Arquivo da categoria: Fantasia

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perversões2

CADELINHA , CADELINHA, MINHA CADELINHA.
Eu murmurava nos seus ouvidos, enquanto ela contorcia seu corpo tremula e ofegante, tinha os olhos semi cerrados e manuseava sua própria buceta com ênfase , mantive meu polegar dentro da sua boca , pois ela continuava sugando. Com a mão esquerda fui desabotoando sua blusa revelando os seus seios alvos com os biquinhos rosados pontudos .
Nas minhas andanças eu já encontrara todos os tipos de mulheres , e minha norinha tinha com certeza o sangue das putas em suas veias.
Molhei dois dedos com minha saliva e toquei suavemente aquele biquinho róseo comprimindo ate arrancar um gemido choroso dela . que insana arrancou seu short junto com sua calcinha , deitou sobre a mesa escancarou as pernas revelando uma vulva avermelhada com suaves pentelhos cor de cobre,com a voz embargada implorava.
ME FODE ME FODE.
Meu pau pulsava entre minhas vestes , mas eu sabia que não era o momento ainda de copular com ela, eu iria fuder sua mente primeiro depois desfrutaria seu corpo.
Com uma corda eu amarrei seus pulsos aos pés da mesa , passei um sarrafo de madeira de uns setenta centímetros entre seus joelhos e atei fortemente a deixando com as pernas abertas , então amarrei seus tornozelos ate os outros pés da mesa.

Coloquei dois almofadões por baixo dela elevando seu pélvis . Ela estava assustada , mas o grau de excitação era ainda maior , então ela fechou os olhos , seu peito arfava seu coração estava acelerado seu corpo estava arcado numa posição que a deixava a minha mercê.
Eu enfiei meu rosto entre suas pernas sem a tocar fiquei admirando sua gruta .que espumava piscando involuntária .
Soprei meu hálito quente sobre sua vulva , ela contraia o corpo sentindo o hálito morno entre suas coxas , ela gemia igual uma cadelinha sentindo o calor que aflorava em sua buceta desfrutando algo nunca antes sentido , um veio de mel escorria abundante de suas entranhas , enquanto ela chorosa implorava por ser penetrada .

ENTRA EM MIM , ME RASGA , ME RASGA , VAI VEM ME FODE ,
POR FAVOR ME COME ME COME.
Ela implorava , ela queria gozar mas o sarrafo de madeira mantinha suas pernas abertas então ela não conseguia esfregar suas pernas era impossível um contato , e somente a sensação do prazer invadia seu corpo.
O desejo de chegar a um orgasmo a deixava ensandecida , seu corpo estava tremulo totalmente molhado pelo suor que escorria dos seus poros .
Cuspi sobre seu grelo que fervilhou como se estivesse em brasa. Então eu murmurei
GOZA , GOZA.
E comecei a mamar naquele grelo pontudo , apertando os bicos dos seus seios . ela deu um grito animalesco , teve convulsões como se estivesse tendo um ataque epilético. Sua seiva esguichou como se ela estivesse ejaculando .gemeu insana .tremula como se estivesse febril ate desfalecer perdendo os sentidos.

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perversões

Quando aos quarenta anos eu cheguei por aqui , apaguei todas as lembranças do meu passado . enterrei a vida que tive no meu pais.

Sou nascido numa pequena cidade ao norte de Estambul, e com quinze anos fui transformado em escravo sexual , vivendo uma vida cheia de luxuria completamente insana onde o sadismo e o masoquismo eram constantes , ate que consegui imigrar e jurei nunca mais exercer as técnicas que aprendi nos vinte longos anos de dominação e persuasão que fomentaram minha mente por tanto tempo.

Aqui me casei constitui uma família , agora estou viúvo tenho um único filho completei setenta anos e mesmo lutando contra , os demônios do passado voltaram a povoar minha mente .

Sinto que estou insano , mas a cada dia aflora cada vez mais o desejo de transformar ela , luto contra meus demônios ,porem em minha mente cada vez sinto que Carolina é o meu desafio.
Ela tem vinte e três anos mas , tem um jeito de menina ,alva como uma nuvem branca , pequenina com pouco mais de um metro e cinqüenta suas pernas são finas seios pequenos cabelos castanhos olhos amendoados por trás de óculos de lente que lhe da um ar altivo , esta e Carolina minha nora casada a cinco anos com meu único filho.
Quando fiquei viúvo meu filho e nora vieram morar comigo aqui na chácara, pois ele e caminhoneiro e fica muitos dias fora de casa , então ela não ficaria sozinha e eu também.
Tudo começou numa madrugada , em que me levantei para urinar , ouvi gemidos abafados no quarto dela e pela porta entre aberta percebi ela se masturbando, meus instintos de predador foram despertos naquele momento e pude sentir o cheiro da buceta molhada dela que encharcada pelos seus sucos fazia ruídos nos dedos que chafurdavam na vulva umedecida.

Meu pau pulsou naquele instante ficando ereto e duro mas num lampejo de sanidade me afastei ,pois sabia que qualquer ato meu não seria correto. Porem não pude conter meu grau de excitação e me masturbei freneticamente no escuro do meu quarto.

Pela manha quando me levantei já olhava Carol com outros olhos, sentia o cheiro que emanava do seu corpo juvenil, meu instinto me assegurava que bem trabalhada Carol seria fácil de manipular, e induzida aos prazeres carnais, teria em minhas mãos uma ninfo insaciável.

Juro eu lutei contra estes demônios que assolaram minha mente , mas eles zombavam de mim e me desafiavam , suas vozes povoavam minha mente e seus risos sarcásticos me desafiavam .
VOCE NÃO CONSEGUE , VOCE NÃO CONSEGUE MAIS.
Eles me desafiavam , e ferido no meu próprio ego, eu senti que transformá-la com certeza me faria renascer , e Aslan o dominador estaria de volta.
No começo tudo foi sutil , e aos poucos fui jogando minha teia sobre ela , que timidamente ia aos poucos cada vês mais se soltando , a ausência do meu filho e os meus lamentos por ele estar distante iam levando ela a uma nostalgia tremenda e ela ficava cada vez mais carente, eu sabia que um vazio já tomava conta dela e logo ela iria querer preencher este vazio. Eu a deixava cada vez mais confiante e aos poucos ela ia se abrindo .
Sentada numa cadeira eu massageava seus ombros , numa suave massagem relaxante, eu envolvia meus dedos no seu pescoço a deixando toda arrepiada .eu estava nas suas costas mas sentia que seus olhos estavam semi cerrados sua respiração estava acelerada suas mãos estavam contraídas sobre as pernas, senti que era o momento desci minhas mãos pelo seu pescoço ate envolver seu queixo , massageei o contorno da sua boca passando o polegar por sobre seus lábios senti ela toda ofegante comprimi com suavidade ela entreabriu a boca permitindo a invasão deu um gemido choroso envolvendo com os lábios o dedo como uma bezerra faminta ela mamava com sofredigao , eu acariciava o céu da sua boca movimentando lentamente meu dedo sabendo que ela sentia um delírio profundo seu corpo escorregara para baixo ela apoiava a nuca no encosto da cadeira eu dava suaves tapas no seu rosto , lagrimas escorriam dos seus olhos , sua Mao estava dentro do short alizando sua própria vulva , ela tinha espasmos seguidos de gozo ficando alucinada enquanto eu murmurava em seus ouvidos.
CADELINHA, CADELINHA, MINHA CADELINHA.

