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Festa com amigos da noite

Eu e a Bela sempre procuramos o prazer.
Já á uns meses que não fazíamos uma loucura.
Quando cheguei a casa depois de um dia cansativo de trabalho, perguntei á Bela, se não queria fazer algo de diferente naquele fim de semana.
Ela respondeu-me que a surpreende-se, que aceitava tudo.
Aluguei uma casa isolada, no Gerês. Norte de Portugal, de onde somos.
Telefonei a vários amigos single da noite que ia fazer uma festinha. Maior parte deles aceitaram (7). Pedi ao dono da casa que enchesse a casa com bebidas e comida do melhor que houvesse. Ele assim fez, pois já me conhecia de outras alturas e sabia que pagaria tudo e ainda lhe daria uma gorjeta.
No referido dia, quando lá cheguei vi que estava tudo ok. Fomos os primeiros a chegar. Ainda eram só 14 horas.
A Bela foi pousar a mala no quarto e eu fui preparar umas bebidas.
A Bela veio cá para fora com uma toalha enrolada á cintura com aquelas grandes tetas á mostra. Tirou a toalha e pude ver que estava nua. Dei-lhe a bebida preferida dela Malibu-cola.
Ela pediu que lhe espalha-se protetor solar nas costas. Comecei a espalhar e logo deixei escorrer os dedos pelo rego do cu dela. Ela mandou parar que aquilo era só para mais logo.
Tirei a minha roupa e deitei-me também nu ao lado dela.
Por volta das 16,30 tocou o meu telemovel. A Bela perguntou quem era, mas eu não lhe disse nada e fui abrir o portão.
Entrou um carro com 3 homens meus convidados. Eram 3 amigos de cor.
Cumprimentei-os.
Eles perguntaram pela Bela.
Fiz-lhes um gesto para olharem para o lado, e logo viram a Bela toda nua. Disse-lhes para irem dentro de casa e tirarem a roupa.
Fui para a beira da Bela e passado uns 10 minutos apareceram eles todos nus.
Olá beldade, boazona, cada vez estás melhor, eram alguns dos piropos que lhe dirigiram.
A Bela cumprimentou-os todos com um beijo na boca. Alguns deles até quiseram logo passar as mãos pelas mamas e cona dela, mas eu disse que a festa ainda não era para já, que havia ainda mais convidados para chegar.
A Bela deu-me um beijo de lingua, de tirar o folgo.
Por volta das 17,30 já tinham chegado os outros 4. Eram mais 2 de cor e dois e dois brancos, sendo um dos brancos um homem com uma piça enorme de quem a Bela tinha gostado.
Por volta das 18 horas a Bela atirou-se á piscina. Quando saiu, todos olhamos. Aquela visão fez com que quase todos ficassem excitados, de pau teso.
A Bela deitou-se pegou no óleo bronzeador e perguntou se alguém queria espalhar no corpo dela.
Todos se levantaram e logo ela tinha 14 mãos a passarem pelo corpo dela.
Fui-me sentar ao lado deles para apreciar.
Vi que lhe tinham despejado o óleo todo no corpo e que toda ela estava escorregadia.
Dava para ver pelo meio deles que 2 lhe davam a piça para chupar, que outros lhe apalpavam as tetas e que lhe enfiavam 2 dedos pela cona acima.
Já se ouvia um choc choc choc choc da cona dela. Os dedos do rapaz que lhe enfiava na cona vinham brancos de tão excitada que ela estava. Os dedos de outros escorregavam pelo cu dela facilmente.
Um deles deitou e a bela sentou-se na boca dele.
– aaaaaaaaaiiiiiiiiiiiiiiii siiiiiiiiiiiiiiiim siiiiiiiiiiiiiiiim – gemeu ela ao sentir a lingua dele
Eu estava com um tesão enorme, tinha a piça dura como aço, e já batia uma punheta.
Outro foi-lhe lamber o cu, mas eu afastei-o. Enfiei a minha tora até aos tomates pelo cu dela acima. A Bela largou a piça que estava a mamar e gemeu:
– aaaaaaiiiiiiiiiii que boooooooooom siiiiiiiiiiiiiim siiiiiiiiiiiim.
Senti que o que lhe lambia a cona de vez enquando passava a lingua nos meus tomates. Não liguei. Logo se formou uma roda em volta da bela e ela chupava-os a todos alternadamente.
Esporrei-me como um cavalo.
– aaaaaaaaagggggggg putaaaaaaaa aaaaaaaiiiiiiii que cu boooooooooom – gemi
Saí de dentro dela. O que estava a lamber a cona dela virou-se e enfiou a piça na cona dela. Outro aproveitou que o cu dela já estava aberto e lubrificado e enterrou tudo pelo cu dela acima.
A Bela era agora uma sanduíche de carne.
Ouviam-se gemidos abafados dela pois tinha a boca sempre ocupada.
A Bela foi comida por todos tendo levado até com duas piças ao mesmo tempo na cona. Muito leite ela bebeu naquele fim de tarde.
No fim ela não se aguentava em pé, mas também não foi preciso ela andar pois foi carregada por eles para a casa de banho, e eles mesmo lhe deram banho e deitaram na cama a descansar.
continua

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O CARONA

O CARONA

Nas férias de julho resolvemos passar o fim de semana em trindade,na ida eu dirigindo e ela encheu um copo com wisk e redbull, ela estava de canga e bikini e uma regata, nosso passeios sempre são pra rolar uma sacanagem,então a ideia era a gente fazer sexo nas areias de trindade,então o dia lindo e o sol maravilhoso estava perfeito, após uns 2 copos de wisk ela já estava rindo muito,( ela : loira,1,65alt 70kg ,103 de bunda seios médios,38 anos) até que ela pediu pr parar o carro no acostamento porque ela estava apertada,parei o carro próximo a uma bica dessas que tem na estrada e o pessoal fica pegando água, eu vi que tinha um andarilho com uma mochila nas costas bebendo agua na bica, ela viu mas não falou nada,estavamos a uns 20 mts do cara,ela abriu a porta do carro e fez aquela posição que todo marido conheçe pra urinar sentada,eu sai do carro e fui pegar uma cerveja no porta malas pra mim,nesse tempo o tal andarilho se aproximou e nem vimos, quando entrei no carro o cara já encostou na minha porta e pediu uma carona,quando olhei pra minha mulher ela estava de pé de frente pra nós se limpando com aqueles lenços humidecidos e com o bikini no joelho e a buceta toda a mostra,ela nem ligou do cara ficar olhando,apesar que foi muito rapido e ela já subiu o bikini e sentou, eu perguntei até onde ele iria e ele falou que estava indo pra Paraty mas em qualquer lugar que a gente deixasse ele estava bom,o cara aparentava uns 30 e poucos anos,apesar de ser andarilho não estava fedido, eu olhei pra minha mulher pra ver oq ela achava e ela já falou pro cara entrar que levariamos ele sim,ele entrou e seguimos viagem,ofereci cerveja pra ele que aceitou de boa, fomos conversando e ele falou que morava em Ubatuba era solteiro e gostava de ir a Paraty de carona e ficava e, camping lá, após uns 30 min de estrada minha mulher pede pra ir ao banheiro novamente, falei pra ela segurar um pouco até chegar num local pra parar,foi então que o cara falou que em certo local tinha uma ponte e uma cachoeira(prumirim) que era legal pra ela parar,chegamos a essa cachoeira e descemos os 3 do carro,realmente é bonito o lugar,descemos uma trilha de uns 30 mts e já chegamos numa piscina natural, ela tirou a canga e entrou na agua, o cara ficou encostado numa pedra, eu falei que iria no carro buscar o celular pra tirar umas fotos dela, fui devagar como todo bom marido(risos) e quando voltei o cara estava dentro dagua a 1 metro dela conversando,olhei na pedra e vi que a bermuda e camiseta dele estavam na pedra então imaginei que ele estava de cueca ou sunga,tirei umas fotos dela mergulhando etc,fiquei de sunga e entrei na agua com eles, ficamos conversando bobagens,então ela pediu pra eu ir no carro buscar cervejas,sai e fui,quando voltei vi que eles já conversavam bem mais próximos um do outro,não falei nada e entrei com as cervejas e pedi pra ele tirar umas fotos minha e dela, ele pegou meu celular e tirou umas fotos nossa, ela pegou o celular e tirou umas selfs de nós 3, então ela me pediu pra tirar umas fotos dela com ele, eu me afastei e ela ficou na frente dele,eu percebi que ele pegou na cintura dela e ela encostou a bunda nele,não falei nada,tirei várias fotos, então ela pediu pra ele pega-la no colo pra eu tirar umas fotos, ele nem reclamou e ela já ficou tipo deitada nos braços dele e uma mão dele ficou quase na bunda dela e a outra quase nos seios dela, meu pau já estava duro com isso e o dele com certeza,continuamos conversando até que ela falou que iria deitar numa pedra pra se queimar um pouco e foi,jogou a canga na pedra e ficou com a bunda pro nosso lado,o cara disfarçava pra ficar olhando pra bunda dela com aquele bikini enfiado no rabo,minha vontade era de comer aquele rabo naquela hora,mas fiu deixando levar esse clima de tesão,falei pra ele que iria sentar naquela pedra também e ele saiu junto comigo,só ai fui perceber que ele estava de cueca e era uma cueca dessas bem simples de malha,mas não era boxer,dava pra ver nitidamente que o pau dele era grande e estava meia bomba,sentei ao lado dela e ele sentou do outro lado dela, e ficamos bebendo e conversando,então a cerveja acabou e ela me pediu pra ir buscar mais, levantei e fui,eu poderia levar a cx térmica pra não ficar indo e voltando,mas vocês sabem como dá tesão esses momentos de suspense quando deixamos nossa mulher sozinha com outro,quando voltei trouxe o bronzeador pra ela, deixei ao lado dela e pulei na agua,ela me perguntou se o nosso amigo poderia passar bronzeador nela eu disso que sim, ele meio sem jeito foi passando nas costas e quando chegou na bunda ficou demorando e alisando, ela muito safada soltou a parte de cima do bikini e abriu um pouco as pernas, o cara se ligou oq ela queria, eu mais uma vez pra dar liberdade aos dois sai da agua e falei que iria no carro buscar um repelente,quando cheguei no carro 2 adolecentes de uns 17 anos estavam parando de bike, me cumprimentaram e já foram descendo a trilha com suas bikes, eles estavam de mochila então imaginei que estariam indo pra trindade também,dei um tempo no carro e voltei pra cachoeira,quando cheguei na trilha os 2 moleques estavam sentados a uns 5 metros da minha mulher e fumando um baseado,nem falei nada e sentei e ficamos conversando eu minha mulher e nosso carona que já tinha terminado de passar bronzeador nela,os dois moleques não paravam de olhar pra bunda dela que percebeu e ficou mais safada ainda,o cheiro do baseado se espalhou pelo ambiente,o andarilho foi até os moleques e deu uma tragada com eles e voltou pro nosso canto,ela sentou sem a parte de cima do bikini e entrou na agua,não falei nada porque sabia que ela estava com muito tesão,o nosso carona me chamou pra entrar na agua e ficamos os 3 na agua um de frente pro outro,ela sem a parte de cima do bikini mas com os seios dentro dagua,não demorou muito os dois moleques pularam na agua,e como o lugar era pequeno eles ficaram ao nosso lado,puxaram asunto e ficamos conversando, ela nem escondia os seios,mas ficou com agua cobrindo eles,mas a cena estava dando muito tesão em todos,os moleques falaram que estava a camino de trindade, iriam passar o fds num camping,ela não parava de falar e já gesticulava tanto que os seios saiam da agua e ela não escondia mais,todos de pau duro olhando loucos pra cair de boca,mas ainda discretos,como vi que estava demorando muito peguei meu celular e pedi pro nosso carona tirar umas fotos dela com os garotos, dei o celular pra ele e falei que iria no carro buscar wisk,dava pra ver o brilho nos olhos de todos, demorei como sempre e quando voltei fiquei escondido atras de uns galhos pra ver a cena, os dois moleques estavam um de cada lado dela e ela colocou os braços em cima do pescoço deles,desse jeito a cara deles ficava na altura dos seis dela, não demorou muito e um deles caiu de boca nos seios dela ,o outro quando viu fez o mesmo,nosso carona que estava com o celular saiu da agua e guardou o celular e foi pra junto deles, se colocou atrás dela e começou a esfregar o pau na bunda dela que a essa altura já estava entregue, os dois moleques ficaram de frente pra ela chupando os seios e o andarilho virou a cabeça dela e chupava seu pescoço e beijava sua boca,algum deles enfiou a mão na buceta dela porque ela começou a gemer e levantar uma perna, a cena estava otima mas sem camisinha não dava,então corri no carro e peguei camisinha e me aproximei,eles me viram e largaram ela e ficaram sem graça,não falei nada apenas enchi uns copos de wisk com energetico e dei pra eles,ela estava com a buchecha vermelha de tesão,com a bebida todos ficaram muito falantes,ela ria e falava que estava sendo a melhor viagem dela e todos riram falando que pra eles tambem,um dos moleques saiu da agua e acendou outro baseado e ofereceu pra gente, eu não quis mas ela falou que nunca tinha provado e queria,eu deixei e ela não sabia como tragar,então ele encostou nela e começou a ensinar,quando o cigarro acabou ela já estava rindo atoa não sei se por causa da bebida ou do cigarro,todos ainda estavam querendo come-la mas ninguém tinha coragem de começar,então enchi o copo de todos e joguei as camisinhas pra eles que logo entenderam,ela olhou o fez aquela cara de puta que todo marido adora,já tirei minha sunga e fiquei pelado, ela não falou nada apenas veio lentamente e me deu um beijo e ficou pegando no meu pau que estava como uma rocha,ela pegou a canga e forrou num espaço com grama que tinha a margem da cachoeira,eu sentei na canga e ela caiu de boca no meu pau,ela estava de 4 pros caras que foram se aproximando dela e alisando a bunda dela, logo soltaram o nó do bikini dela e ela ficou com aquele rabo maravilhoso exposto, um carona já caiu de boca no cuzinho dela que deu um gemido alto quando sentiu a língua no cu, ela ficou me chupando e os moleques foram um para cada lado e ficavam batendo uma punheta e apertando os seios dela, eu me segurando pra não gosar,foi então que ela gritou que estava gosando com a liingua do cara no rabo,olhei e vi que ele enfiava a língua no cuzinho dela e um dedo na buceta,etão ela não iria aguentar mesmo e gosou muito rapido,quando ela gosou ela parou de me chupar e ficou de 4 com as mãos e joelhos na pedra com olhos fechados curtindo a gosada,sai de baixo dela e um dos garotos já ficou na frente dela batendo o pau no rosto dela,ela abriu os olhos e viu e caiu de boca no pau dele,o nosso carona levantou e colocou a camisinha e foi pincelando a buceta dela bem devagar,ela empurrava a bunda pra trás querendo ser penetrada rapido porque estava com muito tesão,mas o cara não queria gosar logo então foi colocando devagar,quando entrou tudo o cara segurou no quadril dela e ficou parado,ela quase engasgou com o pau na boca,tirou o pau da boca e ficou sentido o pau do cara no seu utero,ficou assim por uns 3 minutos até que o cara começou a meter nela,no começo metia devagar e ela voltou a chupar o pau do moleque,mas quando o cara acelerou a metidas o moleque não aguentou e encheu a boca dela de porra,ela começou a engolir oq conseguia e o cara metendo com força na buceta dela, a cena era maravilhosa , o outro moleque estava se segurando pra não gosar na mão,depois que ela engoliu toda a porra do outro moleque ele saiu e entrou na agua pra se lavar,ela continuou de 4 sendo fodida pelo carona, ele não gosava mas ela tinha um orgasmo atrás do outro,ela deve ter gosado umas 5 vzs seguidas,até que o carona saiu de trás dela e se segurando pra não gosar entrou na agua, o moleque que não tinha gosado pulou logo pra trás dela e já foi enfiando o pau na buceta dela, a cara dela era de prazer,mordia os labios e gemia, o moleque estava meio afobado acho que pela falta de experiencia ou por muito tesão,eu batia uma punheta lentamente pra não gosar,o moleque que comia ela não aguentou nem 5 min e já gosou,encheu a camisinha de porra e caiu sentado na pedra com aquela cara de alegria, ela entrou na agua e deu um mergulho,eu e o carona ainda não tinhamos gosado,então enchi os copos novamente e entrei na agua pelado,todos estavamos pelados a essa altura, encostei meu pau na bunda dela e fiquei abraçado a ela por trás, ficamos conversando enquanto os 2 moleques se recuperavam,ela puxou nosso carona pra frente dela e deu uns beijos nele,percebi que ela levantou uma perna e encaixou o pau dele na buceta dela pela frente, eu fui colocando meu pau na portinha do cuzinho dela que não reclamou porque o tesão era muito, o cara começou a movimentar pra entrar na buceta dela enquanto se beijavam,eu aproveitava o movimento dela pra frente e pra trás e forçava meu pau no cuzinho dela,não demorou muito e ela estava com os dois paus dentro dela, aceleramos o movimento e ela cravou a s unhas nas costas do carona mostrando que gosou novamente,quando ela gosou paramos de meter e esperamos ela relaxar,quando ela baixou a perna quase caiu na agua de tão mole que ficou,tirei meu pau do cuzinho dela e ela deu um mergulho,ficamos relaxando mais uns 15 min ,os dois moleques já estavam sentados numa pedra fumando novamente e mexendo no pau,e sai da agua e sentei ao lado dos moleques e ficamos conversando e marcando pra se encontrar em trindade,quando ela se recompôs da gosada saiu da agua e deitou na canga de bunda pra cima novamente,nós ficamos bebendo e admiruando aquele rabo maravilhoso,já eram quase meio dia e precisavamos seguir viagem,então como eu e nosso carona não tinhamos gosado ainda fui até ela a cai de boca no cuzinho dela que se abriu toda,todos já estavam de pau duro novamente quando deitei na canga e ela sentou no meu pau ficando com a bunda exposta convidativa, fiz um gesto pro nosso carona comer o rabo dela e ele já colocou uma camisinha e foi enfiando lentamente no cuzinho dela,quando o pau dele entrou todo ele parou pra ela se acostumar com ele no cu, aos poucos ela começou a rebolar com os dois paus, eu por baixo não conseguia mexer muito mas o nosso carona já enfiava até o talo e tirava,ela gemia e me beijava com tesão,os moleques estavam ao lado de pau duro novamente,eu percebi que o carona queria curtir aquele momento ao maximo porque ele não queira gosar,mas quando ela gritou que estava gosando novamente ele não aguentou e gosou também,quando ele gosou segurou o pau bem no fundo e ela ficou gemendo,ele ficou com o pau dentro dela até o pau amolecer e foi tirando devagar,ela gemia muito e me beijava,quando o cara saiu do cu dela ela levantou e foi se lavar, os dois moleques estavam com o pau igual pedra,ela logo voltou e colocou um dos moleques deitado na canga e o outro já foi pensando em comer o cu dela mas ela direcionou os dois paus pra buceta dela, quando os dois entraram ela deu um gemido maravilhoso que parecia uma gata no cio,os moleques não acreditavam e aceleravam a metida e ela gritou que estava gosando mais uma vez e eles pararam de meter enquanto ela gosava, eu achei que ela tinha desmaiado porque ela ficou parada entre os dois moleques quase sem respirar,foi então que ela levantou e deitou na canga com a bunda pra cima e puxou o moleque que estava mais próximo pra comer o rabo dela, eu coloquei meu pau na boca dela enquanto um dos moleque comia o cu dela com força, não demorou muito e ele encheu o rabo dela de porra, assim que ele saiu o outro já pulou em cima dela e socou no rabo dela tambem, meteu ate´encher o rabo dela de porra também, eu aproveitei e gosei na boca dela que engoliu tudo,ela se levantou tomou um banho e nos despedimos dos garotos e fomos embora,claro que nos encontramos com eles em trindade,mas isso fica pro próximo conto.

