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Auto Added by WPeMatico

A sobrinha do cliente na fazenda… uma potranca!

Olá! Meu nome é Max, sou moreno, olhos castanhos claros esverdeados…, conforme já me apresentei no meu primeiro conto – “Tarde de sexta-feira no escritório”. Leia, você vai gostar!!!

Esse relato é uma deliciosa aventura real que aconteceu entre mim e a maravilhosa sobrinha de um cliente (Claudio). Cliente que passou a ser do escritório após eu ter atuado contra a empresa dele em um processo civil, onde perdeu e foi obrigado a pagar uma vultuosa indenização à parte que era representada por mim. Ele é um dos três sócios de um grupo de empresas do ramo alimentício e agropecuário e vive no Rio de Janeiro – Capital – para conduzir os negócios.

Após ter perdido no processo e pago a indenização ele fez uma investigação na minha vida profissional e agendou com minha secretária um almoço de negócios. Sem entender muito bem fui e, para minha surpresa, disse que havia cancelado o contrato com o colega que cuidava dos interesses jurídicos da família e me convidou a passar uma semana conhecendo as fazendas e empresas do grupo que lhes pertenciam.

Como a proposta financeira inicial era excelente, aceitei conhecer todo o grupo empresarial antes de fecharmos o contrato. Motorista me buscando em casa, avião particular, todas as despesas pagas (ilimitadamente)… era um sonho até difícil de acreditar. Mas o sonho mesmo ainda estava por vir…

Ao chegarmos na cidade Claudio me perguntou se eu preferia ficar em um hotel ou na fazenda e eu disse que preferia a fazenda. Chegando lá ele me apresentou aos outros dois sócios que eram seus irmãos (Helena e Carlos) e ao restante da família. Em seguida, me acomodou em uma suíte maravilhosa, de frente para a piscina, com vista para um lindo lago.

Como já era hora do almoço, todos se reuniram à mesa e ela chegou… linda, estonteante, encantadora, fascinante, hipnotizante, e como não poderia deixar de dizer: muito sexy!

Desceu do carro, com aquela roupa típica de vaqueira
(blusa xadrez com os três primeiros botões abertos, lenço no pescoço, calça jeans, botas) e, ao avistar seu tio/padrinho Claudio abraçou-o fortemente dizendo: “- Tio, há quanto tempo!”

Ele disse: “- Sim Adriana, muito tempo mesmo! Muita saudade de você.”

Adriana era A SOBRINHA… 1,65m, naturalmente loira, olhos verdes, magra, bumbum redondinho, seios fartos durinhos, coxa grossa, pernas levemente arcadas (devido a andar a cavalo desde criança), 30 anos, divorciada, veterinária e… sozinha…

Claudio me apresentou e ela disse em tom irônico e bravo ao mesmo tempo: “- Então esse é o ‘advogado’ que nos venceu naquele processo?” Em seguida virou-se para mim apertou minha mão dizendo: “- Boa tarde doutor! Sou Adriana!” Eu olhando no fundo de seus olhos disse: “- Olá doutora Adriana! Muito prazer, sou o Dr. Max!”

Claudio percebeu o clima tenso e brincou com ela dizendo: Cuidado “Dri” ele é tão durão no Tribunal quanto você é aqui na fazenda!”. Ela olhou para ele e disse: “Vamos ver!”
Aquela frase me deixou excitado, despertou todo meu instinto desafiador de domar aquela linda mulher arisca como uma potranca.

Após o almoço, Claudio veio com Adriana até a varanda onde eu estava e disse: “- Dr, hoje é sexta-feira e amanhã teremos o casamento do Celso (irmão da Adriana – filhos de Carlos) aqui na fazenda. Como gosto de participar dos preparativos combinei com Adriana que ela irá acompanhá-lo para que comece a conhecer tudo o que fazemos por aqui. Trouxe o Sr. hoje para que participasse da festa conosco. Há algum problema em ela lhe acompanhar?”

Eu disse: “- Claro que não, será um prazer!”

Adriana com o semblante de descontentamento me perguntou: “- O Dr. Dirige ou prefere que eu dirija?”
Eu disse: “- Fique à vontade, certamente a Dra. Conhece o melhor caminho!”

Como bom cavalheiro, abri a porta do carro para que ela entrasse. Quando entrei, Adriana, de modo bastante insatisfatório perguntou: “- Se terei que servir de babá ao Dr. Durante esses dias, diga onde quer ir primeiro?”

Eu respondi olhando no fundo de seus olhos: “- Dra. Vamos colocar as coisas no lugar! Não vejo motivo para tamanha hostilidade… não sou seu empregado, nem seu filho e muito menos seu inimigo. Não tenho culpa de ter sido o advogado da parte que venceu no processo; nem de o colega que os assessorava ter deixado que a empresa ficasse em condições de fragilidade processual. Estou aqui para corrigir essas falhas, pois já investiguei suas empresas e vi que perderão as duas outras causas semelhantes às que perderam para mim. Se seu tratamento revela o desejo de sua família, estou indo embora. Portanto, você tem duas alternativas e uma escolha: Ou desliga o carro agora e eu descerei para pegar minha bagagem ou comporte-se como boa anfitriã, e vamos fazer cumprir o objetivo de minha estada aqui!”

Incrivelmente ela baixou os olhos manobrou o carro e fomos para a cidade. Uma cidade pequena, mas muito bonita que nem parecia de interior, com farto comércio, pois vinham muitas pessoas de fora comprar ali. Eles tinham muitos negócios na cidade e ela foi me mostrando e relacionando tudo o que era da família.

E assim, o restante do dia transcorreu tranquilo, mas eu a tratei com extrema formalidade. Chegamos a tempo ainda de um banho para o jantar. Após, todos muito cansados devido aos preparativos do casamento foram para seus quartos e fiz o mesmo.

A casa ficava situada no lugar mais alto da fazenda e a vista, a brisa da noite… tudo era maravilhoso. Como tenho insônia resolvi descer e admirar as belezas daquele lugar à noite. Parei no deck da piscina e enquanto olhava para o lago percebi que alguém me observava. Virei repentinamente e vi que era ela da varanda do seu quarto que ficava ao lado do meu. Fingi não ter visto e fui caminhar em direção ao lago, que ao chegar, não resisti, tirei a roupa e me deliciei naquela água gostosa.

Após uns quarenta minutos ouvi um barulho de folha seca pisada e percebi que estava novamente sendo observado.

Sem fazer alarde comecei a nadar de costas de modo bem ousado, a deixar que meu corpo ficasse exposto na superfície da água. Fui para uma pedra na margem e fiquei mais uns trinta minutos ali, me tocando, de modo bem tentador, másculo, viril, sob a luz da lua que revelava perfeitamente meu corpo todo e principalmente os movimentos que eu fazia com meu pau bem duro.

Até que ouvi novamente o barulho de folha esmagada, fingi um susto, pulei na água, nadei até a margem saí com o pau bem duro, me vesti e voltei para o quarto. O que ela não sabia é que senti o aroma de seu Victoria’s Secrets quando ela tentava se esconder atrás do arbusto.

Amanheceu e a casa toda naquela correria com os preparativos finais, casamento às 14h, padre chegando… acordei cedo, passei por ela, dei um “- bom dia Dra.” bem formal e me juntei ao pessoal para ajudar.

O casamento correu perfeitamente, aquele boi abatido especialmente para a festa, um buffet imenso, bebidas, músicas, danças… e a festa atravessando a madrugada e rolando o domingo inteiro. E todos nessa batida acordados, curtindo… inclusive eu né? Rss

Durante todo o tempo eu percebia os olhares dela para mim e eu fazendo questão de ignorar sempre. Lá pelas 17h do domingo, já não aguentando mais, subi p a suíte, tomei um banho e caí na cama do jeito q saí do banheiro – nu em pele e músculos rígidos de tanto pensar nela.

Mesmo cansado demorei um pouco a dormir, quando ouvi o barulho da maçaneta e a porta se abrir. Simulei que estivesse dormindo e senti o aroma do seu perfume cada vez mais forte – sabia que ela vinha em minha direção e não resisti a ereção. Foi tão forte que ela se assustou e saiu correndo e batendo a porta.

Parecia coisa de adolescente, mas… rss

Na segunda-feira Claudio disse que iria me mostrar as fazendas e Adriana com um ar de frustração disse: “- Ok tio! Não esqueça de mostrar a cachoeira a ele!”. Achei estranho aquele comentário, mas segui meu trabalho analisando tudo o que eu deveria fazer para assessorá-los.

Depois de um exaustivo dia de reuniões, auditoria e vistorias, após conhecer a cachoeira, voltamos e, ao chegar em casa, vi o carro de Adriana. Ao subir ao quarto para tomar banho vi um bilhete perfumado sobre a cama que dizia: “- Dr. deixei o carro caso queira ir à cachoeira quando voltar”. Aquilo soou como um convite, mas já era tarde e resolvi não ir.

No jantar vi que Adriana chegou irritada, séria, dizendo que estava com dor e cabeça e não iria jantar naquela hora, subindo imediatamente para seu quarto.

Após o jantar resolvi fazer uma caminhada e, ao voltar, passando pela piscina parei para apreciar a noite debruçado no guarda-corpo do deck. Quando de repente distraído, me assustei ao ouvir uma voz suave ao meu lado dizendo: “- A noite aqui é mais bonita, não é Doutor?” Era Adriana.

Eu disse: “- Sim, tudo aqui é mais belo, fascinante, encantador…”

Adriana, com um brilho no olhar, disse: “- Posso perguntar uma coisa?”

Eu disse: “- Sim!”

Adriana disse: “- Aceita uma taça de vinho?”

Respondi: “- Claro!”

Bebemos a garrafa de vinho lentamente, conversando sobre muitas coisas. O vinho a deixou solta, passamos a falar sobre casamento, sexo e a conversa esquentou… notei que sua pele branquinha ficava rosada – surgia uma atração intensa entre nós. Percebi que ela estava com o tesão à flor da pele e bastaria uma leve brisa para tê-la como eu quisesse, mas resolvi potencializar aquele desejo transformando-o em uma infinita necessidade.

E então eu lhe disse: “Dra. já são 2:45h e precisarei acordar cedo daqui a pouco para mais um dia de reuniões com seus tios e seu pai. Obrigado pelo vinho, a companhia e a conversa! Boa noite!”

Senti o impacto da minha conduta quando ela, que estava com a pele rosada ficou roxa de raiva, me disse: “- Boa noite Dr.!”