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em nome do pai e da filha final

Não temo passar por fantasioso nem exagerado nesta narrativa, mas os ricos detalhes destes fatos hoje. treze anos depois ainda estão muito nítidos na minha mente. Carol tinha a candura de uma menina inocente apesar dos seus dezessete anos . mas dentro daquele corpinho habitava um demônio fugaz e luxurioso impensado por mim ate então .e ver ela entregue aos prazeres da carne com tão voluptuoso ênfase era algo profano e sagrado algo demoníaco que me levava a um prazer ate então desconhecido para mim mas que se tornava a mais perversa e prazerosa tara. O velho Chimada com um alto controle invejável , mantinha a cabeça do cassete entre os lábios vaginais dela, sua bucetinha sugava ruidosa a pica extática do velho tarado, a seiva que escorria de suas entranhas escorriam pelo pau dele deixando-o reluzente duro como um ferro. Era algo divino e notável Carol tinha respiração entrecortada por soluços se portando como a mais vulgar de todas as putas sua língua serpenteava entre seus lábios vermelhos.dando suaves gemidos de prazer me deixando extasiado ao assistir tais cenas. Era como se alguma entidade se apossara do seu corpo pois ali não estava uma garotinha de dezessete anos ali estava uma puta havida de prazer. O seu rosto estampava um prazer indescritível seus olhos castanhos brilhavam reluzentes. Sua voz suave como uma canção angelical implorava ENFIA , ENFIA . ENTRA, ENTRA EM MIM. Quase toda a glande estava desaparecendo na entrada da sua buceta era como ela aos poucos estava a engolindo. Tive a nítida certeza que não era ele que forçava a penetração e sim ela que absorvia gulosa o cassete. Chimada tinha uma das mãos massageando os peitinhos dela a outra arqueada no seu próprio dorso num leve movimento empurrando suavemente aquele monstro dentro da minha menina. Ela com as pernas abertas gemia desavergonhada não de dor mas de prazer ela tentava jogar seu pélvis de encontro a vara mas ele recuava a deixando luxuriosamente ensandecida. Com certeza ele tinha tocado o hímen dela porque ela contraiu o corpo num misto de dor e prazer , seu rosto ficou tenso quando ela sentiu ele forçando um pouco mais bruto dentro dela . foi com um gemido choroso , luxurioso que ele rompeu seu lacre .a dor e prazer se misturaram Carol estava tesa um filete de sangue escorreu misturado com seu néctar quando ele retirou o pau manchado com o sangue da virgindade dela. Como se estivesse endemoniada Carol procurou o pau com suas mãos o colocou de volta em sua gruta ele então carcou de uma so vez atolando-o todo friccionando seus pentelhos de encontro a vulva dela então ele estocou primeiro lentamente entrando e saindo devagar aos poucos foi acelerando com metidas fortes seguidas rápidas entrando e saindo metendo ate o talo nela .foram incontáveis os orgasmos dela que seguidamente urrava gozando copiosamente como uma loba no cio uivando possessa . ganindo igual uma cadela ferida. Nem em sonhos um vil mortal poderia imaginar a lascívia de tal cena .aquela era minha putinha ali estava a mais puta de todas as fêmeas. Gemendo impropérios nunca imaginados que tão tenra menina proferisse. ISTO VAI FODE ,COME RASGA ME ARROMBA, EU QUERO MAIS VAI ME DA PICA, ME DA PAU, ROLA ,CARALHO METE EM MIM METE. Aquilo era irreal so estando presente para sentir o tezao de tão linda cena eu não conseguia mais ejacular nem mesmo ter uma ereção mas eu ainda sentia prazeres insanos percorrerem meu corpo exausto eu ainda gozava de pau mole.enlouquecido pela luxuria que me esta sendo proporcionada. Ver minha filha sendo arrombada me levava a um delírio alucinante. Chimada impressionante mantinha uma ereção enorme oferecendo prazeres insanos a Carol .quando ele a colocou de quatro igual uma cadelinha eu não pude me conter pois chorando insano eu implorava a Carol LATE , LATE CADELA. Ela deu um leve ganido como uma cachorra no cio e rebolava a bunda engolindo todo o pau de Chimada que batia forte em sua bundinha a levando ao prazer extremo onde os gozos dela eram constantes. Incapaz de resistir mais ele acelerou as bombadas anunciando seu gozo que foi farto abundante chorosa Carol gemia gozando junto sentindo os jatos seguidos de porra inundar suas entranhas . porra e sangue escorriam fartamente da bucetinha dela que banhada de suor com a respiração entrecortada adormeceu numa posição fetal encolhida sobre seu próprio corpo. A madrugada ia alta ele ergueu uma de suas pernas admirando o estrago em sua bucetinha que ainda transbordava porra sangue e seiva , com um gesto indicou para eu se aproximar fez com que eu dobrasse meu corpo deixando meu rosto bem perto para que eu pudesse ver com riquezas de detalhes o estrago. Tocou com sua mao a minha nuca e ordenou lambe , lambe. O cheiro do sexo me embriagava sorvi aquele néctar como se fosse um manjar dos deuses percorri toda a extensão da sua fenda sentindo um sabor indescritível chorei copiosamente entre soluços. Gozando sem me tocar ao sentir os movimentos rotatórios que Carol executava. sua mao tocava minha cabeça indicando onde eu deveria colocar minha língua , com os olhos fechados Carol murmurava chupa , chupa papai querido. Em delírio eu tocava pela primeira vez minha filha.mesmo que somente com minha língua Chimada sentado ao lado com a minha saliva misturada aos sucos que escorriam da bucetinha dela com o dedo indicador ia lentamente penetrando o cuzinho dela com movimentos suaves entrando lentamente e saindo arrancando gemidos prazerosos dela as vezes ele retirava o dedo que estava dentro do cuzinho dela introduzindo em minha boca para que eu provasse o sabor acre da sua bundinha , eu não ousava tocar ela