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Meu Diário: 12 Find Perfeito

Como falei voltei a aceitar os convites para as festas, antes da virada do ano de dois mil e dezesseis fui em outra, mais com outra intenção. Não queria sair com outros caras, queria alguém fixo, tipo o Raul lembram. As vezes dava medo de ir para lá sozinha, medo de encontrar alguém que me conheça, até penteado e maquiagem eu tentava mudar e não iria sair com alguém de cara, sem conhecer, isso demoraria muito mais tempo.

Então pensei em algo, fiz uns cartões de visita com um novo e-mail, para não comprometelos, assim poderia avaliar “os candidatos” , não queria ganhar dinheiro com isso apesar de fazer bem, mais queria alguém que tenha algo a mais a mostrar, explico: não quero ser amarrada na cama, queria ser usada de verdade sobre ela, me fodesse com força, puxasse meus cabelos, borrasse minha maquiagem, me desse uns tapas acompanhada das palavras mais sujas, principalmente de puta, na cama isso me excita, me deixa cheia de tesão.

Cheguei na festa, apesar de não querer encontrar alguém que poderia me conhecer, fui vestida pra chamar atenção, os convites começaram, falei que esperava uma amiga e não podia sair, mas dava meu cartão com o contato, enfim, aquela noite foram mais de trinta.

Na semana seguinte começaram chegar às mensagens e minha pergunta era simples: como você gosta de tratar a mulher na cama, e as respostas eram só flores e muitos beijinhos, nada além disso, foram mais de vinte. Outra festa e decidi ser a última tentativa, estava lá eu, procurando meu dominador, com cuidado para não encontrar o Paulo, e dando desculpas para não sair com alguém e alguns cartões distribuído.

O movimento estava fraco chovia muito, era tarde fui no bar tomar algo para ir embora, peco uma água e alguém me oferece uma taça de espumante, agradeço e digo que ficaria com a água.

Ele insiste, agradeço dando um cartão e digo para me enviar uma mensagem, me devolve e me fala que o interesse é meu, retira um cartão do bolso e coloca em cima do balcão. Peguei e botei na bolsa e me despeço, interesse até teria mais que atenda meus requisitos.

Vou embora pego o elevador com outra garota ruiva, que puxa conversa, comentando que estava fraco, que também iria fazer outra coisa, me fala que uma amiga iria passar para dar uma carona, iria a uma festa sertaneja perto dali e me convida.

Enquanto esperava a chuva dar uma trégua começamos a conversar, me pergunta se vinha muitas vezes a essas festa e menti, disse que era a primeira e última e realmente era. Falei que estava em uma casa noturna com um namorado e recebi um cartão sobre eventos e vim conhecer e que não fazia programas, já que ela não me conhecia, queria me passar por uma garota de bem.

Pergunto sobre ela, me disse que foi convidada para dançar que não se prostituía, somente dança e não ficava totalmente nua, conversamos muito e chega sua carona.

Como estava com a noite perdida, resolvo aceitar o convite e vou com elas. Enfim, ela era legal, nos tornamos amigas a ponto de ir na minha casa, para sairmos juntas e pedi para que não comentasse com alguém que me conheceu naquele lugar.

Saímos algumas vezes para bares, praias e cinemas até começarmos a falar sobre homens, namorado e sexo. Claro que não iria relatar meus casos amorosos pra ela, simplesmente falei dos namorados e agora tinha dado um tempo.

Então quem é ela, vou apresentala, se chamava Carla trinta anos, ruiva, tinha os cabelos avermelhados, abaixo dos ombros, da minha estatura, magra, seios pequenos, bumbum empinado e pernas torneadas da academia, confesso que era bonita.

Começamos a falar de como éramos na cama e não era muito diferente de mim, gostava de tudo e fazia tempo que saia com um amigo, que dança as vezes com ela. Pergunto como ele era , diz que se chamava Thiago, era negro, vinte cinco anos, mais alto, corpo malhado e muito gostoso e fazia de tudo com ela na cama, nesse momento parei e fico pensando no Marcelo, e Carla me endaga:

– amiga nunca teve uma experiência com um negro né? Digo que não.

Naquela semana marcamos para ir em outra balada sertaneja, não faz muito meu estilo mais topei. No sábado final de tarde Carla foi lá pra casa, pra se arrumar, meus pais faram pra praia e iria com o carro da minha mãe.

Estava no meu quarto me maquiando ela chega do banho, enrrolada em uma toalha, observo pelo espelho quando ela a solta, caindo a seus pés. Apesar de ter me relacionado com mulheres em algumas das minhas aventuras, não era adepta ao mundo lésbico, mais fiquei imaginando se fosse.

Fomos em direção a Balneário Camboriú para mais uma noite de balada, casa cheia, gente bonita e bebida gelada tudo perfeito. Lá pelas tantas vou no bar e quando voltei a Carla não estava no mrsmo local, olho para os lados tentando encontrala e a vejo conversando com alguém de chapéu e vem na minha direção.

Chega perto e me fala:

– Quero te apresentar o Thiago, que se aproxima trocamos dois beijinhos no rosto, pergunta se está tudo bem, se precisamos de algo, digo que está tudo perfeito.

Realmente ele estava lindo vestido a caráter, com uma calça jeans, colete aberto para mostrar o abdômen sarado e chapéu. Conforme ela tinha dito, ele era gato, quando Thiago sai de perto de nós, Carla pergunta o que tinha achado e falo que tinha toda razão.

Tempo depois Carla me chama para acompanhá-la e entramos no banheiro, com um sorriso descarado me pergunta:

– O que você acha de irmos pra casa dele, mora aqui perto. Fico sem muitas respostas mais pergunto para que.

– Podemos dormir lá e amanhã ir embora, mais depende de você. Respondo que não sabia e voltamos para a pista.

Meus pensamentos são muitos, as curiosidades também, uma nova experiência poderia rolar, ele um negro gato, nem parece ter vinte cinco anos, dava vinte anos, ela era legal, iria ficar na minha mais se rolar e digo que aceito.

A Carla sei que iria matar a saudade não iria só para dormir, vou ficando nervosa precisava tomar alguma coisa para me acalmar, mais também não podia por esta dirigindo, vamos em direção ao estacionamento.

Eu e a Carla fomos seguindo ele no meu carro, chegamos no prédio e subimos, Carla me mostra o lugar e me convida para tomar um banho, ela foi para o quarto do Thiago e eu em outro quarto, após tomar um banho Carla vem até mim e me trás um roupão, me pergunta se está tudo bem, falo que estou nervosa, me fala que estou em casa, que vai dormir com ele.

Pergunto pra ela: – E eu Carla durmo no outro quarto?

Ela: – Só se você quiser, vamos juntas,

você vai ter uma experiência ótima, com um negro lindo, vamos curtir a noite o momento.

Claro que também tinha vontade de traçar ele e pergunto como vai ser, Carla me disse iria para o quarto dele e depois eu chegaria, como não sabendo de nada e ao me ver, me chamaria. Ela da o sinal que ele saiu do banho, vou a cozinha e dou um tempo, chego na porta do quarto tipo sem querer, as luzes acesas e vou entrando, faço cena de assustada, peço desculpas e Carla me chama.

Thiago está sentado na cama e Carla de joelhos chupando ele, totalmente nus me aproximo ainda de roupão, Thiago com as duas mãos para trás apoiadas na cama olhava pra mim, Carla continua oque fazia, me olha, segurando aquele cacete duro e sem pelo algum. Me agacho boto minha mão na coxa dele, fico olhando ela levar aquele cacete até o final e voltar algumas vezes. Carla direciona aquele pau pra mim, expondo sua glande, toco com os lábios que desliza pra dentro da minha boca, Thiago vai se sentando a beira da cama e com ajuda da Carla vai tirando meu roupão.

Fiquei de quatro chupando ele, sem colocar as mãos, chupava lentamente, fazendo ele deslizar pra dentro e voltava até a cabeça. Carla no meu lado acaricia minhas costas, toca minha bunda com as mãos, deslizando ela entre minhas nádegas, tocando com os dedos meu cuzinho e minha boceta.

