotinha com seus um metro e quarenta e oito , pesando menos de quarenta quilos , ficava a frustração de ser tão pequenina, graças a genética da mãe seus seios realçavam bem volumosos em minha baixinha. Quero aqui ressaltar que nunca tive nenhum desejo sexual por minha filha que linda com seus compridos cabelos amendoados seu rosto com sardas na bochecha e uma pele alva com seus olhos castanhos. Eu tinha muitos cuidados com ela e como estava desempregado eu a levava e buscava na escola, num destes dias quando regressávamos fomos parados por um senhor nipônico que gentilmente nos entregou um cartão de um estúdio fotográfico recém inaugurado ao lado da praça no bairro que moramos. Carol ficou empolgada . e por diversas vezes insistia para eu ver o valor de um book que ela tanto deseja. Por curiosidade eu fui com ela saber qual valor para realizar um book fotográfico , era algo fora de cogitação no momento, o senhor chimada foi muito gentil e cordial e ao falar que com a beleza de Carol ela poderia muito bem ser uma modelo fotográfico muito envaideceu ela. Levou nos para conhecer seu estúdio e ate bateu algumas fotos da minha filha , e pediu para voltarmos dois dias depois para ele revelar as fotos. Quando retornamos ele entregou as fotos para Carol cheio de elogios , ate disse que ela sem maquiagem estava assim com ficaria muito mais linda. Foi então que ele fez o convite para ela ser modelo do seu estúdio com minha permissão claro ressaltou ele.nunca tinha visto tanta felicidade no rosto dela e acabemos aceitando . assim duas vezes por semana Carol posava para as lentes do senhor chimada . tendo seu ajudante noburu um afeminado que maquiava minha filha tendo um vasto guarda roupa que a vestia para as sessões de fotos. Para não atrapalhar o dia de trabalho do senhor chimada as fotos eram tiradas entre oito e dez da noite. Depois que o estúdio fechava .sempre muito comportadas com roupas para moda juvenis como ele enfatizava . Um mês tinha se passado ele conseguiu postar duas fotos dela numa revista divulgando seu trabalho . a presenteou com todas as fotos que ele revelara foi então que ele chegou e disse se eu não me importaria se Carol fizesse algumas fotos de biquíni . talvez entusiasmado por ela ter saído na revista nem questionei. E no próximo ensaio Carol posava com mínimos biquínis e com maquiagem bem mais carregada . fiquei acabrunhado com algumas poses que ele induzia ela a fazer mas como ela aceitava de bom grado não me importei e quando ele falou com a voz meio que embargada para ela sensualizar mais eu vendo o rostinho dela fazendo caras e bocas tive uma ereção instantânea que juro fugiu do meu controle . com certeza o velho chimada percebeu , e foi ate ela soltou um pouco a parte superior do biquíni deixando quase que a mostra o seio alvo da minha filha ele colocou ela numa pose muito erótica deitada sobre as almofadas abriu as tiras do biquíni deixando displicente aquela pequena quantidade de pano cobrir a bucetinha dela. Bateu farias fotos encerrou a sessão . naquela noite quando retornávamos para casa tive outro espanto quando Carol pediu para não contar nada para a mãe , que era um segredo de nos dois. Demônios povoavam minha cabeça . me questionava porque eu gostei de ver aquilo . não era normal algo assim porque eu tivera uma ereção vendo ela , se não nutria nenhum desejo por minha filha . ,mas eu ansiava pelo novo ensaio.na sexta feira quando chegamos no estúdio o senhor Chimada mudara o visual com cortinas vermelhas as almofadas todas encapadas na mesma cor e um sofá enorme . Fiquei no mesmo lugar que eu acompanhava os ensaios .esperando Noburo