com minhas mãos deixando somente minha língua deslizar pelas suas entranhas . era espantosa a habilidade dele que já tinha dois dedos penetrando o orifício anal dela , sendo que não havia nenhum protesto por parte dela que se esvaia em orgasmos nitidamente sentidos pela minha língua.que absorvia um rio de seivas lubrificantes que escorriam da bucetinha dela. Comprovando que Carol era uma destas sortudas mulheres que entram em êxtase profundo na verdade uma luxuriosa histérica. Fiquei atônito admirando a invasão dele em seu reto. Carol apoiava os pés elevando seu pélvis permitindo e ajudando em sua violação , para sua comodidade ele a colocou de quatro novamente .com os dois indicadores esticava seu esfíncter ,aquele cuzinho róseo estava todo aberto , em contraste com o vermelhão de suas vísceras . cuspiu dentro dela duas ou três vezes mirou o pau tentou forçar a entrada mas se conteve. pois temerária ela contraiu o anus impedindo a entrada , com toda a calma do mundo ele novamente começou a estimular sua bundinha. A buceta dela teimava em escorrer seus sucos demonstrando o grau de excitação que Carol sentia, desta vez ele introduziu um plug no anus dela e ficou estimulando o teso grelinho dela fazendo ela mamar em sua verga. Ela chupava de olhos fechados as vezes lançava olhares para mim como se dissesse continue me vendo continue . Que tezao mais embriagante eu sentia. incapaz de ter outra reação eu admirava o ato e la no fundo do meu peito minha voz embargada de emoção proferia cadela cadelinha. Isto parecia que a deixava muito mais excitada seus liquidos escorriam ainda mais e ela rebolava gemendo chorosa dando gritos de prazer. Eu me sentia insano, naquele momento Carol já não era mais minha filha , o que eu via na minha frente era uma puta fogosa exibicionista que tinha prazer em ser observada. na minha demência eu adorava observar , pois aquilo fugia da realidade era algo que raríssimos mortais poderiam desfrutar . e naqueles momentos de delírios o que mais eu desejava era ver ela com uma pica no cu ,não me importando com mais nada a não ser desfrutar deste prazer alucinante. Chimada se preparava para inaugurar o cu daquela vadia. Que idêntica a uma puta vulgar implorava para ser arrombada no seu orifício anal. O enorme e grosso caralho ia aos poucos penetrando o lubrificado cuzinho dela que disposta a suportar aquela verga contraia o rosto mas seus quadris como se tivessem vida própria rebolavam sobre os ásperos pentelhos dele se esfregavam na alva bundinha dela que delirava gemendo chorosa sentindo os espasmos de seus gozos percorrerem seu corpo. A humilhação a desonra , pouco importava, o prazer de sentir que estávamos gozando juntos era o que me encantava. Noburo com seu jeito delicado tirou suas vestes ficando totalmente nu com pau fino e comprido em riste deitou-se de costas . Chimada retirou o caralho do cu dela e fez ela sentar de cócoras sobre o comprido pau de seu auxiliar , era excitante ver aquela pica deslizar pelo reto dela ate que se visualizava somente as bolas de fora, ele estapeava a bundinha branca dela que aos poucos ia ficando avermelhada devido suas palmadas que levava , em transe Carol cavalgava no caralho .uivando como um animal no cio . ele então a segurou pelas costas a mantendo totalmente penetrada o velho Chimada se ajoelhou sobre uma das pernas abriu as pernas dela ergueu uma delas que foi segura por noburo e penetrou pela frente. de uma vez a arrombada bucetinha dela , que deu um grito alucinado se estrebuchou sentindo dor e prazer ao mesmo tempo sentindo os dois paus dentro dela . e numa sincronia quase perfeita eles a penetravam ao mesmo tempo. Eu gozava alucinado , com os olhos esbugalhados para não perder um único detalhe daquela cena. Carol estava enlouquecida , igual uma pessoa demente ela gargalhava chorava ao mesmo tempo seus labios proferiam obcenidades , seu corpo tinha espasmos idênticos ao de quem sofria um ataque epilético . Seus orgasmos eram seguidos seus gozos eram alucinantes ela gozava sem saber de qual de seus buracos vinham o prazer eu so percebia o ir e vir dentro dela somente visualizava suas pernas brancas entre os dois machos que vorazes entravam e saiam dentro dela , Carol sobre as minhas vistas rompeu todas as amarras de uma vida dentro dos padrões e princípios morais e éticos graças a argilosa ajuda do velho Chimada que com seus olhos de linche observou todo potencial de devastidao que aquela meiga e frágil menina tinha dentro de si bastava so um estimulo para que despertasse nela o surgimento do seu verdadeiro eu . e seus demônios adormecidos surgissem , a levando para um mundo de prazeres onde a satisfação de ser dominada ante o olhar complacente do pai, provocava um grau de excitação enorme em ambos . para deleite de um mestre na arte de persuadir e manipular , o mestre chimada que através da arte milenar de seus antepassados punha em pratica a apurada técnica de convencimento induzindo pai e filha a se degradar . deixando o pai numa posição de submissão total alucinando ele a ter um prazer bestial doentio muito próximo da loucura. Carol estava arrombada seus órgãos sexuais estavam inchados doidos mas em seu rosto notava-se uma sensação de satisfação total e plena pois ali já não existia uma frágil menina mas sim uma puta completa e realizada pronta para ter os prazeres carnais mais hediondos e sujos como deve ser o sexo na plenitude do prazer. Onde o tezao impera e fala mais alto que todos os paradigmas. Onde a busca e o prazer em toda plenitude. Desde que chimada entrou na vida do pai e da filha o desejo iminente de sentir prazer ceifou a moral a honra e virtude fazendo deles devassos e libertinos escravos do prazer