Me deixo levar pelo tesão, afinal também queria, Carla me pega pela mão e vamos pra cama, me deito, ela vem por entre minhas pernas e me dá um beijo molhado, quente, com sua língua tocando a minha, vai descendo com a boca entre meus seios, barriga, vai até minha boceta, levanta minhas pernas fico igual a um frango assado, me toca com a língua, me lambe igual a um sorvete derretendo.

Thiago sobe na cama se posiciona atrás da Carla de quatro na sua frente, mete nela, olhando sério pra mim vai fodendo ela. Carla segurando minhas pernas abertas fica esfregando sua boca por toda minha boceta, chupa, esfrega, lambe sem parar, não dava pra segurar mais, dou um grito de prazer, daquele jeito ia gozar na boca dela.

Carla me pede pra ficar de quatro na sua frente, no meu lado direito, uma parede inteira de espelho, coloco meu rosto no colchão e observo nós três, Carla também de quatro me lambe da boceta indo até meu cuzinho, meu tesão só aumentava, levo minha mão para iniciar uma ciririca e Carla não deixa.

Ela se deita por baixo de mim, com a cabeça entre minhas coxas e lambe meu grelo, Thiago vem por cima dela coloca na entrada da minha boceta, empurra devagar, aceito aquele cacete duro sem problemas, observo pelo espelho ele com um dos joelhos cama e a outra flexionada, começa a me foder rápido com socadas firme.

Meu tesão por aquele pau só aumenta, com a Carla tocando com a língua minha boceta. Empino ainda mais minha bunda, queria ele inteiro dentro de mim, Thiago não para com socadas firmes e rápidas, já estava quase gozando, Carla pede o pau dele, que tira de dentro de mim e o coloca direto na boca, mama de forma majestosa o pau do Thiago, em seguida o direciona pra enterar de novo em mim.

Carla sai de baixo de nós é se deita na minha frente, com dois dedos abre sua boceta observo o interior rosado e muito úmida, comecei a lamber, sinto um gosto de maçã. Thiago continua o que fazia, soca gostoso na minha boceta, não consigo chupar a Carla direito e digo pro Thiago não parar que ia gozar. Gozei com meu rosto grudado na boceta da Carla e o pau do Thiago todo dentro da minha boceta.

Me atiro na cama, Thiago sai da cama e toma uma água, com as luzes iluminando todo quarto vejo seu corpo lindo e suado. Carla vem até a mim, me dá um beijo e me fala que é a vez dela. Ela se posiciona por cima de mim, iniciando um sessenta e nove, agora consigo tocar melhor a boceta da Carla, noto seu grelo durinho e facil de tocar com minha lingua.

Carla olha pro Thiago e fala: – vem amor quero você.

Ele não perde tempo e vem com aquele cacete duro para meter na Carla que empina a bunda, eu com minha cabeça entre suas pernas, vejo ele enfiar nela com força, com as mesmas socadas firmes, nossa como ele é bom de cama.

Carla geme alto acompanhada dos urros de Thiago, olho aquele pau entrando e saindo, toco com a lingua a buceta da Carla, fico olhando para o Thiago e para o pau dele dentro da minha amiga. Ele tira e direciona para minha boca, chupo aquela glande preta, muito melado pelo líquido da Carla, um gosto de maçã envolve minha boca. Em seguida levo ele até a buceta dela e peço para ele socar com força, começo a lamber e acariciar com os meus dedos seu grelinho que geme se contorcendo enquanto Thiago fode fazendo ela gozar.

Desabando sobre mim, Thiago vem junto não para de foder, até tirar dela e jorrar sua porra sobre a bunda e a buceta da Carla, escorrendo por cima dos meus seios. Ele se joga na cama, seu corpo brilha de tanto suor refletido pelas luzes, ficamos ali até recuperarmos as energias.

Carla se levantou e com um sorriso me dá um selinho e vai em direção ao banheiro, Thiago pede pra ela encher a banheira. Ele fala pra mim depois ir lá também pra relaxar, se aproxima de mim deitada na cama e me dá um beijo na boca, que retribuo, me abraçando e me puxando para cima dele.

Nossa ele só não era perfeito porque não era o dominador na cama, mais no todo ele era uma delícia. Meus seios por cima do seu peito, beijava aquela boca gostosa, minha mão percorria seu corpo suado até tocar seu pau já mole, massageava o pau e suas bolas macias, quando para de me beijar e fica me olhando, parecia me pedir algo, tipo – vai lá loira engole meu cacete, pois foi o que me deu vontade. Desci segurando com minha mão esquerda suas bolas , expus sua glande e enfiei na boca, fazia ele ir até minha garganta e voltava até meus lábios, nossa que delícia poderia ficar ali mamando até a ponto de gozar na minha boca, mais depois de uns minutos parei e fui até a Carla, pois aquilo tudo não era meu e não sabia até que ponto poderia asufluir daquele servo.

Depois da banheira o tombo foi grande, nos acordamos a uma da tarde, resolvemos ir pra praia, perto dali, em frente ao warung beach club, na praia brava, com direitos a petiscos trazido por restaurante. Carla me empresta um biquíni minúsculo que amei, adoro calcinhas enfiadas na minha bunda.

Thiago vai dar um mergulho e Carla me pergunta se eu tinha gostado, só faltou eu dizer que queria ele pra mim. Também me pergunta se eu ia embora final de tarde, disse que sim e a questionei se ela iria comigo, ela deu um tempo e respondeu que derrepente iria pegar mais uma noitada mais não na balada.

Questionei, ela sorriu me falando que o serviço não foi completo.

– como assim Carla?

– amiga tenho que sentar naquele cacete, queria que ele fodesse meu rabo ontem. Senti algo, meu corpo aqueceu, sorri pra ela e a chamei de tarada. Ela me responde, Josi duvido que você não desejou também, pois sei que gosta. Ele faz tudo que eu peço e já falei pra ele que hoje só vou querer atrás e se você quiser, fica, vamos embora amanhã. Te falo Josi não perde a oportunidade, vamos juntas vai ser tudo de bom , ele é lindo, gostoso, vigoroso e saudável, pois estava rolando tudo sem camisinha.

Thiago volta da água e foi pegar algo para tomarmos, realmente valia a pena sentir ele de novo e falei pra Carla, tá bom como vai ser? Carla me fala que quando estiverem no apartamento e no momento certo, ela iria sair pra fazer algo, seria uma desculpa e eu deveria começar com ele.

Falei que não tinha essa intimidade toda pra isso, Carla me responde rindo, ele te fede ontem, chupas o pau dele e não tem intimidade.

– Josi, você não é ingênua, quando voltar quero ver você levando pau nessa bunda linda. Respondo sorrindo:

– Tudo bem vou tentar.

Claro que sabia o que fazer, que homem iria resistir a uma roupa sex é um sorrisinho “vem me fode”.

Bem, final de tarde voltamos para o ap do Thiago, as ideias da Carla deixou-me louca de vontade, e como ela falou tinha que aproveitar. Fomos tomar banho a Carla no quarto do Thiago e eu em outro quarto, quando saí do banho ela já estava ali se trocando, botou um vestido azul curtinho sem sutiã e falou que voltava entre vinte a trinta minutos.

Queria chamar a atenção do Thiago, revirei as gavetas com as roupas da Carla e achei um shortinho amarelo de Lycra, botei ele sem calcinha, puxei até sumir dentro da minha bunda e uma mini blusa. Thiago estava no sofá assistindo tv sem camisa e com uma cueca samba canção, passei por ele e fui pra janela do apartamento, não queria ver nada, mais sim ser vista.

Fiquei esperando uma deixa ou outro comentário, não ia deixar escapar uma chance, pra me entregar. Thiago me pergunta sobre a Carla e falei que tinha saído, para em seguida ele comentar que estava linda com aquela roupa, respondo rapidamente:

– linda ou gostosa?

Me responde que era os dois e fala pra mim sair da janela que não conseguia ver tv, mandei desliga-la.

– Vou fazer o que se a desligar. Me responde.

– Faz o que você está louco para fazer Thiago. Respondo sorrindo

– O que estou louco pra fazer Josi.

– Louco pra se levantar daí e me pegar com força. Respondo sorrindo olhando pra ele.

Ele se levanta e vem na minha direção, colocando suas mãos na minha cintura, me abraçando por trás.

Depois vou narrar a vocês a conclusão que tive neste final de semana, porque se ele fosse fiel a Carla teria somente ficado na conversa.

Pois bem, levei minha mão para trás e segurei sua nuca, levando sua boca até meu pescoço, me virei e meti minha lingua na sua boca, um beijo pra mostrar todo meu desejo.

Fui empurrando ele para trás até se sentar no sofá, vou por cima das suas pernas ficando elas entre as minhas, suas mãos apertam minha bunda, enquanto beijo e sugo sua língua.

Queria acelerar as coisas, saio de cima dele e tiro sua única peça de roupa a samba canção, fico de joelhos entre suas pernas, com uma das mãos coloco aquela glande preta na boca, chapando como se fosse o último boquete, chupava e sugava a cabeça do pau dele, queria ele dentro de mim seja onde fosse.

Estava disposta a me entregar de todas as formas, ser fodida de todos os jeitos e além do mais, Carla iria chegar. Não parava de chupar, como uma esfomeada por cacete, guspia e pegava de volta, babava seu saco com minha saliva, esfregava e batia com ele na minha cara, até se levantar me chamando para o quarto.

Thiago tira minha blusinha, me deita na cama para tirar meu shortinho, socado na minha bunda, me vira e fico de quatro na beira da cama. Pela primeira vez toca minha bucetinha e o cuzinho com sua língua, com as mãos abre minha bunda e lambe minha buceta e meu cuzinho, que tesão, queria ser penetrada e pedi para que me fodesse .

Ele fica de pé atrás de mim tocando minha buceta com seu pau, vai entrando sem esforços, aceitando por completo aquele cacete duro. Começa o vai e vem dentro de mim, como a noite passada, em seguida ele para, Carla chega de mansinho e fala:

– Se aproveitando do meu macho hein, acho que vou querer também, é só tirar meu diamante.

Carla vem engatinhando por cima da cama até nossa frente, com a saia do vestido azul pela cintura, sem calcinha e com um plug anal, com um brilhante de fora imitando um diamante.

Eu de quatro com o pau do Thiago dentro da minha buceta, observo ele puxá-lo pra fora, o cuzinho de Carla parecia não deixá-lo sair o prendia, mais Thiago começou a girar de um lado para outro e foi saíndo.

Da cor rosa parecia um cone ou melhor um Pinheirinho. Carla se vira e ainda na mão do Thiago ela abocanha o plug, lambe e chupando por inteiro, tinha vontade de chupar também, peço pra ela, que de imediato o leva a minha boca. Carla se posiciona no meu lado dando tapas na sua bunda e fala:

– Hoje não é buceta e sim cuzinho.

Ela mostra que era muito safada, disposta a ter sua bunda arrombada pelo Thiago, fica do meu lado esperando a vez me dando selinhos, não demorou para ele tirar da minha buceta e ir metendo no rabo dela, que não parava de pedir para ser fodida .

Ele fica de pé sobre a cama e vai descendo, metendo aquela pica gostosa no cuzinho da Carla, que cola seu rosto na cama. Ela dando risadas pede pra ele meter, repetia várias vezes, me fode, me fode. Thiago também não se contêm com os pedidos de Carla, enrrola o cabelo dela em uma das mãos e a puxa com força, com a outra mão ele dá tapas no rosto dela, segura seu pescoço e fala alto:

– Toma no cu porra, sua vagabunda, goza com meu o pau no rabo.

Nossa eu do lado deles meu corpo incendiava meu cuzinho piscava de tesão, queria igual, após alguns minutos vendo ela delirar, levei minha mão por baixo dela acariciando seu clitóris até ela gemer, com o Thiago socando nela.

Carla grita e tenta tirar minha mão, Thiago segura ela pela cintura deixando o seu pau dentro dela, para em seguida solta-lá e ir até um frigobar tomar água, Carla se joga na cama rindo e falando alto:

– Que delícia amiga.

Ele tomando água olha pra mim e me pergunta:

– E aí, Josi vamos tentar ou vai querer na bucetinha mesmo, vou começar com o plug.

Respondo:

-Claro que sim. E me posiciono de quatro na cama, ele pega o plug, usa sua saliva para lubrificar, vai girando de um lado para o outro, meu cuzinho vai aceitando sem problemas, mesmo tendo uma experiência com anal, as preliminares são essenciais e também queria ver só o brilhante de fora.

Carla fica do lado, observa Thiago, com suas mãos na minha bunda, usa sua saliva junto com a dele, girando, entrando e saindo até Thiago dizer, está dentro. Peço pra ver, fico de quatro olhando para o espelho da parede e realmente a sensação, de poder olhar somente a pedra de fora é exitante. Thiago da mesma forma começa a tira-lo, meu cuzinho parece não deixar ele sair, tenho que fazer uma forcinha pra ajudar, mais depois ficou fácil repetir algumas vezes. Depois Thiago tira e se posiciona para colocar seu pau no meu cu e peço para ficar de lado, para depois ficar de quatro. Mais saliva, vai colocando devagar mais sem parar, aquele engasgo na garganta sempre vai ter, coração parece parar e depois volta a bater, mais, sempre uma vontade louca de sentir como é gostoso. Dentro de mim, alguns vai e vem é o momento para ficar de quatro, peço pra parar e me posiciono na posição que amo. Thiago comenta que todas preferem tomar de quatro não importa onde né Josi, eu olho pra ele e respondo que amo de quatro.

Ele encosta a cabeça do pau no meu cuzinho e seu corpo desce entrando por inteiro, rosto de lado na cama e bunda mais alto possível, começa a me foder com suas coxas se apoiando na minha bunda, socadas fortes e firmes. É hora de me impor e peço para que me foda, com minhas mãos apertando os lençóis e o rosto na cama, peço que seja igual a Carla, foi o start pra ele me puxar com força pelos cabelos e dar tapas com as pontas dos dedos no meu rosto, minha coluna é forçada para baixo, por sua mão puxando meus cabelos e seu cotovelo apoiado nas minhas costas, seus joelhos me presiona as costelas.

