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Como chupar seu macho

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Como chupar seu macho

Vocês estão na maior loucura, loucos de excitação um pelo outro.

Ele nem precisa pedir.

Você sabe que ele quer sentir a maciez da sua boca, o carinho que só sua língua

úmida e ágil pode proporcionar.

Um bom começo é colher com ponta da língua aquele caldinho que começa a

escorrer do orifício da uretra.

Exatamente assim, colha a primeira gota e saboreie o gosto do seu homem.

Em seguida percorra com a língua toda a extensão do pau dele, de cima para baixo,

de baixo para cima.

Não se acanhe: mostre a língua, deixe o rastro da sua saliva na pele tesa.

A língua, além de indispensável, é bela.

Ponha a sua para fora com naturalidade e deixe que ele esfregue a cabeça do pau

Uma das regiões mais sensíveis do pênis é o “freio”, aquela prega que prende o

prepúcio à parte posterior da glande. Não poupe carinhos ali. Lamba, vibre a ponta da

língua, e receba em troca os gemidos de prazer dele.

Beije, beije muito. Mas faça isso de um jeito bem sensual, sacana, abusado.

Nada de lábios contraídos.

Deixe-os soltinhos, molinhos, dobrados para fora..

Beije a cabeça do pau…

…beije a região do freio fazendo uma leve sucção e, ao mesmo tempo, movimentando a

língua.

Agora, só de maldade, pare e fique apenas lambendo de leve a pontinha do pau.

Faça isso olhando seu homem nos olhos.

Deixe que ele veja em seu olhar o quanto você está gostando de chupá-lo.

A essa altura, ele já deve estar louco e você também não agüenta mais a vontade de

abocanhar aquela tora dura e imensa que lateja em suas mãos.

Então, sirva-se!

Ao sugar o pênis dessa forma, a boca transforma-se numa espécie de tubo morno, macio e

úmida.

Chupe com vontade.

Faça o pau sair quase todo da sua boca…

… e torne a abocanhá-lo até onde você suportar.

Fique assim, chupando e fazendo o pénis entrar e sair da sua boca, imitando os movimentos

de um bom cuzinho

Quer ver o seu macho subir pelas paredes?

Chupe a cabeça do pau e, ao mesmo tempo, bata-lhe uma punheta.

Poucos homens resistem…

Continue mamando na cabecinha e, desta vez,

fazendo movimentos circulares com a mão em torno do pénis,

que deve estar bem meladinho de saliva.

Surpreenda seu homem.

Faça coisas que a maioria não faz e torne-se uma chupadora inesquecível.

Por exemplo:

Coloque o pau dele na parte interna da bochecha e faça-o

deslizar suavemente para dentro e para fora.

A mucosa dessa região da boca é extremamente macia e a sensação é muito, muito gostosa!

Coloque o pau dele na parte interna da bochecha e faça-o

deslizar suavemente para dentro e para fora.

A mucosa dessa região da boca é extremamente macia e a sensação é muito, muito gostosa.

A saliva, acredite, não é uma mera coadjuvante.

Se você estiver curtindo, a chupadela vai-te deixar, literalmente, com a boca cheia d´água.

Brinque com a saliva… deixe-a escorrer sobre o pau do seu homem e depois

aproveite a melação para punhetá-lo.

Provoque-o! Tire o pau da boca lentamente formando um fiapo de saliva

entre a boca e o pau. Vocês estão por um fio. Não é uma delícia?

coisinhas que você deve fazer com extremo cuidado

Acaricie o pau dele com os dentes.

Mas faça isso delicadamente, arranhando ao de leve.

As bolas são, com certeza, a região mais delicada do corpo masculino.

Qualquer pancada, ou mesmo uma pressão mais forte, provoca uma dor insuportável.

Portanto, pegue ao de leve!

Coloque-os na boca mas não chupe com força.

Apenas envolva-os com os lábios e use a língua.

Nada de dentes nesse momento.

Os lábios e a língua são os instrumentos que realmente propiciam prazer.

Uma “garganta profunda” é garantia de sucesso mas vá com calma.

Poucos conseguem engolir um pau de bom tamanho

( com mais de 18 cm, por exemplo)

Tente engoli-lo aos poucos.

Vá forçando devagar até conhecer ser próprio limite.

Ir além pode provocar ânsias de vómito, o que é desagradável.

Se você conseguir, irá propiciar um prazer indescritível a seu parceiro.

Experimente, ao mesmo tempo, acariciar o pau com a língua.

Se não conseguir, não se desespere.

Depois disso tudo, o gozo é inevitável.

Você gosta de engolir?

Então, relaxe e receba o prémio pelo seu desempenho na arte de enlouquecer

seu homem com a boca, os lábios e a língua.

Se você não gosta de engolir, não precisa.

Existem outras formas de curtir o gozo dele.

Só não cometa o pecado de sair correndo para cuspir.

Ao pressentir que seu parceiro está prestes a gozar, continue as carícias mas

mantenha a boca aberta para que o esperma escorra.

Espalhe o esperma por todo o pau e punhete bem devagar, até a última gota.

Outra alternativa é tirar de dentro da boca, sem parar contudo de beijar e lamber a

A cabeça e o corpo do pau del, e deixar que ele goze sobre vc.

Aproveite esse rico creme para uma massagem. Dizem que é ótimo para a pele.

E depois? Bem, relaxe, beije, namore e deixe que o seu homem,

a essa altura feliz e satisfeito, retribua o prazer comendo sua bundinha

Homofobia na Escola

 

Educação Sexual nas Escolas

  

  Se bem me lembro a última história que escrevi neste blog foi em Setembro, vocês podem não saber mas este tipo de escrita não é tão fácil como parece.