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Não temo passar por fantasioso nem exagerado nesta narrativa, mas os ricos detalhes destes fatos hoje. treze anos depois ainda estão muito nítidos na minha mente. Carol tinha a candura de uma menina inocente mas dentro daquele corpinho habitava um demônio fugaz e luxurioso impensado por mim ate então .e ver ela entregue aos prazeres da carne com tão voluptuoso ênfase era algo profano e sagrado algo demoníaco que me levava a um prazer ate então desconhecido para mim mas que se tornava a mais perversa e prazerosa tara. O velho Chimada com um alto controle invejável , mantinha a cabeça do cassete entre os lábios vaginais dela, sua bucetinha sugava ruidosa a pica extática do velho tarado, a seiva que escorria de suas entranhas escorriam pelo pau dele deixando-o reluzente duro como um ferro. Era algo divino e notável Carol tinha respiração entrecortada por soluços se portando como a mais vulgar de todas as putas sua língua serpenteava entre seus lábios vermelhos.dando suaves gemidos de prazer me deixando extasiado ao assistir tais cenas. Era como se alguma entidade se apossara do seu corpo pois ali não estava uma garotinha de dezessete anos ali estava uma puta havida de prazer. O seu rosto estampava um prazer indescritível seus olhos castanhos brilhavam reluzentes. Sua voz suave como uma canção angelical implorava ENFIA , ENFIA . ENTRA, ENTRA EM MIM. Quase toda a glande estava desaparecendo na entrada da sua buceta era como ela aos poucos estava a engolindo. Tive a nítida certeza que não era ele que forçava a penetração e sim ela que absorvia gulosa o cassete. Chimada tinha uma das mãos massageando os peitinhos dela a outra arqueada no seu próprio dorso num leve movimento empurrando suavemente aquele monstro dentro da minha menina. Ela com as pernas abertas gemia desavergonhada não de dor mas de prazer ela tentava jogar seu pélvis de encontro a vara mas ele recuava a deixando luxuriosamente ensandecida. Com certeza ele tinha tocado o hímen dela porque ela contraiu o corpo num misto de dor e prazer , seu rosto ficou tenso quando ela sentiu ele forçando um pouco mais bruto dentro dela . foi com um gemido choroso , luxurioso que ele rompeu seu lacre .a dor e prazer se misturaram Carol estava tesa um filete de sangue escorreu misturado com seu néctar quando ele retirou o pau manchado com o sangue da virgindade dela. Como se estivesse endemoniada Carol procurou o pau com suas mãos o colocou de volta em sua gruta ele então carcou de uma so vez atolando-o todo friccionando seus pentelhos de encontro a vulva dela então ele estocou primeiro lentamente entrando e saindo devagar aos poucos foi acelerando com metidas fortes seguidas rápidas entrando e saindo metendo ate o talo nela .foram incontáveis os orgasmos dela que seguidamente urrava gozando copiosamente como uma loba no cio uivando possessa . ganindo igual uma cadela ferida. Nem em sonhos um vil mortal poderia imaginar a lascívia de tal cena .aquela era minha putinha ali estava a mais puta de todas as fêmeas. Gemendo impropérios nunca imaginados que tão tenra menina proferisse. ISTO VAI FODE ,COME RASGA ME ARROMBA, EU QUERO MAIS VAI ME DA PICA, ME DA PAU, ROLA ,CARALHO METE EM MIM METE. Aquilo era irreal so estando presente para sentir o tezao de tão linda cena eu não conseguia mais ejacular nem mesmo ter uma ereção mas eu ainda sentia prazeres insanos percorrerem meu corpo exausto eu ainda gozava de pau mole.enlouquecido pela luxuria que me esta sendo proporcionada. Ver minha filha sendo arrombada me levava a um delírio alucinante. Chimada impressionante mantinha uma ereção enorme oferecendo prazeres insanos a Carol .quando ele a colocou de quatro igual uma cadelinha eu não pude me conter pois chorando insano eu implorava a Carol LATE , LATE CADELA. Ela deu um leve ganido como uma cachorra no cio e rebolava a bunda engolindo todo o pau de Chimada que batia forte em sua bundinha a levando ao prazer extremo onde os gozos dela eram constantes. Incapaz de resistir mais ele acelerou as bombadas anunciando seu gozo que foi farto abundante chorosa Carol gemia gozando junto sentindo os jatos seguidos de porra inundar suas entranhas . porra e sangue escorriam fartamente da bucetinha dela que banhada de suor com a respiração entrecortada adormeceu numa posição fetal encolhida sobre seu próprio corpo. A madrugada ia alta ele ergueu uma de suas pernas admirando o estrago em sua bucetinha que ainda transbordava porra sangue e seiva , com um gesto indicou para eu se aproximar fez com que eu dobrasse meu corpo deixando meu rosto bem perto para que eu pudesse ver com riquezas de detalhes o estrago. Tocou com sua mao a minha nuca e ordenou lambe , lambe. O cheiro do sexo me embriagava sorvi aquele néctar como se fosse um manjar dos deuses percorri toda a extensão da sua fenda sentindo um sabor indescritível chorei copiosamente entre soluços. Gozando sem me tocar ao sentir os movimentos rotatórios que Carol executava. sua mao tocava minha cabeça indicando onde eu deveria colocar minha língua , com os olhos fechados Carol murmurava chupa , chupa papai querido. Em delírio eu tocava pela primeira vez minha filha.mesmo que somente com minha língua Chimada sentado ao lado com a minha saliva misturada aos sucos que escorriam da bucetinha dela com o dedo indicador ia lentamente penetrando o cuzinho dela com movimentos suaves entrando lentamente e saindo arrancando gemidos prazerosos dela as vezes ele retirava o dedo que estava dentro do cuzinho dela introduzindo em minha boca para que eu provasse o sabor acre da sua bundinha , eu não ousava tocar ela com minhas mãos deixando somente minha língua deslizar pelas suas entranhas . era espantosa a habilidade dele que já tinha dois dedos penetrando o orifício anal dela , sendo que não havia nenhum protesto por parte dela que se esvaia em orgasmos nitidamente sentidos pela minha língua.que absorvia um rio de seivas lubrificantes que escorriam da bucetinha dela. Comprovando que Carol era uma destas sortudas mulheres que entram em êxtase profundo na verdade uma luxuriosa histérica. Fiquei atônito admirando a invasão dele em seu reto. Carol apoiava os pés elevando seu pélvis permitindo e ajudando em sua violação , para sua comodidade ele a colocou de quatro novamente .com os dois indicadores esticava seu esfíncter ,aquele cuzinho róseo estava todo aberto , em contraste com o vermelhão de suas vísceras . cuspiu dentro dela duas ou três vezes mirou o pau tentou forçar a entrada mas se conteve. pois temerária ela contraiu o anus impedindo a entrada , com toda a calma do mundo ele novamente começou a estimular sua bundinha. A buceta dela teimava em escorrer seus sucos demonstrando o grau de excitação que Carol sentia, desta vez ele introduziu um plug no anus dela e ficou estimulando o teso grelinho dela fazendo ela mamar em sua verga. Ela chupava de olhos fechados as vezes lançava olhares para mim como se dissesse continue me vendo continue . Que tezao mais embriagante eu sentia. incapaz de ter outra reação eu admirava o ato e la no fundo do meu peito minha voz embargada de emoção proferia cadela cadelinha. Isto parecia que a deixava muito mais excitada seus liquidos escorriam ainda mais e ela rebolava gemendo chorosa dando gritos de prazer. Eu me sentia insano, naquele momento Carol já não era mais minha filha , o que eu via na minha frente era uma puta fogosa exibicionista que tinha prazer em ser observada. na minha demência eu adorava observar , pois aquilo fugia da realidade era algo que raríssimos mortais poderiam desfrutar . e naqueles momentos de delírios o que mais eu desejava era ver ela com uma pica no cu ,não me importando com mais nada a não ser desfrutar deste prazer alucinante. Chimada se preparava para inaugurar o cu daquela vadia. Que idêntica a uma puta vulgar implorava para ser arrombada no seu orifício anal. O enorme e grosso caralho ia aos poucos penetrando o lubrificado cuzinho dela que disposta a suportar aquela verga contraia o rosto mas seus quadris como se tivessem vida própria rebolavam sobre os ásperos pentelhos dele se esfregavam na alva bundinha dela que delirava gemendo chorosa sentindo os espasmos de seus gozos percorrerem seu corpo. A humilhação a desonra , pouco importava, o prazer de sentir que estávamos gozando juntos era o que me encantava. Noburo com seu jeito delicado tirou suas vestes ficando totalmente nu com pau fino e comprido em riste deitou-se de costas . Chimada retirou o caralho do cu dela e fez ela sentar de cócoras sobre o comprido pau de seu auxiliar , era excitante ver aquela pica deslizar pelo reto dela ate que se visualizava somente as bolas de fora, ele estapeava a bundinha branca dela que aos poucos ia ficando avermelhada devido suas palmadas que levava , em transe Carol cavalgava no caralho .uivando como um animal no cio . ele então a segurou pelas costas a mantendo totalmente penetrada o velho Chimada se ajoelhou sobre uma das pernas abriu as pernas dela ergueu uma delas que foi segura por noburo e penetrou pela frente. de uma vez a arrombada bucetinha dela , que deu um grito alucinado se estrebuchou sentindo dor e prazer ao mesmo tempo sentindo os dois paus dentro dela . e numa sincronia quase perfeita eles a penetravam ao mesmo tempo. Eu gozava alucinado , com os olhos esbugalhados para não perder um único detalhe daquela cena. Carol estava enlouquecida , igual uma pessoa demente ela gargalhava chorava ao mesmo tempo seus labios proferiam obcenidades , seu corpo tinha espasmos idênticos ao de quem sofria um ataque epilético . Seus orgasmos eram seguidos seus gozos eram alucinantes ela gozava sem saber de qual de seus buracos vinham o prazer eu so percebia o ir e vir dentro dela somente visualizava suas pernas brancas entre os dois machos que vorazes entravam e saiam dentro dela , Carol sobre as minhas vistas rompeu todas as amarras de uma vida dentro dos padrões e princípios morais e éticos graças a argilosa ajuda do velho Chimada que com seus olhos de linche observou todo potencial de devastidao que aquela meiga e frágil menina tinha dentro de si bastava so um estimulo para que despertasse nela o surgimento do seu verdadeiro eu . e seus demônios adormecidos surgissem , a levando para um mundo de prazeres onde a satisfação de ser dominada ante o olhar complacente do pai, provocava um grau de excitação enorme em ambos . para deleite de um mestre na arte de persuadir e manipular , o mestre chimada que através da arte milenar de seus antepassados punha em pratica a apurada técnica de convencimento induzindo pai e filha a se degradar . deixando o pai numa posição de submissão total alucinando ele a ter um prazer bestial doentio muito próximo da loucura. Carol estava arrombada seus órgãos sexuais estavam inchados doidos mas em seu rosto notava-se uma sensação de satisfação total e plena pois ali já não existia uma frágil menina mas sim uma puta completa e realizada pronta para ter os prazeres carnais mais hediondos e sujos como deve ser o sexo na plenitude do prazer. Onde o tezao impera e fala mais alto que todos os paradigmas. Onde a busca e o prazer em toda plenitude. Desde que chimada entrou na vida do pai e da filha o desejo iminente de sentir prazer ceifou a moral a honra e virtude fazendo deles devassos e libertinos escravos do prazer

