Minha iniciação com Gomes

Com 18 anos de idade, atrás da cortina do banheiro, que ficava ao lado da tela daquele cinema, eu fumava um cigarro quando Gomes, que aparentava ter mais de 40 anos, se aproximou e puxou conversa sobre o livro de teatro que eu segurava preso entre o cotovelo e meu tórax…
O filme já estava no final, e assim, saímos conversando até uma praça próxima, quando ele, incisivo, perguntou se eu transava com homens, despertando internamente, de forma automática, um grande desejo de viver aquela experiência, quando respondi que tinha vontade, mas que nunca tivera oportunidade.
“Moro sozinho, próximo daqui” – ele me disse, fazendo um convite para ir até o seu apartamento, o que aceitei prontamente.
Tímido, imitei seus gestos, tirando totalmente a roupa, quando ele me abraçou de frente,beijou minha boca, e com experiência, foi contornando o meu corpo enquanto beijava sutilmente meu pescoço, enfiando de leve a língua em meu ouvido, apertava minhas mamas com uma mão, e acariciava meu pau com a outra, roçando seu pinto duro no rego de minha bunda grande…
Eu tremia de tesão, meu cú piscava e uma sensação indescritível tomava conta de todo o meu corpo, quando ele me sentou na cama, segurou com carinho minha cabeça, e roçou seu pau em meus lábios dizendo “chupa gostoso”… só com os lábios…chupa…
Degustei aquele pinto reto por alguns minutos, até que nos deitamos, e então ele veio por cima, me beijou com paixão, levantou minhas pernas, e com muito carinho, iniciou uma penetração deliciosa, empurrando devagar, me orientando a relaxar a cada centímetro que invadia meu cú, aguardando meu corpo se acostumar à aquela invasão que acontecia pela primeira vez em minha vida, até que ficasse por inteiro dentro de mim…
Pegou minha mão, e sugeriu que eu me masturbasse, enquanto com movimentos leves, ele fazia um vai-e-vem que me dava choques de tesão em cada estocada, enquanto nossas bocas se procuravam para entrelaçar línguas em beijos alucinantes…
Na masturbação, gozei deliciosamente, sentindo meu cú apertar aquele pinto maravilhoso que não parava de me dar prazer…
Ao relaxar daquele clímax, fumando um cigarro, eu sentia como se aquele pau delicioso ainda estivesse dentro de mim, pois era a minha primeira vez, quando Gomes, voltando do banho, aconchegou-se com as costas na cabeceira da cama, abriu as pernas, me puxou de encontro ao seu pinto e falou: “Me faz feliz agora, me faz gozar gostoso como você gozou”, e, delicadamente, passava as mãos em meus cabelos, enquanto eu mamava de leve, passando a língua na cabeça de seu pau, e ao mesmo tempo engolia e sugava, até o momento em que senti a glande aumentar em minha boca, em um jorro quente veio com força para dentro dela, que continuou lambendo, chupando, pois os gemidos de prazer dele, me incentivavam a lhe dar cada vez mais prazer naquela chupada.
Foi uma noite inesquecível, que se repetiu por mais algumas vezes, até que ele fosse transferido de Estado pelo seu serviço, e então perdemos contato, e somente as lembranças ficaram na memória, que ainda hoje, mexem com meu tesão.

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ALVARO ME COMENDO GOSTOSO

Terminado o serviço naquela cidade, estava no hotel e entrei no Bate Papo. Logo, fui chamado por um Ativo de nome Álvaro. Teclamos e nos vimos por vídeo e ele disse estar livre na tarde. Marcamos de ele vir no hotel, pois teria facilidade de entrar. Ele concordou. Pedi mais meio diária, afinal meu voo seria perto das 21h. E era ainda meio dia.
Lanchei leve e subi ao quarto. Banho demorado de limpeza profunda e creme pelo corpo.
Estava tranquilo. Perto da hora marcada, desço na recepção e aguardo o mesmo que chega.
logo reconheci. Convidei a tomar uma dose comigo n bar do hotel e logo após estávamos subindo ao quarto, já devidamente íntimos.

Álvaro, sujeito meio polaco, alto, corpo forte, bom nível educacional e pessoal, me encantou.
No quarto, foi pro banho e de porta aberta, conversamos. Ele na ducha e eu observando.
– Quer vir tomar uma ducha também
– JÁ TOMEI E PASSEI CREME NO CORPO. SERIA DISPERDICIO.
– Tenho tesão por tomar banho com outro cara me chupando.
– QUEM SABE DEPOIS. TE AGUARDO NA CAMA. Falei e fui pra cama me despir.

Álvaro surgiu logo enrolado na toalha e deitou ao meu lado.
Sem muito que conversar nessas horas, comecei a alisar aquele corpo grande e másculo.
Suas coxas grossas, seu peitoral definido. Logo, embaixo da toalha, começou a surgir o movimento do cacete endurecendo.
– Vai abrir a toalha e chupar? Ou vai ficar alisando?
– GOSTA DE DAR ORDEM. PELO JEITO É O MACHO DA CASA E DA TURMA. Sorri já me abaixando para colocar a boca no pau cheiroso de sabonete. Um pau de tamanho pouco mais que normal, de grosso calibre.
Coloquei a cabeça vermelha dentro da boca e fui sugando cada pouco dele até chegar às bolas. Estilo garganta profunda.
– Que boca gostosa putinha… Chupa mais… estava precisando de uma boca assim.
– GLUP, GLUP, GLUP, era o som que eu fazia.
O cacete começou a esquentar ainda mais e encher minha boca.
Ajeitei-me na cama, e Álvaro começou abusar pelo meu rabinho. Uma alisadinha me deixou ainda mais com desejo.

Virei e me posicionei de bunda pra cima. Álvaro passou creme pela minha costa e abusou da quantidade na bunda. Logo colocou um dedo e mexeu.
– ASSIM. ISSO MESMO..COLOCA. DEIXA ELE BEM LARGO PRA VOCÊ, MEU GOSTOSO.
– Vou socar fundo nesse cú gostosa, putinha. Você quer Pau? É pau que você vai ter.
– VOCÊ ESTÁ DEMORANDO PRA ME COMER.

Rapidamente ele Encapou o pau e colocou no centro da Bunda.
– quer com Carinho ou com força?
– QUERO COM TESÃO. FAÇA GOZAR GOSTOSO… AAIIII…COLOCAR DEVAGAR EDEPOIS SOCA GOSTOSO, MEU TESÃO.. Falava gemendo, enquanto sentia aquela cabeçona de pau entrar no rabo e aquecer tudo.
– que cuzinho delicioso e guloso você tem.
– SEU PAU TAMBÉM E DELICIOSO. FODE MEU RABO. VAI ALVARO..FODE MAIS..

Meu macho começou a socar lentamente e foi aumentando o ritmo. Meu rabo estava em brasa e recebia cada paulada com tesão e desejo.
Álvaro fechou minhas pernas e sentou em cima de minha bunda com seu pau entalado em mim. Nessa hora, cheguei a perder o ar, mas ele se ajeitou de uma maneira que eu só movia a bunda e ele somente o vai e vem. Ficou nessa posição um bom tempo.
– VOCÊ VAI GOZAR QUERIDO? MEU RABO TÁ ARREGASSADO DO SEU PAU. QUERO SENTIR SEU GOZO.
-Nessa posição eu não gozo.. acho que vou ficar aqui mais um pouco. É delicioso ver sua bunda engolir meu cacete. Falava e às vezes me dava uns tapas na bunda.

Desceu seu corpo perto de meu pescoço e começou a beijar minha nuca. Arrepiei e empinei o que pude na bunda. Aquele pau parecia ter vida própria. Sentia ele mexer dentro de meu rabo. Álvaro mudou de posição e sentou na cama. Pediu pra eu sentar de frente no colo dele.
Confesso que essa posição nunca havia feito cm outro homem, mas sentei no pau dele assim mesmo.
Meu pau roçava a barriga dele e ficamos cara a cara. Álvaro e abraçou e foi me beijando no rosto, na bochecha até chegar à boca, onde colocou um beijo devagar, molhado e de língua grossa em mim. Aquilo tudo me fez mexer ainda mais a bunda, num gingado que quase arrancava o pau dele do corpo. Subi e desci nessa posição, abraçado naquele corpo,
até sentir que meu rabo iria explodir num gozo danado.

– ASSIM VOU GOZAR MEU MACHO. VOC~E ESTA ME COMENDO GOSTOSO. Falei ao ouvido dele, enquanto meu cú piscava e gozava naquele cacete.
-Nunca ninguém gozou assim em meu pau. Que delicia de viado pútinha você é.. Fode.. goza gostoso..falava enquanto eu me abraçava e gemia ainda mais.

Não querendo perder o “timer” da coisa, acelerei ainda mais e continuei o gozo. Álvaro até se assustou perguntando se estava bem.
-ESTOU BEM SIM..BEM GOZADO..falei quase sem folego.
– Posso te comer de franguinho? Tenho tara por isso..

Nem precisei responde. Me posicionei no meio da cama, sobre um travesseiro, levantei as pernas e ofereci meu rabo para aquele garanhão, que sem dó, desceu e lascou uma lambida, deixando ainda mais saliva nele, e lentamente, foi colocando o cacete e mim.

– Isso… Vai…dá esse cuzão pra mim..deixa eu comer ele ainda mais.
– VAI ATÉ O FIM.. SOCA GOSTOSO.. Já estava em êxtase de novo, quando comecei apertar o pau dele e forçar o gozo apertando minhas pernas em suas costas. Álvaro, tremeu, socou e gozou forte em meu rabo, quase gritando.

Fiquei com ele entre minhas pernas pelo tempo que foi necessário o pau amolecer e sair de meu buraco. Tirei a camisinha e chupei gostoso até a ultima.
– Demais mesmo… Você sabe trepar gostoso, seu viadinho.
– VOCE SABE COMER TAMBEM. SABE DAR PRAZER. VOU RECOMPENSAR NO BANHO. VENHA .
Fomos ao banheiro, onde tomamos um banho junto. Lá chupei aquele caralho de novo deixando a ponto de bala e com Álvaro sentado no chão, consegui cavalgar ele por um bom tempo. Sem muito como segurar, Álvaro gozou gostoso pela segunda vez, enquanto eu já havia gozado pelo rabo bem mais vezes. Finalizamos nosso encontro no bar do hotel, tomando uma boa dose e seguimos a vida depois. Voltei pra Curitiba de banho tomado e bem saciado.
* FOTOS DA INTERNET *hbi36@hotmail.com (Skype) claudiobiguerra@gmail.com (email) _

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FODA COM TRÊS NA SAUNA

Sem nada a fazer, resolvi passear pelo centro de Curitiba na tarde de terça-feira. Dia meio frio, cinzento, começo de tarde. Resolvi encarar uma sauna. Chegando lá, noto que a sauna está meio vazio. Poucas pessoas, alguns coroas, outros e tanto, naquele entre e sai danado das sauna. Como sempre, me arrumo no ultimo degrau da sauna seca e me deito de costa totalmente nu, com a talha por baixo do corpo.