     Se dou esta explicação é porque tenho recebido vários e-mails a protestarem, inclusive perguntando de estou de férias, ou não tem acontecido nada de nota ou ainda de tenho nova companhia e estou-me nas tintas para os leitores. Pois bem, não é nada disso, simplesmente tenho-me dedicado a escrever sobre outros temas em outros bloges que nada têm a ver com Histórias Eróticas entre gays.

     Actualmente tem havido uma guerra entre a Ministra da Cultura e os professores que por tabela quem se vai tramar é o aluno. Eles dizem que não, mas não é verdade na medida em que se os professores não tiverem condições de trabalho e não estiverem psicologicamente preparados para o ensino, a coisa sai torta.

     Há professores que se aguentam à bronca outros não acontece até que derivado à má formação de alguns – embora sejam poucos felizmente – a coisa pode descambar para também a má formação dos alunos.

     O que aqui hoje venho contar não é uma história inventada por mim, mas sim um relato sobre o procedimento de uma professora e que me foi enviado por e-mail.

 

 

 

Homofobia se aprende na escola

Felipe Luckmann

 

“No colégio aprendemos coisas úteis, deixamos de aprender outras mais úteis ainda, ou então, aprendemos o que nunca deveria ser ensinado a ninguém. O último caso é o da homofobia. Ela, infelizmente, é doutrinada em nossas instituições de ensino, que servem assim para perpetuar preconceitos já enraizados na nossa sociedade. É lamentável, já que o papel do colégio é (ou deveria ser) fazer o aluno pensar e principalmente repensar o mundo. Mas não é isso o que acontece. Ele é instigado a repetir padrões de comportamento e conduta já consagrados.

Quem é o responsável por esse quadro? Um deles é o professor, sem dúvida. Afinal, ele representa a figura de autoridade e de "sabedoria" dentro da sala de aula.

 

Vou citar um exemplo verídico, e que aconteceu comigo mesmo. No último ano do ensino médio, tive a infelicidade de ter como professora de biologia uma profissional extremamente preconceituosa e reaccionária. Dizia incontáveis absurdos contra os homossexuais. E seu falar era convicto, com uma paixão assustadora. O pior, é que ela adorava abordar a temática sexualidade nas suas aulas, apesar de não ter formação para tal e entender nada do assunto.

 

Certa vez, ela explicava o ciclo menstrual feminino. Como alguns colegas (meninos) meus conversavam e não prestavam atenção no que ela falava, a dita cuja interrompeu a aula e proferiu a pérola: "Vocês aí, prestem atenção. Eu quero que vocês entendam a mulher de vocês quando casarem. Porque eu rezo todos os dias para que vocês só tenham relacionamentos com mulheres. Infelizmente, nem sempre isso acontece…". Preciso dizer mais alguma coisa? Uóóóó!

 

          E tem mais. Em outra ocasião, ela discorria sobre vaginas, não lembro o motivo. Comentou o fato da boa visualização do órgão que certas revistas adultas eróticas propiciam. Ela se referiu a tais revistas como aquelas que "99,8 % dos meninos normais compram".

 Absurdo total! Por dois motivos: primeiro, homossexualidade é uma orientação sexual como qualquer outra, não há nada de anormal em ser gay; segundo, os gays não são 0,2 % como acha a querida professora, mas sim, pelo menos 20 %.

 

E não acabou. Como já disse, sexo era um dos assuntos predilectos dela. Não perdia oportunidade, então, para falar sobre sexo anal e oral. Falar mal. E jogava nos alunos todas as ideias mais medievais possíveis. "Eu preciso alertá-los", dizia. Sugeriu que sexo anal causaria hemorróidas (?!), incontinência fecal (?!!!), câncer… ou seja, quem desse o cu estava condenado à morte.

 

E o preconceito e as ideias erróneas, iam sendo perpetuadas dentro da sala de aula… Importante mencionar o modo como tais ideias eram ditas pela referida profissional. Falava com uma convicção, com um jeito de bem entendida no assunto, com uma eloquência, que dava a tudo um teor de verdade incontestável. E seu discurso fascizante era convincente. Na sua luta para catequizar os alunos, ela não esquecia nem de legitimar seu discurso.

 

 Prática caracterizadamente fascista: legitimar uma mentira. Para tanto, dizia outra de suas pérolas: "Não, eu não sou preconceituosa. Quero mais que as pessoas sejam felizes". Hahahahaha! E se isentava de qualquer culpa… Tudo o que dizia, assim, não era preconceito, mas verdades… Só não mencionavam que eram verdades válidas somente na Idade Média. E felizmente estamos no século XXI. Quando ela falava aquelas coisas, não estava sendo preconceituosa? E pode algum gay ser feliz, sofrendo com a discriminação da sociedade, que ela mesma contribui para aumentar, educando aqueles adolescentes para a homofobia?

 

E essa é apenas uma de tantas professoras e professores que se portam de maneira errónea.

 O correcto seria a escola educar desde cedo para a diversidade. Para tanto, é necessária uma reformulação total do sistema de ensino, em todos os níveis. Para começar, no ensino superior. A maioria dos professores está despreparada para tratar do assunto sexualidade. Então, as licenciaturas devem abordar o tema profundamente e orientar o comportamento dos professores diante da questão em sala de aula. Assim, se formariam professores que perpetuariam uma ideologia mais tolerante em relação à homossexualidade. Seus alunos, futuros professores, estariam mais preparados para lidar com o assunto na faculdade e, consequentemente, na posterior prática profissional. Gradativamente, o nosso sistema de ensino iria mudando e a mente de nossas crianças e adolescentes também. Esse é um passo importante que falta. Pois não só a homofobia se aprende na escola, mas o respeito pelo diferente também”.