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em nome do pai e da filha

As dificuldades eram muitas eu desempregado , minha esposa trabalhando em dois períodos cuidando de idosos. E nossa filha Carol com apenas dezessete anos de idade , mas cheia de sonhos e ambições seu sonho era ser modelo. Quanta ingenuidade da minha garotinha com seus um metro e quarenta e oito , pesando menos de quarenta quilos , ficava a frustração de ser tão pequenina, graças a genética da mãe seus seios realçavam bem volumosos em minha baixinha. Quero aqui ressaltar que nunca tive nenhum desejo sexual por minha filha que linda com seus compridos cabelos amendoados seu rosto com sardas na bochecha e uma pele alva com seus olhos castanhos. Eu tinha muitos cuidados com ela e como estava desempregado eu a levava e buscava na escola, num destes dias quando regressávamos fomos parados por um senhor nipônico que gentilmente nos entregou um cartão de um estúdio fotográfico recém inaugurado ao lado da praça no bairro que moramos. Carol ficou empolgada . e por diversas vezes insistia para eu ver o valor de um book que ela tanto deseja. Por curiosidade eu fui com ela saber qual valor para realizar um book fotográfico , era algo fora de cogitação no momento, o senhor chimada foi muito gentil e cordial e ao falar que com a beleza de Carol ela poderia muito bem ser uma modelo fotográfico muito envaideceu ela. Levou nos para conhecer seu estúdio e ate bateu algumas fotos da minha filha , e pediu para voltarmos dois dias depois para ele revelar as fotos. Quando retornamos ele entregou as fotos para Carol cheio de elogios , ate disse que ela sem maquiagem estava assim com ficaria muito mais linda. Foi então que ele fez o convite para ela ser modelo do seu estúdio com minha permissão claro ressaltou ele.nunca tinha visto tanta felicidade no rosto dela e acabemos aceitando . assim duas vezes por semana Carol posava para as lentes do senhor chimada . tendo seu ajudante noburu um afeminado que maquiava minha filha tendo um vasto guarda roupa que a vestia para as sessões de fotos. Para não atrapalhar o dia de trabalho do senhor chimada as fotos eram tiradas entre oito e dez da noite. Depois que o estúdio fechava .sempre muito comportadas com roupas para moda juvenis como ele enfatizava . Um mês tinha se passado ele conseguiu postar duas fotos dela numa revista divulgando seu trabalho . a presenteou com todas as fotos que ele revelara foi então que ele chegou e disse se eu não me importaria se Carol fizesse algumas fotos de biquíni . talvez entusiasmado por ela ter saído na revista nem questionei. E no próximo ensaio Carol posava com mínimos biquínis e com maquiagem bem mais carregada . fiquei acabrunhado com algumas poses que ele induzia ela a fazer mas como ela aceitava de bom grado não me importei e quando ele falou com a voz meio que embargada para ela sensualizar mais eu vendo o rostinho dela fazendo caras e bocas tive uma ereção instantânea que juro fugiu do meu controle . com certeza o velho chimada percebeu , e foi ate ela soltou um pouco a parte superior do biquíni deixando quase que a mostra o seio alvo da minha filha ele colocou ela numa pose muito erótica deitada sobre as almofadas abriu as tiras do biquíni deixando displicente aquela pequena quantidade de pano cobrir a bucetinha dela. Bateu farias fotos encerrou a sessão . naquela noite quando retornávamos para casa tive outro espanto quando Carol pediu para não contar nada para a mãe , que era um segredo de nos dois. Demônios povoavam minha cabeça . me questionava porque eu gostei de ver aquilo . não era normal algo assim porque eu tivera uma ereção vendo ela , se não nutria nenhum desejo por minha filha . ,mas eu ansiava pelo novo ensaio.na sexta feira quando chegamos no estúdio o senhor Chimada mudara o visual com cortinas vermelhas as almofadas todas encapadas na mesma cor e um sofá enorme . Fiquei no mesmo lugar que eu acompanhava os ensaios .esperando Noburo maquiar e vestir minha filha . que chegou radiante com um biquíni branco que mal tampava os biquinhos dos seios e uma tirinha cobrindo sua vulva os cabelos soltos esvoaçavam graças o vento provocado por um ventilador. A boca linda de Carol realçada por um batom de um vermelho intenso e seu sorriso encantador com seus dentes brancos como neve. Eu suava as bicas pois Carol estava mais sensual que nunca. Meu pau pulsava vendo as poses e gestos dela que parecia ofegante, solta um pouco o sutiã do seu seio esquerdo ordenou o velho chimada. Lentamente ela obedeceu , percebi que chimada olhava pra mim talvez medindo minha reação .como de minha parte não houve nenhum protesto ele .ordenou que ela soltasse a outra parte também .a cena era indescritível Carol estava ofegante parecia estar em transe , sua boca estava tremula e quando ele disse mostra os peitinhos mostra, ela puxou num repente a peça deixando os seus seios saltarem para frente dando um gemido entrecortado pela respiração ofegante enquanto eu gozava sem me tocar encharcando minha calça com os jatos de porra que saiam do meu caralho, lambuzando minha cueca. Vi ela titubear parecendo desfalecer . o velho chimada se aproximou dela colocou seu dedo indicador na boquinha dela , não ouve nenhum protesto ela havida aceitou aquela invasão ele murmurava fazendo movimentos de ir e vir em sua boca se esfregando no céu da boca . sussurrando fica excitada, fica excitada , meu pau chafurdava banhado pela porra que jorrava , Carol parecia ter entrado em transe e mil demônios luxuriosos habitavam seu corpo
estava deitada numa letargia profunda. já nua totalmente entregue a um prazer libidinoso demoníaco . como se ele tivesse domínio sobre a mente dela. Escancarou suas pernas deixando a bucetinha rosada dela a mostra totalmente exposta .de suas entranhas escorriam o néctar que perfumava o recinto pois naquele momento todos nos respirávamos o doce perfume do sexo da minha filha . ele tocava levemente o grelinho dela que se contorcia tendo espasmos de gozo seus gemidos eram entrecortados por soluços ela elevava o pélvis rebolando acompanhando o deslizar do dedo pelo seu úmido clitóris . com sua voz pastosa incentivava rebola, rebola Carol . então ele olhou pra mim tendo um sorriso estampado no rosto. Voltou sobre o corpo dela ambas as mãos acariciavam seus seios seus dedos massageavam os pontudos biquinhos então sua boca desceu pelo corpo dela ate chegar na sua bucetinha estalou por varias vezes chicotando seu grelo com a língua aos poucos sua boca bebia o néctar que escorria dela. Insano eu gozava sem me tocar minha cabeça girava os gemidos fogosos dela provocava uma luxuria pecaminosa e doentia dentro de mim que insensato ansiava e desejava ver ela sendo tocada e subjugada . era algo muito doentio meus princípios morais não me permitia nem ao menos tocar ela , mas ver ela delirando de tezao na língua dele provocava uma excitação anormal , hoje sei que esta tara se chama voyeurismo , chimada tirou o rosto do meio das pernas dela ,estava com os sucos dela espalhados pelo rosto , seu queixo que reluzia pingando pelo pescoço , Carol estava inerte com certeza tivera um orgasmo intenso , desavergonhada ela mantinha as pernas abertas a rosada bucetinha espumava formando borbulhas e como um animal no cio ela piscava fechando e abrindo. Em contrações expelindo suas secreções vaginais . Que escorria pelas suas pernas . desfalecida de tanto gozo Carol adormecera ficando toda mole esparramada sobre aqueles almofadões . Por mais de uma hora ela ficou inerte , extenuada foi praticamente carregada ate uma banheira . La nos fundos onde se reconfortou com um banho quente ante o olhar meu de chimada e noburo. Pronta para continuar ele indagou mas vamos ao lanche primeiro . Uma vasta refeição a base de frutas foi servida , para que ela recuperasse as energias, chimada questionou se tínhamos tempo ou iríamos ter que ir embora , como minha mulher estava de serviço nesta noite . eufórico disse que tínhamos muito tempo , o que foi de bom grado para ele. Eu estava num estado de topor pois não conseguia raciocinar esta demência tomava conta de mim , mas me deliciava sendo expectador de algo estranho e proibido , na minha mente tinha um pensamento eu me deliciava em assistir tais cenas e minha filha demonstrava que adorava se exibir .e o mais estranho era que havia um grau muito grande de excitação nela por eu estar ali presente. Tudo insano doentio , pois eu não tinha nenhum tezao em possuir ela mas me extasiava vendo ela a mercê daquele algoz que bem poderia ser meu pai . cheio de confiança ele tinha total domínio sobre nos que como marionetes estávamos sendo manipulados por ele. Tudo era insano eu desejava ver ele violar minha filha , que parecia ansiar por ser violada mas ele com um auto controle impressionante desfrutava cruelmente dos nossos anseios . então falou que agora seriam feitas filmagens e não mais fotos . Noburo estava com a filmadora nas mãos ele como o diretor de cena posicionou Carol deitada com as pernas abertas num visual inesquecível ele mesmo retocou o rubro batom em sua boca, ela escancarada com seus suaves pentelhos castanhos que levemente destacava sua bucetinha .trouxe a Mao dela ate o grelo e murmurou nos ouvidos dela masturba , masturba. A cena era irreal como se tivesse possuída por demônios Carol deu um grito extasiado seus dedos bolinavam toda sua cona seus quadris pareciam ter vida própria se contorcendo num rebolado frenético ensandecido eu não me continha mais e tirei meu pau das minhas calças e punhetei extasiado vendo a cena gozei copiosamente gemendo alto , enquanto ele murmurava nos ouvidos dela esfrega sua putinha esfrega o dedo ate gozar , enlouquecida ela gemia chorosa murmurando eu sou eu sou uma vagabunda .seu corpo estava coberto de suor uma mancha enorme se formava no tecido vermelho debaixo da bunda dela ,revelando o grau de excitação dela . o cheiro de sexo impregnava o ar o suor escorria do corpo dela revelando que ali estava uma fêmea no cio implorando para ter orgasmos e gozos incontidos . ah como eu desejava ver ela sendo penetrada . aquele cheiro de sexo misturado com odores do suor deixa um gosto acre nas minhas narinas deixando todos naquele lugar extasiados. Carol entrou em transe gemia chorosa as vezes gargalhava e como a mais vis de todas as putas proferia palavras que eu nunca imaginaria sair de seus labios , seu corpo serpenteava se contorcendo como se estivesse tendo um ataque epilético os olhos semi cerrados lagrimejantes, enquanto ela resfolegava Chimada exibiu um portentoso Ca ralho enorme e grosso contrariando o dito popular que pica de japoneses e pequeno . o levou ate a boquinha dela deixando ela lamber a glande enquanto sádico torcia seus mamilos arrancando gemidos luxuriosos dela , ordenou que ela olhasse para mim. nossos olhares se cruzaram Carol lambia os lábios como se estivesse possuída, ele tinha o pau encostado na entrada da sua gruta que lambuzada parecia mamar ruidosamente aquela vara por um instante senti que seu grelo batia no cassete dele e sua buceta sugava a cabeça, eu me masturbava freneticamente lagrimas escorriam dos meus olhos e sentia um prazer imenso, com a voz entrecortada por soluços eu gemia
COME ELA, METE NELA METE

