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Gorda safada trepando na rua

Bom já nos conhecemos do caso trepando com o primão ,e o caso da casa de swing,só deixando aviso que por causa de uns idiotas que me contataram por e-mail e me ofenderam,não deixarei mais nenhum tipo de contato.
Bom começando,certa vez estava dentro do trem,um calor infernal,e como sempre a linha 7 da CPTM lotada,bom lá estava eu de vestido,pois aquele dia em específico,a temperatura chegou a 35 graus.Estava segurando no ferro do trem,quando sinto atrás de mim um negócio me cutucar,como sou baixinha me esticava ao máximo pra alcançar o ferro na parte de cima do trem,o pior foi que tb senti uma mão forte segurar a minha,bom eu adoro sexo selvagem,ser submissa na cama,essas coisas.Logo meu corpo estremeceu,senti minhas pernas fraquejarem,quando olho para trás ,me deparo com um homem negro de 1,80,com braços e pernas bem definidos,eu continuei quieta ouvindo música,o trem cheio,derrepente sinto uma mão subir por debaixo do vestido,eu não tinha forças e nem espaço para sair dali,então um dedo grosso,ficou roçando meu grelo,eu fui do céu ao inferno três vezes,e o que estava molhado enxarcou ,minha xota,toda enxarcada,e eu só rebolava naquele dedo,e gozei litros nele,enxaquei aquele dedão.
Depois de gozar acabei chegando na estação,e não é que era a mesma que o cidadão ia descer?!Então ele chupou o dedo que estava na minha Xana,e e fez um sinal com a mão para eu acompanha-lo,ele me levou para atrás da estação de trem,e começou a me beijar,me deu um tapa de leve na cara e tirou o pau pra fora,e disse:
-chupa puta o pau do seu macho.
Eu não conseguia falar nada ,só obedecia,eu me sentia poderosa,engolia o pau todo e com ele na garganta, eu passa a língua nas bolas,aí que delícia.Foi quando ele me jogou de 4 rasgou a minha calcinha e enfiou aquela tora de 19 cm e grosso em mim,me senti uma puta completa,pois atrás a estação tinha uma rua e quem passava via eu sendo fodida,eu gozei litros,ele batia na minha bunda ,puxava meu cabelo e dizia:
– Rebola puta,vai minha gorda safada,rebola nonpau do seu macho.
Aí que eu rebolava mesmo,feito uma égua no cio,não feliz ele abaixou e chupou minha Xana bem gostoso,aí não aguentei e gritei lambuzando a cara dele toda,ele subiu e me beijou,senti meu gosto na boca dele ,então enfiou o pauzao na minha boca de novo,até eu engolir e gozou na minha garganta.A vergonha é que todos que passavam buzinavam,eu engoli a porra,a minha dignidade,me ajeitei,ele me deu um beijo na boca e disse seu nome,eu disse o meu é nós despedimos,e nunca mais nos vimos.Ainda bato várias siriricas lembrando disso.

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uma noite alucinante

Extasiado beto admirava e incentivava Suzana a se exibir cada vez mais. no clube prive centauro .onde em mais uma noitada , casais e singers circulavam num grande agito pelas dependências da casa , onde a luxuria corria solta cada um buscando suas formas de obter prazeres , num cenário lascivo , onde todas as fantasias poderiam ser realizadas. A sensualidade de Suzana provocava olhares libidinosos naquele corpo exuberante , isto levava Beto sentir um prazer intenso sentindo todo o desejo que ela provocava,Oman o turco e Klaus o alemão freqüentadores assíduos do clube logo se interessaram por Suzana, audaciosos foram se aproximando da mesa do casal onde ela insinuante dançava as vistas do marido. Logo Oman ensaiava alguns passos junto dela ,Klaus ao sentir que Beto consentia aquela aproximação postou-se as costas dela . que logo se viu envolvida pelos dois machos praticamente sendo roçada por trás e pela frente ao mesmo tempo, Beto sorveu sua bebida sentindo um grau de excitação enorme vendo Suzana envolvida pelas caricias dos dois homens que espalmavam sua bunda enquanto mãos percorriam seus seios. Ela arfava sentindo-se ofegante , fechou os olhos quando a língua de Oman invadiu sua boca envolvendo o pescoço dele com seus braços, sentindo toda protuberância de Klaus em sua bunda , deu um leve gingado para que o pau ficasse entre suas nadegas , sentindo as lambidas em seu pescoço o que lhe provocava arrepios por todos os poros da sua pele. Viu-se entre os dois machos um de cada lado praticamente sendo levada por eles voltou a cabeça para trás procurando pelo seu marido, indagando com um olhar mudo , pelo seu consentimento, sentiu que da sua buceta escorria um rio de seiva a deixando completamente molhada, sorriu extasiada com o aceno dele consentindo que ela se deixasse levar para o quarto dos prazeres no piso superior e so quando desapareceram no alto da escada Beto se levantou para desfrutar como um voyeur apaixonado o intenso prazer de ver sua esposa ser penetrada por dois machos ao mesmo tempo. Subiu as escadas ate o corredor andou pelo corredor ate onde cinco ou seis observadores estavam postados observando o interior do cômodo onde a meia luz Suzana já totalmente despida se encontrava entre os dois homens também nus, o local era totalmente forrado por um espesso carpete e vários almofadões esparramados ,deitada de costas Suzana se contorcia tendo seus seios sugados mordiscados apertados por um deles enquanto o outro percorria com os lábios toda sua vulva estimulando seu grelo com a língua dando chicotadas com ela deixando-o pontudo intumescido quase como se seu clitóris estivesse tendo uma ereção. Beto entre outros observava toda a cena com os olhos esbugalhados, três deles se masturbavam , excitados vendo Suzana completamente insana gemer chorosa tendo espasmos como se estivesse tendo um ataque epilético .ela abocanhou o caralho e mamou como uma bezerra faminta sugando alucinada ondas de prazer percorriam seu corpo e seus gozos eram intensos ,uivando como uma loba faminta, beto gozava sem ao menos se tocar sentindo uma imensidão de porra jorrar do seu caralho, admirando toda luxuria que Suzana lhe proporcionava. Mesmo na penumbra notara que aqueles machos eram desproporcionais. Teve um certo temor pela integridade física de sua esposa tal o tamanho das vergas que eles exibiam .pois ela envolvida pela excitação nem se dera conta do tamanho das ferramentas que trabalhariam em seus buracos, mas deu um gemido choroso misturando dor e prazer ao mesmo tempo quando teve sua lubrificada buceta invadida pela vara. o macho experiente deixou ela se acostumar com a invasão do seu canal vaginal, ficando extático imóvel .deixando ela so sentir o pulsar da pica dentro dela, Suzana contorcia os quadril mexendo a bunda em movimentos rotatórios ficou insana quando sentiu a primeira estocada travou os pés contra as ancas dele possessa sentiu um orgasmo intenso quando ele acelerou os movimentos entrando e saindo dentro dela, alucinada gritou a plenos pulmões ,—- fode , fode , me fode, alcançou o outro caralho punhetou a pica entorpecida de prazer, eram como se descargas elétricas percorressem seu corpo, ondas de prazer anunciavam os gozos intensos que ela ia sentindo. Quando Klaus se deitou com o cassete em riste ela sentou fazendo sua buceta engolir toda a pica ,cavalgou insana sentindo um prazer indescritível,abraçou o pescoço do macho, procurou a boca dele com a sua ,empinou a bunda ficando toda exposta para Oman que pincelava o caralho na buceta dela e com seu proprio néctar lubrificava seu anus aos poucos forçando a cabeça do pau contra o cu que lubrificado com sua seiva ia se tornando receptivo. Ficou imóvel quando sentiu que aos poucos seu cu ia sendo penetrado e quando toda a pica entrou sentiu os pentelhos roçarem sua bunda. movimentou seus quadril ondulando seu corpo , sentiu que em suas entranhas esguichos de porra inundavam seus intestinos e seu útero quase ao mesmo tempo . Ate sentir a cabeça girar e desfalecer completamente ,gozando ensandecida. Beto tinha uma enorme mancha sobre a calça e nunca saberia precisar quantas vezes gozara naquela noite