Pela manhã, quando desci para o café, ouvi Cláudio perguntando por Adriana a Carlos que disse ter falado com ela mais cedo e ela disse (com tom de irritação) que precisava receber alguns fornecedores.

Nos reunimos ali mesmo, no escritório da casa até a hora do almoço, pois à tarde eles tinham compromissos e eu teria a tarde toda livre.

Após o almoço descansei um pouco e, ao acordar vendo que a chave do carro ainda estava no quarto resolvi passear na cachoeira. Aquele sol escaldante, a queda d’água formando um véu, aquela piscina de água represada, não me permitiram resistir.

Como a cachoeira ficava distante e ninguém costumava ir lá, entrei nu naquela água maravilhosa.

Fiquei ali literalmente desligado do mundo, curtindo aquele momento apenas com a cabeça fora d’água, quando, de repente fui surpreendido com aquela voz suave me perguntando: “- Vai saber voltar pra casa no escuro Dr.?”
Era ela, Adriana que conhecia aquela cachoeira como a palma de sua mão, que havia chegado e se aproximado dentro d’água sem que eu percebesse.

E eu lhe disse: “- Até aqui eu teria o GPS do seu carro, agora terei a sua companhia para me guiar”.

Ela sorriu e perguntou: “- Já chegou há muito tempo?

Encontrou a caverna secreta?”
sem entender respondi: “- Não, são 17:18h, cheguei há meia hora. E, não por não ter o mapa… não encontrei a “caverna secreta”. Rss

Ela: “- Quer conhecer?”

Eu: “- Sim, será um privilégio!”

Ela: “- Então me acompanhe!”

Mergulhamos por baixo da queda d’água e atrás daquele véu havia uma gruta esculpida pela água com o tempo. Um lugar realmente secreto, pequeno e bem aconchegante com pedras polidas e niveladas, totalmente indevassado e que permitia que ficássemos fora da água.

Ela disse que ali era seu lugar preferido, seu esconderijo, um santuário para onde, desde criança, fugia para se esconder e depois de adulta refletir – um segredo que jamais havia compartilhado com ninguém.

Agradeci o compartilhamento de seu segredo e, depois de um instante de silêncio, admirando seu corpo coberto apenas com um minúsculo biquíni de alcinhas ela então me perguntou: “- Tudo bem aí?” Só então me dei conta de estar nu, de pau duro – extremamente excitado.

E então respondi: “Melhor não poderia estar!”

Com a proximidade dos corpos, segurei-a pela nuca, puxei seu corpo contra o meu e beijei-a de modo arrebatador saboreando seus lábios, tirando-lhe o fôlego, sentindo sua respiração ofegante.

Ela, arrepiada de tesão, trêmula, me abraçou apertando minhas costas enquanto retribuí o abraço acariciando seu corpo, arranhando suavemente suas costas, colocando-a sentada em minhas pernas, de frente para mim, soltando o lacinho da parte de cima do biquíni, apertando aqueles seios gostosos contra o meu peito cabeludo.

Passei a roçar a barba pelo seu pescoço, chupar, morder, lamber.. suave com um toque selvagem. Ela, gemendo baixinho, afastou seu quadril e segurou meu pau apertando e sussurrando: “- Que delícia! De pau”

Meti a língua em seu ouvido e com minha voz bem grave disse-lhe: “- Você que é deliciosa!”. Ela tremeu…
Inclinei-a para trás deslizando o rosto pelo seu colo, chupando entre os seios, segurei o esquerdo, passei a língua bem dura na pontinha do mamilo rígido e ela apertou minha cabeça contra o seio gemendo manhosa dizendo: “- Ai que gostoso! Que isso! Nossa! Faz mais! Não para! Que delícia!…”

Juntei e abocanhei aqueles seios lindos, duros, simétricos, de médios a grandes e passei a devorá-los alternadamente, chupando, mordendo, massageando os mamilos dentro da boca com a língua, e ela em delírios gemia, tremia apertando minha cabeça e pedia: “- Mais, mais, mais, chupa mais! Morde! Faz assim! Não para!”.

E eu percebendo a enorme sensibilidade buscava a posição, pressão e forma de tocar que mais aumentava o tesão e estímulo dela, enquanto, sem que ela percebesse, soltava a parte de baixo do biquíni e passava o pau duro na entradinha da bocetinha que escorria como a cachoeira lá fora.

Quando sentiu meu pau duro, quente, deslizando na boceta, foi como um choque, ela começou a rebolar deslizando-a pelo meu pau e, apertando mais minha cabeça nos seios começava a gritar: “- Assim, isssssoooo! Não para! Não para! Eu vou gozaaaaaaar! Não paraaaaaaaaa! Aiiiiiinnnnnnnnnnnnnnnnn! Gostosoooooooooo! Estou gozandooooooooo! Ainnnnnnnnnnnnnnnn! Gostosooooooo!”.

Senti aquele mel abundante escorrendo, jorrando com pressão. Ela gozou e senti seu corpo amolecer em meus braços.

Com a voz meio embargada ela abriu os olhos, sorriu, me abraçou e disse: “- Nossa! Nunca havia gozado somente com toques nos seios, você descobriu de um jeito maravilhoso uma sensibilidade que nem eu sabia ter… quero você, seja meu homem, faça o que quiser comigo! Me come gostoso! Sou sua!”

Eu a abracei bem forte olhei em seus olhos, beijei sua boca e disse: “- Você é linda! Serei seu homem! Sinta!”

Voltei a beijá-la deitando-a lentamente, enquanto deslizava a barba pelo seu colo, passando por entre os seios, contornando o direito com a língua até a axila.
Chupei o mamilo novamente, ela se arrepiou e se contorceu.
Deslizei o rosto pelo ladinho direito do seu corpo até o quadril passando a barba de um lado a outro do ventre fazendo-a se contorcer mais, subindo até o umbigo contornando-o… sentindo os músculos do ventre trêmulos…
Abri suas pernas e me encaixei, descendo até a virilha, no cantinho esquerdo, na dobrinha da coxa – chupando, mordendo, roçando a barba – admirando e contornando a bocetinha linda rosinha lisinha, cheirosinha, escorrendo… sem tocar nela.

Ela sente minha língua contornando pelo períneo, forçando o cuzinho, dou uma chupada nele, sentindo-o contrair… subindo a língua até a entradinha da bocetinha, fazendo movimentos circulares, penetrando gostoso, metendo e tirando, chupando forte, dando vácuo no útero…

Deslizo a língua entre os lábios da bocetinha e toco o clitóris gerando um choque tão profundo que a fez ter epasmos e tremores mais fortes… passo a massagear, morder, chupar, puxar bem rápido… deixando-o durinho, sensível, inchadinho…

E ela, já desesperada, crava as unhas em meus ombros, me puxa, prende com as pernas, se contorce gemendo, desorientada, me diz: “- Nooooooooooooossa! Vou desmaiar desse jeito! Veeeeemmmm! Me come, me fode, você está acabando comigoooooo!!!! Mete esse caralho na minha boceta seu safado torturador!!!!

Ela se contorce mais, aperto suas coxas prendendo-a e chupo mais… mais forte, mais rápido, sem parar… ela se desespera, me arranha, bate e suplica: “- Vem! Me fode por favor! Não aguento mais, vou gozaaaar de novooooo! Vem gozar comigo!!! Vem meu amorrr!

Depois de tal pedido coloco-a de quatro com o bumbum bem empinado (e que bumbum!)… mordo seu pescoço, chupo, deslizo a língua e falo ao seu ouvido: “- Sinta seu macho minha putinha safada! Minha potranca ‘goxxxtosa’!” Passo a barba em suas costas bem devagar descendo até o reguinho, deslizando a língua pelo cuzinho chupando a bocetinha, que escorre sem parar… massageio seus seios, apertando os mamilos… puxando…

Chupo mais a bocetinha, mais, mais… ela rebola, contrai, grita… “-Aiiiiiiiiiiii!”

Coloco dois dedos na bucetinha em forma de gancho, um no seu cuzinho e ela sente outro choque…

Começo a massagear, chupo seu grelinho… encontro e massageio seu ponto G por dentro, seu grelinho por fora, seu cuzinho… tocando onde mais dá tesão… sentindo cada toque… a brisa… o som da água caindo… sinto seus músculos tremendo, o corpo arrepiado, desorientada e ela implora: “- Meus Deus, que homem é esse!? Eu não aguento mais!!! Vem seu puto, meu garanhão, come a sua potranca, pelo amor de Deus me fodeeeeee! Veeeeeeeeeemmmm! Ainnnnnnnnn!

Sem tirar os dedos coloco a cabeça dele na entradinha dela, só a cabeça… coloco e tiro, bato nela com ele, deslizo pelo cuzinho, pelo grelinho… e falo ao seu ouvido: “- Sinta minha potranca safada!!! Sinta seu macho te fodendo!!! Sinta esse caralho na sua boceta ‘goxxxtosa’!”

Ela diz: “- Me fode amor, me fode! Para com essa tortura… Vem! Soca! Soca ele todo em mim!!!”

Pergunto; “- Quem é seu macho? Quem te domina? O que você é?

Ela responde: “- É você meu homem, meu macho, meu amor!

Sou sua mulher, sua puta, sua potranca, sua submissa!
Mas mete esse caralho na minha boceta pelo amor de Deus!”

Seguro seu quadril coloco a cabeça na entradinha e meto forte, rápido, soco tudo… sem parar… “- Sinta seu macho te fodendo minha potranca ‘goxxxtosa’!!!”

Sem parar… rápido, forte, socando, metendo, quadril batendo no bumbum… dando palmadas fortes, estaladas nele… ela gemendo, gritando, implora mais… continuo metendo sem parar e ela rebolando, forçando para trás…
Não resisto, lubrifico e coloco um dedo no seu cuzinho… pego sua mão, coloco no seu grelinho para mexer nele…
“- Sinta minha putinha safada ‘goxxxtosa’! Sinta seu macho te fodendo e metendo no seu cuzinho enquanto você se toca gostoso… Sinta!!!!

Ela geme, grita, rebola, pede mais e diz; “- Não aguento maaaaais! Isso meu dono, mete! Fode sua vadia! Não para!
Eu falo com a voz bem grossa: “- Vem! Quero te ouvir gozando muito! Sinta cada toque!!! Cada metida… Meu saco batendo na sua bucetinha… Meu quadril na sua bunda… Os seios balançando… O impacto dos nossos corpos… palmadas na bunda… sinta ’goxxxtosa’!”