          

 

     Meus amigos certamente já encontraram entre os vossos professores tipo e tipas deste género e a pergunta fica: Como calar estes paspalhões com almas perversas e que não conseguem pensar antes de soltarem tais asneiras? Onde está a disciplina de orientação sexual que a ministra prometeu? Onde estão os professores qualificados para dar tais aulas?

     Se souberem ou quiserem comentar SEM MEDOS façam-no aqui.

 

O Caçador

Recordações do verão passado

UMA NOITE NO CINEMA

 

Estamos num dia de Agosto mas contrariamente ao que tem acontecido nos anos anteriores o pleno verão, parece que não quer chegar, o sol, tirando um ou outro dia de verão à séria os restantes são uma seca, o sol normalmente está encoberto e até mesmo à beira mar está normalmente vento.

Mesmo assim, como gosto muito de praia, naquele dia fui até à Ericeira, vila piscatória simpática que até tem uma praia chamada “Praia dos pescadores” que gosto muito, – até tenho lá alguns amigos – pois faz uma baia, não tem ondulação significativa e é relativamente pequena.

 

Por curiosidades, foi nesta praia na altura porto de embarque da vila, hoje praia dos pescadores que a 5 de Outubro de 1910 derivado ao genocídio em Lisboa que por efeito do mesmo, aconteceu a implantação da Republica, sendo neste porto que a Família Real, tendo à sua espera o iate “Amélia”, rumou para Gibratar.

 

Normalmente quando vou para aquelas bandas, além da roupa de banho, levo também umas calças e uma t’shirt para vestir à noite, pois faz sempre fresco mas naquele dia não sei porque, esqueci-me e só levei o calção de banho a toalha, uns calções normais, uma blusa de alças e como calçado, umas sandálias daquelas de meter o dedo. Quando verifiquei que não tinha levado outra roupa, também não me importei muito, era a forma de não ir curtir a noite em qualquer bar, dava quanto muito para curtir um esplanada ou ir ao cinema. – Como já tinha tido uma má experiência, fui mesmo assim -.

O dia na praia foi um espectáculo. Nem sol abrasador nem muita gente. O dia um pouco enevoado tinha afastado muita gente da praia, tirando um ou outro casal que se enrolavam nas toalhas, mais ninguém. Nem surfistas ou jogadores de bola na praia, mas gostei do dia.

Já eram seis da tarde quando sai, tirei os calções de banho que já estavam secos, vesti os outros de sair, mais a camisola de alças e lá fui até à vila dar uma volta.

Não tinha lanchado e para jantar também era cedo, fui até uma cervejaria, comi um prato de caracóis, bebi umas “bujecas”, finalizando com uma cassata de gelado. Para mim, já estava jantado, entretanto já eram nove horas da noite.

No largo chamado Campo da Bola, existe um Centro Comercial que tem cinema, olhei para os cartazes e nessa noite ia dar um filme que nem reparei no nome mas pelos bonecos, vi que era um daqueles de porrada. Pelo menos para passar o tempo.

Quando fui para comparar o bilhete a menina da caixa disse que espera-se pois só haveria sessão se houvesse pelo menos seis espectadores. Em vês de esperar ali à porta fui tomar um café que também existe dentro do dito Centro.

 

 

 

Estava metido com os meus botões e saboreando o café quando reparo que alguém, um rapaz ai para os seus vinte anos, me mirava de alto a baixo. (não achei estranho pois na figura com que estava vestido não liguei)

De repente a menina da caixa vem junto a mim a dizer-me que comigo já faziam os seis espectadores e podia ir comprar o bilhete. Assim fiz, e depois de entrar na sala, de facto, só lá estavam três casais muito agarradinha e nas cadeira do meio da sala para a frente. Como a sala é pequena sentei-me a meio quase nas últimas filas, podia estar mais à vontade, via o filme e não chateava ninguém, pois eu acho que quem está, está, quem vai, vai.

Passado algum tempo, senti que alguém se tinha sentado na cadeira mesmo atrás de mim, segundos depois, senti os joelhos de quem quer que fosse tocar com os joelhos nas costas da minha cadeira. Não liguei, pois julguei que se estava a ajeitar na cadeira.

 Minutos depois, sinto novamente um toque na costas… ai não gostei e virei-me para trás a fim de dar uma bronca! Quando deparo com o rapaz que me tinha estado a mirar no café, e me cumprimenta com um aceno de cabeça, ao mesmo tempo que faz um trejeito aos lábios como que manda um beijo… fiquei atónito e sem entender nada!!!

De repente ele levanta-se e vem se sentar ao meu lado. (Naquele momento, podia ter dado uma bronca, mas fiquei à espera dos acontecimentos).

 Para me roubar não podia ser, pois só estava de calções e camisola, para me dar porrada também não podia ser, pois não o conhecia de lado algum, e mesmo quando trocámos olhares no café, não correspondi de forma alguma, até porque também não era o meu género.

Passaram-se vários minutos e sem gesticular qualquer palavra nem tão pouco olhar para mim, começou a encostar a encostar a sua perna à minha, fazendo cada vez mais pressão… eu nem me mexi, não queria era arranjar bronca no meio do filme, embora não houvesse ninguém à nossa volta. Depois de várias pressões, senti sua mão pousar sobre a minha perna… eu fui deixando…

Nessa altura verifiquei que ali ias acontecer algo de estranho.