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Depois de Lollita, Bonitinha mais ordinária e A Menina do lado me tornei a safada que amo ser (conto de Bruna F)

Sempre fui atirada desde novinha, deixava minha mãe louca com meu jeitinho desligado de ser, pra mim, qualquer roupinha de dormir servia pra qualquer lugar ex depois que fiquei mocinha, ficar em casa ou ir na rua de pijaminhas ou baby Doll era a mesma coisa, desligada eu!!!!! Minha mãe ficava louca de preocupação pois meus primos, percebendo meu corpinho escultural sendo formado, meus peitinhos ficando grandinhos e bicudinhos, não saiam da minha casa, eu inocente? Que nada!!!! Já havia assistido filmes como Lollita, Bonitinha mais ordinária e A Menina do lado, que me iniciaram mo mundo do fetiche e exibicionismo e fizeram de meus primos e vizinhos meus primeiros admiradores e minhas principais vítimas que desde cedo me viam semi nua e desfrutavam de momentos como sair do banho só de toalha e segurando a toalha na frente do corpo deixando minha bundinha exposta pra eles ( meus primos) admirarem, e me deliciava com seus olhares bobos, aprendi muito com esses filmes, rsrsrs
Minha primeira vez, foi aos 18 anos, no dia anterior, havia visto uma fita cassete que meu primo havia pedido pra eu assistir e me disse que meus pais não podiam saber e que eu deveria ver sozinha, eu ficava quase todas as manhãs sozinha em casa, era o momento em que vez ou outra meus primos iam para minha casa me admirar e eu curtia me exibir pra eles de shortinho e às vezes só de calcinha com uma blusinha transparente, e às vezes me pagavam pra ver meus peitinhos durinhos e empinados e ficava com eles so de calcinha brincando de luta, adorava brincar de luta só de calcinha com eles, mas eles jamais haviam tentado me fuder, acho que por medo sei lá…
Uma manhã, meu pai havia viajado e minha mãe saíra para trabalhar e me avisaram que durante a semana um moço viria em casa pra refazer a parte elétrica da casa muito antiga, e que eu me comportarsse, no primeiro dia minha mãe esperou ele chegar e mostrou tudo pra ele e garantiu que eu estivesse vestida comportada, bermudinha larguinha, blusinha comportada e o insuportável sutiã que desde novinha odiava usar e não uso até hoje, bom, assim que minha mãe saiu, fui trocar de roupa, tirei o sutiã e vesti uma blusinha transparente branca e uma shortinho de malha de um pijaminha que ficava arrochado na minha já grande, redonda e empinada bundinha, cheguei na sala e perguntei ao moço, com as mãos na cintura e quebrando o quadril se ele queria um copo de água, como qualquer homem, me comeu com os olhos me deixando arrepiada e me fazendo ter piscadelas aceleradas na bucetinha ainda virgem, ele disse que sim e fui rebolando pegar a água, passei o dia provocando meu moço eletricista, no dia seguinte shortinho jeans com o cois debrado pra ficar enfiadinho e um bustiê que insistia em ficar caindo e eventualmente deixava meus peitinhos durinhos e empinados a mostra estava louca de tesão e no banho troquei a primeira siririca da minha vida e meu primeiro orgasmo feminino, me iniciei no mundo da putaria graças a meu primo que me emprestou o primeiro filme de putaria que assisti, onde aprendi pra que servia a bucetinha e o cuzinho e desejei fuder como a mulher do filme, com dois caras, um na bucetinha e outro metendo no cuzinho kkkkkk,
No terceiro dia, o Moço veio com um rapaz, disse que era seu filho, um rapaz de uns dezoito anos e bonito, minha cabeça voou no filme e meu corpinho arrepiou com a possibilidade de dar pra dois como a mulher do filme, minha buceta piscando feito louca e totalmente lubrificada como nunca havia ficado, hoje vou ousar, disse a mim mesma, tirei a roupa e vesti uma camiseta branca de malha que usava pra dormir, sem nada por baixo, enquanto eles mexiam nos fios entre outras coisas, sentei no sofá com uma revista e pus meus pés pra cima, conferi passando a mão e sim, minha bucetinha estava totalmente exposta e lubrificada, ficava batendo uma perna na outra abrindo e fechando as pernas, logo chamei a atenção deles que faziam de tudo pra olhar minha bucetinha, percebendo que estava com a atenção deles em minha, levantei e dei aquela espreguiçada levantando os braços e como a camiseta era curta subiu até a cintura me deixando mostrar pra eles metade do meu corpinho escultural nu, ouvi um, que gostosa, ela tá querendo; me deitei no sofá de bruços deixando minha bundinha totalmente livre e exposta, o rapaz veio até mim e pediu pra eu parar e me vestir que eu estava brincando com fogo, olhei pra ele e sorri dizendo com a maior cara de safada, é??? E esse fogo quer brincar comigo, – menina???? Não provoca!!!! E mais uma vez provoquei, então vem me queimar meu fogo, de imediato encheu a mão com minha bundinha e me tascou um beijo na boca, enfiou o dedo na minha bucetinha, senti um desconforto, mas tudo bem pois estava encharcada de tesão, sentei e tirei a roupa e ele começou a mamar meus peitinhos, vem pai, e ele veio e agora tinha um em cada seios se deliciando e que delícia sentir um homem mamando meus peitinhos, ficaram nus e me diziam o que fazer, chupa,!!!! Me dando os penis pra chupar, nem sabia exatamente como fazer, vi no filme mas nunca havia feito, o rapaz falou, chupa igual a um pirulito, por isso até hoje quando chupo um pirulito me da vontade de fazer um boquete num piru cheio de leite rsrs, bom chupei os dois o tempo que quiseram, deitei no sofá e me chuparam na bucetinha enquanto o outro me dava o pau pra mamar, o rapaz levantando minha perna meteu na minha bucetinha, dei um gritinho e foi metendo, tirando e enfiando, agora é sua vez pai, quando ele tirou a vara de mim disse ao pai, a safada é virgem pai mostrando o pau sujo de sangue, era né meu filho, mas hoje ela vai sair daqui profissional, e meteu sem dó, doeu muito mas não conseguia fugir, o pai mandou o filho sentar no sofá e me conduziu pra sentar em cima do rapaz enfiando a vara na minha bucetinha, fiquei sentada numa pica com a bundinha arrebitada pra fora do sofá ele foi na cozinha, pegou óleo e passou no meu cuzinho e no pau tentei fugir pedindo não pôr favor moço, o rapaz que estava em baixo me travou com os braços apertando minhas costas contra seu corpo me fazendo empinar mais ainda a bundinha e dizia pro pai fode ela pai, ele posicionou seu pau no meu cuzinho e foi metendo forçando, acho que o óleo facilitou um pouco mais foi a maior dor que senti na vida, me contorcia e chorava muito tendo minha boca sendo calada pelo pai que me fudia o cuzinho violentamente como se fosse o primeiro cuzinho que ele comia, socava tão forte que meu corpo ia quase na parede e ele gozou no meu cuzinho e saiu me deitou no sofá e mandou seu filho enfiar na minha bunda pois na bucetinha poderia engravidar,pedi pelo amor de Deus não, não aguento mais, mais não teve jeito, ele enfiou na minha bunda sem dó e bombou até gozar, terminaram e foram embora me deixando arregaçada no sofá, tinha que me levantar pois minha mãe não podia saber, com dificuldade fui ao banheiro e tomei banho passei o dia deitada, levei alguns dias para me recuperar, mas no final valeu a pena, afinal foi assim que me tornei essa putinha safada que tanto amo ser.