maquiar e vestir minha filha . que chegou radiante com um biquíni branco que mal tampava os biquinhos dos seios e uma tirinha cobrindo sua vulva os cabelos soltos esvoaçavam graças o vento provocado por um ventilador. A boca linda de Carol realçada por um batom de um vermelho intenso e seu sorriso encantador com seus dentes brancos como neve. Eu suava as bicas pois Carol estava mais sensual que nunca. Meu pau pulsava vendo as poses e gestos dela que parecia ofegante, solta um pouco o sutiã do seu seio esquerdo ordenou o velho chimada. Lentamente ela obedeceu , percebi que chimada olhava pra mim talvez medindo minha reação .como de minha parte não houve nenhum protesto ele .ordenou que ela soltasse a outra parte também .a cena era indescritível Carol estava ofegante parecia estar em transe , sua boca estava tremula e quando ele disse mostra os peitinhos mostra, ela puxou num repente a peça deixando os seus seios saltarem para frente dando um gemido entrecortado pela respiração ofegante enquanto eu gozava sem me tocar encharcando minha calça com os jatos de porra que saiam do meu caralho, lambuzando minha cueca. Vi ela titubear parecendo desfalecer . o velho chimada se aproximou dela colocou seu dedo indicador na boquinha dela , não ouve nenhum protesto ela havida aceitou aquela invasão ele murmurava fazendo movimentos de ir e vir em sua boca se esfregando no céu da boca . sussurrando fica excitada, fica excitada , meu pau chafurdava banhado pela porra que jorrava , Carol parecia ter entrado em transe e mil demônios luxuriosos habitavam seu corpo
estava deitada numa letargia profunda. já nua totalmente entregue a um prazer libidinoso demoníaco . como se ele tivesse domínio sobre a mente dela. Escancarou suas pernas deixando a bucetinha rosada dela a mostra totalmente exposta .de suas entranhas escorriam o néctar que perfumava o recinto pois naquele momento todos nos respirávamos o doce perfume do sexo da minha filha . ele tocava levemente o grelinho dela que se contorcia tendo espasmos de gozo seus gemidos eram entrecortados por soluços ela elevava o pélvis rebolando acompanhando o deslizar do dedo pelo seu úmido clitóris . com sua voz pastosa incentivava rebola, rebola Carol . então ele olhou pra mim tendo um sorriso estampado no rosto. Voltou sobre o corpo dela ambas as mãos acariciavam seus seios seus dedos massageavam os pontudos biquinhos então sua boca desceu pelo corpo dela ate chegar na sua bucetinha estalou por varias vezes chicotando seu grelo com a língua aos poucos sua boca bebia o néctar que escorria dela. Insano eu gozava sem me tocar minha cabeça girava os gemidos fogosos dela provocava uma luxuria pecaminosa e doentia dentro de mim que insensato ansiava e desejava ver ela sendo tocada e subjugada . era algo muito doentio meus princípios morais não me permitia nem ao menos tocar ela , mas ver ela delirando de tezao na língua dele provocava uma excitação anormal , hoje sei que esta tara se chama voyeurismo , chimada tirou o rosto do meio das pernas dela ,estava com os sucos dela espalhados pelo rosto , seu queixo que reluzia pingando pelo pescoço , Carol estava inerte com certeza tivera um orgasmo intenso , desavergonhada ela mantinha as pernas abertas a rosada bucetinha espumava formando borbulhas e como um animal no cio ela piscava fechando e abrindo. Em contrações expelindo suas secreções vaginais . Que escorria pelas suas pernas . desfalecida de tanto gozo Carol adormecera ficando toda mole esparramada sobre aqueles almofadões . Por mais de uma hora ela ficou inerte , extenuada foi praticamente carregada ate uma banheira . La nos fundos onde se