Lentamente ele começou a acariciar minha perna, foi até à coxa na parte interna, voltou a subir e foi acariciando o meu pénis que já se encontrava rijo, pulsando e babando ao ponto de já ter os calções molhados. Aos poucos, meteu a mão nos meus calções, agarrou no meu pau, com a outra mão, baixou-me os calções e delicadamente, puxou os tintins e tudo cá para fora… – eu estava quase a morrer de vergonha e com medo que alguém desse por aquilo que se estava a passar, mas a tesão já era tão grande que eu disse cá para comigo: Olha… seja o que Deus quiser! Eu quero é vir-me -.

Aquela mão quente e movimentando-se para cima e para baixo ao mesmo tempo que com o dedo grande ia acariciando o buraco da uretra, estava a deixar-me maluco de prazer, contorcendo-me de palpitações. Meu corpo foi-se levantando da cadeira mas só aquela parte dos genitais, como à procura de um buraco para meter a minha picha que naquela altura já estava numa pichona. É nesse momento que ele baixou a cabeça mete meu pénis na sua boca e começa a chupar. Comecei a contorcer-me ainda com mais de prazer, ao mesmo tempo que me segurava à cadeira para não gemer alto. A situação era de tal forma caricata que já não sabia o que havia de fazer, se aquela tesão toda era normal ou porque estava com o medo de ser descoberto, sabendo que se me viesse gritava. Tentei tirar a cabeça dele mas não deixou, pelo contrário, abocanhou ainda mais e não tive outra alternativa que morder os lábios para não gemer d’alto e deixei meu esperma sair em golfadas de prazer enchendo aquela boca gostosa.

Fiquei tão fora de mim, que não sei se ele engoliu ou deitou para o chão todo aquele esperma, só senti que continuou a chupar até o meu cacete ficar seco e começar a ficar mole.

Ele puxou-me os calções para cima tapando aquele cacete que lhe tinha dado tanto prazer e já se encontrava em repouso.

Ficámos por ali a ver o resto do filme sem dizer palavra, estiracei-me cadeira a baixo e assim fiquei até o intervalo.

 

Ai veio ele! O intervalo. Ainda mesmo das luzes se acenderem, ele levantou-se e saiu do lugar.

Eu estava como quem não acredita do que me tinha acontecido, olhei para todo o lado e lá estavam os casais mais à frente agarradinhos e mais ninguém na sala.

 

A meio do intervalo, levantei-me e fui até aos lavabos com a intenção de dar uma lavadela no meu aparelho, pois até os tintins estavam húmidos.

Quando entrei nos lavabos, já a campainha de inicio de sessão estava a tocar e também ao fundo, fumando um cigarro se encontrava o dito cujo desta história.

Como não estava mais ninguém e de vergonha pouco tenho, tirei minha pilinha de fora e lavei-a no lavatório.

O rapazote (vou chama-lo assim), aproximou-se de mim, colocou-se atrás, abraçou-me indo com suas mãos agarrar meu pau ao mesmo tempo que senti o seu rijo e grande, encostado ao meu cu. Virei-me de repente e disse: – Espera aí… não sou gay! T’á bem?

 Ele calmamente, sem dizer palavra afastou minha camisola e começo a mamar os bicos dos meus seios que por sinal até são grandes.

 

Começou outra sessão não de cinema mas de lambidela e chupadela. Como já tinha gozado há pouco, estava mais tranquilo e pude curtir mais as sensações de ter uma boca quente e húmida percorrendo meu sexo.

A sua língua desceu dos mamilos até à minha barriga dando algumas murdiscadelas. Agachando-se, a pouco e pouco foi começando com a ponta da língua a querer penetrar na minha uretra, ao mesmo tempo que com as mãos ia acariciando meus tintins.

Eu tremia todo de tanto tesão. Agarrei-lhe na cabeça e fui movimentando-a de encontro o meu corpo. Quando senti algo na ponta do meu pénis (deviam ser as carótidas), guinchei dizendo: – Estou a vir-me! Chupa mais! Ele chupou tudo com gula, ao mesmo tempo que batia uma punheta a si próprio. Viemo-nos ao mesmo tempo e guinchámos os dois de um prazer poucas vezes sentido. Meu pau saiu daquela boca linda e sensual, limpo como se o tivesse lavado. (Qual água qual carapuça, aquela lavagem foi muito melhor)

 Ele levantou-se, subiu as calças, olhou para mim com ar de riso disse:

– Sempre valeu melhor que o filme…

E saiu porta fora.

Quando voltei para o meu lugar a fim de tentar ver o resto do filme, ele não estava lá, percorri com o olhar toda a sala e nada.

Minutos depois o filme acabou. Não cheguei a saber se a história era de amor ou não, o que eu sei, é que naquela noite tinha havido amor naquela sala.   

O Rapazote! Esse! Nunca mais o vi.

 

O Caçador

Maricón no aeroporto

Cor de maricón ?

  

Como é hábito, quando vamos de viagem e essa é feita de avião, temos de chegar uma ou duas horas antes da partida, no entanto, naquele dia e porque tinha passado uma boa noite de despedida para a minha viagem a Paris, fui um pouco mais cedo

 

Aproveitei para ver umas montras e os passantes, podia, talvez, engatar alguém para a viagem já que para Paris viajam aqueles que por cá não podem dar nas vistas.

Ia olhando, olhando e de repente apercebi-me que dois espanhóis discutiam frente a uma montra de pronto-a-vestir de marca.

O mais jovem e educado, não teria mais de dezanove anos, tipo galego de cabelo claro e comprido e vestia um casacão vermelho até aos tornozelos.