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Gorda safada trepando na rua

Bom já nos conhecemos do caso trepando com o primão ,e o caso da casa de swing,só deixando aviso que por causa de uns idiotas que me contataram por e-mail e me ofenderam,não deixarei mais nenhum tipo de contato.
Bom começando,certa vez estava dentro do trem,um calor infernal,e como sempre a linha 7 da CPTM lotada,bom lá estava eu de vestido,pois aquele dia em específico,a temperatura chegou a 35 graus.Estava segurando no ferro do trem,quando sinto atrás de mim um negócio me cutucar,como sou baixinha me esticava ao máximo pra alcançar o ferro na parte de cima do trem,o pior foi que tb senti uma mão forte segurar a minha,bom eu adoro sexo selvagem,ser submissa na cama,essas coisas.Logo meu corpo estremeceu,senti minhas pernas fraquejarem,quando olho para trás ,me deparo com um homem negro de 1,80,com braços e pernas bem definidos,eu continuei quieta ouvindo música,o trem cheio,derrepente sinto uma mão subir por debaixo do vestido,eu não tinha forças e nem espaço para sair dali,então um dedo grosso,ficou roçando meu grelo,eu fui do céu ao inferno três vezes,e o que estava molhado enxarcou ,minha xota,toda enxarcada,e eu só rebolava naquele dedo,e gozei litros nele,enxaquei aquele dedão.
Depois de gozar acabei chegando na estação,e não é que era a mesma que o cidadão ia descer?!Então ele chupou o dedo que estava na minha Xana,e e fez um sinal com a mão para eu acompanha-lo,ele me levou para atrás da estação de trem,e começou a me beijar,me deu um tapa de leve na cara e tirou o pau pra fora,e disse:
-chupa puta o pau do seu macho.
Eu não conseguia falar nada ,só obedecia,eu me sentia poderosa,engolia o pau todo e com ele na garganta, eu passa a língua nas bolas,aí que delícia.Foi quando ele me jogou de 4 rasgou a minha calcinha e enfiou aquela tora de 19 cm e grosso em mim,me senti uma puta completa,pois atrás a estação tinha uma rua e quem passava via eu sendo fodida,eu gozei litros,ele batia na minha bunda ,puxava meu cabelo e dizia:
– Rebola puta,vai minha gorda safada,rebola nonpau do seu macho.
Aí que eu rebolava mesmo,feito uma égua no cio,não feliz ele abaixou e chupou minha Xana bem gostoso,aí não aguentei e gritei lambuzando a cara dele toda,ele subiu e me beijou,senti meu gosto na boca dele ,então enfiou o pauzao na minha boca de novo,até eu engolir e gozou na minha garganta.A vergonha é que todos que passavam buzinavam,eu engoli a porra,a minha dignidade,me ajeitei,ele me deu um beijo na boca e disse seu nome,eu disse o meu é nós despedimos,e nunca mais nos vimos.Ainda bato várias siriricas lembrando disso.

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uma noite alucinante

Extasiado beto admirava e incentivava Suzana a se exibir cada vez mais. no clube prive centauro .onde em mais uma noitada , casais e singers circulavam num grande agito pelas dependências da casa , onde a luxuria corria solta cada um buscando suas formas de obter prazeres , num cenário lascivo , onde todas as fantasias poderiam ser realizadas. A sensualidade de Suzana provocava olhares libidinosos naquele corpo exuberante , isto levava Beto sentir um prazer intenso sentindo todo o desejo que ela provocava,Oman o turco e Klaus o alemão freqüentadores assíduos do clube logo se interessaram por Suzana, audaciosos foram se aproximando da mesa do casal onde ela insinuante dançava as vistas do marido. Logo Oman ensaiava alguns passos junto dela ,Klaus ao sentir que Beto consentia aquela aproximação postou-se as costas dela . que logo se viu envolvida pelos dois machos praticamente sendo roçada por trás e pela frente ao mesmo tempo, Beto sorveu sua bebida sentindo um grau de excitação enorme vendo Suzana envolvida pelas caricias dos dois homens que espalmavam sua bunda enquanto mãos percorriam seus seios. Ela arfava sentindo-se ofegante , fechou os olhos quando a língua de Oman invadiu sua boca envolvendo o pescoço dele com seus braços, sentindo toda protuberância de Klaus em sua bunda , deu um leve gingado para que o pau ficasse entre suas nadegas , sentindo as lambidas em seu pescoço o que lhe provocava arrepios por todos os poros da sua pele. Viu-se entre os dois machos um de cada lado praticamente sendo levada por eles voltou a cabeça para trás procurando pelo seu marido, indagando com um olhar mudo , pelo seu consentimento, sentiu que da sua buceta escorria um rio de seiva a deixando completamente molhada, sorriu extasiada com o aceno dele consentindo que ela se deixasse levar para o quarto dos prazeres no piso superior e so quando desapareceram no alto da escada Beto se levantou para desfrutar como um voyeur apaixonado o intenso prazer de ver sua esposa ser penetrada por dois machos ao mesmo tempo. Subiu as escadas ate o corredor andou pelo corredor ate onde cinco ou seis observadores estavam postados observando o interior do cômodo onde a meia luz Suzana já totalmente despida se encontrava entre os dois homens também nus, o local era totalmente forrado por um espesso carpete e vários almofadões esparramados ,deitada de costas Suzana se contorcia tendo seus seios sugados mordiscados apertados por um deles enquanto o outro percorria com os lábios toda sua vulva estimulando seu grelo com a língua dando chicotadas com ela deixando-o pontudo intumescido quase como se seu clitóris estivesse tendo uma ereção. Beto entre outros observava toda a cena com os olhos esbugalhados, três deles se masturbavam , excitados vendo Suzana completamente insana gemer chorosa tendo espasmos como se estivesse tendo um ataque epilético .ela abocanhou o caralho e mamou como uma bezerra faminta sugando alucinada ondas de prazer percorriam seu corpo e seus gozos eram intensos ,uivando como uma loba faminta, beto gozava sem ao menos se tocar sentindo uma imensidão de porra jorrar do seu caralho, admirando toda luxuria que Suzana lhe proporcionava. Mesmo na penumbra notara que aqueles machos eram desproporcionais. Teve um certo temor pela integridade física de sua esposa tal o tamanho das vergas que eles exibiam .pois ela envolvida pela excitação nem se dera conta do tamanho das ferramentas que trabalhariam em seus buracos, mas deu um gemido choroso misturando dor e prazer ao mesmo tempo quando teve sua lubrificada buceta invadida pela vara. o macho experiente deixou ela se acostumar com a invasão do seu canal vaginal, ficando extático imóvel .deixando ela so sentir o pulsar da pica dentro dela, Suzana contorcia os quadril mexendo a bunda em movimentos rotatórios ficou insana quando sentiu a primeira estocada travou os pés contra as ancas dele possessa sentiu um orgasmo intenso quando ele acelerou os movimentos entrando e saindo dentro dela, alucinada gritou a plenos pulmões ,—- fode , fode , me fode, alcançou o outro caralho punhetou a pica entorpecida de prazer, eram como se descargas elétricas percorressem seu corpo, ondas de prazer anunciavam os gozos intensos que ela ia sentindo. Quando Klaus se deitou com o cassete em riste ela sentou fazendo sua buceta engolir toda a pica ,cavalgou insana sentindo um prazer indescritível,abraçou o pescoço do macho, procurou a boca dele com a sua ,empinou a bunda ficando toda exposta para Oman que pincelava o caralho na buceta dela e com seu proprio néctar lubrificava seu anus aos poucos forçando a cabeça do pau contra o cu que lubrificado com sua seiva ia se tornando receptivo. Ficou imóvel quando sentiu que aos poucos seu cu ia sendo penetrado e quando toda a pica entrou sentiu os pentelhos roçarem sua bunda. movimentou seus quadril ondulando seu corpo , sentiu que em suas entranhas esguichos de porra inundavam seus intestinos e seu útero quase ao mesmo tempo . Ate sentir a cabeça girar e desfalecer completamente ,gozando ensandecida. Beto tinha uma enorme mancha sobre a calça e nunca saberia precisar quantas vezes gozara naquela noite