reconfortou com um banho quente ante o olhar meu de chimada e noburo. Pronta para continuar ele indagou mas vamos ao lanche primeiro . Uma vasta refeição a base de frutas foi servida , para que ela recuperasse as energias, chimada questionou se tínhamos tempo ou iríamos ter que ir embora , como minha mulher estava de serviço nesta noite . eufórico disse que tínhamos muito tempo , o que foi de bom grado para ele. Eu estava num estado de topor pois não conseguia raciocinar esta demência tomava conta de mim , mas me deliciava sendo expectador de algo estranho e proibido , na minha mente tinha um pensamento eu me deliciava em assistir tais cenas e minha filha demonstrava que adorava se exibir .e o mais estranho era que havia um grau muito grande de excitação nela por eu estar ali presente. Tudo insano doentio , pois eu não tinha nenhum tezao em possuir ela mas me extasiava vendo ela a mercê daquele algoz que bem poderia ser meu pai . cheio de confiança ele tinha total domínio sobre nos que como marionetes estávamos sendo manipulados por ele. Tudo era insano eu desejava ver ele violar minha filha , que parecia ansiar por ser violada mas ele com um auto controle impressionante desfrutava cruelmente dos nossos anseios . então falou que agora seriam feitas filmagens e não mais fotos . Noburo estava com a filmadora nas mãos ele como o diretor de cena posicionou Carol deitada com as pernas abertas num visual inesquecível ele mesmo retocou o rubro batom em sua boca, ela escancarada com seus suaves pentelhos castanhos que levemente destacava sua bucetinha .trouxe a Mao dela ate o grelo e murmurou nos ouvidos dela masturba , masturba. A cena era irreal como se tivesse possuída por demônios Carol deu um grito extasiado seus dedos bolinavam toda sua cona seus quadris pareciam ter vida própria se contorcendo num rebolado frenético ensandecido eu não me continha mais e tirei meu pau das minhas calças e punhetei extasiado vendo a cena gozei copiosamente gemendo alto , enquanto ele murmurava nos ouvidos dela esfrega sua putinha esfrega o dedo ate gozar , enlouquecida ela gemia chorosa murmurando eu sou eu sou uma vagabunda .seu corpo estava coberto de suor uma mancha enorme se formava no tecido vermelho debaixo da bunda dela ,revelando o grau de excitação dela . o cheiro de sexo impregnava o ar o suor escorria do corpo dela revelando que ali estava uma fêmea no cio implorando para ter orgasmos e gozos incontidos . ah como eu desejava ver ela sendo penetrada . aquele cheiro de sexo misturado com odores do suor deixa um gosto acre nas minhas narinas deixando todos naquele lugar extasiados. Carol entrou em transe gemia chorosa as vezes gargalhava e como a mais vis de todas as putas proferia palavras que eu nunca imaginaria sair de seus labios , seu corpo serpenteava se contorcendo como se estivesse tendo um ataque epilético os olhos semi cerrados lagrimejantes, enquanto ela resfolegava Chimada exibiu um portentoso Ca ralho enorme e grosso contrariando o dito popular que pica de japoneses e pequeno . o levou ate a boquinha dela deixando ela lamber a glande enquanto sádico torcia seus mamilos arrancando gemidos luxuriosos dela , ordenou que ela olhasse para mim. nossos olhares se cruzaram Carol lambia os lábios como se estivesse possuída, ele tinha o pau encostado na entrada da sua gruta que lambuzada parecia mamar ruidosamente aquela vara por um instante senti que seu grelo batia no cassete dele e sua buceta sugava a cabeça, eu me masturbava freneticamente lagrimas escorriam dos meus olhos e sentia um prazer imenso, com a voz entrecortada por soluços eu gemia
COME ELA, METE NELA METE