Nossa, estava como poucas vezes estive, dominada, sendo usada como sempre queria, que sensação sem igual, pedia mais e mais e como ele me obedecia.

Ele fazia questão de virar meu rosto para o imenso espelho, certamente para me mostrar sua perfomace, sua cintura subir e descer. Socava gostoso no meu cuzinho, meu corpo incendiava e desejava cada pedacinho, acompanhado de puxões de cabelo e tapas na cara que me levou a repetir, fode, fode, bate mais, bate, bate…

Sem diminuir o ritmo das socadas, pediu para Carla tocar minha buceta, tentei falar pra não fazer, não queria gozar, e sim ficar mais tempo nessa tortura.

Mais não teve jeito, Carla não precisou muito, depois de enfiar alguns dedos e esfregar rápido minha buceta, me viu empurra a bunda contra ele, sentindo bem fundo e meu corpo tremer de prazer, sendo segurada com força pelos cabelos e com sua outra mão tampando minha boca.

Thiago ao tirar de mim, vai ficando de pé sobre a cama, ainda com uma das mãos enrolada nos meus cabelos me puxa junto com ele. Leva meu rosto em direção ao seu pau desejando ser chupado, parecia ler meus pensamentos, pois também queria enfiar aquele cacete preto e duro na boca e o fiz, acompanhada de loucura, mamava de novo como se fosse a última chupada da minha vida.

Sentia ele quente tocando minha garganta, Carla vem pra perto de nós, Thiago também segura ela pelos cabelos e a faz chupar, socando todo na sua boca. Segurando nossos cabelos, manda nós duas ficarmos de rosto colado e abrir a boca, que iria gozar, ele com uma das mãos acaricia seu pau para jorrar porra na nossa cara, um jato com gosto amargo, parecido com muitas outras.

Thiago repete o que tinha feito noite passada, sai da cama e vai tomar uma água , fico na cama com a Carla, não me contive e a beijei na boca, que retribui me abraçando.

Ficamos olhando pra ele e nos beijando, que nos convida para tomar uma bebida.

Ele sai do quarto, nos deitamos e continuamos com os beijos, não era mais selinhos, queria beijar de verdade, língua dentro da boca, ainda existia o gosto da porra dele dentro das nossas bocas.

Thiago nos chama, colocamos as roupas que estávamos e fomos até ele, em cima da mesa uma garrafa de vodka e alguns sucos. Eu coloco um pouco no copo e bebo sem misturar, Carla faz o mesmo, me fala que não está satisfeita, queria foder mais.

Preparamos outra dose agora com suco, e fomos até o Thiago sentado no sofá, ela liga a tv e entra em um site pornô, escolhe um filme com duas mulheres e um homem e senta no seu lado. Nosso homem começa a rir, e comenta:

– Estou vendo que vocês duas não vão me deixa em paz.

Nós três olhando pra TV com certeza ele não iria ter sossego, Carla toma a iniciativa, apalpa o pau dele por cima da samba canção, passo por eles e fico atrás do sofá, apoiada com os cotovelos sobre o encosto, Carla comenta com Thiago:

– Essa roupa da Josi ninguém resiste né amor, (comentário típico de um casal) ele responde:

– É impossível, até você Carla não resistiria. Dá um sorriso olhando pra mim.

No desenrolar do filme as duas estão dividindo o cacete na boca, Carla com a mão dentro da sua cueca o exita, a cabeça do pau dele aparece na parte de cima da cueca, não olho mais para o filme, minha vontade era deslizar pelo sofá e cair de boca.

Carla não perde tempo, vai tirando a cueca dele e o enfiando na boca. Thiago me chama pra perto, leva sua mão na minha nuca e me beija. Me pede para dar a volta, fico entre suas pernas de joelhos no tapete, enquanto Carla fica de quatro sobre o sofá, chupa o pau dele sem usar as mãos, fiquei chupando suas bolas deliciosas, tentando colocar as duas na boca mais não conseguia.

Não via a hora de engolir aquele cacete, Carla sobe pra cima dele de frente pra mim, me pede para segurar o pau dele na entrada do seu cuzinho, dei uma chupada deixando minha saliva para lubrifica-lo, ela desce rebolando e vai entrando todinho.

Impossível ver aquela buceta a um palmo da minha cara e não a tocar, tento lamber seu grelinho duro, com ela subindo e descendo, colocando aquele pau inteiro dentro da sua bunda . Carla o tira de dentro, fica de pé sobre o sofá, os dois ficam me olhando, sei que é hora de enfiá-lo na boca, e queria muito fazer isso, seguro com uma das mãos e o levo até minha garganta e volto algumas vezes.

Ela se vira, fica de costa pra mim e vem descendo, deixo minha saliva e seguro o pau dele pra ela sentar, de pernas flexionadas Carla sobe e desce rebolando naquele cacete duro, que a chama de safada, pedindo pra ela foder o pau dele, perguntando se ela queria uma “viciadinha” e respondeu que sim.

Não sabiá do que se tratava mais queria também, minutos depois Thiago se levanta e manda nós duas ficar de quatro no sofá, de pernas juntas, mãos no encosto e bunda empinada, como adoro isso.

Ele vem para trás de mim, sobe no sofá, meu quadril fica entre suas pernas, uma lubrificada no pau e no meu cuzinho e lá vem ele descendo, suas mãos abre minha bunda e vai entrando gostoso, sinto ele bem fundo. Suas mãos vão para o encosto ao lado das minhas, com socadas rápidas e firmes Thiago fala perto do meu ouvido que vou me tornar uma “viciadinha”, que vou querer dar o cuzinho ainda mais, apesar de já amar.

Ele me fode com força, impossível não gemer, queria gritar, tira de mim e vai até Carla e faz o mesmo. Minutos depois volta pra mim com as mesmas socadas e chama a Carla:

– Vem safada, sentir o gosto do rabo da tua amiga.

De imediato ela obedece, tira de mim e soca na sua boca, escuto suas gofadas de engasgo, ele não se cansa de repetir e sempre no mesmo ritmo, começo a sentir meu cuzinho arder, mais amando cada socada. Sei que a segunda gozada em muitos homens demora, mais ele estava demais, ele parecia querer arrombar nossos rabos com aquela força toda, meu cuzinho nao tinha mais resistência, quando ele tirava de dentro ficava aberto, sentia ao tocar com meus dedos, que gostoso, eu e ela gritavamos, o nosso descanso era quando ele trocava uma para a outra. Queria gozar, levo uma das mãos na minha buceta, mais Carla não deixa e a coloca no encosto, controlo meus gemidos com a boca no sofá e Thiago diz que vai gozar.

Tira e desce do sofá, com uma voz de cansaço repete algumas vezes:

– Na cara, na cara safadas, eu queria na boca, não foi um jato igual ao primeiro mais deu pra sentir o gosto da sua porra de novo tocando minha lingua.

Carla e eu depois de sugamos as últimas gotas do pau dele, nos beijamos para dividir o gostinho de quero mais, me joguei por cima dela, desejava seus lábios, sua língua, realmente um beijo longo, quente, o cheiro da porra me fazia desejar as sobras da sua boca.

Ufa, depois de nôs separarmos, ficamos ali no sofá, Thiago volta da cozinha com um copo de água, vai em direção ao quarto, diz que vai tomar uma ducha e descansar e da boa noite, diz pra nós fazer o mesmo.

Find perfeito, ficamos ali conversando mais um pouco, digo pra ela que meu cuzinho estava até ardendo, ela fala que o dela também está, pergunto sobre essa história de “viciadinha”.

Ela me responde que foi oque nós fizemos, dar o cuzinho e não gozar, só ele goza.

– Amiga, quando se da a buceta, cedo ou tarde os dois gozam naturalmente, se ele parar, você para também. O anal não, porque a gente tem que se estimular para que aconteça, então você tem a opção de não gozar e fica louca pra dar de novo. Realmente ela tinha razão já tinha acontecido comigo e procurei dar de novo.

Naquela noite de domingo, ainda estava com vontade, claro que gozar dando o rabo é muito prazeroso, pois é mais intenso, mais iria repetir mais vezes essa fórmula.

Mais uma que aprendi e muitas conclusões para tirar neste final de semana, no domingo na praia tinha minhas dúvidas.

Se tudo aquilo, primeiro contato, amizade, as festas e o encontro do final de semana foi por acaso, ou planejado, pela Carla ou pelo Thiago, porque tudo se encaixou.

Não fui forçada a nada, topei e não me arrependo, amei e faria tudo de novo.

Também concluir que o homem que procurava dificilmente iria encontrar. O que eu tinha de encontrar era um homem vagabundo, mente aberta, que goste de sexo, com muita sacanagem.

Então eu o tornaria no homem que eu procurava, um cervo, pois vi isso acontecer com Thiago, duas noites com diferentes atitudes, bastou Carla soltar suas redias.

No outro dia pela manhã nos despedimos do Thiago e fomos embora, tudo perfeito até dava vontade de ficar mais uns dias.

Passados uma semana Carla me convida para mais uma balada e questionei se era só balada . Me fala que se eu topasse poderíamos repetir a noitada, perguntei se teríamos novidades.

– Como assim ela me responde.

– Hora Carla, você poder ia conversar com Thiago, pedir para ele convidar um amigo, aí repetir a noitada, oque você acha.

Não quero dizer que ele não seja suficiente para nós duas, pois foi um dos melhores de cama que tive a oportunidade de conhecer, mais pode ficar muito melhor.

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Reencontro de infancia IV

Fomos todos para a cozinha. Come-mos e bebemos.
O Ricardo não tirava os olhos da Kelly e já estava outra vez de piça dura.
– porra Ricardo já outra vez teso – disse-lhe a mãe
– é o tesão da juventude – falou a Sónia
Eu então falei:
– tesão mas não por vocês as duas, é pela Kelly, ele não tira os olhos do corpo dela, mas tem razão ela é um tesão de mulher.
– então filha gostas-te – falou a Sónia
-Ela muito envergonhada falou:
– oooh mãe, não devia falar mas tenho que reconhecer que adorei.
– ai adoras-te, pois já que adoras-te vamos á segunda parte, e vai ser aqui mesmo. Anda Ricardo ataca-a já antes que ela se arrependa -falou a Sónia.
O Ricardo aproximou-se da Kelly. Ela estava sentada e assim ficou. O Ricardo aproximou-se dela por detrás, com uma mão virou-lhe a cara e deu-lhe um beijo de lingua.
A Kelly pôs-se em pé. Os dois comiam-se literalmente.
A Bela fez sinal á Sónia, e as duas ditaram a Kelly na mesa da cozinha.
A Bela foi fazer um minete á Kelly e a Sónia chupava-lhe as mamas.
Eu e o Ricardo dávamos as nossas piças para ela chupar.
A Kelly mal nos chupava, pois a vaca gemia de tesão.
– aaaaaaaaiiiiiiiiiiiii siiiiiiiiiiiiiimmmmm siiiiiiiiiiiimmm estão-me a por maluuuuuuca.
A Bela chupava-lhe a cona e o cu.
Todos vimos quando a Bela lhe enfiou dois dedos pela cona acima.
A Kelly cada vez mais estava molhada pois ouvia-se um choc choc choc, na cona dela. A Bela começou a enfiar um dedo no cu dela.
– aaaaaiiiiiiiiiiiiiii vai com cuidado eu ai sou virgem -gemeu a Kelly
A Bela deixou-a acostumar-se ao dedo dela. Quando a Bela a sentiu mais descontraída enfiou um segundo dedo.
A putinha desta vez já não reclamou tanto.
A Sónia puxou o Ricardo por um braço.
Olhei e vi ela a por óleo de cozinhar na piça dele.
A Sónia afastou a Bela, pegou na piça do Ricardo e encostou-a ao cu da Kelly.
– filha tem calma que o Ricardo vai ser gentil contigo e no fim tu vais ver que vais adorar.
Ela acenou com a cabeça.
A Bela deitou-se ao lado dela e disse:
– vem cá querido e enfia-me esse piroco pelo cu acima para ela ver como é bom.
Eu lá fui, e quando encostei vi que a Bela estava toda molhada.
Passei a minha piça mas bordas da cona da Bela. Enfiei e dei meia dúzia de estocadas para lubrificar a minha piça. Tirei a piça da cona e enfiei no cu da Bela até meio.
– ooooooooooohhhh que boooooooom – gemeu a Bela
Olhei e vi o Ricardo a forçar a piça na entrada do cu da Kelly.
– aaaaaaaaiiiiiiiiiiiiii aaaaaaaaiiiiiiiii é muito grossa não vai entaaaarrrr -gemeu a Kelly
Eu enterrei tudo na Bela com o tesão da visão que estava a ter.
A Sónia virou mais um pouco de óleo no cu da filha e na piça do Ricardo.
O Ricardo tornou a forçar e vi quando a cabeça da piça entrou naquele cu virgem.
– aaaaaaaaaiiiiiiiii aaaaaaaaiiiiiiiii que me rasgas todaaaaaaa, páraaaaaa páraaaaa -pediu a Kelly
O Ricardo parou de enterrar para a Kelly se acostumar.
A Kelly acariciava o grelo á filha, para ela se sentir melhor.
Passado um minuto a Kelly já não reclamava, e vi quando o Ricardo forçou mais um pouco.
– oooooooooggg meu deus estás a partir-me em duas – gemeu a Kelly – não vou conseguir aguentar tudo.
A Sónia enfiou a lingua na cona da filha e começou a lamber.
A Kelly passado uns 3 ou 4 minutos deu um pequeno gemido:
– aaaaiiiiiiiii assim é boooooooom.
A Sónia pôs uma mão nas nádegas do Ricardo e empurrou-o para a frente.
– aaaaaaaiiiiiiiiiiiii aaaaaaaaiiiiiiiiiiiiiii páraaaaaaaa páraaaaaaaaaa não vou conseguiiiiiiiiir – gritou a Kelly
– calma filha, já está tudo dentro, agora só se entrarem os colhões também. Espera um minuto até ela se acostumar Ricardo – falou a Sónia.
Parei de foder a Bela e eu e ela fomos ver a foda dos outros 3. A Bela começou a lamber uma teta da Kelly e eu a outra. A Kelly era a atenção de nós todos.
A Kelly ao fim de uns minutos começou a dar pequenos gemidos de prazer.
O Ricardo tirou a piça do cu dela até á cabeça e tornou a enfiar, mas tudo isso bem de vagar.
– ooooooooooooggg oooooooooogggg – gemeu a Kelly
A Sónia olhou nos olhos do Ricardo e disse-lhe:
– fode esse cu como deve ser, anda alarga-o dá-lhe um novo andar.
O Ricardo começou a bombar cada vez mais rápido e a putinha gemia:
– ooooooooooooggg siiiiiiiiiiiiiimmm siiiiiiiiiiiimm ééééééé boooooooooooommm.
A Kelly gemia e gemia de prazer.
A Bela ditou a Sónia ao lado da filha e as duas começaram um 69.
Fiquei a olhar aqueles quatro a comerem-se e batia uma punheta ao mesmo tempo.
O Ricardo tirou a piça de dentro do cu da Kelly. Deitou-se e sentou-a no colo dele fazendo desaparecer a piça novamente no cu da Kelly.
A Bela e a Sónia gemiam de prazer.
– oooooooooogggg siiiiiiiiiiiiiimmm siiiiiiiiiiiimm vouuuuu-mmmmmme viiiiiiir, veeeeeenho-meeeeeeeee -gemiam as duas, Sónia e Bela.
– oooooooooogggg ooooooooooooggg é tão boooooooooom – gemia a Kelly
A Sónia olhou para mim e fez-me sinal para enterrar a minha piça pela cona da filha acima.
Assim fiz.
– aaaaaaaaaaaiiiiiiiiiiiiiii aaaaaaaaaaaaiiiiiiiiiii estais-me a partir em duas mas é tão boooooooooooom – gemeu a Kelly
Estava-mos excitados de mais e começamos eu e o Ricardo a bombar cada vez mais rápido.
– aaaaaaaaaaaiiiiiiiiiiiii siiiiiiiiiiiim siiiiiiiiiiiim venhooooooooo-meeeeeeee venhoooo-meeeeeee -começou a gritar a Kelly
Tanto eu como o Ricardo sentia-mos as contrações da cona e do cu dele a vir-se.
– encho-te as tripas de leite puuuuuuuutaaaaaaaaa venhooooo-meeeeee – gritou o Ricardo
– também me veeeeeeeeenhooooooooooo, toma leite puuuuuuuuta tomaaaaaaa- gritei
A Sonia e a bela foram beber o leite que escorria da cona e do cu da Kelly.
A Kelly estava feliz e quiz dormir com o Ricardo nessa noite e nas seguinte. A Sónia dormiu comigo e com a Bela. Nessa noite a Kelly foi fodida varias vezes, pois nós ouvia-mos os gemidos dos 2, mas nós os 3 não ficava-mos atrás, também fodemos toda á noite.
Passados uns dias o Ricardo e a Kelly já andavam de mão dada.
Era-mos uma família incestuosa, mas não nos importava-mos e era-mos felizes assim. Ninguém era de ninguém e todos eram de todos.