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É muito louco! (poema)

ser mulher poema
R

rOBERTA gOMES pEDROSA gOMES pEDROSA
Sun 10/22/2017 2:10 PM
Inbox
To:
rOBERTA gOMES pEDROSA gOMES pEDROSA (robertagomespedrosa@hotmail.com);

Eu acordei no meu quartinho rosa
fui na cozinha matar minha sede
lembrei da minha barbie na parede
então pensei no que é ser mulher

ser mulher…

é caminhar de saia pela rua,
mais excitada com o que se insinua
do que com a verdade nua e crua,
No salto, enquanto o balanceio atua.

ser mulher…

é, recatada, sorrir pro vizinho,
é saber camuflar o próprio cio,
é responder deixando no vazio
é, nos olhinhos, mostrar o caminho.

ser mulher…

é conhecer a mãe do namorado,
é ter a mão na mão e estar do lado;
ouvi-lo se negar enciumado
quando aquele teu primo é recordado.

ser mulher…

é não adiantar viver santinha
é, sem dever, ter fama de putinha,
sem perceber, é cruzar a perninha
levando, pro cabelo, a mãozinha.

ser mulher…

é relaxar sentada na privada
juntar joelhos de perna dobrada
encolher os artelhos na gelada
cerâmica do chão para a mijada.

ser mulher…

Fingir que não percebe ser olhada,
Fingir que não gosta de ser cantada,
Fingir que só quer ser admirada
E não comida, usada e desejada.

ser mulher…

é inventar problema onde não tem
pra analisar como ele se comporta.
É dizer “não” se a menstruação vem,
e quando vai, arreganhar a porta.

ser mulher…

é ir na frente na escada subida
sentindo aquele gelo na barriga;
prende o cabelo se a porta é batida
e vai pro chão de boca preenchida.

ser mulher…

é não saber de nada nesses mundos
mas aprender com saberes profundos
lidar com sentimentos vagabundos
de, um dia, deixar ele entrar nos fundos.

ser mulher…

do quarto escuro, indo pra cozinha
de camisola, andando sem calcinha
um puxão assusta, ele já vinha
encoxando o que, na cueca, tinha.

ser mulher…

é dar feito mendiga na maloca
é ser a índia pelada na oca
é rebolar de saia na piroca
é levar leite lambuzando xota

ser mulher…

É, sorrindo, com braços pro alto,
Ir descendo de saínha e salto;
é quase infartar no sobressalto
se o xorte desce e o pau pula pro alto!