Tremendo, desorientada, manhosinha ela geme alto, grita: “- Aaaaaaaaaaaaaaaaiiinnnnnnnn!!! Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaai! Tô gozandoooooooooooooo! Gostosooooooooooooo! Não para! Não para! Não para! Veeeeeem! Me enche de porrraaaaaaa! Vem meu homem!!!”

Acelero as socadas sem parar… metendo gostoso, puxando pelos cabelos, batendo forte na sua bunda… puxando forte e metendo tudo sem dó… dizendo: “- Sinta minha putinha goxxxtosa! Safada! Sinta seu garanhão te arregaçando toda!”
Acelero mais, mais, mais… e… “- AHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH!!! Gozannnnnnnnnnndo!!! Goxxxtosaaaaaaaaaaaa! AHHHHHHHHHHHHHHHH! MINHA CACHORRAAAAAAAA!”

Sussurro em seu ouvido “- Sinta minha porra toda na sua boceta minha potranca goxxtosa… inundando-a toda… sinta como jorro tudo nela!!! Goxxxtosaaaaaaaaaa!!!

Ela jorra seu mel junto comigo num orgasmo intenso e, muito ofegante perde os sentidos momentaneamente. Deito e viro seu corpo sobre o meu sem tirar de dentro… abraço forte e sinto seu corpo muito trêmulo, exausto, ofegante, sua bocetinha contraindo, apertando… aperto seu corpo contra o meu, ainda encaixado, dando-lhe meu calor… nossos corpos colados… os seios esmagados em meu peito…

Permanecemos assim até ela voltar a si… ao som da água caindo… meu pau ainda duro latejando dentro dela… querendo mais…

Ela volta a si ainda meio desorientada e, chorando, me abraça, olha em meus olhos e diz: “- Obrigada! Você me fez mulher pela primeira vez na vida… fez eu me descobrir… gozar de verdade… com essa intensidade… me perdoe a hostilidade com que tratei quando nos conhecemos! Você é maravilhoso!!!”

Beijo sua boca e digo o quanto ela é maravilhosa, inteligente, exuberante, fascinante, sexy e muuuito goxxxtosa. Que todo aquele escudo serve apenas para guardar um diamante. O diamante que acabara de se revelar.

Ainda abraçado, com carinho acaricio… acolho em meus braços… lhe digo: “- Sinta meu calor!!! Respira… relaxa…!”

Fiquei assim, acariciando-a por longo tempo até ela relaxar e se recompor… aí, percebemos que anoiteceu, já eram 21:15h, e voltamos para a casa sob forte chuva de verão… mas água não era problema né…? Rss

No quarto, já na cama ela entrou com carinha de safadinha e pediu para dormir comigo dizendo: “- Hoje não aguento mais, mas amanhã quero você em tudo o que quiser fazer comigo…rss”. E dormimos agarradinhos de conchinha a noite toda…

Mas essa ficará para o próximo conto… afinal, eu só iria embora no sábado!!!

Não deixem de ler!!!

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Na cadeira da dentista casada

Olá, muito tempo sem escrever, volto aqui para contar uma aventura que tive nestes dias em Jul/18.

Deixa eu me apresentar novamente, meu nome é Augusto, hoje tenho 32 anos, 1,70 e 85kg, sou moreno, olhos castanhos e coxas grossas.

Quando morei em Mogi das Cruzes tive um relacionamento com uma dentista. Vou chama-la de Lissandra. Ela tem 34 anos, tem mais ou menos 1,75m, uns 60 kg (ela é magra) de olhos verdes e peitos médios. Nós haviamos mudado para a cidade mais ou menos na mesma época. No primeiro encontro fomos em um barzinho perto da casa dela, conversamos e bebemos bastante e no fim da noite ela acabou indo pra casa e rolou um química boa entre a gente. Ficamos uns 4/6 meses de rolo, mas eu estava em uma vibe querendo aproveitar a vida de solteiro e ela por ser mais velha, já pensava em um relacionamento mais sério.

Apesar de não termos avançado no relacionamento ela sempre dava umas indiretas que gostava muito da minha pegada e que eu deveria largar a vida de solteiro para ficar com ela…rs. Eu sempre fui sincero com ela e acabamos mantendo a amizade. Inclusive cheguei a apresentar um amigo meu logo depois que terminamos e ela saiu algumas vezes.

Pouco tempo depois, ela conheceu um rapaz que se tornou o marido dela atual. Eu particularmente não cheguei a conhece-lo mas as vezes ela me contava que ele não tinha todo o fogo que ela tinha. Umas 3 semanas antes dela casar, cheguei até a propor uma despedida de solteira dela comigo, mas tanto eu quanto ela achamos que seria meia loucura e acabou não rolando. (ainda vou realizar esta fantasia…rs)

Ela deve ter casado em 2016 e ainda mantemos contato de vez em quando. Como tanto eu, quanto ela mudamos para São Paulo, ainda nos falamos e ela sempre me fala para eu ir no consultório dela fazer uma consulta. Lá trás quando saíamos ela chegou a fazer clareamento nos meus dentes e resolvi marcar com ela de novo. O consultório dela é em Osasco, então me programei um dia e fui lá no primeiro horário. Cheguei até a dar uma brincada perguntando que eu queria marcar o dia que o marido dela não estava atendendo, mas o dia que ela tinha livre seria um dia que ele estava lá.

Chegando no consultório, realmente o marido dela estava lá, mas não chegamos a conversar. O tratamento foi tudo tranquilo, me senti um pouco incomodado e acho que ela também pelos nossos papos, mas transcorreu sem rolar nada. O que acontece é que ela me disse que precisava ter outra sessão de clareamento e acabamos marcando bem no dia que o marido dela não atendia no consultório…rs

A segunda consulta foi umas 3 semanas da primeira, também marcamos no 1o horário da agenda e neste dia ela tava mais arrumada e com um baton provocante na boka. Durante a consulta, eu fiquei quietinho e após terminar ela tirou uma foto dos meus dentes e disse que eu tava liberado. Me levantei e começamos a falar amenidades, perguntei como estava a familia dela, se ela tinha outra consulta na sequencia. Mas já tinha um clima no ar e eu já fui chegando perto dela. Tinhamos que manter as aparencias pois a secretária fica bem ao lado da sala dela e poderia escutar algo pela janela.

Fui chegando mais próximo dela e prendi contra a parede e dei um beijo de tirar o fôlego dela. Ela já começou a me olhar com um olhar de safada e me beijou mais uma vez. Daí eu já fui abrindo o jaleco dela e passando a mão nos peitos dela. Ela me lembrou que a secretária tava ali do lado e era pra eu ficar calado, mas ao mesmo tempo ela colocou os peitos para eu chupar gostoso. Eu cai de boka e chupei com bastante vontade, mas preocupado em não deixar nenhuma marca no corpo dela. Depois ela desceu a mão e já viu que eu estava com o pau duro e foi abrindo a minha calça jeans e colocando meu pau pra fora. Daí ela ajoelhou e me mandou ficar calado e caiu de boka no meu pau dentro do consultório dela. Apesar do desejo e ela ter me deixado com mta vontade de comer ela ali mesmo, estavamos sem camisinha e a secretária poderia bater na porta a qualquer instante. Ela pediu para paramos e na hora que ela levantou, tanto eu quanto ela estavamos com baton no rosto e ela pegou papel para me limpar.

Nos recompomos e sai do consultório com uma cara que condenava que tinhamos feito algo, mas acho que a secretária não percebeu nada. Ficamos de marcar um novo encontro fora do consultório e conto para vocês quando rolar…

Se vc gostou do conto, segue meu e-mail para batermos um papo: augustosubsp@gmail.com

Acompanhem meus próximos relatos…

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Dei na rua, depois transei com uma amiga.

Novamente escrevo sobre Ricardo.
Uma boa ideia é ler meu primeiro conto ME FODENDO NO BAR.

Me chamo Georgia – nome fictício – sou loira, tenho olhos verdes, não sou muito magra, mas faço academia e pode-se dizer que tenho grandes coxas, e seios.

Eu estava sozinha em casa, no domingo a tarde. Era dia de parada gay aqui na cidade, nada demais, é uma cidade pequena. Mas eu estava apenas relaxando depois de uma de uma semana de trabalho. Meu celular vibra, uma mensagem:

Ricardo: Oi, que tá fazendo?
Eu: Só deitada a toa.
Ricardo: Que tal ir na parada gay comigo? Sabe, é menos gay se eu for com uma mulher.
Eu: Hahaha não sabia que vc curtia essa festa.
Ricardo: Ah, cidade pequena né, a gente aproveita o que tem…

Ah, confesso que estava com preguicinha de sair, mas o Ricardo… Valia um rebember. Bastavam dois segundos pra eu me lembrar daquela noite no bar, seus dedos em mim, na rua! O sexo na mesa do bar depois do horário de fechamento, ele não estava me chamando só pra uns pegas, com certeza vamos acabar transando de novo. Não tem melhor jeito de recuperar as forças perdidas no trabalho né? Então respondo:

Eu: beleza, te encontro que horas?