Nessa posição, minha bunda redonda e lisa, fica exposta. Finjo que durmo só pra curtir as pessoas que ficam olhando e de vez em quando alguém se atreve a passar a mão. Não recuso e deixo rolar. Mas nesse dia, com o pouco movimento da sauna, pensei que ficaria somente no relax.

Passado uns 10 minutos que lá estava, entra um cara, estilo 35 anos, poucos pelos, enrolado na toalha. Logo ele se aproximou e sentou também no ultimo degrau, ao lado de mim. Pouco depois já estava passando a mão e minhas pernas e foi subindo. Chegou as mãos nas bunda e levente abri as pernas para deixar mais livre e senti o dedo do mesmo cutucando meu cuzinho , que pelo calor e tesão, estava piscando. Ele colocou o dedo e começou a mexer..me fez gemer e virar a cabeça. Ouvi um riso e ele dizer :

– Esta gostando né putinha???
– SIM..MAS SE TIVER UM DEDO MAIS GROSSO, TAMBEM VOU GOSTAR.
– Quer ir no reservado ?
– VAMOS ENTÂO, disse, já me levantando e saindo daquele calor. O corpo todo suado e nem quis passar na ducha..queria aproveitar cada gota do suor.

Chegando na sala de reservado, já com algumas camisinhas, sentei na cama e ele veio atrás, me oferecendo o pau para ser chupado.
Sem muito esforço, desci a boca naquele caralho meio bomba, querendo dar sinal de vida, e afoguei o mesmo na garganta… fui até as bolas e comecei a chupá-lo como se fosse o mais saboroso sorvete.. Ganhei gemidos e as mãos do cara, segurando minha cabeça no pau.

Chupei até ficar muito duro aquele pau e ele, me empurrou para eu deitar na cama e ficou em pé. Levantei então as pernas e coloquei nos ombros dele que não perdeu tempo em chupar meu cuzinho. Tremi de tesão enquanto ele encapava a vara e encostou a cabeça no buraquinho e foi forçando..

– AI QUE DORZINHA GOSTOSA..QUE VONTADE DE GANHAR ESSE PAU.. POE TUDO..FODE..
– A putinha gosta de vara né??
– SIM.. QUANTO MAIS, MELHOR. FODE..SOCA TUDO.. BATE ESSES OVOS NA MINHA BUNDA..
– Aguenta eguinha… dizia enquanto entrava e saia de meu rabo..
Trepada que fazia correr suor entre nós.. Por uns 10 minutos, aguentei aquele pau no rabo, até ele gemer e gozar dentro da camisinha.
Tirou o pau e ainda me fez chupar a cabecinha dele para limpar.

Agradeceu a transa e disse que iria voltar pra sauna, afinal, poderia recuperar a força e talvez e querer mais.
– SE EU NÃO ESTIVE NA SAUNA, ESTAREI AQUI DEITADO, DESCANSANDO, ESPERANDO POR TI .

Desci e fui pra sauna Umida, onde rolava um boquete e amassos entre dois caras versáteis.
Ora um chupava, ora outro chupava e fiquei assistindo aquela sessão. Achei desperdício deixa-los sozinhos e entrei no meio da rodinha, alisando. Logo estava eu, chupando os paus enquanto eles se beijavam. Um deles, sentou no banquinho de pau duro e me puxou para eu sentar no nervo duro.

Nem deu tempo para pedir camisinha, pois o pau escorregou direto dentro do rabo. Já estava dentro, comecei a rebolar e trancar o pau do mesmo dentro do meu rabo, enquanto ou outro procurou minha boca para eu chupá-lo. A sessão estava boa, quando abre a porta e entra o primeiro carinha que havia me comido. Vendo a cena, disse que eles estavam perdendo uma boa trepada, pois na cama eu era bem melhor.

– Bora então pra cama, disse um.
-Vamos os três dar uma surra de vara nessa vadia.
-ACHO QUE NÃO VOU AGUENTAR.
– Vai sim, sem essa de correr…me disse um, enquanto me segurava pelo braço, me forçando a sair e ir por reservado.
Me vi sendo Obrigado a encarar três caras naquela cama.

Três paus sedento por um rabo que estava sedento por pau.
Relaxei e comecei a chupar um, punhetar outro e sendo lambido por outro..
Logo estava de bunda pra cima, sentindo um rodizio de pau entrando e saidno de meu rabo.
Ora era pau grosso, ora era pau fino. As vezes socavam devagar, outros ligeiro. Sentia que meu rabo estava ardendo de tanto entra e sai.

As vezes, eu queria para um pouco e vinha outro e começava tudo de novo.
Cavalguei enquanto chupava. Fiz franguinho enquanto outro socava na minha boca.
fiquei de quatro ganhando pau na boca.
logo estavam exaustos também. Haviam passados bem uns trinta minutos de sexo dentro daquele quarto.

O primeiro a gozar quis encher minha boca e socou até a garganta. Quase me afoguei com a a quantidade de porra jorrada. Enquanto chupava para deixar o pau limpo, senti o outro que me socava se contorcer e seu pau encher a camisinha em meu rabo.
havia feito dois gozarem, faltava o terceiro que pediu para eu cavalga-lo.

Já não sentia mais aas pernas e sentei naquele pau.
Subia e descia enquanto era apoiado pelos outros que ainda tinha força para baterem seus paus em meu rosto, fazendo dar beijinhos e chupando as vezes.
Logo senti meu fodedor me segurar e me puxar para seu pau enquanto gemia grosso e gostoso num gozo alucinante.

Finalmente, após todos os cacetes gozados e meu rabo dilacerado de prazer, meu pau deu sinal de vida.
Um deles pediu pra eu deitar de pau pra cima e delicadamente chupou meu cacete até eu gozar gostoso, terminando assim, essa foda sensacional. Quero repetir um dia esse ritual .
hbi36@hotmail.com( Skype) claudiobiguerra@gmail.com ( email)

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VINICIUS E EU NA CASA DE PRAIA

Casa de praia e eu sozinho. Tomo meu banho e coloco meu consolo (BG) em cima da cama.
Condominio vazio e nem me preocupei em fechar a janela.
Começo a passar as mãos em minhas coxas grossa e lisas, meus peitos começam a ficar duros e vou sentindo o tesão. Passo creme em mim e no BG e logo me posiciona pra sentar nele. A meia luz, o tesão, me fez escorregar devagarzinho nele. Sentia o BG entrar e rebolava nele.
Gosto de trepar com ele..quantas vezes e onde quero.. sem problema.. Só não goza..as vezes quero sentir o leite na boca e ele nãofaz isso. Mas já estava por satisfeito. Foi uma trepada gostosa e me fez sentir mais leve. Gozei pelo rabo varias as vezes e depois pelo pau.
levantei da cama, lavei meu BG e tomei um banho gostoso. Pronto pra dormir e percebo que na varanda a frente, um cara poderia ter assistido tudo aquilo.
Me fez sinal de positivo e apenas sorri.
-Na próxima me convida, falou meio alto.
– A PRÓXIMA PODE SER A QUALQUER MOMENTO. VENHA QUANDO TIVER PRONTO.
Fechei a cortina e fui deitar de calcinha. Eram quase onze da noite.
O primeiro sono foi gostoso demais. Mas despertei quase as Duas da manha, com um leve toque na campainha.
Assustado e sonolento levanto e vejo pelo olho mágico a fisionomia daquele moreno Jambo,
quase grisalho em seus cabelos curtos, e um sorriso malicioso.
Abri a porta e ele me disse.;
– Estou pronto.. Você está? Sou o Vinicius e você Me convidou e eu vim.
– PRAZER, NINA..SOU VIADINHO.. MAS AGORA?
– Trepada não tem hora.. tem tesão. Falou com um leve bafo de cerveja.
– ENTRA.
– Assim eu gozo..adoro putinhas de calcinha, disse enquanto entrava.
Entrou e me deu um tapa na bunda.
– QUE BOM. PENSEI QUE HAVIA IDO EMBORA.
– Amanha, mas essa noite, vou posar aqui e te fuder, disse me dando um abraço gostoso e um leve bafo de cerveja. Busco por um beijo e retribui.
Aquele abraço e beijo me fez acender ainda mais o tesão.
Ali mesmo, abaixei e comecei a chupar seu pau, que estava meio duro, porem limpinho.
Chupei, colocava ele todo na boca, ia até o fundo.
-Isso Nina minha puta, chupa esse caralho. Chupa bem gostoso.
Me libertei dele e virei as costas, pra caminhar pro quarto, quando ele me segurou por trás, empurrando pra me apoiar na mesa, deixando minha bunda exposta. Sinto força nessa atitude e ele, sem muito trabalho, abaixou e lambeu meu cu.
– ASSIM…ISSO MESMO, LAMBE GOSTOSO MEU RABO. Falava enquanto sentia a língua correr pelo buraquinho. – TESÃO MEU MACHO. ME VIOLENTA, QUERO SENTIR FORÇA NISSO.
Vinicius baixou o short, colocou rapidamente uma camisinha que havia trtazido e puxou a calcinha pro lado, e foi forçando a cabeça do pau quente no rego. A pele com pele fazia eu tremer e senti a cabeça entrando no cu e indo visitar o fundo de meu rabo. Eu gemia e rebolava apoiado na mesa. Vinicius segurava e me puxava pra trás. Cada estocada que eu só escutava o barulho. Por uns dez minutos fui consumido naquela sala. Estávamos suados.