Ser mulher…

é mexer o lacinho na piscina
é nunca esquecer de ser menina
sentir, nos seios, tudo o que facina,
e o coração batendo na vagina.

ser mulher…

é sentir a boceta pesada,
mamilos encolhendo em pontada,
o ânus respondendo na piscada
no ventre, o frio, ao peito a batucada.

ser mulher…

é invejar a filha arredondando
enquanto o tempo ainda está passando
é ver que o filho já está trepando
e que pra trás a gente está ficando

ser mulher…

é aceitar a garupa da moto
e terminar no matrimônio voto
até pirar virando mais um copo
no fim de um relacionamento louco.

ser mulher…

arrepiar-se ao carinho na nuca,
relógio e telefone é o que encuca,
volume da cueca é o que se chupa,
de quatro, toda santa vira puta.

ser mulher…

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Ontem foi foda…

Minhas histórias são muito interessantes, sempre a surpreender a mim mesmo, com momentos inusitados e muito deliciosos, repletos de prazer. O tempo passando, a idade cada vez mais aumentando, e vez por outra uma nova sensação.
Ontem fui deitar e deixei minha mulher vendo televisão, estava meio furibundo, desanimado, frio. Não sei o que ela esteve assistindo, mas assim que deitou ao meu lado passou a perna por cima de mim, deixando o joelho esfregando em minha bunda, e forçando a que eu abrisse as pernas, me despertando logo um tremendo tesão. Facilitei e ela encaixou ainda mais, e eu me posicionei e puxei a sua mão e coloquei nas minhas costas, lhe sugerindo que me fizesse uma massagem. E ela passou a mão na minha espinha descendo até beira do anus, enquanto subia e enfiava os dedos nos meus cabelos. Fez isso várias vezes, e começou a dedilhar a entrada do meu cuzinho que já estava piscando. Ah… aquela depressão de antes desapareceu logo, e mexia nos seus dedos querendo que ela, ao invés de carinhos leves, forçasse mais para sentir algo contundente e forte, e rebolava, suspendia o bumbum, e ela me pirraçava só passando a mão por cima, me fazendo implorar – enfia o dedo minha filha, pedia… E eu quase de quatro esperando a sua mão dentro e ela a afastava e passava o lado da mão no rego e apertava um pouco mais só no buraquinho, o que já estava muito gostoso. Ela com todo fogo e dominando a situação, levantou e trouxe um brinquedinho especial que nos socorre e nos excita sempre que surge uma chance como essa. Encapado com uma camisinha importada e super lubrificada, ainda colocou quase meio tubo de KY em volta do meu anel, o que por si só já nos leva ao delírio. E foi conduzindo aquele caralho artificial, macio e de textura suave, aos poucos, entrava a cabeça e assim mantinha, eu rebolava e ela introduzia um pouco, depois tirava de vez e voltava novamente. Minha próstata trabalhava com toda força para me dá prazer, eu subia e descia, entregue à sua vontade, e cada vez introduzia mais um pouco, até que numa daquelas estocadas com maestria de quem sabia o que estava fazendo, empurra o brinquedinho de uma só vez… Loucura, loucura… que prazer delicioso, que tesão, que coisa fantástica… ela e o cacete de silicone se transformaram num macho gostoso, carinhoso, viril, a me comer com toda experiência e com toda vontade, eu me virei e consegui calçar na coberta e o bicho não saiu, e eu enfiei todo, com toda a força do meu corpo, e ela manipulava meu pênis, meus testículos, que estavam sem ereção, tudo se concentrava na minha bunda preenchida, eu sentia o volume todo, contraia o reto e sentia aquele pau macio dentro de mim, e eu rebolava muito, louco de prazer, e ela apalpava pau e ovos com as suas duas mãos, esfregava e começou a me chupar mesmo mole… enchia a boca e mordiscava, deu uma dentadinha no meio e senti como um clic ligando uma carga de energia, e meu pênis começou a ganhar vida, e aos poucos ela já o enfiava goela abaixo, chupando intensamente sem parar, eu rebolava, mexia muito dando voltas com aquela geradora de tesão dentro do meu cu, totalmente atochado e eu sentindo o macio da coberta e não percebia o talo todo dentro… e eu gritava, lhe pedia para me xingar, me chamar de puta descarada, de viado safado, de tarado vagabundo… que falasse das picas que ela comia me dando corno, os machos que ela já tinha fodido… e ela nada dizia o que me deixava ansioso como se faltasse um metro de cacete a entrar em meu cu… e ela sentiu meu pau enrijecendo e aumentou o ritmo da chupada, e quando percebeu que ia gozar, parou e apertou o pau todo dentro da boca, sugando forte, e deixou eu esporrar em lapsos seguidos e assim ficou até que eu fosse relaxando e parasse a respiração ofegante, que parecia que iria ter um infarto naquela hora e morresse fodendo gostoso com minha mulher, o maior sonho da minha vida.

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Noite Escura

Que saudade que eu estava de escrever aqui.
Antes de continuar, quero pedir desculpas pelos erros ortográficos, pois estou digitando no celular e estou excitada demais para corrigi-los

Pra quem leu meu primeiro conto, sabe que sou loira, branca, seios pequenos e uma bundinha que me enche de orgulho.

Decidi escrever sobre como estou neste exato momento.
Me deitei faz alguns minutos e entrei no chat, ansiosa para conversar e gozar. Uma pena o chat estar vazio.

A unica luz no quarto, eh a da tela do celular…
As vezes eu paro e sinto o perfume de minha bocetinha em meus dedos. Tão excitante…

Eu adoraria neste momento que alguém estivesse aqui. Me chupando, me tocando, me sentindo e me fazendo sentir.
Adoraria colocar em minha boca seu cacete duro e grosso. Lamber da cabeça até as bolas. Contornando cada veia com minha lingua e aproveitando cada segundo. Ou quem sabe, me deliciando em sua boceta, seja depilada, seja com alguns pêlos, não me importa, eu lamberia com suavidade até sentir teu mel jorrar em minha boca, assim como faria com a porra de outros.

Minha xana. Minha xoxota. Meu sexo. Minha boceta. Ela clama por alguém. Seja uma lingua feminina e delicada, seja por um caralho duro e viril.

Nessa noite escura eu mordo meus lábios enquanto me toco loucamente. Desejando ter algo dentro de mim. Me fodendo até o fundo. Com força.

Hmm… Me faça gozar com o que tem pra mim.

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Comi uma aluna no banheiro da escola.