Combinamos hora, e local.
Tomei um banho, me depilei, pus um vestidinho, meu salto e fui. Ele estava me esperando, todo lindo, com uma jaqueta preta supersexy, só isso já atiçou meu hormônios.
Nos cumprimentamos, compramos bebidas, e fomos pro meio do povo. Estava bom, até, depois de uns drinks, eu já estava bem alegre, foi anoitecendo e as coisas ficaram quentes, olhei pro lado e vi duas mulheres se beijando, uma agarrava a bunda da parceira, enquanto esta segurava seus peitos, isso me excitou e imaginei como seria pegar uma mulher, era uma festa gay, afinal.
Ao meu lado, havia uma mulher dançando sozinha, eu me aproximei dançando junto, ao ritmo da música peguei ela pela cintura, e foi só o que ela precisou pra ela me agarrar também, e começarmos a nos pegar. Era estranho sentir os peitos roçando, agarrei a bunda dela, e imaginei se o Ricardo estava vendo, isto devia estar deixando ele louco.
Senti uma mão na minha cintura, olhei, era ele.
– Senhoritas, isto é muito excitante, posso participar?
– Foi mal cara, só curto mulher – disse minha ficante.
Ricardo me puxou por trás, agarrou meus seios, a moça entendeu a deixa e nos deixou só, uma pena, um ménage seria divertido.
Me virei e beijei ele.
– Eu estava me controlando, sabe. Mas ver você se pegando com aquela mulher, uau.
Ele me apertou contra ele, beijou meu pescoço, minha orelha.
– Quero te foder agora, aqui.
Ricardo amava os riscos de sexo em lugares públicos, e quem era eu pra negar? Já estava toda molhada.
Ele me puxou pela mão, viramos algumas ruas, e demos num lugar onde só havia áreas de lazer, nenhuma testemunha. A rua era sem saída, e no fim dela, meio escondido tinha um terreno cercado com grades simples de arame.
Ele me pôs contra a grade, levantou minhas pernas, que passei em volta da cintura dele. Eu estava prensada ali, a sua mercê, do jeito que ele gosta. Ele me beijava, me apertando mais e mais contra a grade, senti o pau duro dele, me roçando, eu precisava me livrar daquela calcinha.
Ele me pôs no chão. Me virou, com ele ficando encostado na parede dessa vez, abriu o zíper da calça.
– Você sabe o que fazer.
Me ajoelhei, pus o pau dele pra fora, e cai de boca. Eu estava de costas pra rua, qualquer um poderia ver. Me virei pra ver se alguém estava vindo. Ele puxou meu cabelo, e me fez por a boca de novo.
– Tô vendo a rua daqui, fica quietinha.
Ele puxou mais meu cabelo, e começou a controlar o ritmo. Eu olhei pra cima e vi ele agarrando uma mão na grade, ele forçou mais fundo na minha garganta, eu sabia que ele ia gozar. Fiquei olhando pra ele, até sentir o gosto da porra na minha boca, enquanto ele gozava, lambi a cabeça do pau, até acabar.
Fiquei em pé, ele estava ofegante, ainda com uma mão da grade.
– Caralho! Nada como receber um boquete numa rua deserta…
Eu o abracei enquanto ele retomava o fôlego.
– E eu? Não recebo nem uns dedinhos…
Ele levou a mão embaixo do meu vestido na hora, e socou os dedos dentro da minha calcinha. Ele sabia tocar… passava os dedos no meu grelho devagar. Enquanto beijava meu pescoço. Eu olhava a rua, preocupada que alguém visse, mas excitada demais pra parar.
– Mais rápido…
Invés de acelerar o toque, ele me virou e me pôs de costas na grade. Subiu a mão por baixo do vestido, agarrou meus seios, apertou meus mamilos. Gemi. Ele esfregou o pau na minha bunda, e já estava duro de novo.
Ele pôs minha calcinha fio dental para o lado, e me acariciou por trás. Me tocando até seu dedo chegar no buraco da minha buceta. ele pôs dois dedos e ficou me penetrando.
– Tão molhadinha…
Ele tirou um dedo da minha buceta e pôs no meu cu.
– Oh! – Eu gemi com a surpresa.
Ele socava o dedo no meu cu, depois pôs mais um dedo. E não sei como, ele socou outros dois dedos na minha buceta. Tirando e pondo dedos nos dois lugares. Com a outra mão ele agarrava um seio meu por baixo do vestido. Nunca tive o cu e a buceta preenchidos ao mesmo tempo, gemi e gritei naquela rua sem saída. Desci uma mão minha pra buceta, e toquei meu grelho, eu estava quase lá… mordi a grade, agarrei a outra mão na grade e gozei.
– Ah! Aahhh Ricardo… Meu Deus!
O orgasmo era muito intenso, porque ele estava com os dedos no meu cu, na minha buceta, e eu estava me tocando também. Ele me prensou contra a grade, porque eu quase caí, continuou socando os dedos em mim, até eu soltar a grade. Minhas pernas ficaram bambas.
– Meu Deus, nunca gozei assim! Parece que eu soltar a grade minhas pernas vão falhar. – falei ofegante.
– Não precisa soltar a grade, porque agora vou te foder aqui.
Ele socou um dedo no meu cu de novo.
– Você quer aqui? – Tirou o dedo e socou na minha buceta – Ou aqui?
Ficou brincando assim de socar os dedos rápido num lugar, depois no outro, pra me deixar confusa.
– Aí. – Eu disse.
O dedo tinha parado no meu cu.
– Delícia. – ele puxou minha calcinha para baixo, e a desceu até chegar nos meus pés e tirar toda.
– Dava pra só abaixar minha calcinha.
– Eu vou guardar ela aqui no meu bolso.
Ricardo continuou mexendo no meu cuzinho com um dedo, ele tirava, molhava na minha buceta, e socava no cu de novo, depois pôs dois dedos, tirava e punha. Quando decidiu que meu cu estava molhado o suficiente, ele tirou os dedos e ouvi o zíper da calça abrindo, segundos depois, senti a cabeça do seu pau tentando entrar.
– Devagar, por favor – eu pedi.
A cabeça do pau foi entrando, e eu gemi alto, porque doeu.
– Quietinha!
Ele foi socando o pau todo e gritei mais alto, lágrimas se formavam nos meus olhos.
– Parece que nunca deu o cu! Eu vou te comer e você vai ficar quietinha, porque estamos na rua.
Eu engoli o choro, e ele começou a bombar. Depois de umas três bombadas foi parando de doer, e ficando gostoso, eu gemia e pedia pra ele foder meu cu. Então as investidas ficaram fortes, me espremendo contra a grade, quando meu rosto encostou nela, eu mordi a grade de novo, de tanto tesão que eu tava. Nisso ele começou a acariciar meu cabelo, me empurrando mais ainda contra a grade.
Senti gotas me molhando, era chuva, olhei pra cima, o tempo estava bem fechado. Ricardo puxou meu cabelo, virando meu rosto.
– Olha pra mim!
Olhei e vi as gotas de chuvas caindo nele, enquanto metia forte em mim, aquilo era muito sexy. Senti uma explosão quente quente de mim, e a porra dele escorrendo pela minha bunda enquanto ele tirava o pau do meu cu. Eu queria mais, porém estava chovendo bastante.
Ricardo quis me levar pra casa, mas eu lembrei que tinha uma amiga que morava perto dali, então resolvi esperar a chuva passar na casa dela e tomar um banho lá, porque eu estava cheia de porra. Liguei para minha amiga, e ela disse que tudo bem.
Chegando lá, ela pediu pra eu entrar logo, pois estava chovendo.
– O que você estava fazendo nessa chuva?
– Eu estava na parada gay, aí encontrei o Ricardo…
– Deixa eu adivinhar, onde transaram dessa vez?
– Sabe aquela rua sem saída aqui perto? Então…
– Nossa, na rua!!
– Ah, você sabe que gostamos de lugares diferentes.
Pedi pra usar o banheiro, e ela disse que só se eu contasse como foi a transa enquanto tomava banho. Sempre tivemos intimidade, então não liguei. Entramos no banheiro juntas, e eu tirei o vestido. Vi que ela reparou que eu estava sem calcinha.
– Ah, droga, ficou com ele, aquele canalha!
Minha amiga riu.
Entrei debaixo do chuveiro, e ela sentou no vaso pra escutar. Enquanto eu contava a transa fui ensaboando meu corpo, e ficando excitada de novo, mas eu estava com vergonha de me masturbar com ela ali.
– Nossa, ele parece bom com os dedos, é difícil achar um cara que toque gostoso – ela pareceu desapontada ao dizer isso.
Uma ideia louca passou por minha cabeça.
– Eu posso te tocar se quiser.
Ela ficou vermelha.
– Eu… é… eu não curto mulher… somos amigas.
– Eu também prefiro homens, mas peguei uma mulher hoje, e curti, foi só por diversão, sabe, posso tocar uma pra você só por diversão também.
– Tá… tá bom.
Me aproximei dela, molhada mesmo, e dei um beijo. Eu precisava excitar ela, pra ficar bem molhadinha. Beijei-a, agarrei os cabelos, ela parecia relutante, mas depois começou a retribuir.
Desci a mão por dentro do short, e comecei a tocá-la, os beijos funcionaram e ela estava bem molhada. Ouvi seu gemido baixo, que ficou mais alto conforme eu mexia na sua bucetinha, até ela me abraçar e gozar gemendo no meu ouvido.
Depois disso me olhou toda vermelha e com vergonha.
– Nossa, isso foi bom…
– Sabe, você podia fazer algo por mim também…
– Eu tive uma ideia!
Peguei uma toalha, e segui ela para o quarto.
– Deita aí!
Deitei. Ela beijou minha boca, desceu chupando meus peitos, e eu já estava pegando fogo!
De repente ela abriu minha pernas, e caiu de boca na minha buceta.
Me surpreendi em como ela chupava bem… talvez uma mulher soubesse do que a outra gosta. Brinquei com meus mamilos enquanto ela me chupava.
Ela chupou e lambeu meu grelo, estava muito bom. Senti um dedo entrando dentro de mim, e não aguentei mais, gozei ali na sua boca.
Ela levantou o rosto todo lambuzado, sorrindo, e me beijou pra eu sentir o meu próprio gosto.
– Só pra constar, eu ainda gosto de homem, sabe. – Minha amiga disse.
– Eu também, isso aqui é só diversão…
Acabei dormindo na casa dela aquela noite, e repetimos os amassos gozando várias vezes.

Link ME FODENDO NO BAR

Me fodendo no bar

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Japonesa Casada que adora sexo

Eu 1,70m , 70 Kg, Casado, Olhos e Cabelos Pretos, Branco, Ela 1,50m 50 Kg, Casada, Olhos e Cabelos Pretos.