– Vamos pro quarto, quero continuar lá. Na sua cama. No quarto, ele tirou a roupa.
-VAMOS PRO BANHO, AGORA.. REFRESCAR PARA TER MAIS SEXO..
Ele riu e foi. Entrei de calcinha junto no chuveiro e fui me agachando naquele caralho meio grossinho. Chupei bem gostoso ali mesmo, deixando ele de pau duro denovo
Ele me encoxou na parede e passava o pau no meu rego.
-Vamos pro quarto Nina..quero socar gostoso nesse rabo.
Sem demorar estava ele de pau duro na cama, apontado pra cima, e eu, passando creme naquele corpo todo. Já havia chupado e estava com tesão.
-Encapa e senta nele, devagarzinho…rebolando.
– PUTO. AINDA EXIGE…Mas assim eu fiz. Ajoelhei-me com ele entre as pernas e fui sentando devagar. Puxei a calcinha pro lado e encostei o pau na entradinha.
-Tesão Nina, senta gostoso.
– FODE VINICIUS. QUERO SENTIR ELE TODO EM MIM, falava, enquanto rebolava e apoiava minhas mãos no peito dele.
Descia e chupava seus mamilos, isso o deixava ainda mais puto e sentia no rabo o pau pulsar. Vinicius Socou devagar, cavalguei bastante. Já estava suando naquele pau e via nos olhos daquele semi-coroa, que ele ainda tinha muito fogo pra queimar.
– Quero você de quatro, agora.
Nem reclamei, já me coloquei de quatro e empinei a bunda. Vinicius se colocou atrás, passou o pau entre meu rego e pois bem na portinha do já alargado cuzinho.
Sem dó, me puxou pra trás, me atolando tudo de uma só vez.
Confesso que ali eu gritei e gemi alto. Se tivesse mais alguém no condomínio, teria escutado.
– FORÇA CARALHO, SOCA MAIS. COME ESSE RABO COM TESÃO.
Gritava e ele obedecia.
Fudeu bastante nessa posição até eu sentir seu pau engrossare aos gritos, gozar dentro.
Aos poucos, ele foi saindo e percebi que havia muita porra dentro da camisinha.
– NOSSA, QUANTO LEITE DESPERDIÇADO .
– Se quiser, poderá aproveitar a próxima.
Conversamos um pouco mais, levantei e tomei um banho refrescante.
Falamos por um pouco, tomamos umas cervejas e vejo seu pau dando sinal de vida.
-Nina, venha aqui, na beira da cama.
Sentei e ele me fez deitar e colocar os pés pro alto. De franguinho, senti ele massagear meu rabo, minhas coxas, alisava por cima da calcinha o volume de meu pau. Isso e deixava ainda mais com tesão.
– Vou socar gostoso até você gozar bastante agora. Disse, já pondo a cabeça do cacete dentro do meu cuzinho que estava piscando.
Colocou toda a cabeça e eu gemi, do prazer, do álcool ingerido, do tesão, da vontade, eu gemia.
Ele me segurava e enfiava o pau devavar. Eu comecei a pedir por mais, e mais ele colocva devagar, até sentir as bolas batendo na porta do rabo. Vinicius estava todo dentro e começou uma sessão de socadas fortes que quase me partia ao meio. Eu não tinha escapatória a não ser gemer e implorar . Depois de muito tempo, suor e estocasa, eu estava de pau duro e comecei a gemer. Sem querer, estava gozando pelo meu pau, deixando o gozo pela barriga. Vinicius, deitou seu corpo em mim e forçou ainda mais.
-Nina, sua putinha, vou gozar …
Rapidamente, me livrei dele e me coloquei em frente do pau que começava a babar.
fechei os olhos e abri a boca, enquanto ele me puxava pra encontro. O pau entrou na boca e logo começou a tremer e soltar uma grande quantidade de porra que engoli todo. Só larguei o pau quando estava limpinho e já meio mole.
– Tesão demais. Mas agora estou cansado.
Deitamos e dormimos na minha cama. Ao amanhecer, Vinicius já tinha ido.
mas o tesão ficou .
claudiobiguerra@gmail.com hbi36@hotmail.com – Curitiba.

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uma noite alucinante

Extasiado beto admirava e incentivava Suzana a se exibir cada vez mais. no clube prive centauro .onde em mais uma noitada , casais e singers circulavam num grande agito pelas dependências da casa , onde a luxuria corria solta cada um buscando suas formas de obter prazeres , num cenário lascivo , onde todas as fantasias poderiam ser realizadas. A sensualidade de Suzana provocava olhares libidinosos naquele corpo exuberante , isto levava Beto sentir um prazer intenso sentindo todo o desejo que ela provocava,Oman o turco e Klaus o alemão freqüentadores assíduos do clube logo se interessaram por Suzana, audaciosos foram se aproximando da mesa do casal onde ela insinuante dançava as vistas do marido. Logo Oman ensaiava alguns passos junto dela ,Klaus ao sentir que Beto consentia aquela aproximação postou-se as costas dela . que logo se viu envolvida pelos dois machos praticamente sendo roçada por trás e pela frente ao mesmo tempo, Beto sorveu sua bebida sentindo um grau de excitação enorme vendo Suzana envolvida pelas caricias dos dois homens que espalmavam sua bunda enquanto mãos percorriam seus seios. Ela arfava sentindo-se ofegante , fechou os olhos quando a língua de Oman invadiu sua boca envolvendo o pescoço dele com seus braços, sentindo toda protuberância de Klaus em sua bunda , deu um leve gingado para que o pau ficasse entre suas nadegas , sentindo as lambidas em seu pescoço o que lhe provocava arrepios por todos os poros da sua pele. Viu-se entre os dois machos um de cada lado praticamente sendo levada por eles voltou a cabeça para trás procurando pelo seu marido, indagando com um olhar mudo , pelo seu consentimento, sentiu que da sua buceta escorria um rio de seiva a deixando completamente molhada, sorriu extasiada com o aceno dele consentindo que ela se deixasse levar para o quarto dos prazeres no piso superior e so quando desapareceram no alto da escada Beto se levantou para desfrutar como um voyeur apaixonado o intenso prazer de ver sua esposa ser penetrada por dois machos ao mesmo tempo. Subiu as escadas ate o corredor andou pelo corredor ate onde cinco ou seis observadores estavam postados observando o interior do cômodo onde a meia luz Suzana já totalmente despida se encontrava entre os dois homens também nus, o local era totalmente forrado por um espesso carpete e vários almofadões esparramados ,deitada de costas Suzana se contorcia tendo seus seios sugados mordiscados apertados por um deles enquanto o outro percorria com os lábios toda sua vulva estimulando seu grelo com a língua dando chicotadas com ela deixando-o pontudo intumescido quase como se seu clitóris estivesse tendo uma ereção. Beto entre outros observava toda a cena com os olhos esbugalhados, três deles se masturbavam , excitados vendo Suzana completamente insana gemer chorosa tendo espasmos como se estivesse tendo um ataque epilético .ela abocanhou o caralho e mamou como uma bezerra faminta sugando alucinada ondas de prazer percorriam seu corpo e seus gozos eram intensos ,uivando como uma loba faminta, beto gozava sem ao menos se tocar sentindo uma imensidão de porra jorrar do seu caralho, admirando toda luxuria que Suzana lhe proporcionava. Mesmo na penumbra notara que aqueles machos eram desproporcionais. Teve um certo temor pela integridade física de sua esposa tal o tamanho das vergas que eles exibiam .pois ela envolvida pela excitação nem se dera conta do tamanho das ferramentas que trabalhariam em seus buracos, mas deu um gemido choroso misturando dor e prazer ao mesmo tempo quando teve sua lubrificada buceta invadida pela vara. o macho experiente deixou ela se acostumar com a invasão do seu canal vaginal, ficando extático imóvel .deixando ela so sentir o pulsar da pica dentro dela, Suzana contorcia os quadril mexendo a bunda em movimentos rotatórios ficou insana quando sentiu a primeira estocada travou os pés contra as ancas dele possessa sentiu um orgasmo intenso quando ele acelerou os movimentos entrando e saindo dentro dela, alucinada gritou a plenos pulmões ,—- fode , fode , me fode, alcançou o outro caralho punhetou a pica entorpecida de prazer, eram como se descargas elétricas percorressem seu corpo, ondas de prazer anunciavam os gozos intensos que ela ia sentindo. Quando Klaus se deitou com o cassete em riste ela sentou fazendo sua buceta engolir toda a pica ,cavalgou insana sentindo um prazer indescritível,abraçou o pescoço do macho, procurou a boca dele com a sua ,empinou a bunda ficando toda exposta para Oman que pincelava o caralho na buceta dela e com seu proprio néctar lubrificava seu anus aos poucos forçando a cabeça do pau contra o cu que lubrificado com sua seiva ia se tornando receptivo. Ficou imóvel quando sentiu que aos poucos seu cu ia sendo penetrado e quando toda a pica entrou sentiu os pentelhos roçarem sua bunda. movimentou seus quadril ondulando seu corpo , sentiu que em suas entranhas esguichos de porra inundavam seus intestinos e seu útero quase ao mesmo tempo . Ate sentir a cabeça girar e desfalecer completamente ,gozando ensandecida. Beto tinha uma enorme mancha sobre a calça e nunca saberia precisar quantas vezes gozara naquela noite

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Dei para o motoqueiro da minha loja

(Sem assunto)

EO

everton oliveira
dom 12/08/2018 22:56
Caixa de Entrada; Itens Enviados
Para:
everton oliveira (everton-sg@outlook.com);
Ola,para quem ainda nao leu um conto meu vou me apresenta, sou moreno 1.68 74 kg,cabelo curto,bunda lisa,sou casado por isso faco tudo no sigilo.