Powered by WPeMatico

Meu vizinho comedor me comeu mais uma vez, já estou viciado na sua pica

Acordei com minha esposa chupando meu pau e fazendo um fio terra maravilhoso, quando estava quase gozando ela parou e me disse pra aguentar que quando ela chegasse do trabalho iríamos fuder muito e deixaria eu gozar na sua boquinha, abriu sua gaveta e pegou uma calcinha vermelha e disse que queria me ver usando quando ela chegar do trabalho, era uma calcinha bem pequena, me levantei e fui tomar banho, vestida calcinha e fui arrumar a casa, já cheio de tesão e doido pra dar, porque além de comer minha mulher ela também me come, me enfia no cuzinho até três dedos e soca forte além de dar umas línguadas bem gostosas aínda soca o nosso CONSOLO de 20cm em mim sem dó nem piedade e ainda diz que ama me arrombar, delicia de mulher, o telefone tocou, era meu vizinho a quem já dera a bundinha algumas vezes, já entrou falando: Bruno, é o Fábio, cara, tô numa secura do caralho, afim de comer essa bundinha gostosa, posso ir aí? VEMMMM!!! Respondi no ato, não demorou 5 minutos e a campainha tocou, abri a porta usando somente a bendita calcinha, entrou e sem falar nada me agarrou tascando um beijo de língua daquele que amolece as pernas, com as duas mãos apertava e bolinava minha bunda, mamou meus peitinhos sugando e mordiscando meus mamilos, me levou até o sofá e sentou me, tirou a bermuda expondo seu caralho gostoso e me deu pra mamar, chupei gostoso sua pica enfiando na boca tudo, lambia e chupava da cabeça ao saco e descia com a língua até seu cuzinho, ele delirava acariciando minha cabeça, sentou no sofá, me fez sentar no seu mastro de costas para ele afastando de lado a minúsculas calcinha quê minha esposa me deu e sentei sentindo cada pedacinho daquele cacete me penetrar, descia e subia no mastro delicioso do meu macho sendo conduzido por suas firmes mãos que seguravam forte minha cintura, eu gemía baixinho pedindo: me fode, mete gostoso, ui delicia, enquanto ele falava: que putinha gostosa, meu viadinho vou fuder todok seu cuzinho, me pôs de quatro, pôs a calcinha d lado novamente e meteu seu delicioso pau com vontade no meu cuzinho, enquanto me xingava deliciosamente de bicha, viadinho, puta e piranha eu ia dizendo meu macho me fode, fode sem pena, arrombada o cuzinho do teu viadinho, socando forte na minha bunda, segurando firme meu quadril e dando O vigorosas palmadas ardidas na minha bunda, coisa que amo, ele anunciou o gozo, vou gozar, saiu de dentro do meu cuzinho, sentei no sofá, ele punhetava seu pau na minha boca enquanto eu lambia a cabeça Bom do lindo pau que O me satisfaz e esporrou jatos líquidos de sua porra quente e deliciosa, engoli tudo e continuei chupando seu pau pra deixar limpo, satisfeito, me deitou no sofá e me punhetando caiu de boca no meu pau e chupou punhetando rápido, vou gozar, falei e gozei na boca do meu comedor que veio com a boca cheia de porra e dividiu comigo num beijo delicioso, engoli o que ele me deu, ele se vestiu e fiquei ali estenuado e satisfeito, antes de sair ele olhou pra mim e perguntou-me se podia voltar amanhã com seu sobrinho do Ceará que estava passando o final de semana em sua casa, falei de você pra ele e ele ficou interessado, Claro que sim, respondi, então nos vemos amanhã, uhuuuuuu, já estou sonhando com a foda de amanhã

Comentários, elogios e marcar pra um boquete
brunorossi.bi18@yahoo.com

Powered by WPeMatico

sonho de ser a esposa

Ola meu nome é Luiz(ficticio) e o que vou contar nao é um conto mais sim um desejo que tenho.
Desde pequeno sempre tive curiosidade pelas roupas femininas principalmenta as lingeries fui criado com minha mae e duas irmas entao sempre que podia usava algo de minha irmas. O tempo passou eu cresci e essa vontade ficou um pouco esquecida apos me casar ela ressurgiu quando em uma transa com minha esposa ela comecou a passar o dedo no meu cuzinho e por vezes ate chupa lo com maestria e confesso que sencao maravilhosa. Isto reacendeu meus desejos por caicinhas soutiens e paasei a usar as delas que sao maravilhosas e gosotosas de usar. Porem ela simplesmente nao mais fez e eu tentei dar dicas pra ela mas nada contecia entao fiquei na minha e me conive apenas usando suas roupas. Sou um leitor aasiduo aqui do conto erotico leio toods os dias e isto comessou aflorar meus desejos, comecei a me identificar com varios e um que mais me identifiquei foi um com o titulo de matrimônio que e maravilhoso recomendo que leiam so nao esauecam do acento se nao nao acharao, eel conta basicamente que foi esposado por um cara muito carinho atencioso e que o comeu bem gostoso depois claro de ter casado. Li outro que falava de amigos que moravam juntos e um belo dia um comeu o outro e disse que apartir dali ele serua sua esposa foi o que aconteceu. Isso me fez querer muito algo parecido descobrir que meu desejo é ser a esposinha de alguem ou amante de um casado ser tratada como mulher pq é como me sinto na cama e como gosto de ter prazer entao gostaria de encontrar alguem que quisesse me realizar e me tranformar na esposa que sempre quis ser. Sou do Rio Grande do Sul da cidade de Santa Maria se tiver que se interesse podemos conversar deixe seu comentario que responderei a todos. De outras cidades tambem analiso se valer a pena quem sabe nao posso me mudar.
A foto é minha mesma da minha bundinha gosotosa e maismum detalhe meu cuzinho e virgem entao veja o presente que ganhar uma esposinha que saber ser femea e ainda virgem