Boa noite leitores , vou seguir o clichê e meu primeiro conto erótico aqui nessa página.
A história que vou contar aconteceu em um colégio onde era professor de filosofia,23 anos na época, sou alto 1,86, moreno, nem forte nem muito magro devido a um tempo de academia, meu primeiro ano lecionando e sempre tentei ser amigo dos meus alunos e alunas , mas é claro que sempre olhava com malícia para algumas alunas , dentre uma dessas com o nome fictício de (Carol), 18 anos , moreninha baixinha, 1 metro e 50 , com um rabo que deixava todos loucos ainda mais por ir de legging colada, que deixava marcada o seu rabo e coxas grossas, peitos médios e gostosos,devido a diversas reprovacoes estava estudando no 3 ano pela manhã , devido a trabalhar tarde e noite , sempre conversei muito com Carol sobre assuntos diversos, casa, família, namorados escola e tal mas nunca sobre sexo até que um dia, normal de aula , Carol fala que queria me contar algo em particular imaginei que era algum problema com a sala e tal. Então acabou a aula e ela ficou na sala comigo, prontamente digo sim carol pode falar , ela me olha nos olhos com uma cara de nifetinha e diz, professor olha não sei como falar mas , a muito tempo eu venho lê olhando e hoje eu não aguentei preciso te dizer , toda aula que assisto sua eu fico totalmente exitada, e então ela baixa a cabeça e espera que eu fale algo, me levanto da cadeira fui fechar a porta e voltei perto dela dei um beijo apaixonado nela e levei sua mão até o meu pau, parei e falei no ouvido dela olha como você me deixa , agora você vai ter que deixar ele mole de novo , com um sorriso no rosto , ela se abaixa abre minha calça senta na cadeira e começa a me chupar, e como chupava bem , meu pau tem 18 cm não é grosso mas ninguém nunca reclamou , a putinha chupava até o fim e não parava aí chupou minhas bolas colocando na boca , que coisa maravilhosa, nisso estou perto de gozar e aviso a ela a putinha com cara de safada me olha e diz da leitinho professor juro a vocês nessa hora foi umas das melhores gozadas da minha vida gozei na boca dela ela engoliu todinho e disse eu quero mais , quero ser sua puta, então eu disse vamos para o banheiro que aqui pode aparecer alguém , nos levantamos e fomos ao banheiro masculino como já tinha acabado as aulas o maior risco era as aux. De limpeza aparecer mas fomos assim mesmo, quando chegamos no banheiro nos agarramos beijamos e fui alisando seu corpo, passando a mão em seus peitos , bunda , bocetinha e os gemidos dela eram os melhores super excitantes , eu já estava de pau duro novamente então tirei sua blusa e sutiã e chupei aquelas lindas tetas bem redondinhas e ouvir seus gemidos de prazer era o melhor, e fui descendo até chegar na sua bocetinha, tirei sua calça colada e vi seu fio dental e a micro calcinha que tava usando é aquele belo rabo que nem cabia nela então passei a língua e vi que ela estava bem lubrificada , mas resolvi fazer ela sofrer um pouco sentei ela em cima do meu colo com pau duro e comecei a masturbação nela primeiro com 2 dedos depois 3 ela me implorava para meter nela e eu apenas dizia que ela era putinha , até que não aguentei coloquei a camisinha e apoiei ela em pé no banheiro e enfiei meu pau que buceta, ela gemeu que tive que tapar a boca dela, que buceta gostosa bem apertadinha, comi ela nessa posição depois sentei no vaso e ela veio por cima e cavalgou de forma maravilhosa, ela olhava pra mim com cara de puta e de realização e isso me exitada muito , quando fui gozar que falei ela pediu para chupar tirou a camisinha e chupou ate engolir o leite e gozei muito nos sentamos e esperamos um pouco abracados como dois namorados até que apareceu um rapaz da limpeza e tive que disfarçar, infelizmente não pudemos mais continuar naquele dia mas tiveram outras.outro dia conto as outras vezes que nos encontramos.

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macumba do prazer3

Ao som dos atabaques Carol foi suspensa por vigorosos braços numa dança frenética .sete homens sustentavam sobre suas cabeças com os braços erguidos trazendo ela como um troféu, totalmente nua , depois foi colocada sobre aquele altar , onde ela ficou se contorcendo como estivesse tendo um ataque epilético. Seu corpo tremia ,seus olhos estavam semi cerrados,totalmente em transe ela gargalhava e gemia chorosa ao mesmo tempo ,quando sentiu que um dos homens estava montando por sobre ela, abriu as pernas . num v invertido ficou rebolando com o pelvis elevado deixando seus fluidos escorrerem de sua vulva totalmente encharcada, gemeu com ênfase sentindo a penetração urrando frenética com as estocadas que faziam ela delirar num orgasmo intenso.num prazer alucinado onde seus gozos contínuos deixavam ela extasiada, por duas horas os sete machos incorporados por exus desfrutaram do corpo de Carol , que incorporada pela sua pomba gira ,sentiu os mais intensos prazeres carnais. Numa estranha mas prazerosa pervessao. Numa busca insana por um prazer cada vez mais doentio a que ela estava se submetendo. A madrugada ia alta quando ela voltou para seu lar , sentindo ainda que seu corpo clamava por mais, entrou debaixo do chuveiro sentindo a água morna sobre seu corpo , sua buceta ainda escorria resquícios de porra, introduziu a mangueirinha sentindo uma gostosa sensação. Carol aos poucos estava se transformando , e sentia um impulso compulsivo por sexo e sabia que simplesmente aquelas sessões nas sextas feiras não satisfaziam e louca de tezao ficou a espera de Gerson seu marido pois ansiava pra ser possuída.
Após seis meses a vida daquele casal dera uma guinada ,que os levou por caminhos nunca imaginados.
Com o domínio de seu corpo e de sua mente pela aquela entidade Carol passou a ter um poder de sedução que encantava e enfeitiçava homens e mulheres ao seu redor, Gerson completamente entregue aos desejos e vontades ele aceitava tudo sendo manipulado por ela que já o transformara num corno manso. Nutrindo uma paixão cada vez mais avassaladora por ela. Que insaciável percorria ruas e becos em busca de machos para saciar aquele fogo que a consumia e que nunca se apagava. Se prostituindo e se oferecendo . numa ânsia constante e desenfreada pelo prazer, aquela já não era mais Carol , dentro dela vivia uma entidade sobre humana, em todos os antros nos butecos de quinta categoria nas ruas mal afamadas ,muito se comentava sobre uma misteriosa mulher . vinha e desaparecia em busca de prazer sexual , e por todos era conhecida por Maria Padilha ………….. a pomba gira de Carol