O conto de hoje aconteceu a uns 6 anos, na epoca eu era subgerente e fui transferido para uma loja q trabalhava com entrega e fiquei responsavel por esse setor, entao eu tinha mto contato com os motoqueiros,eram 2.matheus e marcelo(que os outros o chamavam de tripe),mas eu tinha mais contato era com o marcelo q era do turno da noite q era o meu plantao,marcelo tinha 1.70. Era branco tinha um corpo normal e nao era mto bonito de rosto nao.tinha 30 anos e era solteiro.ou seja nao tinha nenhum interese nele nao. Eu conversa mto com ele a respeito da entregas e tal como era o sitema essas coisas.entao fomos pegando mais intimidades e tendo mais liberdade,para certos assuntos,
Entao em dado dia q o movimento estava fraco eu perguntei a ele o pq do apelido de tripe,ele deu um sorriso, e falou,hora quem botou esse apelido em mim eram as meninas na minha adolecencia,devido o tamanho do meu documento, eu ri e falei para ele,ah ta,parabens entao.e mudei de assunto,confesso q apartir daquele dia fiquei com isso na cabeca, e comecei a reparar ele melhor,principalmente em seu volume na calca,e dava para reparar q ele nao usava cueca, e aquilo me enchia de tesao,mas claro q eu nao demonstrava,mas me dava desejo nele.Passado alguns dias,entrou uma travesti mto bonita na loja, tinha um corpao,bundao pernao,e estava com um vestido curto e tudo mais,nesse momento marcelo me chama no canto e fala .- ala everton q gostosa, entao falei para ele -tripe? E ela e travesti,ele responde -e o q q tem? Tendo buraco eu meto, respondi a ele serio? Entao entramos nesse assunto,ele disse claro, vc acha q nessas entregas q eu faco nao tem clientes q me dao mole? Tanto mulher como homem, e claro q eu nao disperdico a oportumidade ne? E me mostrou a sua carteira com umas e camisinhas dizendo q anda sempre preparado, e me perguntou se eu nunca tinha tracado um homem, eu desconversei e disse q nao.pois como a loja estava aberta eu nao queria me expor a tal assunto e correr o risco de alguem escuta,logo encerreu o assunto e sai,Se passou 2 dias, e sairam varias entregas, tanto q fechamos a loja e ele ainda tinha 2 entregas para fazer, ele demorou um pouco os outros funcionarios foram ate embora pois ja tinham acabado a limpeza e eu tinha q esperalo voltar p fechar o cx e tal, nesse tempo q ele estava fora comecou a chover mto, quando ele chegou na loja,chegou todo molhado, pois nao tinha levado capa,nao esperava q viria chuva, recebi o dinheiro, e falei p ele esperar q eu ia ver um uniforme de funcionario da loja para ele vesti e nao ir molhado, fechei o cx e subi ate a sala de funcionario e o chamei mara vir comigo, subimos e pedi para q ele esperase ali mesmo,ao pegar o uniforme e me virar me assustei pois ele ja tinha tirado a roupa e estava pelado, fiquei uns segundos olhando para ele fiquei sem reacao e em fim confirmei q o seu apelido de tripe fazia juz. Sua pica mesma mole tinha um tamanho considerado. Entao falei ue ja tirou a roupa ? Ele claro vc nao vai me da outra? Eu disse e mesmo, mas pq ficou pelado.entao ele disse q nao usava cueca, e so tirou a calca e a camisa, entao peguei uma camisa velha no armario e dei para ele se secar fechei o armario nisso o cadeadi cai em frente dele e eu me abaixo para pegar quando eu levanto seu pau estava duro, e eu perguntei a ele.ue? Ficou exitado foi.ele disse sim.pensei besteira quando vc se abaixou e acabei ficando assim,Tomei coragem e como ja estava cheio de vontade naquele pau. Eu disse quem come quieto come sempre,se e q vc entende,entao me abaixei e meti o pau dele na boca, engolia e tirava ficava chupando olhando nos olhos dele, passava a lingua envolta da cabecinha dele, olhando para ele, seu pau duro devia ter un 21 cm ele era bem dotado grossinho, me lambuzei naquele pau, tentava engolir ele todo sem sucesso .ele segurava a minha cabeca e forcava seu pau contra minha cabeca ate eu engasga. Fez isso umas 3 vezes. E entao passei a lingua por todo seu pau,ate chegar no saco, chupava seu saco e batia uma punheta com seu pau, abri a boca e ele batia com o pau na minha lingua e na minha cara me chamado de putinha, entao e fala q quer comer meu cuzinho, tirei a roupa ficando todo pelado, me apoiei na mesa empinando para ele.ele abriu minha bunda com as maos e deu uma linguada maravilhosa no meu cuzinho.eu rebolava na sua cara e dava uns gemidos, botou 1 depois 2 dedos no meu cuzinho e seguia linguando meu cu.nossa q sensacao maravilhosa, entao ele levanta coloca a camisinha deu umas cuspidas no meu cuzinho, e comecou a forca a pica nele,teve mta dificuldade de entrar, doeu seu pau era bem grande para meu cuzinho,entao eu eu emoinava e comecava a rebolar, ate qentrou tudo tanto q ele falava no meu ouvidinho q meu cu era mto gostoso, e mordinha a minha orelha enquando dava as estocadas devagas,eu empinei para ele seu corpo estava encostado todo no meu e eu sentindo aquele pau gostoso pulsando dentro do meu cuzinho se afastou um pouco e comecou a da umas estocadas fortes, e dando uns tapas na minha bunda, sentia seu pau saindo e 3ntrando.ja nao sentia mais dor .so tesao naquele pauzao todo,ja estavamos todos suados, entao elr deita no chao e eu sento no seu colo devagarzinho ate entrar tudo .comeco a rebolar no pau dele e depois quicar en quanto ele aperta com suas mao grandes a minha bunda e dando tapas arreganhando minha bunda, as vezes ele tirava a mao da minha bunda e dava uns tapas na minha cara me chamando de safada, dizendo para eu parar de rebolar pq ele iria gozar.eu o obdeci, entao ele pede para q eu fiqur de joelhos,ele ficou em pe tirou a camisinha e comecou a punheta rapidamente, com obpau na minha boca.ja sentia o gostinho do seu gozo pois seu pau estava todo babado,ate q vem toda aquela porra na minha garganta, o chupo mais limpo seu pau, nos arrumamos. A cbuva ja tinha parado e ele me deu carona ate o centro como era noite fui na moto acariciando seu pau ate la. Tivemos outras experiencias outras vezes mas isso conto depois.espero que tenham gostado, se quizerem entrar em contato comigo por email ou skype everton-sg@outlook.com

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REENCONTRO COM O JR NO MOTEL

De repente, recebo uma mensagem no email? –Td bem? Afim de repetir?
Depois de trocar algumas mensagens, recebi o numero do JUNIOR, conhecido pelo bate-papo e já descrito num conto aqui ( JB, BG E EU..ORGASMO TRIPO ). Conversamos e acertamos uma saída, porém, dessa vez, queria que com roupinhas.

Hora e local marcado, ele para o carro ao lado do meu, e pede pra eu entrar. Saio de meu carro, caminhando devagar para não troceçar, entrei no carro dele.
– Você se arrumou assim pra mim?
– SIM. E VOCÊ, ESTÁ PREPARADO PRA MIM?
– Claro, mas antes quero sentir sua boca. Um beijo simples, molhadinho e ele me conduziu o rosto para o pau, e ali mesmo dentro do carro, comecei a chupá-lo.

Lembrei-me daquela vez que ele me pegou de jeito no motel. Senti meu tesão aumentar por saber que mais uma trepada gostosa. Aos poucos, JR foi passando a mão em minha bunda, sob a saia que havia colocado e puxando de lado um minúsculo fio dental da minha bunda redonda, senti as pontas do dedos no meu rabo.. JR então, mexeu em algo no carro e começou a colocar algo no meu cu liso, que recebeu sem problema.

– QUE VOCÊ COLOCOU EM MIM?
– Sem problema. É um consolo que vibra com controle remoto. Agora vamos passear um pouco e depois vamos ao motel.

Começou a circular pela cidade e de vez em quando, sem avisar, JR, apertava o controle e então, o consolo vibrava por uns 3 minutos sem parar dentro de mim…aquilo foi enchendo de tesão. Várias vezes e vários locais ele repetiu isso durante a conversa e o caminho pro motel.

Já estava quase gozando pelo rabo, pedindo por um pau maior que eu sabia que ele tinha, quando entramos no apto. Sem pestanejar, abracei JR e acabamos caindo na cama.
Mesmo de roupa jeans e camiseta e eu de meia calça, calcinha e saia, comecei a rebolar no colo dele, enquanto ele apertava o controle. Cada apertada fazia eu gemer mais.
Desci até a calça e abrio o zíper, e novamente comecei a chupá-lo.

JR fazia eu engolir todo seu pau segurando minha cabeça, e quase sem folego, ainda tinha que sentir as vibrações do consolo no cu, que ele se deliciava em apertar.

Gemi e gozei pela primeira vez. Gozei fartamente pelo rabo e com o pau dele em minha boca. Ele estava duro e sem muita resistência, mudou a posição, tirou a roupa, ficou de pé e eu de quatro, encampou o pau e tirou o consolo do cu. Por momento, me senti vazio, mas ele encostou a cabeça no cuzinho enquanto eu pedia.:

– JR, FODE GOSTOSO, COMO VOCÊ ME FEZ AQUELE DIA.
– Você ainda se lembra, sua vadia? Duvidada do tamanho.. falava enquanto deslizava dentro de mim.
Rebolei gostoso e fiz JR gozar em pouco tempo. Me disse que estava a seco por uns dias e ao me ver vestido de putinha, chupando no estacionamento, quase havia gozado .

– SEM PROBLEMA, QUERIDO, A GENTE COMEÇA TUDO DE NOVO, LOGO LOGO.

JR, pediu para colocar novamente o consolo, que assim fiz e enquanto ele se recuperava, eu recebia rajadas de vibrações dentro do cu. Logo, JR se mostrou de pau duro de novo e começamos a sessão mais longa que havia tido de sexo. JR conseguiu segurar pelo gozo o quanto pode e enquanto isso, cavalguei aquele cacete, fiz frango, de 4, de lado, na cadeira, de bunda pra cima. Havia passado quase hora e meia e sentia que JR estava novamente pronto para o gozo.

– ONDE VOCÊ QUER GOZAR? POIS EU JÁ GOZEI VÁRIAS VEZES..
– Quero o mesmo daquele dia.

Levantei, ajustei a calcinha e a meia calça e disse ser sem problema.
JR passou então o creme quente no consolo e colocou na beirada da cama, me obrigando a sentar nele.
O choque, a vibração, o tesão e o rabo quente, me fez quase gozar imediatamente, mas JR ainda pegou uma cerveja, abriu minha boca e colocou um pouco. Sem engolir o liquido, abri para receber oralmente aqueles 22 cms, enquanto ele me fodia bem devagar na boca, com uma das mãos apertava o controle do consolo.

Gemi bastante ao receber uma descaga no rabo e uma dose de porra na boca..
JR estava gozando, gozando muito dentro de minha boca.
Dessa vez, sem pressa… mas com muito tesão..

Descansamos um pouco e mais um banho sem roupinhas no banheiro e mais uma rapidinha.
Me recompus em minhas vestes de putinha.

Saimos do motel quatro horas após sair e claro, até ele me deixar no meu carro, fui levando choques no rabo com o consolo. Ele se divertiu e eu também.
Gozei muito. Obrigado JR por me fazer novamente feliz. Uma putinha feliz .

CLAUDIOBIGUERRA@GMAIL.COM HBI36@HOTMAIL.COM

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ENCONTRO COM JENNIFER EM CAXIAS