Beijos a todos
juju

Powered by WPeMatico

quase acediado pelo colega de quarto

Ola tenho 24 anos, isso aconteceu ainda esse ano.
Bom, posso ser considerado bi pois gosto muito de dar a bunda, porem nao faço mais isso pois namoro com uma menina.
Um dia estava bebendo com o pessoal do apartamento que moro em Fortaleza, e nisso ficamos muito bebados, dividia o quarto com um gay, porem nunca fizemos nd,depois que todos paramos de beber, fomos para o quarto, cada um pro seu, fiquei com short jeans, e me deitei, quando me deitei, senti uma mao passando no meu corpo, sentindo isso me assustei, e perguntei o que era, meu colega falou
-nao estou conseguindo dormir, deixa eu fazer isso, pra ver se canso e durmo.
como eu nn vi maldade nisso, deixei. quando passou um tempo ele exclamou:
– vai ficar de jeans? vai ser ruim dormir.
entao resolvi tirar e vesti um short fino.
quando vesti o short fino ele veio para meu lado tirando minha roupa e me deitou na cama dele, e começou a fazer um boquete em mim, eu queria me soltar, pois estava namorando, porem nao queria falar nd por conta das outras pessoas do apartamento. nisso ele fez um boquete muito gostoso e começou a fazer um delicioso beijo grego, com muita vontade, e nessa hr ja estava com muito tesao, estava doido pra gemer e nao podia, quando me dei conta tava pedindo pra ele meter a rola em mim, e ele fala:
-calma, ainda ta cedo.
ele coloca a rola dele pra fora, pense num pau lindo, eu ja havia dado meu cu para um amg mas a rola desse meu colega era muito maior, devia ter uns 23 cm, alem de ser muito grosa, parecia um cano. ele diz:
-anda, me chupa seu puto:
e eu sem nunca ter feito um boquete começo a fazer nele, com um pouco de tempo vejo ele se segurando pra nao gemer, e eu quase colocando o pau dele todo dentro da minha boca, faltava apenas uns 5 a 7 cm pra eu conseguir fazer isso. e ele so flnd:
-deixa meu pau melado, bem melado, que vai ser muito gostoso.
depois de quase 10 min de boquete nele, ele diz:
-vou fuder seu cuzinho.
ele me deitou de barriga para baixo e coloca um traveseiro pra eu ficar com a budinha empinada. ele começa a colocar a cabeça do pau, e meu cu doia tanto,estava sem costume, e ele enfiando e eu querendo gritar, e chorar, e ele foi so socando, e socando, e cada vez mais forte, e eu ja estav louco de tesao, sem puder gemer, so aproveitava o momento, com um pouco de tempo, ele se senta e pede pra me sentar naquela rola, eu rapidamente atendo o seu pedido e começo a sentar devagarzinho, e depois começo a acelerar, e eu via na cara dele o tesao que ele estava a sentir, e nisso começo a rebolar minha bunda gostoso naquela vara. com um pouco de tempo eu ja estava cansando, e ele nao havia gozado ainda (efeito do alcool) ele pede pra eu ficar de 4, dessa vez ele ja vem com tudo de uma vez em mim, e eu so aproveitando aquele pau, e pense como ele fodia gostoso, ele me fudeu por mais uns 10 min assim, quando ele anuncia que ia gozar, e diz:
-quer leitinho na boca.
eu disse que sim, e fico de joelhos e começo uma punheta nele pra finalizar, abri a boquinha e so senti aquele leitinho quentinho, ele gozou na minha boca e ainda pegou na minha cara e peito. nisso ele se tremia todo de tanto tesao e so dizia que foi o melhor cu que ele ja comeu. depois disso fui me lavar e nunca mais falamos disso.

Powered by WPeMatico

Coleção de contos eróticos