Tudo começou quando esta japonesinha entrou na empresa que trabalho, todos os homens do local ficavam sem cima da menina enquanto eu montei e estratégia de ficar apenas olhando e não estava dando a atenção necessária para a Japonesa sendo que pouco tempo depois descobri que a mesma não estava dando atenção para ninguém foi quando resolvi atacar como calma.Comecei levando-a para almoçar fora depois comecei a beijar no rosto de dar aqueles abraços bem apertados. Comecei a agarrar com mais freqüência ate que um dia fomos em um barzinho e a mesma começou a colocar um queijinho em minha boca e eu retribui com o queijinho, na hora em que estávamos voltando para o local onde estava o carro dela , parei algumas ruas antes e começamos a nos beijar e passar as mãos em seus peitinhos e local em seguida em sua bucetinha sendo que a mesma retribuiu passando a mão em meu pau, paramos por ali e a levei ate o seu carro, no dia seguinte rimos muito do que havia acontecido e em um belo dia resolvi a convidar para ir no cinema como o cinema estava muito cheio resolver namorar um pouco por ali mesmo até que ela passou a mão em meu pau e pediu para tirar para fora neu como não sou bobo nem nada falei pode tirar e pegar quando a mesma começou a pegar e a bater uma punheta para mim ate que pedi para ela colocar na boca e ela colocou foi a melhor chupada de minha vida sendo que tudo isso aconteceu dentro do estacionamento do shopping paramos por ali, sendo que na sexta-feira da mesma semana fomos para um Motel quando entramos começamos a nos beijar e logo a levei para a cama e comecei a passar a mão nesta japonesinha linda e tirei a sua blusinha chupei o seus peitinhos e cheguei ate seu umbigo com a minha língua e logo comecei a tirar sua calcinha e vi aquela bucetona grande quer dizer gorducha e chupei a sua boceta ate fazer a mesma gozar em minha boca, ai a japonesinha veio retribuir chupando o meu pau com aquela boquinha mágica , logo depois a deitei na cama e comecei a introduzir o meu pau bem devagar em sua bucetinha ou ela começou a gemer e pois de uns 25 minutos ela gozou em meu pau e havia informado que nunca tinha gozado em um pau , eu tenho um ótimo controle para não gozar para satisfazer a minha parceira ate conseguir a fazer gozar varias vezes, depois de algum tempo fazendo amor descobrir que a mesma nunca havia dado a sua bunda para ninguém foi ai que coloquei todo minha experiência em parte e introduzi o meu pau bem devagar em sua bunda onde senti o meu pau abrindo barreira e suas preguinhas indo todas embora sendo que adorei tirar o cabaço daquela bunda linda , depois tirei o meu pau de sua bunda lavei e pedi para a mesma chupar o meu pau sendo que foi a melhor chupada de minha vida onde gozei dentro de sua boca e pedi para ela engolir tudo.FOI A MELHOR FODA E MINHA VIDA.

Caso alguma japonesinha queira fazer sexo com um homem que adora fazer sexo sem limites me procure

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E assim foi…

Olá, vivi esta situação meio que por insistência de minha parte, como bom taurino que sou, insistência é algo que rege a minha vida, não me dou por vencido até que me convença que não, que a ultima palavra venha a ser dita, declamada ou até mesmo soprada em meus ouvidos, mas vamos lá como tudo começou, tenho um pouco mais de 50 anos, trabalho em uma empresa governamental, cheio de meninas lindas, novas, cheirosas, mas meninas…
Eis que um belo dia sou apresentado a uma linda mulher, por volta de seus 38, 40 anos, cabelos longos, corpo de menina, cinturada, um rosto de indiazinha, uma nova supervisora de departamento, Indiazinha é o seu nome, assim que meus olhos encontraram os seus, os meus faiscaram, foi reciproco, a partir dai criou-se uma amizade muito legal que consolidou com o tempo, casada, três filhos, não trai, se, nunca soube, tempo vai tempo vem, descobri que adora uma sacanagem, pornográfico e safado como sou, logo nas primeiras semanas pude observa-la bem de perto, tudo do jeito que gosto, pele clara, boca desenhada, grande sem exagero, peitinhos gostosos como tive a oportunidade de vê-los varias vezes quando em determinada posição, a blusa cria uma abertura entre um botão e outro, uma barriguinha reta, uma bundinha redondinha, do tipo quando anda meche os dois lados, nada de bunda malhada, dura e musculosa, bundinha de mulher, redondinha e macia, umas pernas firmes, coxas torneadas, uma bucetinha desenhada pela calça apertada, discretamente apertada, mostrando seus lábios inchados e deliciosos, bucetinha que eu olhava descaradamente.
Essa é a mulher que eu desejei por vários anos, em que tentei de todo jeito leva-la para minha cama, dizendo, mostrando, tentando insistentemente e nada conseguindo, ela me atiçava, eu fazia o mesmo, enfim, nada de meter com essa beldade, tudo acabava no:

– Não posso, sou casada, não traio, não posso fazer isso com meu marido.

Minha esperança de meter com aquela mulher que povoa o meu mais profundo desejo carnal e lascivo já tinha se esgotado, quase apagado, um dia qualquer meu telefone toca, era um sábado.

– Oi, como vai você?

– Tudo bem, e com você, aconteceu algo?

– Sim, meu marido esta trabalhando, vai trabalhar até as 18:00, meus filhos estão na casa da avó, vou para o supermercado, me encontre lá.

Fiquei pasmo, quase sem ação, as pernas tremeram, nós moramos quase que a mesma distancia do tal supermercado, ela de um lado eu de outro, a esperança reacendeu com força total, a minha cabeça começou a trabalhar imediatamente, respondi com a voz meio que embargada.

– Estou indo.

Como moro sozinho, desci até o carro com o coração aceleradíssimo, dei partida e sai como um desvairado pensando que, hoje eu como essa menina, e em como fazer para que viesse para minha casa, sem se expor, afinal ela é casada, cheguei ao estacionamento do tal supermercado, liguei, me disse estar no estacionamento quatro, acelerei forte até lá, vi ao lado de seu carro, de saia colorida até os pés, dessas de tecido fino transparente, uma camiseta meio larga e curta realçando seus belos peitos, meio que mostrando sua barriguinha, cabelos soltos, negros como a noite, parei ao seu lado, desci, já com cara de safado no cio lhe perguntei:

– Indiazinha minha linda, sempre te convidei para nos encontrarmos, você nunca quis, o que mudou?

– Me abraça Indiozinho!

Não desperdicei um segundo desse momento tomando-a em meus braços, senti seu coração acelerado, pude sentir seu cheiro exalando, perfume com cheiro de fêmea, de cio, senti sua respiração em meu pescoço, que foi o suficiente para meu pau ficar duro, apertei-a mais, me encaixando no meio das pernas, acariciei seus cabelos, desci até suas costas e bundinha sentindo a volta de sua calcinha, nos beijamos, um beijo doce, molhado, cheio de tesão, conversamos por um tempo, me explicou o porque, acertamos de deixar meu carro no estacionamento, e rumamos para minha casa em seu carro. Já toda soltinha, subimos a escada nos beijando, segurando meu pau, passando a mão em sua bunda, apertando seus peitos já todo eriçado, rindo das dedadas na buceta.

Tranquei a porta e o mundo silenciou, encostei-a na parede e beijei com força, uma mão em cada peito, suas mão puxavam meus cabelos, arranhava meu pescoço esfregando a buceta contra meu pau, sem parar de beijar, agarrei sua cintura e fui arrastando-a para o quarto, tirou a camiseta e o sutiã me dando os peitos ao som de:

– Chupa Indiozinho, chupa meus peitos tesão, mama gostoso, aiiiiiii que delicia, mama gostoso mama!

– Minha buceta tá melada!

– Aaaaaaaa gostoso!

Tirei minha camisa e beijei-lhe a boca roçando meu peito nos seus, um beijo selvagem melado, tirei minha calça, ajoelhei tirando sua saia. Fiquei de frente com a buceta dos meus sonhos, a calcinha toda molhada, abracei aquele premio, eu mordia, beijava, derrubei-a na cama, ficando de pé abrindo suas pernas, eu delirava dizendo:

– Indiazinha minha gostosa bucetuda, eu te adoro meu tesão!

– Quero sua buceta, quero seu gozo, tesão, gostosa!

Tirei sua calcinha toda molhada, melada, bem devagar curtindo cada segundo, ajoelhei no chão, coloquei suas pernas no meu ombro e trouxe sua buceta na minha boca, buceta rosada, cheirando sexo, melada, chupei, mamei, engoli cada gota de seu liquido, apertava as coxas no meu rosto se contorcendo, hora gemendo, hora dizendo palavras desconexas.

– Tesão, chupaaaaa, mama, uuuuuuu, delicia, porque…, puta qu… vou gozaaaaaaaaaar!

E gozou na minha boca, muito, um gozo salgadinho-docinho, bebi, bebi seu gozo.
Tirei o restante de minha roupa e fui para seu lado, fui beijando sua barriga lisinha, branquinha, macia, chupei seus peitos, seu pescoço, ate chegar à boca, que beijei com carinho, minha mão direita em sua buceta melada, coloquei dois dedos brincando de vai e vem, ela brincando com meu pau no mesmo ritmo. Empurrou-me, fazendo-me deitar de pau para cima, beijou minha boca e foi descendo com língua em meu pescoço, peito barriga até chegar à minha virilha, sempre me punhetando de leve, beijou toda a volta de meu pau, devagarinho chegou com a língua na cabeça, experimentou meu liquido e o sugou todo, foi engolindo minha rola bem devagar, fazendo movimento de vai e vem, torcendo meu pau com a mão, hora mordendo com força a base, hora mordendo devagar a cabeça, com o pau duro e quase roxo, eu disse:

– Fique de quatro que quero meter na sua buceta minha flor, vou te foder gostoso!

Fui levantando e colocando-a de quatro.
Pirei quando vi aquela bunda redondinha e gostosa virada para mim, me ajeitei abrindo sua bunda bruscamente passando o pau na buceta toda melada:

– Indiazinha bucetuda, você vai sentir meu pau te fodendo gostosa!

– Fode minha buceta Indiozinho, fode ela fode!

Arreganhei a bunda com as duas mãos, coloquei a cabeça do pau sentindo a buceta quente e melada, fui enterrando devagar até entrar tudo, segurei na cintura e comecei a estocar forte ouvindo:

– Come minha buceta Indiozinho! Enterra gostoso aiiii que delicia meu deus por que demorei tanto para te dar, mete gostoso mete.

Meti, meti com vontade, meti com tesão de anos acumulado, ela rebolava no meu pau e gemia, gritava, eu socava com tanta força que fazia barulho minha virilha batendo em sua bunda.

– Indiazinha safada, você gosta da pica do seu macho né, vou enfiar o dedo no deu cu, safada!

– Enfia Indiozinho, enfia o dedo no meu cu, puxa meu cabelo seu puto, puxa, me fode puto, me fode!!

Perdemos a noção do tempo nessa sacanagem, senti seu corpo começar a tremer, eis que ela põe o rosto na cama e arrebita a bunda, com as mãos ela se abre toda, se arreganha, goza como uma gata no cio, e grita, grita:

– Aaaaaaaaaaaaaa delicia, to gozando no seu pau, aaaaaaaa!