O outro, beirando os seus vinte cinco anos, tipo cigano, cabelo escuro e escorrido, trazia camisa social cor de mostarda e uma gravata com um nó não apertado, estilo ‘cafetão’. Este, exaltado, reclamava porque o outro havia dito, não sei exactamente o quê, pois só me apercebi: – mas querido és cor de maricón!

Este simples comentário feriu profundamente o brio do ‘cafetão’ machista, provavelmente por ter gostado de alguma coisa que viu na vitrina do aeroporto (uma camisa, uma t’shirt ou um casaco de cor mais viva que o seu colega identificou como sendo de cor de bicha.

 

Se prestarmos atenção, de facto, na natureza, as cores são neutras, assexuadas ou bissexuais. Tanto o papagaio macho, quanto a fêmea, tem as mesmas cores: verde, amarelo, vermelho e algumas penas azuis. A cor rosa é idêntica nos flamingos dos dois sexos, e para dizer a verdade, quando há diferenciação de cores entre o sexos, via de regra os machos ostentam cores mais vivas, vibrantes e fetiches do que as fêmeas. O Pavão, a ave-do-paraíso, o canário belga e mesmo o galo, são exemplos de que a natureza carregou mais nas cores masculinas. Assim, a cor dos machos está mais próxima da cor de maricón. (Maricas cá no nosso português).

 

  Entra os humanos, ou melhor, em algumas culturas, talvez na maioria delas, observa-se o contrário do que sucede entre os animais inferiores: as mulheres são mais coloridas do que os homens. Pintam o rosto, os lábios, as unhas das mãos e dos pés: nalgumas sociedades fazem tatuagens no rosto e mãos, usam roupas coloridas, cabelos pintados jóias com metais e pedras brilhantes. Aos homens da nossa cultura tradicionalmente reservam-se as cores escuras: preto, cinza, maroon, sem pintura no rosto e como adorno um relógio de pulso e por vezes uma cruz ao peito.

Nem sempre, porem, foi assim, e nem todos os povos limitaram tanto o acesso dos varões ás cores vivas, maquilhagem, enfeites e jóias. Antigamente entre os nobres da Europa, Ásia e África, mesmo entre os índios das três Américas, as roupas dos homens eram multicoloridas, abundavam os brincos, perucas, leques, muita renda, plumas e brilhos.

Portanto, cor de homem, de mulher ou de gay, não é determinada pela natureza das cores, mas por convenções culturais que variam de sociedade para sociedade e ao longo dos tempos dentro da nossa cultura. O preto, que era sinal de luto no tempo dos nossos pais, hoje virou dark e chic. Segundo os sexólogos dos anos 30, só os frescos usavam cor verde no Brasil cabendo-nos. Portanto, o destaque de percursores do movimento ecologista tupinniquim…

 A cor púrpura também é usada em certos ambientes como símbolo Gay, por representar a síntese do azul-masculino com o vermelho-feminino.

 

 

Qual seria, então, a cor de maricón que tanto irritou o tal cara de cafetão espanhol?

Nas últimas décadas, duas cores passaram a identificar internacionalmente o universo homossexual. Primeiro, o rosa, mais precisamente o triângulo rosa, que foi o distintivo utilizado pelos nazistas para identificar os homossexuais nos campos de concentração. Hoje, nas principais cidades ocidentais, basta colocar um triângulo rosa na porta de um estabelecimento comercial ou na lapela, para que as pessoas se identifiquem como homossexuais, actualmente para os mais discretos chamados de Gays (na tradução do Inglês; alegre; de bom humor, vistoso).

 

 

Nos últimos 30 anos, contudo, o arco-íris tornou-se o principal símbolo de gays e lésbicas, suas seis cores representam à diversidade e pluralidade cultural, sexual, étnica, que todos aspiramos na construção do novo mundo.

Actualmente, apões a revolução sexual dos anos 60 e a expansão da moda unissex, as cores perderam muito a sua rigidez sexista, não sendo raro encontrar “homens de verdade” usando camisas com cores vivas: vermelho, amarelo, mesmo o rosa e púrpura às vezes estampados com flores e outros motivos inimagináveis por nossos pais e avós.

 

A reacção nervosa do tal espanhol metido a macho contra a cor de maricón reflecte a insegurança daqueles que ainda estão presos a valores e estereótipos sexistas, que sentem a sua virilidade ameaçada por usar algum objecto mais colorido que poderia estar associado à estética gay.

 

Freud explica tamanha limitação, que afastar do universo masculino as multicores do arco-íris, a delicadeza, sensibilidade e o jogo de cintura tão característico da cultura gay internacional.

 

A Comunidade Gay continua à espera de um Milagre para que com estas lições de versatilidade possam ensinar os machões trogloditas.

 

O Caçador

Ela tinha um filho II

Ela tinha um filho II

O Filho

 

Continuação da história anterior

“ Ela tinha um filho I “

 

Seriam para aí umas dez da manhã, levantei-me, e fui fazer o pequeno-almoço. – Não sou lá muito bom em mexer na casa dos outros, mas como tinha fome e embora a minha primeira ideia, fosse pirar-me dali, lá me desenrasquei, e tomei mesmo o pequeno-almoço.

Depois fui até à sala olhei para todo o lado, senti-me confortável e em vez de me pirar procurei um CD de determinada música que eu não tinha e que gostava. – Podia ser que ela tivesse. Procurei e não encontrei, então dirigi-me ao quarto do Jorge (era assim que se chamava o puto).

 

Bati à porta e lá de dentro, ele respondeu prontamente:

– Entra a porta está aberta.