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Ela é a putinha da galera

Ei gente, este é meu primeiro conto de inumeras historias que tenho sobre minha namorada e futura esposa.
Vou descreve-la para vocês: Loirinha, mignonzinha 158 de altura, 55Kg, uma raba enorme e o mais importante, fiel a mim. (rsrs)
Estamos atualmente namorando a 5 anos e vai-le chifres na minha cabeça, sempre fui muito bobinho e não via maldade nas coisas, agora após termos nossa relação aberta que eu consigo me recordar de diversos momentos em que diversos
homens, amigos, familiares e desconhecidos, se aproveitaram da minha namoradinha.
Vou começar contando um episódio que ocorreu no início do nosso namoro, estavamos juntos a dois meses, eu ainda era virgem e ela também se dizia virgem na época (o que depois descobri ser mentira).
Tinhamos combinado de ter nossa primeira relação em um final de semana que meus pais iriam para a roça e eu teria a casa toda para mim.
Quando chegou o dia, eu estava todo animado, já tinha aparado os pelos do meu pintinho e fiquei o dia todo apressando meus pais para viajarem logo.
– Nossa filho, já estamos indo, por que você ta tão inquieto hoje? Disse minha mãe
– Impressão sua mamãe, só quero ficar com a casa toda para mim para poder jogar video game o fim de semana todo!
– Você tá doido? Nunca que deixaria você ficar sozinho em casa, o perigo que está hoje em dia, liguei para seus primos Henrique e joão virem ficar aqui com você.
Meu mundo caiu em terra, não teria a casa mais para mim e já estava pensando em ligar para minha namorada cancelando nossos planos.
Meus pais sairam e logo depois chegaram meus primos. Henrique 26 anos, moreno 188 de altura, um brutamontes, sempre frequentou academia e tinha maior fama de garanhão e João 23 anos, com o mesmo porte físico, exceto que João era um pouco mais baixo 182 de altura.
Eu no alge dos meus 17 anos, tinha 170 de altura e era franzino, pareciamos pessoas de familias totalmente diferentes.
Rubia, minha namorada que descrevi acima, era um ano mais velha que eu (18 anos).
Meus primos entraram e logo tomaram conta do video game que eu tinha instalado no quarto dos meus pais, prevendo que ficaria lá a maior parte do tempo com a minha namorada.
– Que cara é essa primo? – Me perguntou Henrique quando me viu cabisbaixo.
– Nada demais não, minha namorada estava querendo vir para cá mas vou cancelar para que você fiquem mais a vontade.
– IHHH para de bobeira muleke, deixa a menina vir, vamos atrapalhar em nada não. – Continuou Henrique enquanto tomava alguns socos do irmão no Street Figther que estavam jogando.
Sai do quarto e liguei para Rubia para saber o que ela pensava disso.
– Amor, seguinte, meus primos estão aqui em casa, eles falaram que não tem problema você vir. O que acha??
– Amoooor, tem problema não, inclusive já estou na sua rua, me recebe ai no portão!
Sai até o portão e la estava ela, com um Shortinho cavadinho, de topper e o cabelo preso em um rabo de cavalo.
Nos beijamos e fui a guiando até o quarto para apresenta-la aos meus primos.
Quando entramos, a comoção foi geral, meu primos na hora largaram os olhos dos jogos e literalmente comeram minha namorada com os olhos, na época eu pensei que era porque formavamos um belo casal.
Eles nos elogiaram e se levantaram para cumprimentá-la, em ambos eu reparei uma barraca se formando em suas bermudas – O jogo estava animado, pensei.
Eles a abraçaram e a ergueram do chão, mas como os dois são altos e bem fortes, era como se estivessem levantando uma pluma.
Reparei que o shortinho dela estava ainda mais cavado após esses abraços e seus peitos estava com um biquinho saliente. Realmente já tinha esfriado um pouco. Já eram quase 8 horas da noite.
Chamei minha namorada e fomos até a sala namorar, ela estava me beijando com tanta vontade este dia que chegava a doer.
Meus primos vieram até a sala e nos largamos do nosso amasso.
– Primo o que tem ai pra gente comer? – DIsse João olhando fixamente pras coxas da minha namorada que estavam muito expostas após nossa breve pegação.
– Minha mãe deixou comida pronta, é só esquentar. – Falei
– Vai la esquentar pra gente comer então, porra! – Disse Henrique rindo enquanto me puxava do sofá e se jogava ao lado da minha namorada.
Rubia ficou um pouco sem graça pois meu primo quase a imprensou contra o braço do sofá com seu enorme corpo.
A mão dele pousou sobre a coxa da minha namorada, involuntariamente, pensei.
João se sentou no braço do sofá, fazendo quase um sanduiche com minha namorada.
– Vai lá primão que vamos conversar um pouco com sua namorada para saber as intenções dela com você. – Disse joão rindo
Rubia nitidamente estava se divertindo com as provocações dos meus primos e começou a conversar com eles como se fossem amigos de infância.
João já estava com um dos braços passando sobre os ombros de Rubia e Henrique mantinha sua mão nas coxas dela.
– Vamos lá amor, vou te ajudar a esquentar a comida. – Disse Rubia se levantando do sofá.
Seu short totalmente engulido pela sua enorme raba. Meus primos no mesmo momento tentaram segurá-la.
-Fica aqui Rubinhaa – Henrique a puxou e ela caiu em seu colo.
Ambos começaram a rir enquanto rubia se debatia para sair.
– Me ajuda amor, o bruto do seu primo ta me segurando. – Disse Rubia em tom de brincadeira.
Fui em direção a eles para tentar soltá-la mas João entrou na minha frente e se jogou em cima dos dois.
– Vai ter que tirá-la do meio de nós dois primo, Irmão ajuda irmão aqui.
Estava tudo em tom de brncadeira, minha namorada prensada entre meus primos que são dois homens enormes e eu franzininho tentando puxá-la do meio deles.
Notei que João á segurava pela cintura e fazia alguns movimentos com sua cintura, provavelmente tentando empurrá-la para dificultar sua fuga. E Henrique também estava movimentando sua pelvis para cima. O peso estava muito grande para ele e queria sair dali, pensei.
– Tabom meninos, me soltem, deixa eu ir fazer um negocio para vocês comerem. -Disse Rubia saindo do meio deles, rindo de orelha a orelha.
Vi que meus primos estavam com uma barraca enorme apontada em suas bermudas e eles nem fizeram questão de esconder.
Sai com minha namorada em direção a cozinha e os dois ficaram sentados no sofá com seus volumes apontando para o teto.
Rubia começou a esquentar o jantar. Ela parecia estar ansiosa pois notei que estava com as pernas tremendo enquando cozinhava.
Arrumei a mesa e me sentei ao lado dela para jantarmos. Meus primos chegaram e fizeram questão de dar a volta na mesa e passar ao lado da minha namorada encostando o volume ainda aparente em suas bermudas. Realmente, era muito apertado o lugar que passaram, teriam que encostar nela mesmo, não foi por mal.
jantamos e levei minha namorada ao meu quarto para continuarmos a namorar, afinal meus planos para aquele final de semana ainda estava de pé.
Começamos a nos beijar e dar uns pegas mais quentes, mãos bobas correndo, estava tudo muito gostoso quando Henrique entrou no meu quarto sem bater.
– OOOPAAA, desculpa atrapalhar você, Vamos ver um filme, vim chamá-los mas acho que não irão querer ir! kk
Não mesmo, fecha essa porta e deixa a gente aqui, Pensei. Mas Rubia logo se pronunciou.
– Aaaaah vamos amor. Mas quero filme de terror heein – Disse ela voltando atenção para meu primo.
– o filme que você quiser, vamos lá
Henrique a puxou pelos braços me deixando na minha cama sozinho e com meu pintinho querendo atenção.
Resolvi ir para o banheiro tocar uma punheta para me aliviar. Demorei uns 10 minutos e fui até o quarto do meu pai onde encontrei meu primos sentados na cama e minha namorada ajoelhada com seu bundão virado para eles tentando colocar o dvd dentro do aparelho.
– aaa amor, que bom que chegou, não estou conseguindo colocar o filme, me ajuda aqui.
Fui até ela e coloquei o Cd no aparelho. Rubia se levantou e se jogou na cama dos meus pais. A cama dos meus pais era grande mas como meus primos são enormes, não caberiamos todos ali.
– Eu vou deitar aqui, o ultimo a chegar fica na poltrona. – Disse Rubia deitando no canto da parede.
Meus primos logo se jogaram na cama e por um momento pensei que estavam brigando para deitar ao lado dela. Henrique por ser maior que João conseguiu empurra-lo e pegar o lugar próximo a minha namorada.
Tive que me sentar na Poltrona ao lado da cama já que não me cabia na cama com eles.
Gente este conta está enorme. dividi em duas partes.
Insta da minha namorada: @RUBIABSM