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no limite do prazer

A bordo do Sea alury partimos para um cruzeiro marítimo eu josua e minha esposa Marli em comemoração a trinta anos de casados, foram os seis meses mais intensos de toda minha vida . que despertaram em mim um desejo louco de viver pois eu estava definhando com vários problemas de saúde, e graças a zakir um turco que conheci a bordo renasci.
A bom bordo eu e Marli admirávamos o por do sol no horizonte quando aquele senhor se aproximou com uma câmera fotográfica e com uma educação rara indagou se poderia bater umas fotos do casal pois sentia uma harmonia e uma beleza única em nos isto nos cativou e não so permitimos como logo nos estávamos sentados apreciando um bom vinho batendo papo estreitando rapidamente uma boa amizade , zakir tinha um sotaque peculiar mas falava nossa língua com desenvoltura pois segundo ele , falava oito línguas, aos poucos ficamos muito íntimos e sempre estávamos juntos , ficamos sabendo que ele a cinco anos fizera morada em transatlânticos pulando de um para outro ficando muito pouco tempo em terra,aos poucos descobri muitas excentricidades que aquele homem tinha. E seu poder de convencimento encantava e fascinava não apenas eu mas também minha esposa. Uma semana depois ele tinha liberdade de perguntar coisas intimas de nossas vidas, seu poder de convencimento era espantoso, cada vez mais intimo quando passeávamos pelo convés Marli desfilava entre ele e eu com suas mãos entrelaçadas nos nossos braços. Isto não invés de me incomodar em muito me excitava, coisa que não acontecia antes pois a quase dois anos eu estava impotente, naquela noite o Sea Alury navegava por um mar tranqüilo numa noite de céu estrelado nos três contemplávamos a lua quando desviei o olhar e tive uma breve e suave ereção coisa que a muito não acontecia comigo , ele audacioso acariciava a enorme bunda da minha esposa. Marli arrebitava a bunda sentindo a Mao escorregar por toda a extensão de suas nadegas, quanto eu fitei seu rosto sua respiração estava agitada , seu coraçao com certeza estava acelerado, saímos caminhando de volta ate entrarmos pelo corredor que levava ate nossos camarotes ,quando fui abrir a porta deixei minha outra Mao escorregar para bunda dela para propositalmente esbarrar na Mao dele.ela se esgueirou assustada deu um passo para a frente eu puxei a Mao dele fazendo ele entrar para dentro do camarote,passando por mim alcançando ela ele a envolveu por traz se esfregando nela seus braços a dominavam enquanto ele lambia o pescoço dela as vezes introduzindo a língua nos seus ouvidos, ela gemeu lasciva desvairada quando ele abriu o feche do vestido seu ombro nu foi acariciado e beijado com doçura por ele aos poucos ele foi despindo ela que ficou de calcinha pois estava vem sutiã.estreitou os bicos rosados enormes pontudos massageou seus peitos, másculo a virou de frente para ele , esbofeteou seu rosto levemente mas firme por duas vezes apoiou as mãos nos seus ombros ate ela ficar de joelhos abriu a braguilha da calça , sacou seu pau enorme duro como uma barra de ferro a cabeça parecia um cogumelo colocou ele entre os lábios dela , autoritário ordenou — CHUPA , CHUPA , MAMA ,MAMA.
Ela beijou aquela cabeça enorme cheirou , sentindo o aroma do pau colocou ele dentro da boca sorveu gulosamente deu um gemido choroso , sentindo as estocadas que ele dava entre seus lábios , Marli com as duas mãos puxava os bicos dos próprios seios enquanto ele bombava em sua boca , extático eu admirava aquela cena sentia meu penis
que mesmo mole pulsava enfiei a Mao entre a calça e punhetei cheio de tesao meu pau mole admirando a cena , ele tinha a Mao em sua nuca e estocava seguidas vezes na boca dela que deixava uma baba pegajosa escorrer pelo seu queixo molhando seus seios , as vezes ele tirava o pau da boca dela mandava ela abrir a boca cuspia dentro dela e voltava a estocar fundo na garganta dela. Ela mantinha os olhos cerrados talves por um falso pudor ,ele ergueu ela pelos cabelos praticamente a jogou sobre a mesa , sua respiração esta entrecortada seu corpo tremia ele novamente deu uns três tapas no rosto dela. Aquilo parece que a excitou ainda mais seu corpo se contorcia ,quando a voz dele soava lhe dirigindo impropérios,ela chegava a pular dando gritos histéricos, — PUTA, PUTA , CADELA , PUTA , VACA, ele agora dava literalmente uma surra nela enquanto a xingava ele dava palmadas pelo corpo dela que rolava em cima da mesa alucinada.entao ele abriu suas pernas deixando ela desavergonhada mente aberta acariciou sua barriga desceu ate suas virilhas levou sua cabeça entre suas coxas e ficou mordiscando seu intumescido clitóris fazendo ela dar um uivo animalesco que creio deve ter sido ouvido a distancia, tal o frenesi que percorreu seu corpo , que explodiu num orgasmo insano ele chafurdou sua língua na molhada buceta dela levando ela a sentir gozos profundos que arrepiavam seu corpo como se descargas elétricas percorressem todo ele.zakir surrava o grelo dela com a lingua dando estaladas que faziam ela subir aos céus e descer aos infernos,ela entrelaçava choros e risos com palavras desconexas .entao ele segurou seu clitori s com o indicador e polegar massageando ele .com a outra mao percorria todo seu corpo afagando seus seios , marli sentia um tesao imenso talves nunca sentido antes em sua vida e quando ele indagou o que ela queria , Marli como um animal no cio vociferava —- QUERO PAU , PICA ,ROLA , CARALHO AI, AI ,AI , VEM, VEM VEM ENTRA DENTRO DE MIM ME DA SEU PAUUU. Ele pincelou o pau na entrada de sua gruta deixando ela possessa seu néctar escorria de suas entranhas ,sua vulva piscava igual a de uma egua no cio formando bolhas sobre aquele liquido que espumava ,quando sentiu a penetração elevou o pélvis alucinada num delírio insano sentiu que seus liquidos jorravam como uma enxurrada formando uma poça em baixo de sua bunda ,trançou as pernas em volta do dorso do macho e desfaleceu num gozo alucinante , quando voltou a si sentiu que sua buceta era fustigada com aquele caralho batendo forte quase tocando seu útero, sentiu sua cabeça rodar uivando como um animal ferido ,os jatos de porra que inundavam seu útero a deixava insana, ele gosava dentro dela ela sentia o pau pulsar embevecida ela apertava o corpo dele contra si murmurando insanidades numa loucura nunca imaginada , eu tinha nos meus dedos duas ou três gotas de esperma ralas que ejaculara vendo aquele momento único dela meu pau tinha uma ereção quaze completa , fiquei encantado vendo os dois desfalecidos abraçados, e com certeza muito ainda iria acontecer muitas coisa , coisa nunca imaginadas .