E gozou de babar, de pingar no lençol, não podia perder isso, tirei meu pau, e partimos para um 69, me lambuzei naquela buceta gozada, melada, salgada e doce, minhas bolas estavam quase explodindo, não deu muito tempo nessa brincadeira, ao sentir que eu estava perto de gozar, joguei-a para o lado, subi de joelhos com o pau no seu lindo rosto, passei a cabeça toda melada na sua boca e disse:

– Agora Indiazinha, você vai beber meu gozo!

Coloquei o pau para ela chupar e gozei, gozei gostoso dizendo:

– Bebe gostosa, bebe minha porra, engole tudo minha putinha, meu tesão!

E ela bebeu, engoliu tudinho sem escapar uma gota.
Deitei ao seu lado, nos abraçamos, nos beijamos, nos acariciamos, ficamos ali numa preguiça gostosa, abraçadinhos sentindo o cheiro delicioso que emanava de nossos corpos, e veio o tesão novamente, fui para um delicioso papai e mamãe, tranquilo, devagar, com muito carinho por essa bela mulher, por essa grande amante, beijei sua boca com o pau dentro da sua buceta num vai e vem tranquilo e gratificante, então ela me diz:

– Quero ficar em cima de seu pau!

Ela vem, senta com vontade, fica rebolando e apertando meu pau, dou uma levantada até ficar com seus peitos em minha boca, chupo seus biquinhos, esfrego o rosto em seus peitos, dou mordidinhas em seu pescoço, ela geme:

– Aaaaaa, chupa Indiozinho, mama, aaaaa, to engolindo seu pau gostoso, minha buceta te quer, te ama, uuuuuuu, que delicia!

Começa então a pular, seguro-a pela cintura sincronizando os movimentos, sentindo sua buceta melada, macia, quente, ela me domina, me sinto impotente quando ela segura minhas mãos olha nos meus olhos e diz:

– Vou gozar denoooovo, gostoso, meu tesão to gozando para voce, uuuuuuuuuuu, aaaaaaaa!

Me abraça, me beija, me aperta e se solta em cima de mim cansada e feliz, diz que me adora e não sabe por que demorou tanto para meter comigo, me enche de beijo, estica o braço, pega o celular, olha a hora e diz:

– Vamos tomar um banho que esta quase na hora de ir.

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No carro do meu pai

Bom, me chame de zeff (fictício obviamente, todos os nomes serão trocados) tenho 19 anos quando ocorreu o conto tinha 18 ,branco, 1,72 de altura,moreno, 67 kg, não tenho um pau gigante como muita gente diz aqui no site, mas ta na media rsrs
Aconteceu no carnaval do ano passado(2015), onde fui passar o fim de semana na casa de um tio em Ibiúna, não curti muito a ideia mas acabei indo pra não ter que ficar em casa sem fazer nada, la não é um lugar ruim pra se visitar, porem passei muitas ferias la e acabei enjoando. rsrs
Mas voltando ao conto, tava meio desanimado pra ir mas fui, entrei no carro coloquei o fone de ouvido e seguimos viagem eu e meus pais.

Da minha casa até Ibiúna demorava cerca de 1 hora e meia pra chegar ,chegamos por volta das 13:00, e não tinha muita gente ainda, mas vi que meu primo lucas estava lá, me animei um pouco, já que a gente cresceu junto praticamente e todo lugar chato que íamos, fazíamos ficar legal rsrs
cumprimentei ele e o resto dos meus parentes que estavam do lado de fora e entrei na casa pra guardar as malas, logo quando entrei avistei minha prima barbara, no sofá e ao lado dela tinha outra garota que nunca tinha visto por lá, seu nome era Thais, ela era um pouco mais baixa que eu, peito médio e bunda media, e um cabelo meio longo e moreno, era o tipo de garota que não é nenhuma modelo mas todo mundo quer pegar, atrai olhares onde vai e etc… quando a vi imaginei mil coisas na hora, mas parei cumprimentei elas também e fui guardar as malas no quarto, fiquei fascinado naquela garota,meu primo entrou no quarto logo em seguida, já perguntei pra ele quem era a garota, então ele me disse, já sabendo que eu tava interessado, que ela veio da Bahia,tinha 20 anos e por problemas familiares ela veio morar com minha tia, porem não temos nenhum tipo de parentesco.

Agradeci as informações e fiquei imaginando um jeito de me aproximar daquela garota que me deixou fascinado, mas depois acabei desistindo, ela parecia ta meio estressada então não quis me meter e desci pro salãozinho da casa pra beber e curtir a festa (ja era 19;00 quando desci), um tempo depois ela desceu também, apenas fiquei apreciando de longe, bebendo e conversando com meus primos, logo começou a chegar o resto dos parentes e consequentemente ficou cheio o lugar , ai meu primo teve a ideia de levar a gente pra dentro da casa ir beber na sala pra conversar mais a vontade, Thais também foi, parecia ta mais alegre do que antes, pensei na hora, que era minha chance de me aproximar dela e quem sabe conseguir algo a mais.

pouco tempo depois tava todo mundo , conversando e rindo, comecei a puxar assunto com ela e a conversa foi fluindo, ate me impressionei como foi tao simples, era 2 da manhã e já conversávamos como se fosse amigos a anos, ela me falou dos problemas delas e eu escutei falei dos meus… até mudei de sofá pra dividir a coberta que ela usava(nisso era por volta das 02;00 da madrugada), continuamos conversando, quando pensei em um jeito de me aproximar mais dela ai tive a ideia de passar o meu pé no dela por baixo das coberta, pra ver sua reação, foi o que fiz, comecei a passar suavemente mas ela não esboçava reação alguma, então fui mais ousado e comecei a passar o pé na sua coxa e bunda, mas quando encostei na buceta, ela deu um pequeno suspiro, foi ali que percebi que a safada tava adorando porque logo em seguida ela começou a passar o pé no meu pau , então fui mais cara de pau e tentei passar a mão na sua buceta, ela tirou em seguida, talvez pra ninguém perceber o que a gente tava fazendo de baixo daquela coberta rsrs, mas eu sabia que não podia ficar só naquilo então dei um sinal pro meu primo lucas sair da sala e levar todo mundo junto , ele entendeu na hora e assim fez.

Na hora que todo mundo saiu puxei aquela baiana deliciosa que todo cara quando vesse na rua ia desejar e dei uma beijo intenso e cheio de vontade, na hora minha mão ganhou vida própria, pegava, apertava aquele belo par de peitos, levantei sua blusa e sutiã, comecei a chupa e mordisca seus peitos enquanto sua mão já ia de encontro a meu pau, Thais tirou meu pau da calça que deu um pulo pra fora, tava mais duro do que pedra pensei que ia explodir, ela apenas olhou e deu um sorriso de safada, a essa altura ela já batia uma punheta pra mim ali na sala mesmo, coloquei minha mão na sua nuca, dei outro beijo cheio de vontade, dei uma mordida e coloquei a mão por dentro da sua calca procurando sua buceta que já estava totalmente molhada, ela gemia alto o suficiente pra alguém que tava dormindo acorda-se então tive que a leva-la pra outro lugar, ela sugeriu o banheiro porem la era perigoso demais qualquer pessoa poderia aparecer ali pra usar, inclusive minha mãe que já tava dormindo.

tive a ideia então de ir por carro do meu pai que tava estacionado de baixo de uma arvore no escuro ela topou, peguei a chave escondido na bolsa da minha mãe e fomos pela porta dos fundos pra ninguém ver e não da problema com minha tia que tava cuidando dela.

entrando no carro começamos a nos beijar novamente , minha mão desceu na sua xota de novo enquanto ela pegava no meu pau, tirei toda roupa dela deixando só de sutiã e calcinha, tirei minha roupa em seguida também, mamando seu peito e alisando sua buceta quentinha por cima da calcinha, ela fechava os olhos e gemia de tesão, fiquei sentado enquanto começou a bater uma punheta pra mim , falei pra levantar e coloquei ela pra chupa meu pau, foi um dos melhores boquetes que ja havia recebido na vida, ela chupava com um prazer absurdo mas com toda sua delicadeza, lambia a cabeça e me olhava fixamente nos olhos, quando percebi que tava quase gozando pedi pra ela parar e senta na minha boca que agora era minha vez, aquela buceta tava encharcada, chupava e ela fechava os olhos e gemia sem parar, sentia cada gota do seu orgasmo na minha linguá, ficamos nisso durante dez minutos então mandei ela sentar no meu colo, coloquei sua calcinha vermelha de lado e na hora que sentou meu pau deslizou e entrou de uma vez só na sua buceta facilmente, ela mordia os lábios, começou a cavalgar e rebolar sem parar, ela gritava de tesão, e eu chupava seus peitos, ficamos nisso por uns vinte minutos ,foi quando eu ia gozar, tirei ela do meu colo, com o banco todo encharcado mandei ela chupar ate eu gozar na boca dela, joguei tudo na sua garganta , ela se engasgou com toda aquela porra e cuspiu metade fora, paramos descansamos um pouco e logo em seguida voltamos nos beijar coloquei ela de quatro, tentei comer seu cu mas quando fui começar a chupa-lo ela não deixou,disse que doía e que não gostava, até insisti um pouco mas foi sem sucesso, fui e meti na buceta novamente que já tava toda molhado de novo , em um vai e vem delicioso cheio de ofensas, ela me chamava de safado e rebolava cada vez mais quando vi que ia goza novamente, tirei e joguei tudo em cima da sua bunda a chamando de puta e safada, ficamos parados durante uns dez minutos e começamos a nos limpar porque poderia vir alguém nos procurar, quando estávamos nos trocando pra voltar, meu outro primo (caio) abriu a porta do carro viu a gente quase pelados e fechou a porta de novo e foi embora rindo, olhamos pra cara um do outro e decidimos fingir que nada aconteceu, voltamos pra casa e fomos dormir no outro dia meu primo contou pra toda a família o que fizemos no carro, ate pro meu pai, todo mundo olhava pra gente e dava risada (minha família foi sempre liberal então eles só queriam Zuar) exceto minha outra tia que deixou a Thais morar com ela, mas depois ela esqueceu e ficou numa boa. rsrs

eu e a Thais não nos falamos depois disso, fui embora e só fui ver ela em outra festa de família, mas essa deixo pra conta em outro conto.
11 97025-5546 se quiserem me chamar no whats ta ai meu numero pra me conhecerem melhor rs

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Saindo da seca, com um loiro lindo