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Ela é a putinha da galera 2

Continuando o conto passado.
Minha namorada estava deitada na cama dos meus pais deitada no canto da parede, meu primo Henrique ao seu lado e João emburrado na beirada.
O filme começou e Henrique cochichou alguma coisa no ouvido de Rubia.
Ela logo se levantou.
– Ta bomm, chega pro lado que eu vou deitar no meio.
João abriu um sorriso na hora e algo pulsou dentro de sua bermuda. Eu os observava com os cantos dos olhos pois o filme era muito interessante. Até hoje me lembro do nome, A morte pede carona.
– O primão, pega uma coberta pra gente ai, ta frio demais. – Disse Henrique depois que Rubia deitou no meio da cama, entre os dois.
Me lavantei e peguei um cobertor no guarda roupa dos meus pais e joguei para eles.
Henrique o ajudou a abrir o cobertor e logo os 3 se aconchegaram em baixo dele.
A cena eu vi era meus dois primos com fama de garanhões e fortes, deitados ao lado da minha namorada novinha e rabuda que todo mundo era doido para tirar seu selinho da buceta. Algo fazia uma barraca na altura da cintura dos meus primos levantando o cobertor naquela região, Não dei muita importancia.
Peguei um cobertor para mim também e me sentei novamente na poltrona.
Assim que me sentei percebi uma movimentação estranha na cama.
– Esse cobertor é muito quente, vou tirar minha camiseta. – disse João jogando sua camisa no chão sendo logo seguido por Henrique que também tirou a dele.
Nesta movimentação, a coberta desceu um pouco e percebi que rubia estava com seus seios para fora do toper, preferi não dizer nada, afinal embaixo das cobertas não teria como meus primos verem ela também deveria estar com calor por ficar deitada no meio daqueles dois brutamontes.
– Ai eu to ficando assutada com esse filme meninos.
– Assusta não linda, vem cá. – Disse Henrique puxando minha namorada para apoiar sua cabeça em seu torax. Rubia virou a bunda em direção ao João que logo virou na direção dela a abraçando por trás.
– Fica com medo não rubinha, a gente ta aqui com você
Percebi que Henrique estava mexendo em seu pinto toda hora, mas pera ai. As duas mãos dele estava apoiando sua cabeça. Que mão era aquela que estava movimentando seu pinto para cima e para baixo?
Eu devo ter ficado doido com o filme e ja estava vendo coisas.
– Ta quente demais aqui vei. – Disse João tirando sua Bermuda e jogando no chão ao lado da cama.
– Ta mesmo viu irmão, Já tirei a minha a um tempão.
Tive a impressão que joão tirou sua cueca junto com sua bermuda mas não tive como ter certeza pois ele rapidamente se cobriu denovo e voltou a se agarrar ao bumbum da minha namorada que estava totalmente focada no filme que ali passava.
Fiquei com uma vontade enorme de ir ao banheiro e fui correndo mijar.
Quando retornei, rubia havia descido mais e agora estava deitada com a cabeça apoiada na barriga de Henrique e joão a segurava por trás e parou de se mexer quando entrei no quarto.
Olhei para o Chão e o shortinho de Rubia estava jogado, provavelmente estava com muito calor embaixo do cobertor assim como eles.
No filme estava em uma cena em que o um homem matava o outro a facadas, era uma cena muito pesada.
-Ai não quero veeeer. Disse Rubia cobrindo sua cabeça.
Henrique logo colocou suas mão sobre a cabeça dela e empurrou para baixo, provavelmente para ajudá-la a se cobrir mais e não ver a cena.
Ele começou a movimentar a cabeça dela em baixo do cobertor e João voltou a se movimentar atrás dela.
Não era atoa que eles estavam com tanto calor, não ficavam quietos.
Voltei a ver o filme e em alguns momentos ouvi alguns barulhos como se alguém estivesse engasgando, e um barulho caracteristico PLOF PLOF PLOF PLOF.
Rubia se manteve durante quase 15 minutos embaixo do cobertor e então saiu com o rosto um pouco lambusado. Provavelmente suou muito embaixo da coberta.
Ela se virou para o lado do João empinando a bunda na direção de Henrique que logo se aconchegou atrás dela e voltaram os sons de PLOF PLOF PLOF.
Rubia novamente voltou para baixo da coberta, provavelmente alguma cena a assustou novamente. Dessa vez ela deitou com a cabeça apoiada no colo do João que movimentava a cabeça dela com as duas mãos.
Era muito bom saber que meus primos estavam cuidando da minha namorada e não a deixaram ver filme de terror para não ter pesadelos a noite.
Pouco antes de acabar o filme, Henrique soltou um urro e ficou sem se movimentar por um tempo atrás da minha namorada, até deve ter se assustado com a cena.
– Primo pega minha bermuda ali por favor – Henrique me pediu após recobrar a conciência.
– Claro!! – Peguei a bermuda e joguei para ele que se vestiu e se levantou da cama indo em direção ao banheiro. Notei que onde ele estava deitado estava totalmente molhado de suor. Eles não estavam exagerando quando disseram que estava quente embaixo do cobertor!
Rubia continuava movimentando sua cabeça em baixo do cobertor com joão a controlando com suas enormes mãos.
Voltei minha atenção para o filme.
Henrique estava na cozinha esquentando comida novamente.
Passaram uns 5 minutos e a cabeça de Rubia parou de se movimentar, ela saiu de baixo do cobertor e limpava alguns filetes que escorriam de sua boca.
João saiu da cama totalemente pelado sem ligar para minha namorada que estava deitada ao lado dele. O repreendi.
– João, veste uma cueca pelo menos né, minha rubinha não é obrigada a ficar vendo essa pouca vergonha sua não.
João riu e pegou sua cueca que estava jogada no canto do quarto. Notei que seu pinto estava molhado antes de se vestir.
– foi mal primo, esse cobertor dos seus pais é muito grosso.
João pegou o short de Rubia perto da cama e jogou para ela.
– Veste ai pra gente comer alguma coisa e depois ver outro filme. – Disse ele.
– Tá bommm, mas quero mais um de terror.
João riu e foi em direção a cozinha.
Aproveitei para deitar com minha namorada e dar uns beijos nela. ESTAVA MORRENDO DE SAUDADES. Dessa vez não iria jantar para já reservar meu lugar na cama ao lado dela.
Após um breve amasso, Rubia saiu em direção ao banheiro e meus primos continuavam a jantar. Esse fim de semana será longo…..
Gente, esse é o fim do meu primeiro conto. Tenho diversas historias para contar.
Comentem se querem continuação e é isso!!

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Ela é a putinha da galera 3

Ei gente
Vou continuar meu conto, em antemão os informo que o instagram da minha namorada foi denunciado e excluído.
Em breve faremos outro para exibi-la mais para vocês.

Continuando o conto.

Depois que meus primos comeram minha namorada do meu lado e eu fingi que não vi. (Mal de corno)
Eles começaram a se aproveitar dela em qualquer situação possível, quando ela passava perto deles, eles batiam em sua bunda, faziam ela pegar em seus pintos e em diversas situações eles a prensavam contra a parede e ficavam se relando nela.
E eu ignorando, fingindo que não via e deixando eles cada vez mais soltinhos com ela.
Naquela noite após o filme que vimos, fui dormir com minha namorada em meu quarto e deixei o quarto dos meus pais para os meus primos.
Assim que entramos no meu quarto, Rubia foi logo se deitando na cama e dizendo que queria dormir (e meu sonho de perder o cabacinho com ela ia só ladeira a baixo) . Rubia não demorou nada para pegar no sono e eu tive que me aliviar novamente com a minha mão para então conseguir dormir.

Ouço um barulho de alguém entrando no quarto pela madrugada e sacudindo minha namorada.
– Piriguete, bora pro quarto, quero te fuder. – Reconheci logo a voz, era Henrique, meu primo mais velho.
Rubia levantou da cama em um salto e saiu rindo acompanhada de Henrique que já estava enchendo sua mão na bunda dela.
Esperei um pouquinho e fui até a porta do quarto escondido para tentar ver alguma coisa, e ela estava ela.
Minha namoradinha estava de quatro na beirada da cama, com Henrique atrás dela bombando com força em sua xota (ou seria o cuzinho? de onde eu estava não tinha como ter certeza) e João estava sentado, enfiando sua piroca na garganta dela.
– Vai cadela, chupa esse caralho. Desde que você chegou com esse shortinho enfiado no cu eu já sabia que tava doida querendo piroca. – Disse joão forçando ainda mais a cabeça dela no seu pau.
Henrique bombava cada vez mais forte e estapeava muito a bunda de Rubia, sem nem se importar se eu iria ouvir ou não.
– Meu primo não te come porque é bobinho, você precisa é disso aqui. – Disse Henrique tirando e colocando sua piroca com força em uma só socada, o que arrancou um grito de Rubia, que logo foi abafado novamente pela piroca de João
-Mandei você parar de chupar não. Mama esse caralho que enquanto a gente não gozar você não dorme. – Disse joão bombando na boca dela e dando tapas em sua cara.

Perdi a noção de quanto tempo fiquei ali, fizeram varias posições com minha namoradinha e em algumas eu pude ver o quanto sua bucetinha estava vermelha de tanto aconchegar aquelas toras dentro dela, sem contar que sua bunda já estava completamente escarlate de tanto tapas que ela tomou.
Por fim eles gozaram e eu corri para meu quarto, depois de quase 30 minutos Rubia entrou no quarto com os cabelos molhados pois acabara de sair do banho, se deitou e dormiu abraçadinha comigo.

No outro dia acordei primeiro que todo mundo e fui fazer o café da manhã.
Estava passando um café quando vejo João vindo em direção á cozinha.
– Bom dia primo, cade sua namorada? – perguntou ele. Já estava nítido sua ereção matinal marcando em seu short.
– ta deitada no meu quarto ainda primo, daqui a pouc… – Ele não esperou nem eu terminar de falar, seguiu em direção ao meu quarto com sua rola balançando no short, entrou e fechou a porta atrás de si.
Continuei a passar o café, depois fui lentamente até a porta do quarto, estava trancada. Encosteis os ouvidos na porta e pude escutar nítidamente.
-Vai cadela, chupa que tá na hora de beber seu leitinho de café da manhã. Hoje o dia vai ser produtivo demais para você, já te antecipo.
Não ouvia Rubia falar nada, estava com a boca ocupada também né?!
Voltei para a cozinha e logo em seguida vi Henrique saindo do quarto dos meus pais, com uma marcação tão grande quanto a do seu irmão.
– E aiii priminho – Ele afagou minha cabeça, e sentou o meu lado na mesa – Cadê meu irmão e a Rubia?
Ruborizei na hora, como iria dizer que seu irmão estava trancado no quarto com minha namorada e eu não estava fazendo nada?
Quando abri a boca para falar, a porta do quarto se abriu e saiu de lá João com aquele sorriso cínico no rosto vestido apenas com sua cueca.
Henrique olhou para mim e abaixou a cabeça para segurar o riso. Rubia saiu do quarto em seguida e veio até a mesa.
João se sentou e pegou um pão e café para comer.
Eu continuava imóvel, sem saber como me portar.
– bom dia Meninos, dormiram bem ? – Disse Rubia com a maior cara lavada do mundo.
Henrique levantou e a pegou pela mão.
– dormi muito bem, mas to precisando de sua ajuda, dormi de mal jeito e to precisando de uma massagem nas costas, da pra você fazer?
– Claro amor, digo Henriqueee!
Ambos me olharam para ver minha reação.
– mas antes tem que ver se meu namorado deixa né?
– E ai priminho? Ela pode me fazer uma massagem, rapinho?? Prometo que te devolvo ela inteira – ele voltou o olhar para ela – Ou quase inteira né?! – Disse baixinho mas de alto o suficiente para todos ali ouvirem.
Assenti com a cabeça, ele saiu puxando Rubia pelo braço como alguém que está indo repreender o filho por mal comportamento, entraram no quarto dos meus pais.
João tomava seu café e ficava me fitando de tempos em tempos, acho que esperando uma reação. O que não aconteceu. Começamos a ouvir o barulho da cama batendo na parede e gemidos caracteristicos de sexo.
João estava nitidamente se divertindo com a situação.
– Parece que a massagem ta boa heeeein?? – Ele disse e saiu rindo, chegou na sala e se jogou no sofá colocando a TV em um canal aleatório.
Eu fiquei na cozinha e fui lavar as vasilhas sujas do café da manhã.
Quase uma hora depois, Henrique sai do quarto de banho tomado e chama seu irmão.
– Mano, bora lá adiantar o esquema??
– bora que os cara tão doido!!
Fui em direção a sala para tentar ouvir melhor a conversa e eles me chamaram.
– Primo, seguinte. Chamamos uns amigos do fut para tomar uma cerveja aqui mais tarde beleza? Arruma a cama do quarto lá pra gente depois, sua namoradinha deitou na cama e apagou.
Daqui a pouco estamos de volta.

Eles passaram por mim dando o famoso “pedala robinho” na minha cabeça e saíram.
Fui até o quarto dos meus pais e lá estava Rubia, dormindo vestida apenas com seu sutiã e a calcinha no meio das pernas. Provavelmente ela estava indo tomar um banho mas estava tão cansada da massagem que fez no brutamontes do Henrique que caiu no sono.
Tão boazinha e prestativa, amo demais.

Continua…..

Votem e comentem para me incentivar a continuar a postar as histórias de minha linda namoradinha.