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imperdoavel

Tudo começou naquela tarde de um sábado qualquer , dando um passeio com minha filha , passando a frente daquele estúdio fotográfico, vi os olhos dela brilhar, pois seu sonho era ter um book fotográfico.mas as dificuldades financeiras não nos permitia , pois eu estava desempregado a quase dois anos e minha esposa que e cuidadosa de idosos e que vinha mantendo a casa. Carol queria entrar para perguntar quanto custaria um ensaio fotográfico dela tentei em vão evitar mas com seu jeitinho de convencimento entrei com ela. Fomos atendidos por um senhor muito gentil que nos mostrou como era feito seu trabalho Carol estava encantada mas o preço para nos era inviável no momento .ele perguntou qual era a idade dela que disse ter quatorze anos , ele se admirou e disse que ela parecia ter uns três anos a menos , ficamos batendo um bom papo por mais de uma hora ate que eu propus para irmos embora, foi então que ele disse que simpatizara muito com nos . e que era para nos voltarmos na segunda que ela iria dar um book para Carol e não so isto iria divulgar suas fotos pois apesar de ser pequena para ser modelo ela tinha potencial para ser modelo fotográfico. Fiquei lisonjeado por ela. Combinei que na segunda estaríamos ali sem falta. Foi um final de semana em que ela quase não se controlava ansiosa por ver seu sonho realizado para alegria minha e de Elena minha esposa. E na segunda feira quando sua mãe saiu para o trabalho por volta da seis horas Carol ansiosa já se preparava . e quando chegamos no estúdio do senhor Eduardo ele nos recebeu com entusiasmo, junto com toda uma equipe formada por ele e mais dois fotógrafos mais uma senhora que cuidou da leve maquiagem e4 dos cabelos dela alem das roupas que o estúdio cedeu para Carol fotografar. Foram feitas muitas fotos nada provocantes o Maximo foi ela posar de maio. Senti que ela estava frustrada pois as fotos foram muito infantis. Eu ate disse pra ela que por ser muito nova talves ele não pudesse fazer fotos mais audaciosas dela. Cinco dias depois fomos ver ew buscar seu ensaio fotográfico estava muito lindo , e agradecido eu disse que ficaria em divida com ele pelo presente que ele dera a minha filha.
Assim ficou selada uma amizade, mas nos afastamos e perdemos o contato com ele. Ate que meu telefone tocou era ele me dizendo que tinha uma proposta de trabalho para Carol . para fotografar para uma empresa que tinha vistos as fotos de divulgação dela. Que era uma oportunidade única que iria render muito dinheiro se ela topasse. Fiquei eufórico com a possibilidade de levantar uma grana. Marquei com ele para a noite se ela aceitasse. E corri para casa para dar a noticia. Nunca vi a loucura que envadiu minha menina, e ate sua m,ae ficou eufórica com a oportunidade de melhorar nossas vidas. Eduardo nos levou ate uma mansão num dos condomínios mais caros da cidade onde nos encontramos com um senhor chamado Klaus que tinha um poder de convencimento impressionante .que nos envolveu e nos deixou muito a vontade como se já nos conhecêssemos a muito tempo, a conversa era regada por cervejas vodka e outras bebidas e sucos para Carol ,que entusiasmada aceitou um suave licor. Pois com seu convencimento o senhor Klaus , estava induzindo ela a beber e eu estava acompanhado eles e já não estava muito sóbrio . mas mesmo estando meio alto percebi que no copo dela fora indroduzido um pequeno comprimido. E isto me deixou preocupado a ponto de questionar o senhor Klaus , Eduardo disse que eu estava enganado que o que eu tinha visto era uma semente de limao mas o copo desapareceu assim que eu questionei. O senhor Klaus então entrou no ponto de nossa reunião e propôs uma oferta de cinqüenta mil reais para Carol posar e filmar um ensaio que ele iria dirigir que ela teria que ficar nua . tentei questionar mas ela interferiu e disse que topava mas que estava com vergonha , eu disse veemente que não , mas com o seu jeito peculiar Klaus falou que eu iria estar presente e que nada que eu e ela nao aceitasse iria acontecer . Carol concordava e com o olhar insistia para que eu aceitasse. E já com a mente turva pelo álcool concordei.
Ele cheio de posses pegou um livro bem grande abriu e começou um interrogatório onde fazia perguntas e anotava neste livro. Fez indagações normais ate que começou a fazer perguntas mais atrevidas tais como se ela estava depilada , o que a deixava mais estimulada , ao notar que ela ficara constrangida ele sem cerimônias colocou um pequeno comprimido em sua boca dizendo que era pra ela ficar desinibida, eu percebi que estavam dopando ela mas eu já não raciocinava direito mais , sem perceber eu já estava totalmente dopado . minha cabeça girava quando descemos para a borda da piscina haviam varias pessoas circulando por ali holofotes e câmeras posicionadas para as tomadas das cenas que iriam acontecer ali. A mesma mulher que vi no estúdio do Eduardo maquiou Carol desta vez uma maquiagem bem carregada realçando sua boca um batom bem forte , não sei quando tempo eu fiquei apagado, me lembro que quando voltei a si ela desfilava de calcinha . para os flash das cameras fotográficas um canhao de luz iluminou ela nitidamente , eu ao ver a brancura daquela pele alva como a neve os cabelos longos amendoados esvoaçados pelo vento aqueles peitinhos alvos com dois botaosinhos cor de rosa as pernas esguias e sua bundinha arrebitada, tive uma ereção como nunca tivera antes pois nunca imaginaria ficar excitado pela minha filha . olhei fascinado para o rosto dela os olhos castanhos sombreados pela maquiagem sedutora a boca carnuda vermelha acintosa pelo batom cintilante eu era desejos e mais nada, com um gesto Klaus , parou as filmagens , as luzes se apagaram ficando na penumbra toda a área . ele mais uma vez colocou um comprimido na boca dela .e a trouxe ate onde eu estava sentado estático somente embevecido com a beleza única dela que eu descobrira. ela se deitou sobre a mesa , estava com a cabeça caída como se flutuasse . com sua voz autoritária ordenou que eu despisse sua calcinha, com mãos tremulas obedeci um canhao de luz