De facto a porta só estava encostada, entrei, disse-lhe que a mãe já tinha saído para a loja, que tratasse com ele o almoço, e ao mesmo tempo perguntava-lhe se tinha o tal determinado CD, pois eu ficaria por ali até ela voltar.

Jorge estava na cama somente meio tapado com um edredão daqueles de penas muito leves que quando nos deitamos nus o seu roçar pelo nosso corpo nos dá uma pica do camandro, (pelo menos a mim dá-me) estava meio dobrado e lendo uma revista, (que mais tarde vi ser pornográfica).

Olhou para mim e sem aquelas, disse:

– Minha mãe só vem lá para as seis da tarde, o que achas se nos aquecermos um pouco os dois? Tira o roupão para ver se ela tem bom gosto.

 

Aquilo era demais para mim, de repente meu pau aumentou de volume, deixei cair o roupão na alcatifa, aproximei-me da cama, afastei toda a roupa, pus-me em cima dele e beijando-o, fui subindo e meti meu pénis rijo na sua boca.

Jorge começou por passar sua língua pela cabeça já molhada e que se movimentava naquela boca quente. Ele acariciou-me os testículos e fui aumentando o ritmo até sentir o orgasmo eminente. Nesse instante tirei meu pénis daquela boca quente.

– Não tires agora! – Pediu Jorge agarrando meu corpo e voltando a meter meu pénis na sua boca.

– Tenho de parar estou quase a vir-me. Disse eu.

-Vem-te na minha boca – disse-me, sem parar de acariciar meus testículos.

– Parece que não estamos a fazer a coisa certa! – Disse eu meio constrangido mas ao mesmo tempo gozando à brava aquelas cenas de comer a mãe e comer o filho.

– Quero-te meu amor, quero que te venhas na minha boca –  mais tarde faremos outras coisas, vais ver que te dou mais gozo que minha mãe.

Eu sentia o calor delicioso dos lábios que percorria o pénis fazendo-o vibrar. Ficou cada vez mais rijo, agarrei-lhe a cabeça puxando-a cada vez mais a fim da minha picha penetrar ainda mais fundo. Jorge chupava-o com força e a cabeça do meu pénis ia ficando cada vez maior. Começou a tirar e a meter a tirar a meter, acabando por entrar num tempo rítmico. A rapidez de movimento transformou-se em violência e depois em loucura, até que finalmente me vim com espasmos e contorcendo todo o meu corpo de prazer e loucura. Jorge não perdeu uma única gota de esperma até meu pénis ficar seco. Quando lho retirei da boca, todo eu estremecia e mais uma vez fiquei exausto.

Jorge virou-se para mim e disse:

– Não penses que isto vai ficar assim, vou fazer de ti o meu amante predilecto e quando voltares a entrar nesta casa, as noites podem ser com minha mãe mas os dias serão sempre meus. Dar-te-ei tanto prazer que acabarás por me quereres só a mim.

Aquela situação era de mais para mim, eu devia estar louco como os anjos, pois já não tinha idade para aquilo.

Jorge puxou o edredão e tapou-nos, depois de se colocar de costas para mim.

Uma hora, talvez tenha sido muito o tempo que passei pelas brasas.

Acordei ainda naquela posição e com o Jorge a agarrar no meu pénis, movimentando-o ao mesmo tempo que ia movimentando a cu ao mesmo tempo que pedia que o penetrasse. O meu cérebro começou a dar faíscas e ao mesmo tempo que o ia abraçando e dando-lhe uns beijos nas costas, verificava que sua pele tinha um cheiro especial fresca, doce e muito mais apetecível que da mãe.

Meu pau começou a levantar-se e ficando hirto e firme como os soldados de honra que estão à porta do palácio da rainha de Inglaterra. Os meus neurónios não paravam até que o Jorge não parava de me masturbar, e tentando meter meu pau daquele cuzinho que comparando, também seria muito mais apertadinho que o da sua progenitora. E era mesmo! Já não podia mais de tanto gozo, uma das minhas mãos foi até do dele que também estava em ponto, e suavemente enquanto o ia masturbando ia-o penetrando com a minha caça linda. Jorge movimentou-se mais um pouco e entre um ou outro ai, indo dizendo para meter de vagar pois era a primeira vez. Eu com a minha treta toda, fui dizendo que metendo a cabeça, o resto era só empurrar. Assim foi, penetrei-o de vagar até sentir as suas bebas nos meus tintins. Entrando naquele jogo do mete e tira ao mesmo tempo que o masturbava meu esperma lá foi saindo convulsivamente enquanto ia sentindo o seu na minha mão. Gememos, demos alguns gritinhos de prazer. Só tirei meu pau de dentro daquele amor que me tira aparecido de mão beijada quando começou a murchar. Virámo-nos, beijámo-nos como dois loucos e ali ficámos adormecendo um pouco.

   

 Chegou a hora do almoço, acordámos, beijámo-nos novamente como dois amantes inebriantes, conversámos um pouco sobre a situação, que não vem ao caso e resolvemos ir almoçar fora.

 

Ele tinha razão, não voltei a ver a mãe mas durante um tempo, fui lá a casa às escondidas só para fazermos amor.