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Depois de Lollita, Bonitinha mais ordinária e A Menina do lado me tornei a safada que amo ser (conto de Bruna F)

Sempre fui atirada desde novinha, deixava minha mãe louca com meu jeitinho desligado de ser, pra mim, qualquer roupinha de dormir servia pra qualquer lugar ex depois que fiquei mocinha, ficar em casa ou ir na rua de pijaminhas ou baby Doll era a mesma coisa, desligada eu!!!!! Minha mãe ficava louca de preocupação pois meus primos, percebendo meu corpinho escultural sendo formado, meus peitinhos ficando grandinhos e bicudinhos, não saiam da minha casa, eu inocente? Que nada!!!! Já havia assistido filmes como Lollita, Bonitinha mais ordinária e A Menina do lado, que me iniciaram mo mundo do fetiche e exibicionismo e fizeram de meus primos e vizinhos meus primeiros admiradores e minhas principais vítimas que desde cedo me viam semi nua e desfrutavam de momentos como sair do banho só de toalha e segurando a toalha na frente do corpo deixando minha bundinha exposta pra eles ( meus primos) admirarem, e me deliciava com seus olhares bobos, aprendi muito com esses filmes, rsrsrs
Minha primeira vez, foi aos 18 anos, no dia anterior, havia visto uma fita cassete que meu primo havia pedido pra eu assistir e me disse que meus pais não podiam saber e que eu deveria ver sozinha, eu ficava quase todas as manhãs sozinha em casa, era o momento em que vez ou outra meus primos iam para minha casa me admirar e eu curtia me exibir pra eles de shortinho e às vezes só de calcinha com uma blusinha transparente, e às vezes me pagavam pra ver meus peitinhos durinhos e empinados e ficava com eles so de calcinha brincando de luta, adorava brincar de luta só de calcinha com eles, mas eles jamais haviam tentado me fuder, acho que por medo sei lá…
Uma manhã, meu pai havia viajado e minha mãe saíra para trabalhar e me avisaram que durante a semana um moço viria em casa pra refazer a parte elétrica da casa muito antiga, e que eu me comportarsse, no primeiro dia minha mãe esperou ele chegar e mostrou tudo pra ele e garantiu que eu estivesse vestida comportada, bermudinha larguinha, blusinha comportada e o insuportável sutiã que desde novinha odiava usar e não uso até hoje, bom, assim que minha mãe saiu, fui trocar de roupa, tirei o sutiã e vesti uma blusinha transparente branca e uma shortinho de malha de um pijaminha que ficava arrochado na minha já grande, redonda e empinada bundinha, cheguei na sala e perguntei ao moço, com as mãos na cintura e quebrando o quadril se ele queria um copo de água, como qualquer homem, me comeu com os olhos me deixando arrepiada e me fazendo ter piscadelas aceleradas na bucetinha ainda virgem, ele disse que sim e fui rebolando pegar a água, passei o dia provocando meu moço eletricista, no dia seguinte shortinho jeans com o cois debrado pra ficar enfiadinho e um bustiê que insistia em ficar caindo e eventualmente deixava meus peitinhos durinhos e empinados a mostra estava louca de tesão e no banho troquei a primeira siririca da minha vida e meu primeiro orgasmo feminino, me iniciei no mundo da putaria graças a meu primo que me emprestou o primeiro filme de putaria que assisti, onde aprendi pra que servia a bucetinha e o cuzinho e desejei fuder como a mulher do filme, com dois caras, um na bucetinha e outro metendo no cuzinho kkkkkk,
No terceiro dia, o Moço veio com um rapaz, disse que era seu filho, um rapaz de uns dezoito anos e bonito, minha cabeça voou no filme e meu corpinho arrepiou com a possibilidade de dar pra dois como a mulher do filme, minha buceta piscando feito louca e totalmente lubrificada como nunca havia ficado, hoje vou ousar, disse a mim mesma, tirei a roupa e vesti uma camiseta branca de malha que usava pra dormir, sem nada por baixo, enquanto eles mexiam nos fios entre outras coisas, sentei no sofá com uma revista e pus meus pés pra cima, conferi passando a mão e sim, minha bucetinha estava totalmente exposta e lubrificada, ficava batendo uma perna na outra abrindo e fechando as pernas, logo chamei a atenção deles que faziam de tudo pra olhar minha bucetinha, percebendo que estava com a atenção deles em minha, levantei e dei aquela espreguiçada levantando os braços e como a camiseta era curta subiu até a cintura me deixando mostrar pra eles metade do meu corpinho escultural nu, ouvi um, que gostosa, ela tá querendo; me deitei no sofá de bruços deixando minha bundinha totalmente livre e exposta, o rapaz veio até mim e pediu pra eu parar e me vestir que eu estava brincando com fogo, olhei pra ele e sorri dizendo com a maior cara de safada, é??? E esse fogo quer brincar comigo, – menina???? Não provoca!!!! E mais uma vez provoquei, então vem me queimar meu fogo, de imediato encheu a mão com minha bundinha e me tascou um beijo na boca, enfiou o dedo na minha bucetinha, senti um desconforto, mas tudo bem pois estava encharcada de tesão, sentei e tirei a roupa e ele começou a mamar meus peitinhos, vem pai, e ele veio e agora tinha um em cada seios se deliciando e que delícia sentir um homem mamando meus peitinhos, ficaram nus e me diziam o que fazer, chupa,!!!! Me dando os penis pra chupar, nem sabia exatamente como fazer, vi no filme mas nunca havia feito, o rapaz falou, chupa igual a um pirulito, por isso até hoje quando chupo um pirulito me da vontade de fazer um boquete num piru cheio de leite rsrs, bom chupei os dois o tempo que quiseram, deitei no sofá e me chuparam na bucetinha enquanto o outro me dava o pau pra mamar, o rapaz levantando minha perna meteu na minha bucetinha, dei um gritinho e foi metendo, tirando e enfiando, agora é sua vez pai, quando ele tirou a vara de mim disse ao pai, a safada é virgem pai mostrando o pau sujo de sangue, era né meu filho, mas hoje ela vai sair daqui profissional, e meteu sem dó, doeu muito mas não conseguia fugir, o pai mandou o filho sentar no sofá e me conduziu pra sentar em cima do rapaz enfiando a vara na minha bucetinha, fiquei sentada numa pica com a bundinha arrebitada pra fora do sofá ele foi na cozinha, pegou óleo e passou no meu cuzinho e no pau tentei fugir pedindo não pôr favor moço, o rapaz que estava em baixo me travou com os braços apertando minhas costas contra seu corpo me fazendo empinar mais ainda a bundinha e dizia pro pai fode ela pai, ele posicionou seu pau no meu cuzinho e foi metendo forçando, acho que o óleo facilitou um pouco mais foi a maior dor que senti na vida, me contorcia e chorava muito tendo minha boca sendo calada pelo pai que me fudia o cuzinho violentamente como se fosse o primeiro cuzinho que ele comia, socava tão forte que meu corpo ia quase na parede e ele gozou no meu cuzinho e saiu me deitou no sofá e mandou seu filho enfiar na minha bunda pois na bucetinha poderia engravidar,pedi pelo amor de Deus não, não aguento mais, mais não teve jeito, ele enfiou na minha bunda sem dó e bombou até gozar, terminaram e foram embora me deixando arregaçada no sofá, tinha que me levantar pois minha mãe não podia saber, com dificuldade fui ao banheiro e tomei banho passei o dia deitada, levei alguns dias para me recuperar, mas no final valeu a pena, afinal foi assim que me tornei essa putinha safada que tanto amo ser.