Caxias, cidade linda. Estilo Europa no meio do Rgs. Dessa vez, cheguei ao meio da tarde. Encontrei meu hotel, fiz registro, tomei banho e fui no shopping a frente. Tomando um Chopp, notei no meio de tudo uma morena de cabelos liso, bolsa, vestido justo, olhando vitrines e “caçando” também. Um sorriso e um gesto convidando a se sentar junto a mim. Jennifer aceitou e veio ao encontro e alguns chopps depois, já estávamos íntimos. Sem nada a perder, disse que estava hospedado no Ibis do outro lado da Rua e então ela falou :
– Esse hotel é bom, tem ótimas camas e um bom banheiro. Algumas vezes já fui nele, moro quase ao fundo dele, com minha família.
Conversamos mais um pouco e paguei a conta para irmos embora. Jennifer e eu estávamos atravessamos a passarela e no alto, ela disse, acho que vou ter que caminhar mais devagar, se não., não chego em casa. Bexiga cheia.. Rimos da situação.
– QUER PARAR NO HOTEL? ASSIM, VC USA O BANHEIRO E DEPOIS PODE IR EMBORA TRANQUILA. – Posso?? Você deixa? Posso te provocar e te querer na cama do hotel?
– CLARO. DECEPÇÃO SERIA NÃO APROVEITAR AQUELA CAMA..
– Mas nem sempre somos o que pensam de nós…
Fiquei meio sem saber o que havia ouvido. Já no apto. Jennifer entrou no banho, fechou a porta e lá ficou por uns minutos. Saiu, ainda com roupa e me viu sentado na cama olhando TV.
-Posso sentar aqui?? – SiM, respondei.
– Desculpas, mas acho que preciso lhe dizer.: Sou Trans.
Ao ouvir aquilo, vi nos olhos dela um sentimento de culpa.
– SEM PROBLEMA, SOU BI . ADORO AS TRANS TAMBEM. E VC É REALMENTE LINDA, EM NADA ME FEZ PENSAR QUE ERA TRANS. MAS, CONFESSO QUE ESTOU AINDA MAIS FELIZ.
Jeniffer mudou o semblante e me beijou gostoso. Em segundo estávamos ambos nus na cama e entre abraços, sentimos o corpo um do outro. Em nada aquela morena jambo deixava a desejar. Peitos firmes, corpo linear e um pau grande. Comecei por chupar os bicos das testas eescutava os gemidos dela . quando percebi, já estava de pau duro entrando naquela bunda gostosa e sentindo a mesma rebolar. Socava dentro dela e fazia a mesma gemer. Segurei seus cabelos e de quatro, fiz igual a peão. Ela gemia e pedia mais.. Socava gostoso.
– Quero cavalgar você…
Atendi ao pedido dela e me posicionei. A visão da morena rebolando em meu pau, esfregando a bunda nas bolas, peito chacoalhando, ela gemendo e um pau duro apontando pra mim, era uma visão que nunca havia visto. Mas a foda estava uma delicia. Comecei a punhetar ela e senti que meu gozo estava perto. Avisei que iria gozar, Jennifer então se contorceu e apertou meu pau em seu cu, de um certo modo que consegui segurar um pouco mais, enquanto ela punhetava seu próprio pau afim do gozo, que não demorou a chegar. Ela rebolou mais forte e pediu.
-Goza gostoso.. que vou gozar junto… Como ela estava sem camisinha, senti no rosto um jato de porra quente enquanto largava na camisinha dentro dela, meu gozo. Foi sensacional.
Após isso, conversamos um pouco mais e ela se arrumou e foi embora, negando que eu a acompanhasse.
Dormi feito criança e dia seguinte, saindo pro meu compromisso, recebi na recepção o recado:
“ Chego Hoje as 19.00, esteja pronto..Hoje será minha vez de te fazer gozar gostoso”.
O dia passou devagar pro meu gosto, mas ao cair da tarde, estava eu no apto, pronto, já tomado uma dose e de banho completo . Quase pontualmente ela chegou, me abraçou, Foi ao banho e voltou nua, me conduzindo pra cama, me posicionou de costa pra cima e começou a passar creme em minhas costas. Abracei o travesseiro e fiquei curtindo aquelas mãos. O creme descia pelo pelo, pernas e de repente, senti os dedos alisarem meu rabo. Abri vagarosamente e deixei ela acariciar meu cu já previamente lavado . Ela falava coisas obscenas, me chamava de puto, viado e tudo mais… A essa altura, estava já suando e rebolando nos dedos. Jennifer me virou de frente e colocou o pau em minha boca. Suguei todo aquele mastro até os bagos. Sufocava, gemia, me afogava, mas estava delicioso sentir aquele cacete tremer em minha boca. Deixei ele mais molhado ainda, quando jennifer colocou a camisinha e me virou. Prontamente arrebitei a bunda e esperei o contato. Ela sbia fazer… Nossa, sentir aquele pau entrando devagar no rbo, já me fez ficar de pau duro quase gozando. Entrava devagar, sair devagar, entrava rápido e socava fundo. Só tinha gemidos sendo puta pra aquela puta.
Consegui segurar meu gozo e fazia Jenifer gemer atrás de mim.
-QUERO SENTAR NESSE PAU AGORA.
Jeniffer deitou e comecei a descer vagarosamente naquele nervo quente. Rebolava e descia e a cada descia, parecia que o pau dela crescia mais e ficava mais grosso. Meu rabo já começa arder. Eu suava todo, mas queria mais aquela morena me comendo.
De repente, Jennifer saiu, pediu pra eu ficar de franguinho na beirada da cama enquanto ela pegava um creme. De pernas levantadas em seus ombros, ela lambuzou o pau e falou –“Aguenta puta..agora você vai gemer e gozar.” E sem dó nenhuma, socou o cacete no cu. O creme aqueceu meu rabo e sem condições de segurar, gozei pelo cu enquanto ela socava mais e mais. Eu já estava chorando, de rabo ardendo e Jennifer ainda me socando seu pau.
– GOZA GOSTOSO EM MIM, JENNIFER..
– Vou gozar quando e onde quiser, putinha. Você me comeu bem, hoje sou eu te quero, meu gostoso. Rebola..geme, vai.. Levei uns tapas na bunda, mas sem força pra reagir, Jennifer me fez gozar mais uma vez. Tirou o pau duro de minha bunda, voltou a sua bolsa e pegou um consolo. Colocou o mesmo gel e me obrigou a ficar no meio da cama. Posicionou o consolo de uns 20 cms no meio da cama e pediu.: Ajoelha e senta nele. Enquanto eu sentava, jennifer se postou em minha frente e segurando minha cabeça, começoua fuder minha boca… Eu tremia com o calor do gel e o consolo em meu rabo e já estava gozando pela terceira ou quarta vez, quando senti o pau endurece na minha boca.
– Agora vou gozar gozoso e você vai tomar tudo..
Sem pressa, engoli todo o cacete dela e enquanto sentia meu cu inchar num gozo gostoso, sentia minha garganta receber uma grande dose de porra. Só toquei em meu pau e percebi que havia gozado também. Após esse loucura, tomamos banho e fomos comer uma pizza no mesmo local onde nos conhecemos. Ficamos amigos e ainda quero retornar para Caxias. Para mais Jennifer. Uma Morena gostosa que me presenteou com uma foda sensacional, que me deixou saudades.
-Claudiobiguerra@ gmail.com hbi36@hotmail (skype)

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Reencontro de infancia IV

Fomos todos para a cozinha. Come-mos e bebemos.
O Ricardo não tirava os olhos da Kelly e já estava outra vez de piça dura.
– porra Ricardo já outra vez teso – disse-lhe a mãe
– é o tesão da juventude – falou a Sónia
Eu então falei:
– tesão mas não por vocês as duas, é pela Kelly, ele não tira os olhos do corpo dela, mas tem razão ela é um tesão de mulher.
– então filha gostas-te – falou a Sónia
-Ela muito envergonhada falou:
– oooh mãe, não devia falar mas tenho que reconhecer que adorei.
– ai adoras-te, pois já que adoras-te vamos á segunda parte, e vai ser aqui mesmo. Anda Ricardo ataca-a já antes que ela se arrependa -falou a Sónia.
O Ricardo aproximou-se da Kelly. Ela estava sentada e assim ficou. O Ricardo aproximou-se dela por detrás, com uma mão virou-lhe a cara e deu-lhe um beijo de lingua.
A Kelly pôs-se em pé. Os dois comiam-se literalmente.
A Bela fez sinal á Sónia, e as duas ditaram a Kelly na mesa da cozinha.
A Bela foi fazer um minete á Kelly e a Sónia chupava-lhe as mamas.
Eu e o Ricardo dávamos as nossas piças para ela chupar.
A Kelly mal nos chupava, pois a vaca gemia de tesão.
– aaaaaaaaiiiiiiiiiiiii siiiiiiiiiiiiiimmmmm siiiiiiiiiiiimmm estão-me a por maluuuuuuca.
A Bela chupava-lhe a cona e o cu.
Todos vimos quando a Bela lhe enfiou dois dedos pela cona acima.
A Kelly cada vez mais estava molhada pois ouvia-se um choc choc choc, na cona dela. A Bela começou a enfiar um dedo no cu dela.
– aaaaaiiiiiiiiiiiiiii vai com cuidado eu ai sou virgem -gemeu a Kelly
A Bela deixou-a acostumar-se ao dedo dela. Quando a Bela a sentiu mais descontraída enfiou um segundo dedo.
A putinha desta vez já não reclamou tanto.
A Sónia puxou o Ricardo por um braço.
Olhei e vi ela a por óleo de cozinhar na piça dele.
A Sónia afastou a Bela, pegou na piça do Ricardo e encostou-a ao cu da Kelly.
– filha tem calma que o Ricardo vai ser gentil contigo e no fim tu vais ver que vais adorar.
Ela acenou com a cabeça.
A Bela deitou-se ao lado dela e disse:
– vem cá querido e enfia-me esse piroco pelo cu acima para ela ver como é bom.
Eu lá fui, e quando encostei vi que a Bela estava toda molhada.
Passei a minha piça mas bordas da cona da Bela. Enfiei e dei meia dúzia de estocadas para lubrificar a minha piça. Tirei a piça da cona e enfiei no cu da Bela até meio.
– ooooooooooohhhh que boooooooom – gemeu a Bela
Olhei e vi o Ricardo a forçar a piça na entrada do cu da Kelly.
– aaaaaaaaiiiiiiiiiiiiii aaaaaaaaiiiiiiiii é muito grossa não vai entaaaarrrr -gemeu a Kelly
Eu enterrei tudo na Bela com o tesão da visão que estava a ter.
A Sónia virou mais um pouco de óleo no cu da filha e na piça do Ricardo.
O Ricardo tornou a forçar e vi quando a cabeça da piça entrou naquele cu virgem.
– aaaaaaaaaiiiiiiiii aaaaaaaaiiiiiiiii que me rasgas todaaaaaaa, páraaaaaa páraaaaa -pediu a Kelly
O Ricardo parou de enterrar para a Kelly se acostumar.
A Kelly acariciava o grelo á filha, para ela se sentir melhor.
Passado um minuto a Kelly já não reclamava, e vi quando o Ricardo forçou mais um pouco.
– oooooooooggg meu deus estás a partir-me em duas – gemeu a Kelly – não vou conseguir aguentar tudo.
A Sónia enfiou a lingua na cona da filha e começou a lamber.
A Kelly passado uns 3 ou 4 minutos deu um pequeno gemido:
– aaaaiiiiiiiii assim é boooooooom.
A Sónia pôs uma mão nas nádegas do Ricardo e empurrou-o para a frente.
– aaaaaaaiiiiiiiiiiiii aaaaaaaaiiiiiiiiiiiiiii páraaaaaaaa páraaaaaaaaaa não vou conseguiiiiiiiiir – gritou a Kelly
– calma filha, já está tudo dentro, agora só se entrarem os colhões também. Espera um minuto até ela se acostumar Ricardo – falou a Sónia.
Parei de foder a Bela e eu e ela fomos ver a foda dos outros 3. A Bela começou a lamber uma teta da Kelly e eu a outra. A Kelly era a atenção de nós todos.
A Kelly ao fim de uns minutos começou a dar pequenos gemidos de prazer.
O Ricardo tirou a piça do cu dela até á cabeça e tornou a enfiar, mas tudo isso bem de vagar.
– ooooooooooooggg oooooooooogggg – gemeu a Kelly
A Sónia olhou nos olhos do Ricardo e disse-lhe:
– fode esse cu como deve ser, anda alarga-o dá-lhe um novo andar.
O Ricardo começou a bombar cada vez mais rápido e a putinha gemia:
– ooooooooooooggg siiiiiiiiiiiiiimmm siiiiiiiiiiiimm ééééééé boooooooooooommm.
A Kelly gemia e gemia de prazer.
A Bela ditou a Sónia ao lado da filha e as duas começaram um 69.
Fiquei a olhar aqueles quatro a comerem-se e batia uma punheta ao mesmo tempo.
O Ricardo tirou a piça de dentro do cu da Kelly. Deitou-se e sentou-a no colo dele fazendo desaparecer a piça novamente no cu da Kelly.
A Bela e a Sónia gemiam de prazer.
– oooooooooogggg siiiiiiiiiiiiiimmm siiiiiiiiiiiimm vouuuuu-mmmmmme viiiiiiir, veeeeeenho-meeeeeeeee -gemiam as duas, Sónia e Bela.
– oooooooooogggg ooooooooooooggg é tão boooooooooom – gemia a Kelly
A Sónia olhou para mim e fez-me sinal para enterrar a minha piça pela cona da filha acima.
Assim fiz.
– aaaaaaaaaaaiiiiiiiiiiiiiii aaaaaaaaaaaaiiiiiiiiiii estais-me a partir em duas mas é tão boooooooooooom – gemeu a Kelly
Estava-mos excitados de mais e começamos eu e o Ricardo a bombar cada vez mais rápido.
– aaaaaaaaaaaiiiiiiiiiiiii siiiiiiiiiiiim siiiiiiiiiiiim venhooooooooo-meeeeeeee venhoooo-meeeeeee -começou a gritar a Kelly
Tanto eu como o Ricardo sentia-mos as contrações da cona e do cu dele a vir-se.
– encho-te as tripas de leite puuuuuuuutaaaaaaaaa venhooooo-meeeeee – gritou o Ricardo
– também me veeeeeeeeenhooooooooooo, toma leite puuuuuuuuta tomaaaaaaa- gritei
A Sonia e a bela foram beber o leite que escorria da cona e do cu da Kelly.
A Kelly estava feliz e quiz dormir com o Ricardo nessa noite e nas seguinte. A Sónia dormiu comigo e com a Bela. Nessa noite a Kelly foi fodida varias vezes, pois nós ouvia-mos os gemidos dos 2, mas nós os 3 não ficava-mos atrás, também fodemos toda á noite.
Passados uns dias o Ricardo e a Kelly já andavam de mão dada.
Era-mos uma família incestuosa, mas não nos importava-mos e era-mos felizes assim. Ninguém era de ninguém e todos eram de todos.