Estava chegando fim de ano 2015, época de festa e fui visitar alguns parentes próximo a vitória. Chegou o dia da virada todo mundo comemorando se abraçando e depois fomos pra casa, ainda era meia noite e resolvi da uma saída eu e uma amiga, Batemos perna naquele bairro até o centro e nenhuma bar que duas garotas pudesse sentar de boa. resolvemos voltar. no caminho para um carro cheio de gatinhos e começam a falar algo q eu n entendia. reconheci o carro era de uma amiga e quem dirigia era o irmão dela. Então entramos no carro com eles e fomos beber em outra parte da cidade, conversamos, bebemos fumamos e rimos. E eles nos deixaram em casa. nessa eu peguei o contato de um dos meninos o wadson loirinho e olhos claros e ele me chamou pra tomar um vinho com ele no dia seguinte. Eu estava na seca ja fazia um ano e pintou a oportunidade de sair e quem sabe rolar um sexo daí eu disse sim.
Ele veio me buscar e foi dizendo q ele perdeu a chave de casa e q n seio que mais. treita pura, fomos direto pro motel, chegando la ele tinha levado uma garrafa de vinho e duas taças. Começamos a beber e conversar, falando de escola e trabalho e então ele se aproxima e me beija. então toma a taça da minha mão e poe na mesinha ao lado e volta a me beijar, me acariciando apalpando meu peito, me levanto tiro o macacão e ele tbm tira sua roupa fica logo todo nu, olhei ele por inteiro, que homem gostoso, bonito e cheiroso. Ele me deitou na cama e foi me beijando por inteira com paciência e mamava meus peitos e desceu, abriu minhas pernas e beijou minha pepeca e começou a lambe-la de todo jeito possível e me deixou de perna bamba, e então se deitou e pediu q eu sentasse nele. o beijei, desci, mamaei o pau dele o punhetando e então sobi nele, me encaxei em seu pau e comecei a kicar ora rápido ora devagar ora rebolando até que minhas penas cansassem.
Ai ele veio me pegou de quatro e me dava uns tapas enquanto me comia, depois mudamos de posição e ele me beijava e me comia com ritmo, com vontade e então disse q ia gozar e ele pediu que esperasse que ele ja ia gozar junto. e então encaixamos no mesmo ritmo e gozei em seguida ele dentro de mim (com camisinha), mas senti que ele gozou muito. foi uma delicia, ficamos uns minutinhos deitados nos recompondo,. Depois sentamos, tomamos o vinho e fomos pra casa. Acordei no outro dia de pernas doidas, mas valeu a pena. sai da seca com um loiro lindo, comecei meu ano bem demais.

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Dei pro meu quase primo

Estavamos em uma social, quando chega o grande, meu primo. estava eu e umas amigas e então colocamos ele pra pagar mais bebidas. nessa coloquei ele na fita de uma amiga. depois de muito papo de putaria entre a galera fazendo resenha e essas coisas. meu primo foi e pegou minha amiga. ficamos la fora e até ouvimos uns barulhos. n demoram muito e voltaram pra beber com agente. Minha amiga disse q ele pegou ela de jeito deram umas metidas e então pararam, pq podia chegar alguém.
beleza. a galera foi embora e eu fui dormir bebada. daí ouço alguém chamando no portão. Era o grande dizendo q esqueceu a carteira aqui, mandei ele entrar pra procurar. agente achou. quando fui pegar e ele tbm nos esbarramos. ai ele -vou indo pra casa e ainda tenho q guardar o carro na casa de um amigo. ai eu falei -dorme ai. apontei pra minha cama.
cara n deu outra. ja deitamos nos beijando com vontade. ele tinha muita pegada, arrancou minha roupa que nem vi. e me chupou com gosto com vontade e me deixava doida, e eu me contendo pra n gemer alto e então ele levantou uma perna minha e foi empurrando aquele pau grande e grosso pra dentro de mim, no inicio doeu depois relaxei e me acostumei e ele bombava forte e com ritmo. Então me colocou de quatro e deu uma estocada que eu fui pra frente sentir a dor daquele pau grande e ai ele foi com calma até eu me acostumar. E então socou com velocidade e eu gozei no pau dele, logo em seguida ele tirou o pau e gozou nas minhas costas. no outro dia fingimos que nada aconteceu e eu nem contei pra minha amiga, se n ela ia dizer q era mais um dela q eu pegava kkkkk
Deixa baixo rsrsrs

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No motel (o mundo gira)

Conheço o Nando a um tempo, ele sempre foi afim de ficar comigo, mas na época ele tinha terminado com uma amiga minha e então eu n quis ficar com ele. o tempo passou e olha ele apareceu de novo estava com um corpo bonito e cheiroso, me cumprimentou como sempre muito educado,peguei o o whats dele e ficamos de papo.
Nessa marcamos de sair ver no que dava, pois eu adoro sair e ele gosta de ficar em casa. sair? fomos direto pro motel. Ele foi logo me beijando, me apalpando. ainda em pé tiramos nossas roupas. deitei na cama e ele deitou por cima. me beijou toda e enfim chegou a minha buceta e me chupou por bastante tempo. ele chupava de leve como se fosse acabar e eu empurrava a cabeça dele de encontro a minha bucetinha para sentir a lingua dele mais forte em mim, senti o tesão aumentando e pedi que ele colocasse seu pau em mim. nossa n demorou muito apertei ele com minhas pernas e gozei. foi muito bom. ele ainda me colocou de quatro e ficou se masturbando e passando a mão em minha bucetinha, ora me lambia e me olhava com cara de tarado, achei bem estranho mas deixei me levar pelo clima, mas em fim ele veio me chupou até cansar. dai infelizmente eu tinha um compromisso, mas deu pra fazer varias coisas nesse tempinho. e então deixamos para outra vez.