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É muito louco! (poema)

ser mulher poema
R

rOBERTA gOMES pEDROSA gOMES pEDROSA
Sun 10/22/2017 2:10 PM
Inbox
To:
rOBERTA gOMES pEDROSA gOMES pEDROSA (robertagomespedrosa@hotmail.com);

Eu acordei no meu quartinho rosa
fui na cozinha matar minha sede
lembrei da minha barbie na parede
então pensei no que é ser mulher

ser mulher…

é caminhar de saia pela rua,
mais excitada com o que se insinua
do que com a verdade nua e crua,
No salto, enquanto o balanceio atua.

ser mulher…

é, recatada, sorrir pro vizinho,
é saber camuflar o próprio cio,
é responder deixando no vazio
é, nos olhinhos, mostrar o caminho.

ser mulher…

é conhecer a mãe do namorado,
é ter a mão na mão e estar do lado;
ouvi-lo se negar enciumado
quando aquele teu primo é recordado.

ser mulher…

é não adiantar viver santinha
é, sem dever, ter fama de putinha,
sem perceber, é cruzar a perninha
levando, pro cabelo, a mãozinha.

ser mulher…

é relaxar sentada na privada
juntar joelhos de perna dobrada
encolher os artelhos na gelada
cerâmica do chão para a mijada.

ser mulher…

Fingir que não percebe ser olhada,
Fingir que não gosta de ser cantada,
Fingir que só quer ser admirada
E não comida, usada e desejada.

ser mulher…

é inventar problema onde não tem
pra analisar como ele se comporta.
É dizer “não” se a menstruação vem,
e quando vai, arreganhar a porta.

ser mulher…

é ir na frente na escada subida
sentindo aquele gelo na barriga;
prende o cabelo se a porta é batida
e vai pro chão de boca preenchida.

ser mulher…

é não saber de nada nesses mundos
mas aprender com saberes profundos
lidar com sentimentos vagabundos
de, um dia, deixar ele entrar nos fundos.

ser mulher…

do quarto escuro, indo pra cozinha
de camisola, andando sem calcinha
um puxão assusta, ele já vinha
encoxando o que, na cueca, tinha.

ser mulher…

é dar feito mendiga na maloca
é ser a índia pelada na oca
é rebolar de saia na piroca
é levar leite lambuzando xota

ser mulher…

É, sorrindo, com braços pro alto,
Ir descendo de saínha e salto;
é quase infartar no sobressalto
se o xorte desce e o pau pula pro alto!

Ser mulher…

é mexer o lacinho na piscina
é nunca esquecer de ser menina
sentir, nos seios, tudo o que facina,
e o coração batendo na vagina.

ser mulher…

é sentir a boceta pesada,
mamilos encolhendo em pontada,
o ânus respondendo na piscada
no ventre, o frio, ao peito a batucada.

ser mulher…

é invejar a filha arredondando
enquanto o tempo ainda está passando
é ver que o filho já está trepando
e que pra trás a gente está ficando

ser mulher…

é aceitar a garupa da moto
e terminar no matrimônio voto
até pirar virando mais um copo
no fim de um relacionamento louco.

ser mulher…

arrepiar-se ao carinho na nuca,
relógio e telefone é o que encuca,
volume da cueca é o que se chupa,
de quatro, toda santa vira puta.

ser mulher…

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Ontem foi foda…

Minhas histórias são muito interessantes, sempre a surpreender a mim mesmo, com momentos inusitados e muito deliciosos, repletos de prazer. O tempo passando, a idade cada vez mais aumentando, e vez por outra uma nova sensação.
Ontem fui deitar e deixei minha mulher vendo televisão, estava meio furibundo, desanimado, frio. Não sei o que ela esteve assistindo, mas assim que deitou ao meu lado passou a perna por cima de mim, deixando o joelho esfregando em minha bunda, e forçando a que eu abrisse as pernas, me despertando logo um tremendo tesão. Facilitei e ela encaixou ainda mais, e eu me posicionei e puxei a sua mão e coloquei nas minhas costas, lhe sugerindo que me fizesse uma massagem. E ela passou a mão na minha espinha descendo até beira do anus, enquanto subia e enfiava os dedos nos meus cabelos. Fez isso várias vezes, e começou a dedilhar a entrada do meu cuzinho que já estava piscando. Ah… aquela depressão de antes desapareceu logo, e mexia nos seus dedos querendo que ela, ao invés de carinhos leves, forçasse mais para sentir algo contundente e forte, e rebolava, suspendia o bumbum, e ela me pirraçava só passando a mão por cima, me fazendo implorar – enfia o dedo minha filha, pedia… E eu quase de quatro esperando a sua mão dentro e ela a afastava e passava o lado da mão no rego e apertava um pouco mais só no buraquinho, o que já estava muito gostoso. Ela com todo fogo e dominando a situação, levantou e trouxe um brinquedinho especial que nos socorre e nos excita sempre que surge uma chance como essa. Encapado com uma camisinha importada e super lubrificada, ainda colocou quase meio tubo de KY em volta do meu anel, o que por si só já nos leva ao delírio. E foi conduzindo aquele caralho artificial, macio e de textura suave, aos poucos, entrava a cabeça e assim mantinha, eu rebolava e ela introduzia um pouco, depois tirava de vez e voltava novamente. Minha próstata trabalhava com toda força para me dá prazer, eu subia e descia, entregue à sua vontade, e cada vez introduzia mais um pouco, até que numa daquelas estocadas com maestria de quem sabia o que estava fazendo, empurra o brinquedinho de uma só vez… Loucura, loucura… que prazer delicioso, que tesão, que coisa fantástica… ela e o cacete de silicone se transformaram num macho gostoso, carinhoso, viril, a me comer com toda experiência e com toda vontade, eu me virei e consegui calçar na coberta e o bicho não saiu, e eu enfiei todo, com toda a força do meu corpo, e ela manipulava meu pênis, meus testículos, que estavam sem ereção, tudo se concentrava na minha bunda preenchida, eu sentia o volume todo, contraia o reto e sentia aquele pau macio dentro de mim, e eu rebolava muito, louco de prazer, e ela apalpava pau e ovos com as suas duas mãos, esfregava e começou a me chupar mesmo mole… enchia a boca e mordiscava, deu uma dentadinha no meio e senti como um clic ligando uma carga de energia, e meu pênis começou a ganhar vida, e aos poucos ela já o enfiava goela abaixo, chupando intensamente sem parar, eu rebolava, mexia muito dando voltas com aquela geradora de tesão dentro do meu cu, totalmente atochado e eu sentindo o macio da coberta e não percebia o talo todo dentro… e eu gritava, lhe pedia para me xingar, me chamar de puta descarada, de viado safado, de tarado vagabundo… que falasse das picas que ela comia me dando corno, os machos que ela já tinha fodido… e ela nada dizia o que me deixava ansioso como se faltasse um metro de cacete a entrar em meu cu… e ela sentiu meu pau enrijecendo e aumentou o ritmo da chupada, e quando percebeu que ia gozar, parou e apertou o pau todo dentro da boca, sugando forte, e deixou eu esporrar em lapsos seguidos e assim ficou até que eu fosse relaxando e parasse a respiração ofegante, que parecia que iria ter um infarto naquela hora e morresse fodendo gostoso com minha mulher, o maior sonho da minha vida.

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