 De facto, troquei a mãe pelo filho. ☺

 

 O Caçador

                                   

Como passei a dar o cú

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A narrativa que vou apresentar agora tem cosméticas alterações de modos, e na linha do tempo, visando exclusivamente encobrir a identidade dos envolvidos, mas seu teor é a pura expressão da verdade, do que ocorreu comigo. Já havia entrado na casa dos quarenta anos, e não tinha tido contato, ou conhecimento, desse outro lado de minha personalidade. Sou separado, pai amantíssimo de um casal de filhos na casa dos 17/18 anos, a quem eu dou total prioridade, até sobre a minha própria felicidade. E, por conta da minha última esposa não ter gostado dos meus filhos como eu achava que ela deveria gostar, acabei me separando de novo. Envolvido na minha tristeza e na minha depressão, morando outra vez sozinho, passei um período de minha vida totalmente assexuado, até começar a namorar de novo. Até então eu nunca sequer havia pensado na possibilidade de virar viado. Era totalmente homófobo, e detestava qualquer demonstração de viadagem. E, tirando momentos em que eu me pegava olhando para a rola dos outros, nada de extraordinário havia ocorrido com a minha vida sexual, que era de um heterossexual militante. Comia todas as mulheres que davam mole pra mim, sem pensar duas vezes, e namorava mulheres, como namoro até hoje. Continuo gostando muito de mulher, só me apaixono por elas, e não tenho nenhum trejeito. Meu porte, e meu gestual é totalmente masculino, quem olha, ou me conhece, jura que sou hetero, mas…

O destino tem suas trapaças: Um dia meu ânus começou a coçar terrivelmente. Fui ao médico pensando se tratar de uma verminose, mas, ao final dos exames, nenhum verme foi detectado. Fui aconselhado, então, a ir num dermatologista, para que ele fizesse uma avaliação, e ele detectou que eu estava com a entrada do ânus irritado com o cloro da piscina em que eu nadava todos os dias. Receitou, então, que eu passasse uma pomada feita em farmácia de manipulação. Eu teria que usar essa pomada noite e dia, até os problemas acabassem. Como a recomendação era que eu passasse a pomada um pouco dentro do ânus eu tinha que enfiar o dedo no cú pelo menos três vezes ao dia, por umas três semanas. De irritado com a recomendação específica de passar um pouco dentro do ânus, comecei a achar aquilo gostoso. Aquela sensação de cú melecado estava me deixando com tesão, e passei a enfiar cada vez mais fundo o meu dedo, que depois de um tempo passaram a ser dedos. A coceira acabou. Mas quem disse que eu parava com a pomada? Finalmente a pomada acabou. Eu comecei a sentir falta daquela sensação gostosa. Comprei o hidratante Vasenol, e passei a colocar todo dia antes de sair para o trabalho, e à noite quando voltava. Meu machismo começou a vir por terra quando eu finalmente achei que os dedos já não bastavam, e comecei a colocar tudo que fosse roliço, que eu encontrasse em casa, no meu cú. Acabei me fixando nas velas. Comprei várias de vários diâmetros até finalmente comprar aquelas de sete dias mais estreita, de quatro e meio centímetros de diâmetro. Colei uma vela na outra para formar uma vela comprida, arredondei uma das extremidades e comecei a tentar colocar tudo no meu cú. Demorei um tempo para conseguir fazer passar a cabeça para dentro, passada a cabeça, demorei outro tempo para conseguir colocar aquilo tudo no cú, mas, ao final de um tempo, eu consegui. Minha namorada não entendia o porquê do excesso de velas que eu comprava, mas jamais poderia imaginar o destino que eu dava a elas. Como ela não mora comigo, tudo acontecia na sua ausência, em minha casa. As velas me satisfizeram por um tempo, mas ao final de dois meses já não via a mesma graça nelas. Queria algo maior. Fui à internet atrás de um consolo que me falasse ao cú, e comprei uns três deles: um plug pequeno, um plug de médio para grande, e finalmente eu me deparei com o Grandão. Grandão hoje visita o meu cú praticamente todos os dias ele é simplesmente o maior consolo vendido na web. Tem as dimensões do pênis de um cavalo: 39 cm de tamanho, que eu não consegui enterrar tudo até hoje, por 8 cm de diâmetro. Inicialmente deixei-o de lado, e tratei de usar os plugs. Foi maravilhoso passar o dia com aquilo enfiado no cú. No trabalho, eu ria sozinho, quando pensava no assunto. Mas, como eu paguei caro pelo Grandão, passei a tentar usa-lo. O troço não entrava nem à porrada. Doía demais. Mas de tanto tentar, comecei a conseguir, e, aos poucos, ele foi visitando cada vez mais fundo os espaços recônditos do meu rabo. Hoje, dos 39 cm, eu já agüento 25, mas ainda descubro como por o resto. Nesse meio tempo eu aprendi a lavar meu reto, retirando parte do bolo fecal, para que não houvessem acidentes durante a penetração, aprendi a rebolar numa vara, e todas as outras viadagens que um cara, que passa a levar rola, aprende.

Comprei calcinhas e biquínis fio dental para minha namorada, mas, por conta das filhas dela, ela não pode levar pra casa, e só usa quando está comigo. Fiz de propósito, pois, quando ela não está eu visto uma a uma as peças compradas e rebolo desvairadamente, sentindo aquilo roçar no meu cú. É ótima a sensação.