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Me Convenceu

Me convenceu

vou começar com a melhor experiência, como minha esposa convenceu a deixar ela dar o rabo para outro.
Gostamos muito de sexo, eu e a Ka, mas nunca tinhamos tocado no assunto de se relacionar com outras pessoas sexualmente, ela é linda de rosto e tem uma sensualidade que eu adoro, seu corpo é magro e seios na medida certa.
Mas voltamos ao sexo que sempre foi maravilhoso e frenquente, porem a Ka tem um grande desejo de ser penetra no rabo, nos primeiros anos, tentamos de varias formas, com lubrifcante, lidocaina e varias posiçoes sem sucesso, pois meu pau é muito grosso, e com o tempo foi saindo da nossa rotina de sexo, até que ….
Era logo depois do almoço, e começo a receber mensagem de texto, – Vamos cedo pra casa tenho surpresa, – Estou me sentido super excitada, – Quero dar o rabo hoje. Era uma sexta feira, e aquilo ja estava me deixando excitado, nem esperei terminar o horario e ja peguei o caminho de casa, minha esposa trabalha mais perto e chega quase 30min antes, quando eu chego pego ela saindo do banho, eu ja achando que era ali mesmo ja cai em cima(homens), ela me corta, me da um bj e manda eu tomar um banho bem demorado e depois vestir um roupa casual. Levo uns 20min, saio do quardo ja vestido e ancioso ja alisando o pau pensando que ela estaria na sala pelada me esperando, mas quando chego tem um casal tomando um vinho e minha esposa fazendo uns petiscos. Apesar da mulher ser linda, loira, alta, magra, seios grandes e estava com um vestido curto colado no corpo, o clima gelou e meu pau amoleceu, pensei puta merda, isso é hora pra chegar visita, abrir aquele sorriso amarelo e fui cumprimentar. Ela é tania, colega de serviço da Ka, ja conhecia ela de enventos da empresa e seu marido nunca tinha visto, um pouco mais baixo do que eu, moreno claro, de boa aparencia. Apertei a mao dele e ela veio e me deu um bj no rosto, mas não um bj qualquer, foi um pouco mais longo e molhado, porem ainda estava puto, e não percebi a maldade do bj. Fiz sinal pra ka que nao estava entendendo, ela me retribui o sinal pedindo calma, obviamente achei que nao iriam demorar. E ficamos ali conversando por um longo tempo, comendo e bebendo, ja estavamos todos alegres, com isso a conversa flui melhor, mais risadas, mais contados, e comecei a perceber que a tania me olhava com um sorriso maroto, e num certo momento começou a me provocare passou a mao no meu pau sem querer, pra que, fiquei excitado na hora, e comecei a desejar aquele corpo, suas pernas estava perto das minhas, e quando seu marido foi ao banheiro ela colou com as minhas e comecou passar a mao na minha virilha, eu no mesmo instante olhei a ka que fingia nao ver, quando o marido voltou eu pulei na hora e pedi pra ka me acompanhar ate o quarto.
Ela não deixou eu falar me deu um bj gostoso, tirou meu pau pra fora, comecou a punhetar e falou no meu ouvido, – como ta duro esse pau, – foi a loira q deixou assim, – quer comer a loira, – quer enfiar esse pau gostoso nela, – quer. E eu falei bem devagar – quero. – So tem uma condição vai ter que deixar o marido dela comer o minha bunda, – mas como, disse eu. – ele tem o pau bem menor que o seu , e ele nao vai tocar na minha buceta, e alem do mais a tania esta louca por um pau de verdade dentro dela. Fiquei um pouco apreensivo no momento mas o tesão era muito grande pra parar ali e topei.
Voltamos á sala, tania com sorriso no rosto sinalizou que estava tudo ok, nisso ja veio a loira me beijando, e me empurrando na poltrona, tirou o meu pau pra fora, que tava um pouco mole, e caiu de boca, olhei para o lado e seu seu marido estava tirando a roupa da minha esposa bem devagar, pelo jeito eles ja tinham experiencia, fiquei de pau duro bem rapido, com um olho na KA e outro na tania que lambia meu pau de cima a baixo. Nessa hora a ka punhetava o Fernando, e eu com uma mistura de raiva e tesao peguei a Tania pelos cabelos e comecei a fuder a boca dela, mas logo em seguida ela ficou em pé e comecou a levantar a saia bem devagar, como estava sem calcinha eu puxei ela ao meu encontro e comecei a chupar a bucetinha, e foi nesse momento que perdi os acontecimentos com minha esposa e quando voltei a olhar, minha querida Ka estava de 4 no sofa sendo enrabada, bem devagar, ainda me olhava com cara de safada, colocava um dedo na boca e fechava os olho, mostrando que estava adorando. Com a situacao meu pau estava mais duro que uma pedra, tania colocou a camisinha em mim, e pulou pra cima, calvagando e esfregando os peitoes na minha cara, e eu aproveitar pra mamar gostoso. Fernando ja estava acelerando as bombadas na ka, quando coloquei a tania de 4 tambem segurei seus cabelos longos e meti sem dó naquela buceta, bombei ja no mesmo ritimo deles e gozei muito, logo em seguida o fernando tambem gozou, entao minha esposa veio ate mim, tirou minha camisinha e comecou chupar, mas bem devagar com carinho, como forma de agradecimento eu acho. Depois Todos se vestiram, ainda com um pouco de constragimento e sem falar muito, nos despedimos e eles foram embora. Mais tarde minha esposa me contou que elas estavam planejando a muito tempo, pois um dia num Happy Hour tomaram umas e outras e confessaram seus desejos, que ela minha esposa nao conseguia da a bunda, pois meu pau era grande, e a tania que o marido tinha o pau pequeno e que precisa de um maior , foi quando resolveram fazer a troca. Que eu adorei, e foi repetida varias vezes…..

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Reencontro de infancia II

No dia seguinte Quando acordei a Bela e Sónia já estavam na cozinha a tomar o pequeno almoço. As duas estavam só de camisa de dormir transparente.
Começamos a falar do nosso filho e dissemos-lhe que chegava naquele dia , que tinha ido passar uns dias fora.
A Sónia disse-nos que a sua filha viria no sábado, que se chamava Kelly, que estava uma mulher de fazer parar o transito, que já tinha 20 anos, mas que achava que ainda era inocente em termos de namorados, pois nunca a via com nenhum.
Ouvi o portão de casa a abrir e disse-lhes.
A Sónia e sair a correr pois podia-se ver o corpo dela, mas nós dissemos-lhe que podia ficar, que o nosso filho sabia que éramos swinguers e que ele já estava habituado a ver-nos nus em casa.
Ela parou a olhar para nós e sentou-se. A Sónia disse logo que nunca pensou que fosse-mos swinguers e muito menos que o nosso filho soubesse.
Fomos interrompidos pelo Ricardo.
– Olá. disse o Ricardo quando entrou na cozinha.
O Ricardo foi cumprimentar a mãe e a Sónia com dois beijo na face. O Ricardo ficou a olhar para a Sónia. O meu filho olhava com olhos de quem quer comer, pois podia-se ver o corpo todo delas.
– Então, fecha a boca até parece que nunca viste uma mulher nua. disse-lhe eu.
– Ver vi pai, tanto é que já estou habituado a ver-vos nus, mas a Sónia não é uma mulher linda e é sempre difícil de nos contermos de olhar e não desejar.
Rimos-nos todos, e a Sónia agradeceu o elogio.
– Ai é, mas a mim quando olhas não ficas assim babão e de pau teso. disse a Bela.
Ele ficou vermelho e disse
– tu és a minha mãe, mas olha que é muito difícil segurar-me e já que falas assim vou-te já dizer que já toquei muitas punhetas a imaginar-me foder-te porque és um tesão de mulher. Desculpa pai o que disse mas é verdade.
Quando acabou de falar nem nos deu tempo de falar-mos e saiu.
Começamos os 3 a rir e a Bela disse:
– é melhor dar-mos um tempo ao rapaz, antes de ires para o quarto Sónia pois ele a esta hora está tocar uma punheta, a imaginar que te está a foder.
– a mim ou a ti pelo que ele disse. disse a Sónia
– eu penso que ele está mas é a imaginar a comer-vos as duas. disse eu
Rimos-nos todos.
Fomos todos vestir-nos e fomos dar umas voltas.
Almoçamos fora e só voltamos a meio da tarde a casa. Estava calor e elas decidiram ir até a piscina.
Eu fui fazer uns telefonemas.
Quando cheguei á piscina elas estavam nuas.
Pus-me também nu.
Logo de seguida chegou o Ricardo deitou-se de calções.
A Sónia começou-se a rir e disse:
– então Ricardo nós nus e tu de calções, não tenhas vergonha
– è que fiquei de barraca armada (piça tesa) – disse ele
– por mim podes tirar, só te fica mal, a tua mãe ainda á pouco me disse que faziam todos nudismo cá em casa. disse a Sónia.
O Rapaz lá tirou e pus á mostra um mastro bem teso.
– foda-se, o teu pai tem uma boa piça mas tu não lhe ficas atras – disse a Sónia.
Ele ficou vermelho como um tomate e deitou-se.
Ao fim de uma hora fomos todos molhar-nos e quando saí-mos e Ricardo vinha outra vez excitado.
Começamos outra vez a rir.
– foda-se mas ver a Sónia e a mãe com a água a escorrer pelo corpo pus-me outra vez assim, não sou de ferro- disse ele
– Sais mesmo ao teu pai quando era mais novo – disse a Sónia.
– acho que vou para dentro aliviar-me, já não aguento mais – disse o Ricardo
– não não – disse a Sónia – se queres aliviar-te, alivia-te aqui porque de olhar também fiquei excitada – e passou a mão pelas bordas da cona.
Dava para ver o mel que escorria pelas bordas da cona dela.
– Sónia Sónia – disse eu
– Sónia Sónia o què, passa a mão na cona da Bela e vê como ela também está excitada e se calhar mais do que eu e não é por tua culpa, ela está excitada mas é por causa do teu filho – disse ela
Fiquei parado, mas a Sónia passou os dedos pela cona da Bela e a Bela deixou escapar um pequeno gemido:
– hhhaaaaaaggggg
O rapaz nem sabia o que fazer.
Eu comecei a ficar também excitado. A Sónia não tirou os dedos de cima da cona da Bela e foi deu-lhe um beijo de lingua na boca. A Bela correspondeu e a Sónia deitou-se por cima da Bela. As duas beijavam-se e enfiavam os dedos na cona uma da outra.
Eu comecei a tocar uma punheta a olhar para elas e e o Ricardo imitava-me.
A Bela pôs a Sónia por debaixo dela e foi-lhe lamber a cona.
– aaaaaaaiiiiiiii aaaaaiiiiiiii siiiiiiimm siiiiiiimm – gemeu a Sónia
Aproximei-me delas e passei a mão na cona da Bela. Ela escorria leite pelas pernas abaixo. A Bela pôs a mão libre na minha piça e puxou-me para enfiar-la na boca da Sónia.
Chamei o meu filho para a nossa beira e disse-lhe para meter também ele na boca da Sónia.
A Sónia queria gemer mas não conseguia com a boca cheia. De repente sinto a mão da Sónia a mexer e vejo que agarra nos cabelos da Bela e puxa-a para cima e mete-a em cima das nossas piças. As Nossas piças escorregavam no meio das duas bocas. A Bela pegou na minha piça e enfiou-a bem dentro da boca da Sónia e a Sónia pegou na piça do Ricardo e enfiou-a na boca da mãe.
– aaaaaaaaaaaaiiiiiiiiii aaaaiiiiiiiiiii mãe que bocaaaaaaaaa boaaaaa.
Pus a Sónia de quatro e enterrei-a até aos tomates.
– oooooooooooooooo siiiiiiiiiiiiiiiim siiiiiiiiiiiim – gemeu a Sónia
– oooooooooooooooo foooooode foooooode a tua mãeeee – gemeu a Bela.
O Ricardo fodia a cona da mãe como um desalmado, as estocadas deles eram fortes e a Bela arfava com falta de ar.
O Rapaz estava mesmo necessitado e começou logo a gritar:
– aaaaaaaaiiiiiiiii aaaaaaaiiiiiiiiii vou-mmmmme vir na tua coooooooona mãe.
A bela tirou-o de cima dela e mandou-o esporrar-se na boca dela.
Ele começou a esporrar-se, e o leite era tanto que começou a sair pelos cantos da boca da Bela.
Quando o rapaz parou de se vir a Bela ficou de boca cheia e foi dividir o leite que tinha na boca com a Sónia.
As duas beijavam-se.
Tirei a piça da cona da Sónia e enfiei-a antes no cu dela.
– aaaaaiiiiiiiiiiiiiii aaaaaiiiiiiiiiiiiii que me mataaaaaaaaas cabrãooooooo – gemeu ela
O Ricardo nem chegou a ficar com a piça mole, e quando ia enfiar novamente na cona da mãe que estava também de quatro, eu fiz-lhe sinal para meter no cu dela.
– aaaaaiiiiiiiiiiiiii aaaaaaiiiiiiiii filho rebenta-me toda que adooooooro aaaaaaiiiiiiiii aaaaaiiiiiiii o meu cuzinhoooooo – gemeu a Bela
O Rapaz puxou a mãe para o lado sem tirar a piça do cu dela e sentou-a em cima dele.
Larguei o cu da Sónia e enterrei na cona da Bela. Sanduíche.
_ oooooooooooooo siiiiiiiiiiiiiiiim siiiiiiiiiiiim venhooooooo-mmmmmmmme venhoooooo-mmmmmme – gritou a Bela entrando em convulsões orgásmicas.
Saí da cona da Bela e fui enfiar no cu da Sónia e o rapaz veio enfiar na cona dela. Nova sanduíche.
Começamos os 3 a gritar:
– sssiiiiiiiiiiimmm hoooooooooo venhoooooooo-mmmmme.
Quando eu e o Ricardo tira-mos as nossas piças o leite começou logo a escorrer para fora pelo cu e pela cona dela.
Nessa noite dormi-mos os 4 na minha cama que é enorme, e vi a pujança que o rapaz tinha, mais parecia uma maquina de foder, pois enquanto eu fodi a Bela e a Sónia mais uma vez aquele touro do meu filho fodeu as duas todas a noite.
Continua