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Meu Diário: 12 Find Perfeito

Como falei voltei a aceitar os convites para as festas, antes da virada do ano de dois mil e dezesseis fui em outra, mais com outra intenção. Não queria sair com outros caras, queria alguém fixo, tipo o Raul lembram. As vezes dava medo de ir para lá sozinha, medo de encontrar alguém que me conheça, até penteado e maquiagem eu tentava mudar e não iria sair com alguém de cara, sem conhecer, isso demoraria muito mais tempo.

Então pensei em algo, fiz uns cartões de visita com um novo e-mail, para não comprometelos, assim poderia avaliar “os candidatos” , não queria ganhar dinheiro com isso apesar de fazer bem, mais queria alguém que tenha algo a mais a mostrar, explico: não quero ser amarrada na cama, queria ser usada de verdade sobre ela, me fodesse com força, puxasse meus cabelos, borrasse minha maquiagem, me desse uns tapas acompanhada das palavras mais sujas, principalmente de puta, na cama isso me excita, me deixa cheia de tesão.

Cheguei na festa, apesar de não querer encontrar alguém que poderia me conhecer, fui vestida pra chamar atenção, os convites começaram, falei que esperava uma amiga e não podia sair, mas dava meu cartão com o contato, enfim, aquela noite foram mais de trinta.

Na semana seguinte começaram chegar às mensagens e minha pergunta era simples: como você gosta de tratar a mulher na cama, e as respostas eram só flores e muitos beijinhos, nada além disso, foram mais de vinte. Outra festa e decidi ser a última tentativa, estava lá eu, procurando meu dominador, com cuidado para não encontrar o Paulo, e dando desculpas para não sair com alguém e alguns cartões distribuído.

O movimento estava fraco chovia muito, era tarde fui no bar tomar algo para ir embora, peco uma água e alguém me oferece uma taça de espumante, agradeço e digo que ficaria com a água.

Ele insiste, agradeço dando um cartão e digo para me enviar uma mensagem, me devolve e me fala que o interesse é meu, retira um cartão do bolso e coloca em cima do balcão. Peguei e botei na bolsa e me despeço, interesse até teria mais que atenda meus requisitos.

Vou embora pego o elevador com outra garota ruiva, que puxa conversa, comentando que estava fraco, que também iria fazer outra coisa, me fala que uma amiga iria passar para dar uma carona, iria a uma festa sertaneja perto dali e me convida.

Enquanto esperava a chuva dar uma trégua começamos a conversar, me pergunta se vinha muitas vezes a essas festa e menti, disse que era a primeira e última e realmente era. Falei que estava em uma casa noturna com um namorado e recebi um cartão sobre eventos e vim conhecer e que não fazia programas, já que ela não me conhecia, queria me passar por uma garota de bem.

Pergunto sobre ela, me disse que foi convidada para dançar que não se prostituía, somente dança e não ficava totalmente nua, conversamos muito e chega sua carona.

Como estava com a noite perdida, resolvo aceitar o convite e vou com elas. Enfim, ela era legal, nos tornamos amigas a ponto de ir na minha casa, para sairmos juntas e pedi para que não comentasse com alguém que me conheceu naquele lugar.

Saímos algumas vezes para bares, praias e cinemas até começarmos a falar sobre homens, namorado e sexo. Claro que não iria relatar meus casos amorosos pra ela, simplesmente falei dos namorados e agora tinha dado um tempo.

Então quem é ela, vou apresentala, se chamava Carla trinta anos, ruiva, tinha os cabelos avermelhados, abaixo dos ombros, da minha estatura, magra, seios pequenos, bumbum empinado e pernas torneadas da academia, confesso que era bonita.

Começamos a falar de como éramos na cama e não era muito diferente de mim, gostava de tudo e fazia tempo que saia com um amigo, que dança as vezes com ela. Pergunto como ele era , diz que se chamava Thiago, era negro, vinte cinco anos, mais alto, corpo malhado e muito gostoso e fazia de tudo com ela na cama, nesse momento parei e fico pensando no Marcelo, e Carla me endaga:

– amiga nunca teve uma experiência com um negro né? Digo que não.

Naquela semana marcamos para ir em outra balada sertaneja, não faz muito meu estilo mais topei. No sábado final de tarde Carla foi lá pra casa, pra se arrumar, meus pais faram pra praia e iria com o carro da minha mãe.

Estava no meu quarto me maquiando ela chega do banho, enrrolada em uma toalha, observo pelo espelho quando ela a solta, caindo a seus pés. Apesar de ter me relacionado com mulheres em algumas das minhas aventuras, não era adepta ao mundo lésbico, mais fiquei imaginando se fosse.

Fomos em direção a Balneário Camboriú para mais uma noite de balada, casa cheia, gente bonita e bebida gelada tudo perfeito. Lá pelas tantas vou no bar e quando voltei a Carla não estava no mrsmo local, olho para os lados tentando encontrala e a vejo conversando com alguém de chapéu e vem na minha direção.

Chega perto e me fala:

– Quero te apresentar o Thiago, que se aproxima trocamos dois beijinhos no rosto, pergunta se está tudo bem, se precisamos de algo, digo que está tudo perfeito.

Realmente ele estava lindo vestido a caráter, com uma calça jeans, colete aberto para mostrar o abdômen sarado e chapéu. Conforme ela tinha dito, ele era gato, quando Thiago sai de perto de nós, Carla pergunta o que tinha achado e falo que tinha toda razão.

Tempo depois Carla me chama para acompanhá-la e entramos no banheiro, com um sorriso descarado me pergunta:

– O que você acha de irmos pra casa dele, mora aqui perto. Fico sem muitas respostas mais pergunto para que.

– Podemos dormir lá e amanhã ir embora, mais depende de você. Respondo que não sabia e voltamos para a pista.

Meus pensamentos são muitos, as curiosidades também, uma nova experiência poderia rolar, ele um negro gato, nem parece ter vinte cinco anos, dava vinte anos, ela era legal, iria ficar na minha mais se rolar e digo que aceito.

A Carla sei que iria matar a saudade não iria só para dormir, vou ficando nervosa precisava tomar alguma coisa para me acalmar, mais também não podia por esta dirigindo, vamos em direção ao estacionamento.

Eu e a Carla fomos seguindo ele no meu carro, chegamos no prédio e subimos, Carla me mostra o lugar e me convida para tomar um banho, ela foi para o quarto do Thiago e eu em outro quarto, após tomar um banho Carla vem até mim e me trás um roupão, me pergunta se está tudo bem, falo que estou nervosa, me fala que estou em casa, que vai dormir com ele.

Pergunto pra ela: – E eu Carla durmo no outro quarto?

Ela: – Só se você quiser, vamos juntas,

você vai ter uma experiência ótima, com um negro lindo, vamos curtir a noite o momento.

Claro que também tinha vontade de traçar ele e pergunto como vai ser, Carla me disse iria para o quarto dele e depois eu chegaria, como não sabendo de nada e ao me ver, me chamaria. Ela da o sinal que ele saiu do banho, vou a cozinha e dou um tempo, chego na porta do quarto tipo sem querer, as luzes acesas e vou entrando, faço cena de assustada, peço desculpas e Carla me chama.

Thiago está sentado na cama e Carla de joelhos chupando ele, totalmente nus me aproximo ainda de roupão, Thiago com as duas mãos para trás apoiadas na cama olhava pra mim, Carla continua oque fazia, me olha, segurando aquele cacete duro e sem pelo algum. Me agacho boto minha mão na coxa dele, fico olhando ela levar aquele cacete até o final e voltar algumas vezes. Carla direciona aquele pau pra mim, expondo sua glande, toco com os lábios que desliza pra dentro da minha boca, Thiago vai se sentando a beira da cama e com ajuda da Carla vai tirando meu roupão.

Fiquei de quatro chupando ele, sem colocar as mãos, chupava lentamente, fazendo ele deslizar pra dentro e voltava até a cabeça. Carla no meu lado acaricia minhas costas, toca minha bunda com as mãos, deslizando ela entre minhas nádegas, tocando com os dedos meu cuzinho e minha boceta.

Me deixo levar pelo tesão, afinal também queria, Carla me pega pela mão e vamos pra cama, me deito, ela vem por entre minhas pernas e me dá um beijo molhado, quente, com sua língua tocando a minha, vai descendo com a boca entre meus seios, barriga, vai até minha boceta, levanta minhas pernas fico igual a um frango assado, me toca com a língua, me lambe igual a um sorvete derretendo.

Thiago sobe na cama se posiciona atrás da Carla de quatro na sua frente, mete nela, olhando sério pra mim vai fodendo ela. Carla segurando minhas pernas abertas fica esfregando sua boca por toda minha boceta, chupa, esfrega, lambe sem parar, não dava pra segurar mais, dou um grito de prazer, daquele jeito ia gozar na boca dela.

Carla me pede pra ficar de quatro na sua frente, no meu lado direito, uma parede inteira de espelho, coloco meu rosto no colchão e observo nós três, Carla também de quatro me lambe da boceta indo até meu cuzinho, meu tesão só aumentava, levo minha mão para iniciar uma ciririca e Carla não deixa.

Ela se deita por baixo de mim, com a cabeça entre minhas coxas e lambe meu grelo, Thiago vem por cima dela coloca na entrada da minha boceta, empurra devagar, aceito aquele cacete duro sem problemas, observo pelo espelho ele com um dos joelhos cama e a outra flexionada, começa a me foder rápido com socadas firme.