Mas faltava algo. E esse algo era eu conseguir um cara pra me comer. Finalmente tomei coragem e fiz uma identidade fake num email gratuito, comprei uma nova câmera digital, pois a minha antiga havia ficado com a minha ex-mulher, me fotografei de calcinha fio dental, de biquíni, pelado, em várias posições diferentes, me filmei brincando com o Grandão, e, finalmente tomei coragem e montei isso tudo numa página do UOLXXX, que é uma variação para conteúdo adulto do UOLK. Nele minhas fotos pelado foram aceitas, e não são retiradas. Comecei a adicionar machos ativos do Rio de Janeiro, e a certa altura um deles me escreveu. Gostou do que eu escrevi, gostou das fotos, ficou louco com o filminho aonde eu brinco com o Grandão, e queria me comer de qualquer maneira. Passei o meu número novo de celular, que eu comprei um cartão pré pago só pra isso, e pus em um celular que eu tinha desativado. O cara me ligou, e acertamos de nos encontrar no estacionamento de um supermercado aqui da barra. Antes expliquei para ele que era a minha primeira vez, e que eu não queria amassos, beijos, e outras preliminares. Só queria dar o rabo pra ele, sem frescuras, e sem boiolices. O camarada entendeu o meu momento, e me deu todas as garantias de que eu seria respeitado, que ele teria paciência. Parei o meu carro junto ao dele, e passei para o seu carro. Conversamos um pouco ali mesmo e ele me perguntou se podia andar com o carro. Concordei, e fomos passear de carro na praia, aonde ele me perguntou se por mim estava bem de irmos pra casa dele, pois lá eu ficaria mais a vontade. Concordei denovo. Chegando lá eu travei. Estava nervoso demais. O cara perguntou se eu queria beber alguma coisa, e eu aceitei dele uma caipira com vodka, que ele me ofereceu. Começamos a conversar, e quando me dei conta, já estava legal. O efeito da bebida combinado com a conversa descontraída sobre futebol e Fórmula 1 haviam me deixado relaxado outra vez. O cara percebeu isso e perguntou se eu tinha trazido a calcinha que eu queria usar. Eu disse que sim, e ele pediu pra ver. Dei a calcinha pra ele, e ele olhou, cheirou, e disse que achava que ia ficar ótima em mim. Ele me devolveu a calcinha e perguntou se eu não queria vesti-la lá na sua suíte. Eu me levantei e fui sozinho pra lá, tirei a minha roupa, vesti a calcinha, e deitei na cama. Um tempo depois ele entrou no quarto, e se deparou com a cena. Eu não vi muito do que aconteceu porque fiquei o tempo todo de olhos fechados, mas eu o ouvi sentar na cama e senti as suas mãos me acariciando as pernas, e subindo para o meu rabo. Ele começou a me sarrar gostosamente, e, quando percebeu que o meu cú estava melado de hidratante, achou ótimo. Começou a falar umas bobaginhas elogiando o meu rabo, expondo a excitação que ele estava sentindo, passou KY nos dedos, começou a enfiar o pai de todos no meu cú, enfiou dois dedos, em seguida três. Eu que estava puxando a calcinha pro lado para ele, estava adorando tudo. O cara parou com os dedos, colocou uma camisinha na rola dele, passou ky no meu rabo e na própria rola. Montou na cama, colocou dois travesseiros nos meus quadris, abriu minhas pernas o máximo possível e encostou aquela rola no meu cú. Senti um calafrio percorrer a espinha na hora em que ele começou a pressionar o meu cú fazendo minha rosca se abrir para dar passagem. A cabeça entrou com ele pressionando, mas logo depois senti dor, e pedi pra ele recuar um pouco. Ele recuou mas veio denovo logo em seguida, e quando eu dei por mim já sentia as bolas dele batendo perto do meu saco. Era isso: Eu tinha recebido toda a rola daquele cara no cú. Era a primeira vez de um viado quarentão. Ele me perguntou se estava tudo bem, e eu disse que sim. Então ele começou a me comer com rapidez, mas ele tinha experiência. Ele não batia a pélvis em mim, por isso eu não senti dor nenhuma. Adorei aquela rola entrando e saído do meu cú. Ele me perguntava se eu estava gostando, me chamava de putinha, o que eu adorei, e fiquei viciado, pois todos que me comeram desde então sempre me chamam assim, à meu pedido. Eu dizia pra ele que eu sempre daria pra ele, que faria o que ele quisesse, que daria pra ele, e pra quem mais ele mandasse que eu desse. Ele foi enlouquecendo de tesão, e, em seguida, gozou fartamente no meu cú. Eu lamentei ter que ser com camisinha, pois adoraria ter ficado com o cú cheio de leite. Depois do ataque epiléptico que ele teve, ele deitou do lado ofegante. Me disse que foi maravilhoso inaugurar o meu cú, e disse que me ligaria sempre pra me comer denovo. Ficamos conversando mais uma pouco, e ele ficou de pau duro denovo. Eu já estava mais tranqüilo e ele me pediu pra me comer de franguinho-assado, no que eu concordei. Ele colocou nova camisinha, levantou as minhas pernas e foi metendo aquela rola, que, aí sim, eu vi que era bem maior que a minha, dentro do meu cú, que a essa altura já estava bem relaxado e aceitou tudo sem recuos. Ele comia o meu cú e olhava nos meus olhos. Falava um monte de coisas sacanas que me deixaram com mais excitação ainda. Eu respondia pra ele tudo que ele me perguntava com mais sacanagem ainda, e, um pouco depois, ele socou sua vara no meu cú, em espasmos, gozando mais uma vez. Pedi pra nossa foda terminar por ali, pois meu cú já estava um pouco assado. Eu tomei um banho, com ele me ensaboando todo (pedido dele), e, em seguida, ele me levou pro meu carro. Despedimos-nos, e eu fui pra casa.

Depois dele, que continua me comendo, eu já dei pra outros, e estou gostando dessa situação. Não gosto de afeminados. Gosto de homens normais, 100% ativos, que gostem de passar a rola numa putinha gueixa não afeminada, como eu me transformo, na hora de dar o cú. Se você quiser me conhecer, o meu email é flavio675@gmail.com

Ats.

Flávio 675.