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Reencontro de infancia III

Naquela semana tanto eu como o Ricardo (meu filho) fode-mos a Bela (minha mulher) como a Sónia. Era quinta feira dia da chegada da filha da Sónia que se chamava Kelly. Nesse dia quem a foi buscar foi a Bela e a Sónia, pois eu e o Ricardo tive-mos de ir trabalhar.
Quando cheguei a casa já elas lá estavam. Elas estavam na piscina a bronzearem-se. Estavam as 3 só de cueca fio dental.
Bem. A filha da Sónia era mesmo um tesão. Morena. Cara de anjo, com uma cabelo um pouco abaixo dos ombros. Mamas tesas e bem grandes. Cintura fina. Cu redondo e umas pernas lindas.
Cumprimentei a Sónia e a Kelly com 2 beijos na face, e a Bela com um xoxo na boca. Elas disseram para ir vestir uma sunga e assim fiz.
Passado uma meia hora chegou o Ricardo. Meteu o carro na garagem e foi para dentro de casa.
Passado uns 10 minutos ouvimos passos.
A Kelly olhava para o lado dos passos com a boca aberta de espanto.
Foda-se o rapaz vinha nu.
Tapou a piça com as mãos e correu para dentro de casa.
Não demorou 5 minutos e lá estava ele novamente á nossa beira.
– desculpem pensei que estávamos sozinhos – disse o Ricardo
Apresentamos a Kelly ao Ricardo.
Quando já estávamos novamente deitados comecei-me a rir. da situação que se tinha passado. A Bela perguntou-me o porquê do riso, e eu respondi que tinha sido bonito ver a cara de espanto da Kelly e o constrangimento do Ricardo. Eu, a Bela e a Sónia rimos-nos deles.
A Kelly estava com cara de envergonhados.
A Bela disse então á Kelly, que era-mos muito liberais em casa e que era habitual andar-mos nus, tanto em casa como na piscina quando estávamos sozinhos, que tinha-mos explicado isso á mãe dela e que ela não se importou que fizesse-mos o mesmo. Daí o Ricardo vir nu.
A Sónia olhou para nós e disse:
– agora falo eu. Filha nestes dias que aqui tenho estado, temos apanhado sol todos nus e não acho certo que agora por tua causa tenham de se vestir, por isso (levantou-se e pôs-se nua) tirem a roupa se fazem favor. Mas tirem já.
Eu e a Bela levantamos-nos e ficamos nus.
– Anda Ricardo de que estás á espera, tira logo – mando a Sónia
O Ricardo levantou-se e estava hesitante.
A Sónia levantou-se aproximou-se dele e ela mesmo lhe baixou os calções.
A Filha dela estava de boca aberta, e não tirava os olhos da piça do Ricardo. A Sónia olhou para ela e disse-lhe para fazer o mesmo.
– Tira porra -disse-lhe a Sónia.
A Sónia olhou para o Ricardo e fez-lhe sinal com a cabeça. O Ricardo puxou de um lado o laço da cueca e a Sónia do outro e a Kelly ficou também nua.
– Mãe dá cá – disse a Kelly
A Sónia atirou a cueca do biquini para dentro da piscina e disse:
– Queres, vai buscar.
A Kelly atirou-se para dentro da piscina e foi buscar a cueca. Quando as ia vestir a Sónia disse-lhe:
– Não sejas burra e retrograda, estamos todos nus, já te vimos nua agora e continuas com cenas, só falta dizer-me que nunca viste uma piça e que és virgem.
– Não sou virgem, e sim estou com vergonha – falou a Kelly
A Bela disse á Sónia para a deixar estar como se sentisse melhor, que não havia problema e que se a Kelly quisesse nós vestíamos-nos novamente.
– Não, não é preciso – disse a Kelly
Saiu da piscina com a cueca na mão e deitou-se nua.
Quando já estávamos novamente todos a apanhar sol, a Sónia perguntou á filha se lhe podia fazer uma pergunta muito particular. A filha disse-lhe que sim se ela lhe respondesse a uma pergunta dela também.
– Ok – disse a Sónia
– Pergunta – disse a Kelly
– Foi assim tão mau teres perdido a virgindade Kelly? – disse a Sónia
– Foi mãe, só deixei um namorado fazer amor comigo e o filho da puta além de não ter sensibilidade por ser a minha 1ª vez, mal me fodeu deixou-me, só pensou nele, foi horrível. Mas por um lado ainda bem que foi ele, porque quando olho para a piça do Ricardo e do pai dele, dou graças a Deus porque a piça deles é enorme á beira daquele cabrão. – respondeu a Kelly
– ooooh filha, nem todos os homens são assim -respondeu a Sónia
– Agora sou eu mãe. Nesta semana que aqui estás e sabendo eu que és uma mulher fogosa, pergunto quem te fodeu? O Ricardo ou o Pai? Sé honesta!
Ficamos todos a olhar para a Sónia.
– Os 3, porque também fodi e fui fodida pela Bela e posso-te dizer que não estou arrependida, nunca tive tanto prazer como nesta semana. Eu já te tinha dito que quando era solteira antes de me casar com o teu pai eu era fogosa, quando me casei com o teu pai deixei o sexo de lado, sempre lhe fui fiel apesar de te ter dito uma vez que ele não me dava prazer na cama. Mas ele sempre me deu tudo o resto. Era um homem maravilhoso. E desde já te digo que tinhas era que ter tido um 1º homem como o Ricardo, que sabe como dar prazer a uma mulher. Por isso é que o Ricardo veio nu para a piscina não se lembrou que chegavas hoje.
Bem.
A Cara de espanto da Kelly de espanto era enorme.
– Olha Kelly isto é para te provar tudo o que te digo – disse a Sónia
A Sónia levantou-se e pôs uma mão em cada piça, uma no Ricardo e outra em mim. Largou-nos e foi dar um beijo de lingua na Bela.
– Kelly e logo á noite vou foder com eles se eles me quiserem – disse a Sónia
– A vida é tua, tu é que sabes, eu nunca te repreendi nem disse mal de ti pelas tuas ações, portanto não vai ser agora que o vou fazer – disse a Kelly
O resto do fim de tarde correu normal.
Á noite levamos fomos todos os 5 jantar fora. O jantar foi normal, bem regado de bebida mas nada fora do normal. No fim fomos a um bar junto á margem do rio.
Fomos para casa perto da uma da manha.
A Kelly ficava no mesmo quarto da mãe, pois só temos 3 quartos.
Fomos todos para os nossos quarto vestir roupas para dormir.
Foi até á sala só calções de pijama e passado uns segundos apareceu o Ricardo também igual a mim.
Estávamos a ver televisão á uns minutos quando apareceu a Sónia.
Vinha com uma camisa de dormir transparente sem nada por debaixo.
Sentou-se ao meu lado, pois estava no sofá grande e o Ricardo num individual. Passado uns segundos ela começa a passar a mão na minha piça por cima do calção. Comecei a ficar excitado. Ela tirou a piça para fora e começou a tocar-me uma punheta. O Ricardo aproximou-se dela, por detrás do sofá, baixou-lhe as alças da camisa e começou a acariciar as tetas dela. O Ricardo puxou a cabeça da Sónia para trás e pôs a piça na boca dela. Que cena, ser acariciado por uma mulher bué de sexy e ver ela ao mesmo tempo fazer um broche. Levantei-me e fui lamber a cona dela. A puta estava toda babada. Deixou escapar um gemido quando sentiu a minha lingua.
-oooooohhhh.
A Sónia pôs-se de quatro enquanto mamava na piça do Ricardo e continuei a lamber. Pus-me em pé e espetei a minha piça até aos colhões.
– aaaaaiiiiiiiiii siiiiiiiiiiiimm siiiiiiiiim – gemeu ela
Estava a foder quando o Ricardo me faz sinal para olhar para trás. Olho disfarçadamente pelo canto dos olhos e vejo a Kelly a espreitar-nos a foder a mãe. fodo mais rápido e mais forte arrancando mais gemido á Sónia.
– huuuuuuuuummmm huuuuuuuumm – gemia a Sónia de boca cheia.
Trocamos eu e o Ricardo.
Quando olho para a entrada da sala, vejo que a Kelly esta de olhos fechados, a acariciar a cona e as mamas.
Não tiro os olhos da entrada e vejo a Bela a chegar, toda nua, muito de vagar por detrás dela.
Faço sinal á Bela com a cabeça.
A Bela encosta-se por detrás dela e agarra-a. Tenta fugir mas a Bela não a deixa.(o que vos dizer a seguir foi a Bela que me contou depois de tudo passado) A Bela diz-lhe:
– Olha que lindo, dois machos a foder a tua mãe e aquela puta a gemer. Continua a fazer o que estavas a fazer – disse-lhe
A Bela ao ver que ela estava estática pegou na mão dela e pôs novamente na cona.
– Olha – mandou a Bela
A Bela começou a acariciar as tetas da Kelly, e a Kelly deixou escapar um leve gemido.
– huuuuuuumm
A Kelly encostou a cabeça nos ombros da Bela.
A Bela ao sentir que ela se entregava tirou-lhe a camisa de dormir pondo-a toda nua.
A Bela começou ela a acariciar a cona da Kelly, e pegou numa das mãos da Kelly pôs na cona dela.
A Kelly começou a mexer a mão que tinha na cona da Bela.
A Bela virou a Kelly para ela e tascou-lhe um linguado enquanto acariciavam a cona uma da outra.
Vi quando a Bela parou, pegou numa mão dela e a trouxe para a nossa beira.
Quando chegou á nossa beira a Bela disse de maneira que todos ouvimos:
– olha para a cona da tua mãe toda aberta pela piça do meu filho.
– huuuuuuuuummmm siiiiiiiiimm é tão booooom filha – gemeu a Sónia
A Kelly estava estática, mas a Bela pegou na mão dela e levou-a até aos colhões do Ricardo e disse:
– anda acaricia esses colhões que daqui a pouco vão-te encher a cona de leite.
A Kelly começou a mexer nos colhões dele.
A Bela baixou-se e começou a lamber a cona da Kelly.
– ooooooohhhh – gemeu a Kelly fechando os olhos.
A Kelly nem deu por ela que o Ricardo tinha para de foder a mãe dela.
Eu fui-me sentar no sofá e a Sónia sentou-se em cima de mim, de frente para eles, enterrando tudo até aos colhões.
O Ricardo virou-se de frente para a Kelly. Pegou nas mãos dela e pôs na piça dele.
O Ricardo esperou uns segundos e pôs uma mão dele em cima de uma mão da Kelly e começou a tocar uma punheta com a mão dela.
A Kelly não tirava os olhos da piça do Ricardo.
O Ricardo começou a forçar a Kelly a por-se de joelhos.
A Kelly não tirava a mão de cima da piça dele , mas agora o Ricardo queria um broche.
A Kelly não abria a boca.
A Bela então ajoelhou-se ao lado dela e disse-lhe:
– Olha como se faz
A Bela abriu a boca e começou a lamber e chupar a piça do filho. Ao fim de um minuto a Bela começou a forçar a cabeça da Kelly de encontro á piça do filho.
– Anda faz como eu faço – disse a Bela á Kelly
A Kelly começou timidamente a lamber a piça dele, mas passados uns segundos já enterrava a piça pela garganta abaixo.
– Foda-se Sónia mas também preciso de piça -disse a bela
A Sónia saiu de cima de mim.
A Bela pôs-se de quatro e eu espetei tudo de uma vez só.
A Sónia foi-se ajoelhar ao lado da filha e começou ela também a chupar a piça ao Ricardo.
De vez enquando a lingua das duas tocavam-se.
O Ricardo estava em trance.
O Ricardo pegou na cabeça das duas e obrigou a Kelly a fazer um linguado com a Mãe.
O Ricardo foi-se por detrás da Kelly e começou a esfregar a piça nas bordas da cona dela.
– oooooohhhh Ricardo a tua piça é muito grande e eu sou quase virgem, vai-me doer -disse a Kelly
A Sónia foi-se por também por detrás da filha.
– Espera Ricardo – disse a Sónia
A Sónia puxou o Ricardo um pouco para trás e começou a lamber a cona da filha.
– aaaaaaagggggggg aaaaaaaaagggggg siiiiiiiiiiiimm siiiiiiimm – gemeu a Kelly
O Ricardo veio meter a piça na boca da mãe.
A Sónia deitou a filha, sentou a cona na boca dela e disse:
– Chupa, vamos fazer um minete uma á outra
As duas chupavam-se.
A Bela tirou a minha piça da cona e enterrou-a no cu. O Ricardo aproveitou e meteu a dela na cona.
Dupla penetração.
– aaaaaaaiiiiiiiiiiiii aaaaaaaaaaiiiiiiiii que boooooooooooom – gemeu a Bela
Estivemos assim uns minutos , até que a Sónia chamou o Ricardo.
O Ricardo saiu de dentro da mãe e foi-se posicionar detrás da Kelly.
A Sónia pegou ela na piça do Ricardo e encostou na cona da filha.
O Ricardi começou a forçar.
– aaaaaaagggggggg aaaaaaaggggg – gemeu a Kelly
– calma filha a cabeça já entrou, a partir de agora é mais fácil.
O Ricardo esperou uns segundos até sentir a cona mais relaxada e começou a forçar mais para dentro.
– aaaaaaaaaaiiiiiiiiiiii aaaaaaiiiiiiiiiii aaaaaaaiiiiiii que me rasgas toda, matas-me, não vou aguentar tudo -disse a Kelly
– Tá calada filha, já está tudo dentro, agora só se entrarem os colhões – disse a Sónia
O Ricardo esperou uns segundos novamente para ela se habituar.
Passados uns segundos o Ricardo começou a meter e a tirar devagar. A Kelly começou a dar uns leves gemidos:
– ooooooooooh ooooooooooohh tá a ficar boooommm – disse a Kelly
A Kelly começou ela mesmo a ir de encontro á piça do Ricardo.
A Sónia veio pôr-se de gatas no sofá sendo imitada pela Bela e eu fui comer as duas alternadamente enquanto se beijavam.
Os gemidos entoavam pela sala.
– aaaiiiiiiiiiiiiii siiiiiiiiiiiimmm siiiiiiiiimm voooooooou-me vir, venhoooooooo-me -gemeu a Kelly
Eu em vez de as comer pela cona comecei a enrabar-las:
– ooooooohh siiiiimm cabrão fode o meu cuuuuziiiiiinhoooooooo -gemeu a Sónia
-ooooooohhhh Ricardo pára pára um bocado – gemeu a Kelly
o Ricardo saiu de dentro dela e veio enrabar a mãe.:
– siiiiiiimm siiiiimm rebenta o meu cuuuuuuuu -gemeu a Bela
Fodia-mos os dois os cus delas. A Kelly observava de boca aberta.
Sem tirar a minha piça do cu da Sónia sentei-me levando-a comigo junto. O Ricardo ao ver a cona da Sónia para cima foi-lhe enterrar a piça na cona até aos colhões.
– siiiiiiiiiiiiiiiiiim siiiiiiiiiiiiiiiim venhooooooooo-meeeeeeee venhoooooooo-meeeee – gemeu a Sónia
Saí-mos de dentro dela e o Ricardo sentou o cu da mãe na piça dele e eu fui-lhe á cona.
Começamos a bombar frenéticamente.
– venhooooooooooo-meeeeeeee venhoooooo-meeeeee – gritou a Bela
– Toma leite puta tooooooooooooma – gritou o Ricardo esporrando-se no cu da mãe.
– Também me vou viiiiiiiiiiiiir, venhooooooo-meeeeeee – gritei
Sentamos-nos todos a descansar e a Kelly falou:
– Não sei como aguentais as duas com duas piças desse tamanho no cu e muito menos as duas ao mesmo tempo uma na cona e outra no cu.
– Deixa estar filha que quando levares no cu também vais adorar e se quiseres é mesmo agora pois já estou a ver que o Ricardo está a ficar com tesão.
– Mais logo -falou a bela – vamos comer algo para repor forças e depois se ela quiser fazemos.
E fomos.
continua

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