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Aproveitando a Oportunidade

Bom dia, é o Dom né, do grupo de Classificados de São José… era a mensagem que estava no meu zap aquele dia de manhã depois de eu ter postado um logo sobre Massagem Tântrica no Classificados de São José no grupo do Face. Sim sou eu quem gostaria, olá sou eu a Meire vi seu anuncio sobre massagem tântrica no grupo e fiquei interessada e te chamei aqui pois você colocou seu número lá e quis saber mais a respeito. Tudo bem Meire eu fico feliz por ter feito contato, qual seria seu interesse na massagem, você conhece alguma coisa sobre? Bom Dom minha situação é um pouco complicada pois eu sou muito ansiosa e depressiva até namoro mais ele é meio desligado sabe, e estou afastada do trabalho por causa da depressão que me pegou por motivos que eu ainda não sei e li lá no seu anuncio que a tântrica tem o poder de tratar desse tipo de trauma e eu achei interessante. Sim querida trato de uma forma mais intima e menos dolorosa, pois não trabalhamos a base de remédios mais sim através de estímulos pelo seu corpo criado com os dedos e mãos com óleos especiais e cremes para tocar seu interior de uma forma diferente e deliciosamente saudável onde você vai sentir aliviada e descobrir que seu corpo é capaz através da massagem de reagir e ceder aos mais deliciosos extintos e assim se auto curar liberando a você uma sensação de prazer a alivio. Uau, rs que isso minha nossa deu até uma esquentada aqui rs, jura Dom que delicia adoraria experimentar. Eu atendo no espaço Metamorfose em CasnavieIra , mas nas horas vagas eu atendo em casa e a domicilio , veja um dia e agende para você fazer uma sessão será um prazer ter você aqui comigo. Obrigado amigo vou me organizar mas gostaria que fosse aqui em casa, minha filha está comigo essa semana o dia todo pois a creche está de greve mas assim que voltar eu te aviso e você vem em casa pode ser? Deixei um positivo para ela e fui para a academia. Eu ainda não tinha ido para a academia na parte da manhã, pois eu estava ali só a uns 15 dias treinando e só i na parte da noite… mas naquela manhã de terça feira eu decidi ir, até porque a noite é muito cheio e eu tinha aquela manhã livre. Quem me conhece sabe que não sou muito alto, tenho (um metro e setenta e seis) e 100 quilos, até porque meu físico e estrutura são de monstros kkkk, e aqui no Sul dificilmente tem negro nas academias dá para contar no dedo, e quando eu cheguei na academia aquela manhã de terça feira todo mundo parou para me olhar. O professor veio me cumprimentar, como vai Dom povo está tudo assustado, eu tinha falado que a noite tinha um Paulista treinando que parecia o Hulk KKKKK. Era dia de eu fazer ombro e perna e modéstia parte amo fazer perna, meu corpo já está legal, meus braços estão bem definidos, e preciso definir minhas pernas, são grossas mas precisa de definição. Resolvi pegar pesado aquela manhã e fui a luta. Fui até o leg-press para fazer cocha e, ao chegar tinha uma coroa de uns 54 anos loira um metro e setenta shorts legue estampado curto e regata branca tirando alguns pesos do aparelho, posso ajudar, sim obrigado, prazer Dom prazer Aurora, eu posso fazer com você aqui, podemos dividir… sim Dom podemos, é bom ter alguém para auxiliar rs, ela colocou 50 quilos cada lado e deitou no aparelho, eu fiquei ao lado olhando , na medida que ela fazia o movimento a xoxota estufava no shorts e ficava gigantesca, era bem visível a xoxota estufada para fora querendo sair daquele short apertado(deveria ser proibido uma mulher treinar com um short tão sexy assim).
Vou aumentar depois eu tiro ta, sim rs, coloquei 150 quilos cada lado é meu treino inicial e já começo para estourar logo. Nossa logo vou está assim como você Dom, minha rola estava inchada ela ficou bem na minha frente olhando os movimentos com a garrafa de agua na boca , eu comecei a fazer bem devagar os movimento de sobe e desce olhando aquele pacote enorme no meio das pernas dela, ela percebeu e separou as pernas uma da outra de modo que ficou bem mais visível o xoxotão, ela percebeu e senti que ela queria ser olhada, muitas garotas novinhas ali e meia dúzia de coroas ela era deliciosa, resolvi investi nas olhadas. Levantei com a toalha na frente do mostro para ela não perceber, tirei os pesos e deixei o dela ela deitou eu fiquei ao lado olhando aquela maravilha. Esse é meu último querida vou fazer agachamento lá no reservado obrigado pela companhia, está bem, mas um dia vou está fazendo seu peso, deu um sorriso e me direcionei para o reservado onde ia fazer agachamento. Minha mente ainda estava imaginando aquela delicia de xoxota, quando olhei no espelho ela vinha com uma barra e rindo, risos achou que ia se livrar de mim, ficou do meu lado e começou o agachamento. Olha e vê se eu faço certo ta… Você quer mesmo que eu fique olhando você fazer o movimento? Sim, percebi que você gosta de olhar e eu adoro que olhe, e você não é daqueles que olha tudo você só olhou pra mim então eu me senti importante diante de tantas mocinhas você olhando para mim, ou melhor para outro local né kkkkk, você quer mesmo entrar nesse assunto Aurora, eu me segurei para não correr para o banheiro, e você vem aqui e começa toca nesse assunto, tudo bem Dom desculpa, não amada que isso é que eu fiquei impressionado com o tamanho da sua xoxota… Nossa suas mão são muitos macias, esse óleo é indiano, sim orgânico, muito bom para quem treina e faz algum tipo de exercícios. Você já trouxe algumas pessoas da academia aqui ou sou a primeira. Na verdade as pessoas da academia não sabe que sou massagista tântrico, só a dona e o marido, até porque eu não sou de falar muito quando estou treinando, mas ai hoje vendo você lá de manhã, treinamos juntos, você me seduziu com esse pacote enorme no meio das pernas kkkk, para Dom bobo assim fico com vergonha, estou brincando, mas você perguntou o que eu faço ai olha no que deu. Vocês já podem imaginar quem estava ali aquela noite de terça feria na minha casa deitada na maca, e eu massageando os pés dela. Isso mesmo Aurora, a coroa de 54 anos da xoxota gigante que treinou comigo de manhã. Quando ela foi fazer agachamento comigo no reservado conversamos bastante e ela descobriu que eu era massagista tântrico.(nunca ouvi falar Dom , mas o que ela faz relaxa , sim relaxa e muito, tem muita cliente aqui da academia, não na verdade não , passa seu número se meu marido não volta hoje da pescaria de alto mar quem sabe vou lá, você mora aqui perto sim, ok, meu telefone tocou era 18;56 eu atendi , oi Dom sou eu a Meire, oi bb como vai tudo bem, a voz era embargada e chorosa, nada bom , meu namorado terminou comigo, ele não entende minha situação, liguei para uma amiga mas ela não atende, só me restou você, desculpa, preciso conversar. Quinze minutos de conversa com Meire a segunda linha estava tocando, só um minuto bb vou ver quem é que está na outra linha. Oi Dom sou eu Aurora, estou morrendo de dor no pé, sei que você não é podolatra mas dá pra dar um jeito… sim claro logico eu sempre começo pelo pé mesmo minhas massagens, você pode atender agora, sim posso, vou passa o endereço, faz o seguinte Dom vou manda um oi no seu whatsapp e você me manda a localização. Oi Meire era uma cliente vai vir agora desculpa a demora, mas vamos fazer assim, pega um Uber traz sua filha com você e dorme aqui hoje, já que está assim se sentindo sozinha, ai a gente conversa a noite toda que acha. Serio Dom você faria isso não vai te atrapalhar, logico que não, vou fica preocupado se você fica ai sozinha com essa baixo estima. Vou pensar Dom, mas só de ouvir isso de você já fiquei melhor obrigado, vai lá atender sua cliente ai me avisa depois que acabar que já terei a resposta. Desliguei o celular e mais um toque no zap, era Aurora, Dom cadê a localização, uma carinha de pensamento eu ri , desculpa escrevi, vou manda. Uma Duster branca parou no meu portão as 19;25 era Aurora, fui atender, ela me chamou no carro, posso pôr para dentro conheço a maioria da sua vizinhança, abri o portão ela entrou, chinelinho havaianas pequenininho, pezinho branco miudinhos, sainha preta curta pano molinho e uma blusinha preta colada. Aurora era deliciosa, cabelo loiro rabo de cavalo, pele firme com pintas tipo bananinha. Aqui estou senhor massagista faça um milagre no meus pezinhos viu…) agora ela estava ali deitada de bruços com a sainha cobrindo a penas a poupa da bunda dela e eu massageando seus pés 35. Nosso Dom que delicia, olha essa parte dos pés aqui está sentindo, sim eu vou puxar com os dedos e você me diz se dói, ai só um pouco mas é suportável, minhas mão subiram até o tornozelo e eu então derramei óleo nas pernas e comecei a massagear em círculos, ela estava totalmente relaxada e se calou eu então comecei a subir agora derramei óleo nas cochas próximo a barra da sainha dela as poupas já estava aparecendo , minha rola estava inchada ela apenas respirava profundamente, a cada toque dos meus dedos. Quando mudei de perna ela apenas disse, não vai sujar minha saia viu rs, um sinal foi dado eu entendi ao acabar a outra perna pedi licença e puxei a saia um pouco para não sujar de óleo, a bunda dela ficou totalmente de fora e sai ficou amontoada na cintura a calcinha branca estilo tangão fio de renda toda enfiada na bunda , quando derramei óleo ela se arrepiou toda e friccionou a bunda abrindo e fechando algumas vezes, mas permaneceu imóvel, comecei fazendo a massagem puxando, a pele macia da bunda na altura do cuzinho dela separando uma banda da outra pegando do rego e trazendo para o lado subindo e descendo até a xoxota. Hummmm Dom assim você vai me acostumar mal, disse ela com a voz bem baixa tipo alguém que despertou de um sono gostoso, eu percebi que a massagem já fizera efeito, então comecei a investir, meu dedo estavam mais próximo do rego agora já dentro massageando próximo ao cuzinho, a cada investida ela piscava e levantava de leve a bunda, decidi ser ousado e puxei a calcinha dela, com as pontas do dedo fui descendo mas não tirei totalmente. Só vou puxar um pouco para não sujar sua calcinha ta… um uhum saiu bem baixo da boca dela eu então derramei óleo e levantei a calcinha para o óleo descer pelo rego, quando o óleo tocou no cuzinho dela e escorreu para a xoxota, ela fechou as pernas e empinou bem a bunda e com uma das mão tentou puxar a calcinha eu imediatamente ajudei. Quando a calcinha estava totalmente tirada eu sem ela perceber senti o cheiro da xoxota que estava toda na calcinha e percebi que estava seca ainda não estava molhada. Quando voltei para ela a saia estava também já na metade do caminho eu ajudei, ela sem esboçar nada deitou e esperou o óleo. Umas bolinhas de morango estava na prateleira ao lado, era um estimulante anal que quando colocado no cuzinho ela delata e faz pulsar, eu derramei o óleo, e com o dedo massageie o rego, descendo até a beira da xoxota sem pôr o dedo nela nem no cuzinho só passando o dedo por cima. Haaaaaaa, ela começou a se retorcer, hummmmm que bom Dom que massagem boa, nossa que delicia, e respirava fundo, era perceptível que ela não tinha muito prazer e nem fazia muito sexo, mas ela começou a despertar, era hora de usar a bolinha, meu dedo escorregou para dentro do cuzinho dela, ela piscou, mexeu a bunda para um lado e outro mas o óleo fez com que meu dedinho penetrasse e eu mexia ele de leve ela se sentiu bem e deixou ficar assim, tirei e coloquei de novo e mais algumas vezes, até que ela empinou a buda de novo e soltou um ,ai Dom que loucura, você ainda não viu nada minha delicia, vou deixar você bem relaxada, e quando disse isso, a bolinha foi introduzida dentro do cuzinho dela e meu dedo também de modo que empurrei bem no fundo. Quer tirar a camisa? ela apenas levantou o braço eu puxei, e derramei óleo nas costa dela, pois já sabia que ia acontecer, esqueci o cuzinho e iniciei a massagem nas costa e ombro ela começou a rebolar e abrir as pernas, aaaa, uiii Dom , que gostoso, aaai , eu deslizei minhas mãos para a buda dela e enfiei o dedo no cuzinho , ela rapidamente começou a rebolar nele eu coloquei o outro e massageando o ombro com uma mão e a outra no cuzinho , aaaaa, aaaaaaa Dom, Dom , a bunda empinada eu tirei a mão do ombro e agora coloquei na xoxota e acariciei, um dedo no cu e outro na xoxota acariciando o grelo estufado, e a pele enorme pendurada, (por isso estava tão estufada na academia) a pele era enorme. Em um frenesi, ela deu um berro, aiiiiiiiiiiiiii, e se retorceu como um jacaré que pegou a presa na agua, quase caiu da maca ela se sacudia como estivesse possuída, aaaaaaaa, aaaaaa, Dom , aiiii huuuuuuuu. Peguei ela no colo e virei de frente os cabelos estavam desgrenhado, toda suada, a xoxota estava estufada, e escorrendo um liquido viscoso e branco, ela respirava com dificuldade, , que você fez comigo, e se deitou com as pernas aberta e a xoxota pulsando, alisei a barriga pouco flácida e beijei os seios firme e bicudos, ela segurou minha cabeça respirando forte, Dom,Dom, eu olhei a boca estava aberta eu enfiei minha língua na boca rosada e seca pelo orgasmo múltiplo, e a beijei longamente, ela se sentou na maca ainda nos beijando parecia que ia me engolir, saguei com uma mão a rola pra fora baixei a bermuda e minha rola ficou dura e apontada na direção da xoxota dela que pingava, levei ela para o sofá ainda no colo e nos beijando apaixonadamente, deitei ela e fiquei deitado por cima a beijando . Eu passei meus braços pelo pescoço e nunca dela e fiquei bem abraçadinho olho no olho nariz com nariz boca na boca, ela abriu bem as pernas e minha rola foi deslizando para dentro, o liquido que saia de dento facilitou a penetração e o monstro sumiu totalmente, aaaaaaaaaa, minha boca não se desgrudou da boca dela, durante os 35 minuto que ficamos naquela posição de papai e mamãe, nos lambendo nos beijando e eu socando rápido, forte, devagar e fundo, aaaaaaaaaaaaaa , soca Dom, soca, hummm, delicia, hummmmm, ela me segurou com força e mordeu minha boca e com uma chave de pernas gozou poderosamente e urrando, hummmmmmmmmmmmmmmm. Minha porra bateu no útero dela, foi tanto que empurrou minha rola pra fora, lavando todo o sofá e escorrendo pelo chão, tombamos ela no sofá, sem forças pernas abertas braços caídos do lado suada e respirando com dificuldade… eu cai ao lado no chão, ouvindo meu celular tocar incessantemente, me arrastei literalmente até o aparelho celular, alo, Dom sim sou eu Meire, passa a localização eu vou sair daqui agora uns 20 minutos estou ai, ainda está de pé?.

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