iluminou seu corpo me cegando por momentos ate que pude admirar seu corpo totalmente nu pela primeira vez. uma leve penugem despontava sobre seu pélvis .entao me deram um pincel de barbear e uma navalha ele ordenou raspe , raspe ela . com mãos tremulas pincelei seus pentelhos ate formar uma espuma e com todo cuidado do mundo raspei seus pelos a deixando lizinha como ele ordenara, então ela sentou-se numa posição de ioga , passou a língua sobre os lábios o que deixou minha respiração entrecortada , meu pau explodiria a qualquer momento ,alguem me conduziu ate as costas dela .colocaram meus braços ao redor de seu corpo e colocaram minhas mãos sobre seus seios mandaram que eu apertasse aqueles biquinhos rosas , que eu os torcesse eu de olhos fechados curtia aquele momento insano vil hediondo com o mais infinito prazer. Quando ela gemeu sentindo a luxuria da estimulação nos bicos dos peitos , eu tive uma ejaculação sem ao menos me tocar . então a levaram ate outra mesa onde eles entrelaçaram quatro cordas nos seus pulsos e calcanhares a elevaram ate uma certa altura com os braços e pernas abertos, me colocaram entre suas coxas e alucinado eu lambi e chupei aquela gruta rosada aquele grelo pontudo .os estímulos a deixaram alucinada de prazer, e vi minha menina se contorcendo gemendo como uma vadia gritando palavrões nunca imaginados .insano saquei o pau por entre a calça e chorando alucinado implorei — abaixem ela abaixem ela. Eu estava alucinado e sem agüentar me masturbei ate desfalecer caindo pos sobre ela. então eles abaixaram ela , que passou sobre meu corpo e foi conduzida ate onde estava Klaus, deitado fiquei observando ele mostrar um comprimido entre seus dedos que ela por varias tentou abocanhar ate que ele introduziu entre seus lábios junto com seus dedos que ela sugou com deleite. Então ela caminhou para dentro da casa acompanhada pela mulher que a maquiara..
Enquanto isto eles preparavam o cenário eu continuava a ingerir tudo o que me serviam , sem raciocinar , vi montarem sobre uma mesa de centro dois ou três colchões de espuma cobertos por uma colcha vermelha. Um único holofote de iluminava aquela espécie de altar. Todas as outra luzes estavam apagadas quando Eduardo vestindo um fraque negro caminhou em direção aquele altar trazendo Carol numa roupa de couro preta que deixava a mostra seus seios e sua vulva , envolta em sua cabeça uma coroa e um nariz de cachorro cobria seu nariz e ainda tinha orelhinhas de cão , ao aproximar mais na coleira podia se ler . CAROL CADELINHA. Uma coleira no pescoço presa a uma guia que Eduardo a conduzia. Fiquei ali ao lado vendo ela ser deitada sobre aquele altar, um latido desviou meu olhar então um canhao de luz iluminou o caminhar do cão ate o local alguém borrifou algo sobre a buceta dela e nos seios . o cão foi solto rodeou e rodeou cheirou e docilmente lambeu um dos seios dela, um enorme sabujo pesando uns oitenta quilos cheirava e lambia ela ate que concentrou em sua vulva e deu linguadass profundas arrancando gemidos chorosos dela que num delírio de prazer acariciava a cabeça do cão puxando-o de encontro ao seu pélvis. Seu corpo tremia ela sentia espasmos sua buceta piscava abrindo e fechando como uma epilética ela contorcia o corpo .klaus chegou ate seus ouvidos e murmurou para ela abrir mais as pernas ela tinha as pernas arqueadas e abriu suas coxas ate elevar o pélvis, ele então afagou o cão e ordenou — monta kel monta monta vai kel. Eu estava alucinado com a cena urrei mais que gritei a plenos pulmões — fode ela fode ela. O cassete do cão era enorme ,ele colocou as patas dianteiras ao lado dos seios dela se apoiando no estrado ficando sobre as patas traseiras seu pau balançou como se girasse sobre ele mesmo procurando a gruta dela . alucinada Carol gritou para mim — pai ajuda ele vai ajuda ele. Possesso eu fui ate o cão e com minhas mãos guiei sua vara ate a entrada virgem da minha filha. Carol deu um grito de dor e prazer ao sentir a brutal penetração vi o sangue escorrer entre suas coxas enquanto ele como uma britadeira estocava a bucetinha virgem dela. Certamente por instinto Carol rebolava participando ativamente da foda quando sentiu o gomo do tamanho de uma bola de tênis no meio do pau batendo em sua gruta ficou extasiada, e Klaus falou induzindo ela para que ela deixasse aquele gomo passar pois assim ele gozaria ela então calcou suas pernas contra o dorso dele ajudando a penetração cerrou os dentes gemeu chorosa ate sentir aquela bola invadir sua buceta .ele acelerou ainda mais seus movimentos ela sentiu que aquela bola inchava dentro dela fazendo com que ela ficasse engatada no pau dele o cão ficou extático imóvel parado mas dentro dela a pica pulsava despejando jatos e jatos de porra que chafurdaram sua buceta deixando escorrer pelas bordas da sua vulva aquele liquido um pouco espesso misturado com sangue da sua agora arrombada buceta , Carol estava desfalecida após ter os mais intençoes orgasmos nunca antes sentidos seus gozos foram alucinados delirantes . o cao aos poucos ia se afastando trazendo ela engatada no seu pau Carol bateu a cabeça no frio piso sendo arrastada pregada no caralho do animal eu alucinado gozava seguidas vezes sentindo toda a luxuria do momento vendo ela pendurada literalmente no pau dele eu tinha entre meus dedos a coroa que ornamentara a cabeça dela simplesmente eu a fitava olhando seu rosto extasiado de prazer um misto de sorriso e deleite nos seus lábios infame eu via ante meus olhos toda a luxuria que ocorrera ali olhando ela eu dizia cadelinha, cadelinha minha cadelinha. Ela aos poucos ia voltando a si acarinhou o cão com doçura colocou seus pés entre suas virilhas empurrou ate que com um espocar de um champanhe ela expulsou aquele invasor de suas entranhas um rio de porra misturado com sangue e secreções formando uma poça entre suas penas ela aos poucos vai se recuperando retira aquela roupa negra ficando totalmente nua aos poço fica em pe segura os bicos dos seios com suas próprias mãos e com o olhar cravado no Klaus grita — EU QUERO MAIS POR FAVOR BIS BIS BIS,

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