Meu tesão por aquele pau só aumenta, com a Carla tocando com a língua minha boceta. Empino ainda mais minha bunda, queria ele inteiro dentro de mim, Thiago não para com socadas firmes e rápidas, já estava quase gozando, Carla pede o pau dele, que tira de dentro de mim e o coloca direto na boca, mama de forma majestosa o pau do Thiago, em seguida o direciona pra enterar de novo em mim.

Carla sai de baixo de nós é se deita na minha frente, com dois dedos abre sua boceta observo o interior rosado e muito úmida, comecei a lamber, sinto um gosto de maçã. Thiago continua o que fazia, soca gostoso na minha boceta, não consigo chupar a Carla direito e digo pro Thiago não parar que ia gozar. Gozei com meu rosto grudado na boceta da Carla e o pau do Thiago todo dentro da minha boceta.

Me atiro na cama, Thiago sai da cama e toma uma água, com as luzes iluminando todo quarto vejo seu corpo lindo e suado. Carla vem até a mim, me dá um beijo e me fala que é a vez dela. Ela se posiciona por cima de mim, iniciando um sessenta e nove, agora consigo tocar melhor a boceta da Carla, noto seu grelo durinho e facil de tocar com minha lingua.

Carla olha pro Thiago e fala: – vem amor quero você.

Ele não perde tempo e vem com aquele cacete duro para meter na Carla que empina a bunda, eu com minha cabeça entre suas pernas, vejo ele enfiar nela com força, com as mesmas socadas firmes, nossa como ele é bom de cama.

Carla geme alto acompanhada dos urros de Thiago, olho aquele pau entrando e saindo, toco com a lingua a buceta da Carla, fico olhando para o Thiago e para o pau dele dentro da minha amiga. Ele tira e direciona para minha boca, chupo aquela glande preta, muito melado pelo líquido da Carla, um gosto de maçã envolve minha boca. Em seguida levo ele até a buceta dela e peço para ele socar com força, começo a lamber e acariciar com os meus dedos seu grelinho que geme se contorcendo enquanto Thiago fode fazendo ela gozar.

Desabando sobre mim, Thiago vem junto não para de foder, até tirar dela e jorrar sua porra sobre a bunda e a buceta da Carla, escorrendo por cima dos meus seios. Ele se joga na cama, seu corpo brilha de tanto suor refletido pelas luzes, ficamos ali até recuperarmos as energias.

Carla se levantou e com um sorriso me dá um selinho e vai em direção ao banheiro, Thiago pede pra ela encher a banheira. Ele fala pra mim depois ir lá também pra relaxar, se aproxima de mim deitada na cama e me dá um beijo na boca, que retribuo, me abraçando e me puxando para cima dele.

Nossa ele só não era perfeito porque não era o dominador na cama, mais no todo ele era uma delícia. Meus seios por cima do seu peito, beijava aquela boca gostosa, minha mão percorria seu corpo suado até tocar seu pau já mole, massageava o pau e suas bolas macias, quando para de me beijar e fica me olhando, parecia me pedir algo, tipo – vai lá loira engole meu cacete, pois foi o que me deu vontade. Desci segurando com minha mão esquerda suas bolas , expus sua glande e enfiei na boca, fazia ele ir até minha garganta e voltava até meus lábios, nossa que delícia poderia ficar ali mamando até a ponto de gozar na minha boca, mais depois de uns minutos parei e fui até a Carla, pois aquilo tudo não era meu e não sabia até que ponto poderia asufluir daquele servo.

Depois da banheira o tombo foi grande, nos acordamos a uma da tarde, resolvemos ir pra praia, perto dali, em frente ao warung beach club, na praia brava, com direitos a petiscos trazido por restaurante. Carla me empresta um biquíni minúsculo que amei, adoro calcinhas enfiadas na minha bunda.

Thiago vai dar um mergulho e Carla me pergunta se eu tinha gostado, só faltou eu dizer que queria ele pra mim. Também me pergunta se eu ia embora final de tarde, disse que sim e a questionei se ela iria comigo, ela deu um tempo e respondeu que derrepente iria pegar mais uma noitada mais não na balada.

Questionei, ela sorriu me falando que o serviço não foi completo.

– como assim Carla?

– amiga tenho que sentar naquele cacete, queria que ele fodesse meu rabo ontem. Senti algo, meu corpo aqueceu, sorri pra ela e a chamei de tarada. Ela me responde, Josi duvido que você não desejou também, pois sei que gosta. Ele faz tudo que eu peço e já falei pra ele que hoje só vou querer atrás e se você quiser, fica, vamos embora amanhã. Te falo Josi não perde a oportunidade, vamos juntas vai ser tudo de bom , ele é lindo, gostoso, vigoroso e saudável, pois estava rolando tudo sem camisinha.

Thiago volta da água e foi pegar algo para tomarmos, realmente valia a pena sentir ele de novo e falei pra Carla, tá bom como vai ser? Carla me fala que quando estiverem no apartamento e no momento certo, ela iria sair pra fazer algo, seria uma desculpa e eu deveria começar com ele.

Falei que não tinha essa intimidade toda pra isso, Carla me responde rindo, ele te fede ontem, chupas o pau dele e não tem intimidade.

– Josi, você não é ingênua, quando voltar quero ver você levando pau nessa bunda linda. Respondo sorrindo:

– Tudo bem vou tentar.

Claro que sabia o que fazer, que homem iria resistir a uma roupa sex é um sorrisinho “vem me fode”.

Bem, final de tarde voltamos para o ap do Thiago, as ideias da Carla deixou-me louca de vontade, e como ela falou tinha que aproveitar. Fomos tomar banho a Carla no quarto do Thiago e eu em outro quarto, quando saí do banho ela já estava ali se trocando, botou um vestido azul curtinho sem sutiã e falou que voltava entre vinte a trinta minutos.

Queria chamar a atenção do Thiago, revirei as gavetas com as roupas da Carla e achei um shortinho amarelo de Lycra, botei ele sem calcinha, puxei até sumir dentro da minha bunda e uma mini blusa. Thiago estava no sofá assistindo tv sem camisa e com uma cueca samba canção, passei por ele e fui pra janela do apartamento, não queria ver nada, mais sim ser vista.

Fiquei esperando uma deixa ou outro comentário, não ia deixar escapar uma chance, pra me entregar. Thiago me pergunta sobre a Carla e falei que tinha saído, para em seguida ele comentar que estava linda com aquela roupa, respondo rapidamente:

– linda ou gostosa?

Me responde que era os dois e fala pra mim sair da janela que não conseguia ver tv, mandei desliga-la.

– Vou fazer o que se a desligar. Me responde.

– Faz o que você está louco para fazer Thiago. Respondo sorrindo

– O que estou louco pra fazer Josi.

– Louco pra se levantar daí e me pegar com força. Respondo sorrindo olhando pra ele.

Ele se levanta e vem na minha direção, colocando suas mãos na minha cintura, me abraçando por trás.

Depois vou narrar a vocês a conclusão que tive neste final de semana, porque se ele fosse fiel a Carla teria somente ficado na conversa.

Pois bem, levei minha mão para trás e segurei sua nuca, levando sua boca até meu pescoço, me virei e meti minha lingua na sua boca, um beijo pra mostrar todo meu desejo.

Fui empurrando ele para trás até se sentar no sofá, vou por cima das suas pernas ficando elas entre as minhas, suas mãos apertam minha bunda, enquanto beijo e sugo sua língua.

Queria acelerar as coisas, saio de cima dele e tiro sua única peça de roupa a samba canção, fico de joelhos entre suas pernas, com uma das mãos coloco aquela glande preta na boca, chapando como se fosse o último boquete, chupava e sugava a cabeça do pau dele, queria ele dentro de mim seja onde fosse.

Estava disposta a me entregar de todas as formas, ser fodida de todos os jeitos e além do mais, Carla iria chegar. Não parava de chupar, como uma esfomeada por cacete, guspia e pegava de volta, babava seu saco com minha saliva, esfregava e batia com ele na minha cara, até se levantar me chamando para o quarto.

Thiago tira minha blusinha, me deita na cama para tirar meu shortinho, socado na minha bunda, me vira e fico de quatro na beira da cama. Pela primeira vez toca minha bucetinha e o cuzinho com sua língua, com as mãos abre minha bunda e lambe minha buceta e meu cuzinho, que tesão, queria ser penetrada e pedi para que me fodesse .

Ele fica de pé atrás de mim tocando minha buceta com seu pau, vai entrando sem esforços, aceitando por completo aquele cacete duro. Começa o vai e vem dentro de mim, como a noite passada, em seguida ele para, Carla chega de mansinho e fala:

– Se aproveitando do meu macho hein, acho que vou querer também, é só tirar meu diamante.

Carla vem engatinhando por cima da cama até nossa frente, com a saia do vestido azul pela cintura, sem calcinha e com um plug anal, com um brilhante de fora imitando um diamante.

Eu de quatro com o pau do Thiago dentro da minha buceta, observo ele puxá-lo pra fora, o cuzinho de Carla parecia não deixá-lo sair o prendia, mais Thiago começou a girar de um lado para outro e foi saíndo.

Da cor rosa parecia um cone ou melhor um Pinheirinho. Carla se vira e ainda na mão do Thiago ela abocanha o plug, lambe e chupando por inteiro, tinha vontade de chupar também, peço pra ela, que de imediato o leva a minha boca. Carla se posiciona no meu lado dando tapas na sua bunda e fala:

– Hoje não é buceta e sim cuzinho.

Ela mostra que era muito safada, disposta a ter sua bunda arrombada pelo Thiago, fica do meu lado esperando a vez me dando selinhos, não demorou para ele tirar da minha buceta e ir metendo no rabo dela, que não parava de pedir para ser fodida .

Ele fica de pé sobre a cama e vai descendo, metendo aquela pica gostosa no cuzinho da Carla, que cola seu rosto na cama. Ela dando risadas pede pra ele meter, repetia várias vezes, me fode, me fode. Thiago também não se contêm com os pedidos de Carla, enrrola o cabelo dela em uma das mãos e a puxa com força, com a outra mão ele dá tapas no rosto dela, segura seu pescoço e fala alto:

– Toma no cu porra, sua vagabunda, goza com meu o pau no rabo.

Nossa eu do lado deles meu corpo incendiava meu cuzinho piscava de tesão, queria igual, após alguns minutos vendo ela delirar, levei minha mão por baixo dela acariciando seu clitóris até ela gemer, com o Thiago socando nela.

Carla grita e tenta tirar minha mão, Thiago segura ela pela cintura deixando o seu pau dentro dela, para em seguida solta-lá e ir até um frigobar tomar água, Carla se joga na cama rindo e falando alto:

– Que delícia amiga.

Ele tomando água olha pra mim e me pergunta:

– E aí, Josi vamos tentar ou vai querer na bucetinha mesmo, vou começar com o plug.

Respondo:

-Claro que sim. E me posiciono de quatro na cama, ele pega o plug, usa sua saliva para lubrificar, vai girando de um lado para o outro, meu cuzinho vai aceitando sem problemas, mesmo tendo uma experiência com anal, as preliminares são essenciais e também queria ver só o brilhante de fora.

Carla fica do lado, observa Thiago, com suas mãos na minha bunda, usa sua saliva junto com a dele, girando, entrando e saindo até Thiago dizer, está dentro. Peço pra ver, fico de quatro olhando para o espelho da parede e realmente a sensação, de poder olhar somente a pedra de fora é exitante. Thiago da mesma forma começa a tira-lo, meu cuzinho parece não deixar ele sair, tenho que fazer uma forcinha pra ajudar, mais depois ficou fácil repetir algumas vezes. Depois Thiago tira e se posiciona para colocar seu pau no meu cu e peço para ficar de lado, para depois ficar de quatro. Mais saliva, vai colocando devagar mais sem parar, aquele engasgo na garganta sempre vai ter, coração parece parar e depois volta a bater, mais, sempre uma vontade louca de sentir como é gostoso. Dentro de mim, alguns vai e vem é o momento para ficar de quatro, peço pra parar e me posiciono na posição que amo. Thiago comenta que todas preferem tomar de quatro não importa onde né Josi, eu olho pra ele e respondo que amo de quatro.

Ele encosta a cabeça do pau no meu cuzinho e seu corpo desce entrando por inteiro, rosto de lado na cama e bunda mais alto possível, começa a me foder com suas coxas se apoiando na minha bunda, socadas fortes e firmes. É hora de me impor e peço para que me foda, com minhas mãos apertando os lençóis e o rosto na cama, peço que seja igual a Carla, foi o start pra ele me puxar com força pelos cabelos e dar tapas com as pontas dos dedos no meu rosto, minha coluna é forçada para baixo, por sua mão puxando meus cabelos e seu cotovelo apoiado nas minhas costas, seus joelhos me presiona as costelas.

Nossa, estava como poucas vezes estive, dominada, sendo usada como sempre queria, que sensação sem igual, pedia mais e mais e como ele me obedecia.

Ele fazia questão de virar meu rosto para o imenso espelho, certamente para me mostrar sua perfomace, sua cintura subir e descer. Socava gostoso no meu cuzinho, meu corpo incendiava e desejava cada pedacinho, acompanhado de puxões de cabelo e tapas na cara que me levou a repetir, fode, fode, bate mais, bate, bate…

Sem diminuir o ritmo das socadas, pediu para Carla tocar minha buceta, tentei falar pra não fazer, não queria gozar, e sim ficar mais tempo nessa tortura.

Mais não teve jeito, Carla não precisou muito, depois de enfiar alguns dedos e esfregar rápido minha buceta, me viu empurra a bunda contra ele, sentindo bem fundo e meu corpo tremer de prazer, sendo segurada com força pelos cabelos e com sua outra mão tampando minha boca.

Thiago ao tirar de mim, vai ficando de pé sobre a cama, ainda com uma das mãos enrolada nos meus cabelos me puxa junto com ele. Leva meu rosto em direção ao seu pau desejando ser chupado, parecia ler meus pensamentos, pois também queria enfiar aquele cacete preto e duro na boca e o fiz, acompanhada de loucura, mamava de novo como se fosse a última chupada da minha vida.

Sentia ele quente tocando minha garganta, Carla vem pra perto de nós, Thiago também segura ela pelos cabelos e a faz chupar, socando todo na sua boca. Segurando nossos cabelos, manda nós duas ficarmos de rosto colado e abrir a boca, que iria gozar, ele com uma das mãos acaricia seu pau para jorrar porra na nossa cara, um jato com gosto amargo, parecido com muitas outras.

Thiago repete o que tinha feito noite passada, sai da cama e vai tomar uma água , fico na cama com a Carla, não me contive e a beijei na boca, que retribui me abraçando.

Ficamos olhando pra ele e nos beijando, que nos convida para tomar uma bebida.

Ele sai do quarto, nos deitamos e continuamos com os beijos, não era mais selinhos, queria beijar de verdade, língua dentro da boca, ainda existia o gosto da porra dele dentro das nossas bocas.

Thiago nos chama, colocamos as roupas que estávamos e fomos até ele, em cima da mesa uma garrafa de vodka e alguns sucos. Eu coloco um pouco no copo e bebo sem misturar, Carla faz o mesmo, me fala que não está satisfeita, queria foder mais.

Preparamos outra dose agora com suco, e fomos até o Thiago sentado no sofá, ela liga a tv e entra em um site pornô, escolhe um filme com duas mulheres e um homem e senta no seu lado. Nosso homem começa a rir, e comenta:

– Estou vendo que vocês duas não vão me deixa em paz.

Nós três olhando pra TV com certeza ele não iria ter sossego, Carla toma a iniciativa, apalpa o pau dele por cima da samba canção, passo por eles e fico atrás do sofá, apoiada com os cotovelos sobre o encosto, Carla comenta com Thiago:

– Essa roupa da Josi ninguém resiste né amor, (comentário típico de um casal) ele responde:

– É impossível, até você Carla não resistiria. Dá um sorriso olhando pra mim.

No desenrolar do filme as duas estão dividindo o cacete na boca, Carla com a mão dentro da sua cueca o exita, a cabeça do pau dele aparece na parte de cima da cueca, não olho mais para o filme, minha vontade era deslizar pelo sofá e cair de boca.

Carla não perde tempo, vai tirando a cueca dele e o enfiando na boca. Thiago me chama pra perto, leva sua mão na minha nuca e me beija. Me pede para dar a volta, fico entre suas pernas de joelhos no tapete, enquanto Carla fica de quatro sobre o sofá, chupa o pau dele sem usar as mãos, fiquei chupando suas bolas deliciosas, tentando colocar as duas na boca mais não conseguia.

Não via a hora de engolir aquele cacete, Carla sobe pra cima dele de frente pra mim, me pede para segurar o pau dele na entrada do seu cuzinho, dei uma chupada deixando minha saliva para lubrifica-lo, ela desce rebolando e vai entrando todinho.

Impossível ver aquela buceta a um palmo da minha cara e não a tocar, tento lamber seu grelinho duro, com ela subindo e descendo, colocando aquele pau inteiro dentro da sua bunda . Carla o tira de dentro, fica de pé sobre o sofá, os dois ficam me olhando, sei que é hora de enfiá-lo na boca, e queria muito fazer isso, seguro com uma das mãos e o levo até minha garganta e volto algumas vezes.

Ela se vira, fica de costa pra mim e vem descendo, deixo minha saliva e seguro o pau dele pra ela sentar, de pernas flexionadas Carla sobe e desce rebolando naquele cacete duro, que a chama de safada, pedindo pra ela foder o pau dele, perguntando se ela queria uma “viciadinha” e respondeu que sim.

Não sabiá do que se tratava mais queria também, minutos depois Thiago se levanta e manda nós duas ficar de quatro no sofá, de pernas juntas, mãos no encosto e bunda empinada, como adoro isso.

Ele vem para trás de mim, sobe no sofá, meu quadril fica entre suas pernas, uma lubrificada no pau e no meu cuzinho e lá vem ele descendo, suas mãos abre minha bunda e vai entrando gostoso, sinto ele bem fundo. Suas mãos vão para o encosto ao lado das minhas, com socadas rápidas e firmes Thiago fala perto do meu ouvido que vou me tornar uma “viciadinha”, que vou querer dar o cuzinho ainda mais, apesar de já amar.

Ele me fode com força, impossível não gemer, queria gritar, tira de mim e vai até Carla e faz o mesmo. Minutos depois volta pra mim com as mesmas socadas e chama a Carla:

– Vem safada, sentir o gosto do rabo da tua amiga.

De imediato ela obedece, tira de mim e soca na sua boca, escuto suas gofadas de engasgo, ele não se cansa de repetir e sempre no mesmo ritmo, começo a sentir meu cuzinho arder, mais amando cada socada. Sei que a segunda gozada em muitos homens demora, mais ele estava demais, ele parecia querer arrombar nossos rabos com aquela força toda, meu cuzinho nao tinha mais resistência, quando ele tirava de dentro ficava aberto, sentia ao tocar com meus dedos, que gostoso, eu e ela gritavamos, o nosso descanso era quando ele trocava uma para a outra. Queria gozar, levo uma das mãos na minha buceta, mais Carla não deixa e a coloca no encosto, controlo meus gemidos com a boca no sofá e Thiago diz que vai gozar.

Tira e desce do sofá, com uma voz de cansaço repete algumas vezes:

– Na cara, na cara safadas, eu queria na boca, não foi um jato igual ao primeiro mais deu pra sentir o gosto da sua porra de novo tocando minha lingua.

Carla e eu depois de sugamos as últimas gotas do pau dele, nos beijamos para dividir o gostinho de quero mais, me joguei por cima dela, desejava seus lábios, sua língua, realmente um beijo longo, quente, o cheiro da porra me fazia desejar as sobras da sua boca.

Ufa, depois de nôs separarmos, ficamos ali no sofá, Thiago volta da cozinha com um copo de água, vai em direção ao quarto, diz que vai tomar uma ducha e descansar e da boa noite, diz pra nós fazer o mesmo.

Find perfeito, ficamos ali conversando mais um pouco, digo pra ela que meu cuzinho estava até ardendo, ela fala que o dela também está, pergunto sobre essa história de “viciadinha”.

Ela me responde que foi oque nós fizemos, dar o cuzinho e não gozar, só ele goza.

– Amiga, quando se da a buceta, cedo ou tarde os dois gozam naturalmente, se ele parar, você para também. O anal não, porque a gente tem que se estimular para que aconteça, então você tem a opção de não gozar e fica louca pra dar de novo. Realmente ela tinha razão já tinha acontecido comigo e procurei dar de novo.

Naquela noite de domingo, ainda estava com vontade, claro que gozar dando o rabo é muito prazeroso, pois é mais intenso, mais iria repetir mais vezes essa fórmula.

Mais uma que aprendi e muitas conclusões para tirar neste final de semana, no domingo na praia tinha minhas dúvidas.

Se tudo aquilo, primeiro contato, amizade, as festas e o encontro do final de semana foi por acaso, ou planejado, pela Carla ou pelo Thiago, porque tudo se encaixou.

Não fui forçada a nada, topei e não me arrependo, amei e faria tudo de novo.

Também concluir que o homem que procurava dificilmente iria encontrar. O que eu tinha de encontrar era um homem vagabundo, mente aberta, que goste de sexo, com muita sacanagem.

Então eu o tornaria no homem que eu procurava, um cervo, pois vi isso acontecer com Thiago, duas noites com diferentes atitudes, bastou Carla soltar suas redias.

No outro dia pela manhã nos despedimos do Thiago e fomos embora, tudo perfeito até dava vontade de ficar mais uns dias.

Passados uma semana Carla me convida para mais uma balada e questionei se era só balada . Me fala que se eu topasse poderíamos repetir a noitada, perguntei se teríamos novidades.

– Como assim ela me responde.

– Hora Carla, você poder ia conversar com Thiago, pedir para ele convidar um amigo, aí repetir a noitada, oque você acha.

Não quero dizer que ele não seja suficiente para nós duas, pois foi um dos melhores de cama que tive a oportunidade de conhecer, mais pode ficar muito melhor.

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